Conversas de Luz

Conversas de Luz Envio de reiki, meditações para conversar com guias, anjos e entes queridos. Terapia
Mesa radionica

Mensagem do Universo para esta noite.O teu dia foi exaustivo, e houve momentos nos quais te sentiste perdida/o.Pensando ...
23/04/2026

Mensagem do Universo para esta noite.

O teu dia foi exaustivo, e houve momentos nos quais te sentiste perdida/o.
Pensando o que mais poderias fazer para que tudo corresse bem.
Chegaste a questionar se realmente vale a pena tanto esforço.
Ser e ter um bom coração por vezes parece uma causa sem justiça, não é???
Mas, é exatamente aí nessa justiça que está o ponto.
Tu não queres entrar em guerras, mas queres justiça.
Para ter justiça é preciso não ter medo de lutar.
Não signif**a que tenhas que magoar ou ofender.
Mas é necessário que compreendas que até no universo a justiça se faz lutando.
Ser guerreiro não é sinónimo de ferir ou matar.
Mas impede que tu mates as tuas emoções.
Liberta-te de correntes lançadas que te fazem tropeçar e cair no desespero do: eu não sirvo para nada.
Hoje estamos aqui para ajudar-te.
Somos ajudantes do Raio Branco.
Eu sou Gabriel, sou o cirurgião espiritual, que com o Mestre Chohan queremos ajudar-te a desfazeres essas correntes de densidade.
Permites????
Ora a Deus e pede pela nossa presença.
Iremos ajudar e trazer-te alívio e conforto.

Canalizada Por mim .Célia Pereira Todos os Direitos reservados.

Bom dia pontinhos de luz deste universo maravilhoso. Espero que a minha partilha ajude-te a identif**ares o que ultimame...
22/04/2026

Bom dia pontinhos de luz deste universo maravilhoso.

Espero que a minha partilha ajude-te a identif**ares o que ultimamente te esgota energeticamente.

O que sugava minha energia sem que eu percebesse.

Nem sempre meu cansaço vinha do excesso de tarefas. Muitas vezes, ele nascia de atitudes e padrões que repitia sem notar e que acabavam afetando meu equilíbrio emocional, mental e espiritual.
Perceber isso mudou minha forma de me cuidar. Quando identifico o que me enfraquece, consigo fazer escolhas melhores para mim.
1. Quando entrego minha mente à ansiedade
Sempre que passo tempo demais pensando no amanhã, perco força no agora.
Criando problemas antes da hora
Imaginando situações negativas
Tentando controlar tudo mentalmente
Quando ajo assim, fico esgotada e desconectada do presente.
2. Quando alimento negatividade diariamente
Tudo aquilo em que insisto em focar ganha espaço dentro de mim.
Reclamando de tudo
Prestando atenção só no que falta
Mantendo pensamentos pesados por muito tempo.
Isso tira minha leveza e bloqueia minha paz interior.
3. Quando não respeito meus próprios limites
Há lugares e pessoas que simplesmente me drenam, e preciso reconhecer isso.
Permanecendo em ambientes que me fazem mal.
Aceitando relações cansativas
Ignorando sinais claros de desgaste
Quando não me escuto, minha energia sente primeiro.
Hoje escolho me preservar mais, selecionar melhor minhas companhias e cuidar daquilo que permito ocupar minha mente e meu coração.

Bora cuidar da nossa energia.
Célia Pereira Todos os Direitos reservados

Boa noite pontinhos de luz deste universo maravilhoso. Partilho convosco algo muito simples mas que ao final do dia é mu...
20/04/2026

Boa noite pontinhos de luz deste universo maravilhoso.
Partilho convosco algo muito simples mas que ao final do dia é muito eficiente para alivar o stress do dia.

Fechem os olhos por um instante.
Imaginem que têm uma flor na mão.
Uma flor bonita, leve, com muitassss pétalas.
Aproximem-na do rosto e respirem o perfume da flor, devagar…

As vezes que forem necessárias.
Inspirem calma… expirem tensão.
Agora, em cada pétala dessa flor, escrevam mentalmente aquilo que sentem necessidade de libertar:
medos… preocupações… tristeza… cansaço… mágoas… ansiedade… ou qualquer peso que tragam dentro de vocês.
A vossa flor tem infinitas pétalas, por isso escrevam tudo o que precisarem.
Sem pressa.

