16/07/2025
Lula e Janja são o retrato perfeito do Brasil onde o discurso é socialista, mas a vida é de luxo. Enquanto milhões de brasileiros fazem malabarismo pra pagar o aluguel, segurar a conta de luz e esticar o arroz do mês, o casal mais poderoso do país vive uma realidade paralela: jatinho da FAB, roupas de grife, hotéis internacionais a preços que fariam qualquer CEO corar.
Janja se comporta como se fosse uma embaixadora da estética do poder: posa, desfila, aparece em compromissos simbólicos e vive cercada por um aparato de luxo. Mas qual é sua função institucional, afinal? Quem paga a conta? A resposta é simples: você.
Do outro lado, Lula interpreta, mais uma vez, o papel do operário salvador — enquanto governa como um aristocrata que perdeu completamente o contato com a realidade do povo que um dia disse representar. Faz discurso contra a elite, mas vive como ela. Ataca empresários, mas fecha acordos com bilionários. Fala em justiça social, mas não abre mão de uma suíte presidencial e de uma comitiva de dezenas de carros blindados.
A narrativa é velha, mas eficiente: pintar o “rico” como vilão, enquanto o verdadeiro privilégio acontece de dentro do Palácio. Só que o “rico” que eles combatem não é quem vive à base de dinheiro público. É quem gera emprego, quem empreende, quem carrega o Brasil nas costas enquanto paga imposto em tudo — do pãozinho ao combustível.
E tudo isso acontece sem oposição institucional real.
Com o Supremo como aliado silencioso e cúmplice ativo, o governo navega sem freios entre abusos e privilégios — blindado de qualquer questionamento real.
O que deveria ser um sistema de equilíbrio virou parceria estratégica: um protege, o outro avança. Enquanto isso, a democracia vai sendo distorcida por quem deveria defendê-la.
A verdade nua e crua é que Lula e Janja não são ricos. Porque o que têm não veio do trabalho, do risco ou da produção. Veio do Estado. E o Estado, no Brasil, é abastecido por você.
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