04/08/2020
“Oi mamãe, ♡
⇢ Invadi o instagram da nutri pra te agradecer por estar comigo a todo momento, e sempre quando eu dou o sinal de que estou com fome e você já está lá para me amamentar!
⇢ Agradeço pelas noites acordadas e por toda a sua dedicação, as suas canções, aos miminhos, a sua abdicação de comer alguns alimentos, só para eu me sentir bem depois do mamar.
⇢ Quando eu tava na sua barriga, lembro da minha nutri te dizer que todo o seu leitinho me protege pois têm componentes bioativos, têm anticorpos, enzimas e hormônios, e todos eles ajudam a combater as infeções e a prevenir as doenças, contribuindo para o meu desenvolvimento saudável normal.
⇢ Um passarinho verde me contou sobre um estudo¹, dizendo que a oxitocina produzida no meu corpo quando a mamãe me dá o mamá, faz com que eu fique sonolento a seguir. E outras hormônios e nucleotídeos no seu leite me ajudam a desenvolver ritmos circadianos saudáveis, sabe aquela coisa de eu dormir e acordar? Então, é isso!
⇢ De acordo com outro estudo no Reino Unido, jovens com 16 anos que tinham sido amamentados durante seis meses, ou mais, enquanto eram bebés como eu, tinham mais probabilidades de ter notas mais altas nos seus exames escolares. E investigadores brasileiros descobriram³ que pessoas que tinham sido amamentadas durante pelo menos um ano tinham tendência para ganhar mais dinheiro quando chegavam aos 30 anos, acho que estamos no caminho certo! hhehe Obrigada Mamãe“ ♡
Esse texto pode ser do seu filho, te agradecendo pelo alimento, amor e dedicação que você deu a ele e que valem pela vida inteira!
Referências:
1 Sánchez CL et al. The possible role of human milk nucleotides as sleep inducers. Nutr Neurosci. 2009;12(1):2-8.
2 Straub N et al. Economic impact of breast-feeding-associated improvements of childhood cognitive development, based on data from the ALSPAC. Br J Nutr. 2016:1-6.
3 Victora CG et al. Association between breastfeeding and intelligence, educational attainment, and income at 30 years of age: a prospective birth cohort study from Brazil. Lancet Glob Health. 2015; 3(4):e199-205.