Quando sentirem que chegou o momento…
respirem fundo mais uma vez…
E depois soprem as pétalas.
Uma após outra.
Vejam-nas partir ao vento…
Leves… distantes… a desaparecer.
Deixem ir embora aquilo que já não vos serve.
Fiquem apenas com o perfume da flor…
com o espaço leve dentro do peito…
e com a tranquilidade deste momento.
Façam durante o tempo que sentirem necessário.

Célia Pereira
Todos os Direitos reservados

Boa noite pontinhos de luz deste universo maravilhoso.
18/04/2026

Boa noite pontinhos de luz deste universo maravilhoso.

Como é possível amar alguém além do corpo? Amar uma luz que Deus chamou de volta para o universo? Cada respiração que o ...
15/04/2026

Como é possível amar alguém além do corpo?

Amar uma luz que Deus chamou de volta para o universo? Cada respiração que o meu corpo faz sente que a tua força, a tua presença, está tão perto e mesmo assim tão longe. Longe dos meus olhos, que ainda nos dias atuais, sem dar em conta continuam te procurando pelas ruas que antes caminhavas, e por vezes apanho os valentes sustos quando pelas costas reparo em alguma silhueta que me recorda de ti. Pois é, filho, a doidinha da tua mãe não mudou muito e no entanto, está tão diferente. Não mudou em ser uma medricas e ganhou coragem para não desistir. Não mudou em ser sonhadora e pôs os pés no chão. Como é possível? Não sei. É como as tulipas que tu sabes que eu adoro. Um ano são lilás e no outro são brancas. Mas não deixam de ser tulipas, assim como tu, antes carne. Agora luz, não deixas de ser o meu filho. A cada ano que passa, continuas a ser o meu filho. A vida avança e os anos aqui na terra começam a ter algum peso. Agora prefiro a calma da nossa casa, o silêncio da floresta e o barulho do rio. A televisão está silenciosa e deu lugar ao cantar dos pássaros. Mas a porta do teu quarto continua fechada. Isso a mãe ainda não conseguiu mudar. Mas também ninguém dorme lá. Mas viste? Viste como consegui trabalhar para onde a mãe queria ir? É uma mudança da noite para o dia. Filho, a vida aqui continua uma aventura. A cada dia que passa, algo se revela. Pessoas, situações, olha, uma verdadeira maluqueira. Tal como a vida, não é? Essa frase do Descansa em paz, se realmente soubessem como é estar no plano espiritual, ninguém mais diria essa frase e passaria uma dizer que tenhas um trabalho leve e que o consigas realizar. E cada ser humano faria aqui na Terra o caminho para alcançar esse trabalho leve. E assim teríamos o paraíso da Terra e finalmente a palavra de Jesus seria reconhecida como o caminho da vida. Mas uma coisa não mudou, o meu amor por ti. Esse continua tal como sempre foi. Filho, fazes-me tanta falta, tal como a água para acalmar a sede. Estás um espírito adulto, com 24 anos, e mais uma vez a mãe acende mais uma vela no coração. E a cada ano, essas velinhas vão fazendo o caminho para estarmos novamente juntos. Mas, de momento, é um caminho que vamos fazendo, acendendo uma vela de cada vez e nunca apagando a esperança do reencontro. O doce deste bolinho é o amor que cresce, sem fermento, porque o que é verdadeiro não precisa de nada que seja para acrescentar. Sabes o que é engraçado e curioso? É que a mãe começa a escrever chorando e acaba sorrindo. como se uma força qualquer dissesse, eu recebo cada letra que estás escrevendo e sorri. Até a sol que estava inquieta acalmou. Aqui no meu quarto, reina agora uma energia mais serena. Parabéns, filho. Parabéns por seres quem és, por quem foste e por quem te estás tornando. Algo nunca muda. Sempre serás o meu menino de olhos de amêndoa.

