Manu Rech Parentalidade Imperfeita

Manu Rech Parentalidade Imperfeita Não busque a perfeição na tua parentalidade : busque a evolução! Vem comigo, um dia após o outro. Mais de 11 mil seguidores no Instagram.

Mãe imperfeita e Psicóloga formada no Brasil, morando no Canadá há quase 20 anos. Especialista em parentalidade e desenvolvimento infantil. Há 7 anos transformando vidas : relações familiares com respeito mútuo, é possível !

Quando moramos fora, desenvolvemos uma percepção de mundo diferente...E meste fim de ano, te convido a viajar por toda a...
12/29/2025

Quando moramos fora, desenvolvemos uma percepção de mundo diferente...

E meste fim de ano, te convido a viajar por toda a sua vida, antes e depois de ter fllhos, independente de onde está agora.

Reflita não só sobre a educação que recebeu, mas sobre o legado que sua mãe (biológica ou não. Aquela pessoa que te educou) deixou pra você.

E sobre como esse ciclo provavelmente vai se repetir com seu(s) filho(s) também.

Eu sempre falo muito da nossa criança interna ferida, dos nossos automatismos absorvidos desde a primeira infância, mas não devemos nunca esquecer tudo de BOM que nossos pais e responsáveis nos transmitiram, através de atitudes e exemplos.

NINGUÉM É SÓ LUZ, NEM SÓ SOMBRA!

Você consegue reconhecer o legado positivo que sua família te deixou?


12/21/2025

Antes que você me pergunte: Não! Ela não limpa as necessidades da Lilie todas as vezes, com a mesma boa-vontade ou sem que a gente precise lembrar (insistir).

Mas essa cena que você vê aí, fala muita coisa.

Primeiro: desde pequena, a ensinamos a buscar maneiras de fazer alguma obrigação "chata" de um modo menos sofrido. Por exemplo, quando ela não queria dobrar e guardar as próprias roupas lavadas, além de fazermos COM ela (diferente de fazer POR ela), colocávamos alguma música que ela gostava pra ouvir durante a tarefa.

Da mesma maneira, o pai está sempre ouvindo música quando lava a louça/arruma a cozinha (tarefas dele que ele não gosta!😁).

E é aí que vem o meu segundo ponto: mais do que ensiná-la a encarar as obrigações de um jeito mais leve, ela nos vê fazendo também.

Resultado: com o tempo, ela foi interiorizando esse hábito. Hoje, já coloca uma música pra ouvir sempre que tem uma tarefa mais longa ou chatinha pra fazer.

Não estou te contando isso pra você achar que somos os pais lacradores, não!

Compartilho aqui, mais uma vez, mais uma prova de que na Parentalidade Consciente, nós educamos pensando a longo prazo... E que isso funciona!

Nossa expectativa não é de não precisar lembrá-la. (Quem é que sempre se lembra e cumpre todas as obrigações, o tempo todo?). Nossa expectativa é que ela encontre, ao longo da vida, maneiras de lidar com as frustrações e encarar tarefas chatas de modo mais leve.

Porque a vida é assim. Obrigações, todos nós temos. A diferença é como cada um as encara, no dia-a-dia. Uns procrastinam (🙋🏻‍♀️🫣), outros não param enquanto não tiverem acabado *tudinho*, outros fazem reclamando, do início ao fim.

Agora, imagina se todo mundo começasse a buscar maneiras mais leves de encarar as obrigações? O mundo inteiro ficaria mais leve também...

Nem sempre é fácil. Mas que funciona, funciona.

Tenho visto muitos pais interpretando reações intensas das crianças como “drama” ou “falta de limites”.Na verdade, o que...
12/19/2025

Tenho visto muitos pais interpretando reações intensas das crianças como “drama” ou “falta de limites”.

Na verdade, o que estamos vendo nessas horas, é um cérebro em desenvolvimento tentando dar conta de emoções para as quais ainda não tem ferramentas suficientes.

Do ponto de vista da Neurociência, as estruturas envolvidas na autorregulação, especialmente conexões entre áreas emocionais (como a amígdala) e o córtex pré-frontal, estão em reorganização até o fim da adolescência e início da idade adulta.

👋🏽Isso ajuda a explicar por que crianças e adolescentes oscilam tanto entre explosões emocionais e momentos de aparente maturidade.

A Parentalidade Consciente não propõe “passar a mão na cabeça”, mas integrar firmeza e vínculo: um comportamento é visto como um sinal sobre o estado emocional e relacional da criança, não apenas como obediência ou desobediência.

Limites continuam presentes, mas acompanhados de validação emocional e diálogo, o que favorece uma aprendizagem socioemocional .

Quando a relação adulto-criança é suficientemente segura, ocorre o que a literatura descreve como co-regulação: o adulto ajuda a modular a intensidade do momento, oferecendo previsibilidade, linguagem e segurança interna.

Pesquisas indicam que essas interações estáveis e afetivamente positivas contribuem para melhor autorregulação, resiliência e padrões de apego mais seguros ao longo da vida.

Ao lembrar que a criança sente tanto quanto o adulto, mas dispõe de menos recursos neurais e emocionais, o foco da nossa intervenção muda: em vez de perguntar “como faço essa criança parar?”, a pergunta passa a ser “como posso ajudá-la a organizar o que está sentindo e, ao mesmo tempo, sustentar limites claros?”.

É neste espaço que se formam adultos mais conscientes, empáticos e neurologicamente mais preparados para lidar com o próprio mundo interno.

Te espero no meu curso, com 9 aulas diretas ao ponto e com várias dicas práticas que transformarão a vida da sua família. É isso ou seu dinheiro de volta. Link na bio !

Limites previsíveis regulam mais do que regras inconsistentes ou broncas inesperadas. Salve pra lembrar depois e envie p...
12/17/2025

Limites previsíveis regulam mais do que regras inconsistentes ou broncas inesperadas. Salve pra lembrar depois e envie praquele adulto que confunde limite com grito.

A história é um pouco longa, mas o desfecho vale a pena!Seguimos juntos 🤜🏾 🤛🏼
12/13/2025

A história é um pouco longa, mas o desfecho vale a pena!

Seguimos juntos 🤜🏾 🤛🏼

Quem mais aí curte um filminho de Natal pra entrar no clima? 🙋🏽‍♀️       #
12/11/2025

Quem mais aí curte um filminho de Natal pra entrar no clima? 🙋🏽‍♀️

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12/09/2025

Não precisamos ter filhos adolescentes pra transmitir a noção de consentimento! Te explico no vídeo.

Seguimos juntos! 🌱

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