Manu Rech Parentalidade Imperfeita

Manu Rech Parentalidade Imperfeita Não busque a perfeição na tua parentalidade : busque a evolução! Vem comigo, um dia após o outro. Mais de 11 mil seguidores no Instagram.

Mãe imperfeita e Psicóloga formada no Brasil, morando no Canadá há quase 20 anos. Especialista em parentalidade e desenvolvimento infantil. Há 7 anos transformando vidas : relações familiares com respeito mútuo, é possível !

03/27/2026

A partir dos 7 anos, a dinâmica em algumas amizades pode ficar delicada.

Mas lembre-se que todas as crianças estão em desenvolvimento, cada uma com sua realidade e seus desafios: inclusive aquela que eventualmente tenha esses comportamentos mencionados no vídeo.

Todo comportamento é comunicação. Ambas as crianças precisam de ajuda numa situação como essa: uma pra se auto-afirmar e a outra pra aprender a respeitar os limites de quem ama.

Marque aqui aquela mãe que se cobra tanto que não consegue ver tudo o que faz pela sua criança! ❤️‍🩹
03/25/2026

Marque aqui aquela mãe que se cobra tanto que não consegue ver tudo o que faz pela sua criança! ❤️‍🩹

03/23/2026

Nem sempre a tela é nossa rival! Esse é um exemplo de como usá-la a nosso favor: pra conectar com a criança e ajudá-la a extravasar todas as emoções sentidas e reprimidas na escola (chateações, medos, raivas, sentimentos de injustiça ou de inadequação, etc).

Ou ainda, tá muito frio pra brincar lá fora? Está chovendo? Já esgotaram as atividades interiores?

Alguns minutos de jogos de dança com a criança podem quebrar um super galho. O uso da tela aqui é ativo, e apesar do estímulo das cenas/da luz azul, o cérebro tem regiões ativadas diferentes das que são estimuladas em jogos de alta recompensa (com moedinhas, estrelas, etc).

Ao dançar, tentar e conseguir sincronizar movimentos com os da tela, pertencer a um momento junto com os pais, tudo isso leva a criança a liberar não só dopamina, mas serotonina e endorfina, hormônios da felicidade. Eles nos ajudam a relaxar e a ter uma sensação de bem-estar.

É por isso que digo que, quando utilizada com cautela e consciência, a tela pode nos trazer mais benefícios do que prejuízos!

Então vai lá ! Dance com tua criança e sejam felizes!! 💃🕺🏻

03/20/2026

Aqui em casa, agora que ela é maior, são 45 minutos a 1 hora por dia e ela pode escolher entre jogar videogame ou ver algo na TV... E tem dias que é dureza pra parar...

Daí você descobre que em algumas casas, nem isso é permitido!

03/20/2026

Desde que me formei Master ESEPAS (Educação $3 xual, Educação Emocional e Prevenção ao 4bu_so), entendi a importância de conversar claramente com ela sobre consentimento e os riscos do mundo virtual.

O mundo em que as crianças vivem hoje é totalmente diferente do que conhecemos na nossa época. É preciso estar preparado pra lidar com tanto perigo.

NÃO DEIXE PRA DEPOIS UMA CONVERSA QUE PODE SALVAR A VIDA DO TEU FILHO!

Se precisar de ajuda, entre em contato comigo. Posso te mostrar o caminho.

dá uma olhada nisso aqui!

03/18/2026

Confesso que não esperava que isso aconteceria tão cedo. Mas também fico de certa forma aliviada por saber como acompanhar. Quem já viveu algo parecido por aí?

maesbrasileirasemportugal

03/16/2026

Muitos de nós adultos hoje, fomos aquela criança "fácil de educar"

E ai, esses adultos cresceram e como a Manu Gavassi, se tornaram pessoas que tem dificuldade de pedir ajuda, se sobrecarregam com responsabilidades que não são só delas, cuidam mais dos outros do que de si mesmas..

E como pais e mães, se pegam tentando transmitir uma inteligência emocional que nunca desenvolveram porque não tiveram quem os ensinasse na infância.

Por isso que sempre digo: busque menos perfeição e mais evolução na parentalidade.

No meu mini-curso "Pais e Filhos: que estresse é esse?", eu mostro, com base na neurociência e parentalidade positiva, o que realmente acontece no cérebro das crianças (e no seu) durante uma birra ou um mau comportamento, e como olhar pra si mesmo, pra conseguir transformar brigas, gritos e desgaste em cooperação, conexão e limites firmes, sem culpa e sem fórmulas mágicas irreais.

Em vez de mais uma teoria bonita que desmorona na primeira birra no supermercado, você aprende estratégias práticas que funcionam na vida real de famílias que vivem longe da rede de apoio.

Se você sente que está educando no modo “sobrevivência” e leu até aqui, essa é a hora de entender de onde vem tanto estresse e, principalmente, como sair desse ciclo.

O caminho começa no link da bio.

03/15/2026

O último mito vai te deixar de queixo caído!

E no final, trago uma mudança que ainda é conhecida por poucos!
03/14/2026

E no final, trago uma mudança que ainda é conhecida por poucos!

03/11/2026

Ouça até o fim pra entender!

Minha intenção aqui não é convencer ninguém a fazer quarto compartilhado eternamente. Só quero acalmar o coração das mães que fazem E GOSTAM, mas se preocupam em fazer algum mal pra criança.

O ponto chave que trago aqui é: querer uma companhia/reconforto/segurança à noite, não necessariamente é sinal de dependência extrema da criança. Da mesma maneira que não podemos afirmar que uma criança que durma sozinha a noite toda não tem questões com autonomia ou segurança interna.

É preciso olhar pro todo! Tem vários elementos a serem observados juntamente com os pais, quando uma criança tem dificuldade de dormir sozinha. Sim, é possível trabalhar isso com ela, se for uma necessidade dos pais. Mas não é necessariamente um quarto/cama compartilhada que vai impedir uma criança de desenvolver sua autonomia. Muito pelo contrário.

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Montreal, QC

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