Se vieres até mim vestida de dor, eu não a vou validar como destino, mas vou acolher e respeitar. Se vieres com verdade,...
14/04/2026

Se vieres até mim vestida de dor, eu não a vou validar como destino, mas vou acolher e respeitar.
Se vieres com verdade, eu caminho contigo inteira, presente, sem te deixar fugir de ti.
Levo-te para o centro onde o calor transforma e revela.
Ali, convido-te a despir o que já não és, até f**ares só tu.

Com cuidado e intenção, ajudo-te a libertar o que o teu corpo guardou:
as memórias que pesam, as emoções que f**aram por sentir, as palavras que nunca saíram.

Trabalho contigo a tua voz,
para que ela deixe de tremer e comece a existir.
Acalmo a tua mente,
afasto o nevoeiro dos pensamentos repetidos,
até voltares a ver com clareza.
Guio-te para dentro,
onde o desconforto se transforma em consciência
e o caos em entendimento.

Juntas, soltamos os laços energéticos que te mantêm presa ao passado,
às histórias onde te perdeste,
às pessoas que não te souberam receber.
Para que tu te recebas por inteiro.
Purifico contigo o que foi amor mal colocado,
e devolvo-te ao teu centro.
As tuas mãos recordam como criar.
Os teus pés reencontram direção.
Alinho o teu corpo, a tua energia, a tua intenção
para que possas voltar a erguer-te, enraizada e desperta.

E depois… deixo-te descansar.
Porque há curas que acontecem no silêncio,
e libertações que chegam através das lágrimas.
Vais chorar??? Com certeza mas é nesse choro, algo antigo parte.
Depois, entregas-te ao sono. Criar algo novo necessita de muita entrega e energia.
E nos teus sonhos, algo novo começa a nascer.
Quando acordares, eu estarei lá.
Não como guia, mas como companhia.
E vais sorrir não por obrigação,
mas porque algo em ti voltou a acender.
Vais saborear a vida de outra forma,
com mais presença, mais verdade.
E vais perceber…
que aquilo que hoje te ofereço,
um dia também me atravessou.
E foi assim que a luz encontrou espaço em mim.

Terapia multidimensional
Célia Pereira Todos os Direitos reservados.

Boa noite, pontinhos de luz deste universo maravilhoso.Digam-me uma coisa: sou só eu ou vocês também andam todos moídos ...
09/04/2026

Boa noite, pontinhos de luz deste universo maravilhoso.

Digam-me uma coisa: sou só eu ou vocês também andam todos moídos e arreados de cansaço???

Esta semana tem sido uma história interminável.
Cada dia parece que tem dois.
Pernas pesadas.
Pesos nas costas.
Um dormir muito inquieto.
Já para não falar que o cérebro parece que meteu férias e nem avisou.

Segundo os bons espíritos, estamos atravessando a semana da consciência.
Ou seja, após a crucif**ação de Jesus, durante a semana seguinte a população que o condenou tomou consciência do ato cometido.
Então, estamos tendo essa consciencialização e o convite a mudarmos as nossas atitudes e ações não só em relação ao outro, mas também conosco.
Mas, claro, o universo maravilhoso, como é, nunca nos deixa sem a devida ajuda para cada situação.

Vamos relaxar e cuidar de nós???
Um escalda-pés com camomila, alecrim e sal grosso é uma combinação clássica para relaxamento, alívio do cansaço e até para dar uma limpeza energética. Aqui vai como fazer e para que serve:

Benefícios dos ingredientes.

Camomila: calmante, ajuda a relaxar e aliviar o estresse.

Alecrim: estimulante, melhora a circulação e dá sensação de renovação.

Sal grosso: ajuda a reduzir o inchaço e é muito usado para “descarregar” tensões.

Como preparar.
Ferva cerca de 1 a 2 litros de água.
Adicione:
1 punhado de camomila (flores secas ou em saquinho de chá)
1 punhado de alecrim (fresco ou seco)
Deixe em infusão por 5 a 10 minutos.
Coe (opcional) e despeje em uma bacia.
Acrescente 1 a 2 colheres de sal grosso.
Complete com água fria até f**ar numa temperatura confortável.

Como usar.
Deixe os pés de molho por 15 a 20 minutos.
Respire fundo e tente relaxar durante o processo.
Se quiser, finalize com um creme hidratante.

Dicas extras
Pode fazer à noite para ajudar no sono.
Colocar algumas gotas de óleo essencial (lavanda, por exemplo) potencializa o efeito.
Evite se tiver feridas abertas nos pés (por causa do sal).
Nunca esquecer de fazer um teste alérgico.

Célia Pereira
Todos os direitos reservados.

Boa noite pontinhos de luz deste universo maravilhoso. Hoje vi uma frase de grande importância.... Perdoa-te por não sab...
07/04/2026

Boa noite pontinhos de luz deste universo maravilhoso.
Hoje vi uma frase de grande importância.... Perdoa-te por não saberes antes o que só o tempo poderia ensinar.

Essa frase é simples, mas carrega uma profundidade enorme.

“Perdoa-te por não saberes antes o que só o tempo poderia ensinar” fala sobre algo muito humano: a tendência de olhar para o passado com o conhecimento que temos hoje e nos culpar por não termos agido diferente. Mas isso é uma ilusão porque, naquele momento, tu só podias agir com o nível de consciência, maturidade e informação que tinhas.

O tempo não ensina só fatos… ele ensina através de experiências, erros, dores e vivências que não dá pra antecipar. Algumas coisas simplesmente não podem ser entendidas antes de serem vividas.

Perdoar-se, nesse caso, não é “passar pano” nos erros é reconhecer que estavas em outro estágio da tua própria história.

Se essa frase te marcou, talvez seja um sinal de que tu está num momento de olhar para trás com mais compreensão do que julgamento.

Célia Pereira.
Todos os Direitos reservados.

Boa noite pontinhos de luz deste universo maravilhoso. Uma tranquila e sagrada Páscoa para todos. Partilho convosco a mi...
04/04/2026

Boa noite pontinhos de luz deste universo maravilhoso.

Uma tranquila e sagrada Páscoa para todos.

Partilho convosco a minha visão de Páscoa.
Com todo o respeito.

E se Jesus não tivesse morrido por nós, mas vivido por nós?

E se, por um instante, mudássemos o olhar?
E se, em vez de focarmos apenas no momento da cruz, escolhêssemos contemplar todo o caminho até ela? Cada passo dado com intenção, cada encontro transformador, cada palavra que atravessou o tempo?
E se Jesus não tivesse vindo apenas para morrer por nós…
mas, antes de tudo, para nos mostrar como viver?

Viver com amor, quando o mundo tantas vezes endurece o coração.
Viver com perdão, quando tudo dentro de nós insiste em lembrar a dor.
Viver com compaixão, mesmo quando é mais fácil virar o rosto.
Talvez a maior mensagem não esteja apenas no fim da sua história, mas em tudo o que veio antes na vida que ele escolheu viver, dia após dia, diante de todos.

No olhar que observava quem ninguém mais via.
Na mesa aberta, onde cabiam os rejeitados e imperfeitos.
Na forma como tocava vidas sem pressa, sem julgamento.
Na coragem de dizer a verdade com mansidão e firmeza ao mesmo tempo.
E se o verdadeiro milagre não fosse apenas aquilo que ele fez…
mas aquilo que ele nos ensinou a ser?
Porque curar, acolher, perdoar tudo isso não eram apenas gestos isolados.

Eram sinais de um caminho. Um convite silencioso, mas constante.
Um convite a viver com mais verdade.
A amar sem medida.
A olhar o outro como irmão.
Porque morrer por alguém é um ato imenso.
Mas viver todos os dias ensinando o amor…
isso transforma não apenas uma vida, mas muitas, ao longo do tempo.
Talvez ele tenha morrido, sim.

Mas antes disso e talvez de forma ainda mais profunda
ele viveu.
E viveu de um jeito que ainda hoje ecoa.
Que ainda hoje inquieta.
Que ainda hoje convida.
Convida-nos a sair da teoria e entrar na prática.
A sair do medo e escolher o amor.
A sair da indiferença e aproximar-nos do outro.
Porque talvez a verdadeira pergunta não seja apenas o que ele fez por nós…
mas o que fazemos nós com aquilo que ele nos ensinou.

E se, no fundo, a sua vida não foi apenas um sacrifício…
mas um exemplo?
Um exemplo vivo, pulsante, que atravessa gerações e chega até nós
não como uma lembrança distante,
mas como um chamado presente.
Não apenas para acreditar.
Mas para viver também.

Célia Pereira Todos os Direitos reservados.

Boa noite pontinhos de luz deste universo maravilhoso. Vamos fazer uma história simples, mas que pode ter bastante impac...
01/04/2026

Boa noite pontinhos de luz deste universo maravilhoso.

Vamos fazer uma história simples, mas que pode ter bastante impacto. Algo que mostre o que realmente a raiva faz.
Vamos imaginar porque todos temos uma imaginação muito fértil,dois gatos.

Esses dois gatos estão diante de um único prato. E nesse prato é colocado um peixe, um alimento.
Os dois gatos aproximam-se. Um deles, com raiva, abocanha o alimento e f**a segurando na ponta do peixe, rosnando para o outro gato, tentando intimidá-lo para que ele não se chegue perto.

O outro gato apenas o olha calmamente. Sem reagir à provocação, pega na outra ponta do mesmo peixe e começa a comer.
E vai comendo.
Sem ligar. Sem dar atenção absolutamente nenhuma ao rosnar do outro gato, que cada vez mostrava mais raiva e segurava cada vez mais firme a ponta do alimento que tinha na boca.

O gato calmo simplesmente continuou. Foi comendo, comendo, comendo… até que chegou perto da boca do outro gato e parou.
Lambeu as patas, limpou o focinho e seguiu o seu caminho.
Calmo. Confiante. E de barriguinha cheia.
Enquanto isso, o outro gato continuava ali, segurando naquela ponta do alimento pois foi a única coisa que lhe restou.

Continuava a rosnar, olhando para o outro.
E rosnava cada vez mais.
Com mais raiva… mas também com fome.
E a raiva é isso que nos faz.
Procuramos tanto atingir o outro, que acabamos por perder tudo aquilo que temos nas nossas mãos, à nossa volta.
Enquanto aquele que queremos atingir f**a calmo e tranquilo, alimenta-se, continua a viver…
E nós, feitos idiotas, é que perdemos a vida no tempo que passamos presos à raiva.

Porque a raiva é como brasas acessas nas nossas mãos.
Queima .

Célia Pereira Todos os Direitos reservados

Bom dia pontinhos de luz deste universo maravilhoso. Faz sentido para ti?????Hoje acordei com um sussurro ao ouvido  sua...
31/03/2026

Bom dia pontinhos de luz deste universo maravilhoso.

Faz sentido para ti?????

Hoje acordei com um sussurro ao ouvido suave, mas impossível de ignorar:
“Não és invisível para o mundo… apenas ainda não olhaste para ti com toda a tua capacidade de existência.”
E essa frase ficou.

Quantas vezes sentimos que passamos despercebidos? Que o mundo segue sem notar a nossa presença, como se fôssemos pequenos demais para importar. Mas talvez essa invisibilidade não venha de fora. Talvez ela comece no silêncio com que nos tratamos, na forma como evitamos reconhecer a nossa própria luz.

Olhares para ti com toda a capacidade de existência é mais do que se ver ao espelho. É reconhecer a própria força, mesmo nas fragilidades. É aceitar que há um lugar no mundo que só pode ser ocupado por nós e por mais ninguém.

Não somos invisíveis. Nunca fomos.
Apenas ainda estamos aprendendo a nos ver sem filtros, sem medo, sem nos diminuir.
E talvez, no dia em que esse olhar finalmente acontecer, o mundo não parecerá mais o mesmo…
porque nós também não seremos.

Célia Pereira.
Todos os Direitos reservados

A minha visão. Sem ofender as diferenças ou outras opiniões. Há uma forma de olhar para a Semana Santa que não passa por...
30/03/2026

A minha visão.
Sem ofender as diferenças ou outras opiniões.

Há uma forma de olhar para a Semana Santa que não passa por igrejas, nem por doutrinas, nem por rituais. Passa pelo espelho.
Não pelo espelho do corpo mas pelo espelho da consciência.

O chamado “Domingo de Ramos” pode ser entendido como o momento em que algo verdadeiro entra dentro de nós. Pode ser uma verdade incómoda, uma consciência mais desperta, uma lucidez que não dá mais para ignorar. E quando isso entra, nós celebramos. Sentimo-nos elevados, tocados, quase iluminados. Estendemos “palmas” no caminho ou seja, criamos um ambiente interno de aceitação, de abertura, de entusiasmo.
Mas essa abertura, muitas vezes, é superficial.
Porque poucos dias depois, aquilo que entrou para nos transformar começa a confrontar-nos. Começa a mexer nas nossas certezas, nas nossas máscaras, nas narrativas que construímos sobre nós mesmos. E é aí que acontece a viragem: o mesmo “povo interno” que celebrou… rejeita.

Não porque a verdade tenha mudado.
Mas porque ela começou a doer.
E então surge a tal “guerra” não entre pessoas, mas dentro de cada um.
A guerra entre aquilo que somos… e aquilo que percebemos que precisamos de deixar de ser.
Essa é a verdadeira Semana das Dores.
Não é apenas a dor de uma mãe a ver um filho sofrer.

É a dor de qualquer ser humano quando começa a ver, com clareza, as próprias incoerências.
É a dor de reconhecer onde falhámos, onde ferimos, onde nos enganamos e onde continuamos a insistir no erro por conforto ou medo.
E é também a dor do ego a perder espaço.
Porque perdoar aquele perdão que foi dito mesmo no meio da dor extrema não é um gesto emocional. É um estado de consciência. É quando já não há necessidade de acusar, de separar, de julgar, porque se compreende profundamente a ignorância humana.

“Perdoa-lhes” não é fraqueza.
É lucidez.
E aqui surge uma pergunta essencial:
Que dor é a nossa?
Muitas vezes dizemos que sofremos, mas o que dói não é o coração é a resistência.
Não é a ferida é o apego à identidade construída em torno dela.
Não é o acontecimento é a interpretação que fazemos dele.

E por isso comparamos dores. Competimos em sofrimento. Defendemos a nossa dor como se fosse um território. Mas no momento em que verdadeiramente entramos na experiência do outro, algo quebra dentro de nós: a certeza de que somos o centro.
Porque a dor, no fundo, é universal.
O que muda é a forma como cada um a vive, a interpreta e a transforma.

E talvez seja aqui que a história dos “ladrões” ganha um signif**ado ainda mais profundo:
não importa o passado, não importa o rótulo importa o estado de consciência naquele instante.
Há mais verdade num momento de reconhecimento sincero do que em anos de exaltação vazia.
Por isso, quem tem mais “valor”?
Aquele que nunca caiu… ou aquele que caiu, viu, e transformou-se?

A resposta não está na moral.
Está na consciência.
E talvez seja esse o verdadeiro convite desta semana:
Não celebrar uma história.
Mas vivê-la internamente.
Observar onde, dentro de nós, ainda aplaudimos aquilo que depois rejeitamos.
Onde dizemos “sim” com a boca, mas “não” com as ações.

Onde queremos transformação… mas apenas se ela não nos obrigar a mudar.
Porque deixar “entrar” não é um momento.
É um processo.
E sustentar essa presença seja ela verdade, consciência ou amor exige coragem.
Exige atravessar a dor sem fugir dela.
Exige abdicar do controlo.
Exige humildade.
No fim, não se trata de religião.
Trata-se de honestidade interior.

Célia Pereira Todos os Direitos reservados.
Uma abençoa semana pontinhos de luz deste universo maravilhoso.

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