Bárbara Santos

Bárbara Santos Olá! O meu nome é Bárbara. Sou Catalisadora de Potencial Humano e Arquitecta de Desenvolvimento Pessoal. Facilitadora de Constelações Familiares.

Terapeuta de Reiki. Se sentes que te posso ajudar, vamos falar!

Não há nada que bata um sistema nervoso regulado. NADA! Este post é um agradecimento mas também um testemunho do meu per...
26/01/2026

Não há nada que bata um sistema nervoso regulado. NADA!
Este post é um agradecimento mas também um testemunho do meu percurso porque acho que pode ser útil para alguém!
Há vários meses atrás pesquisei por terapia somática e encontrei a .filipapoeta. A frase “O corpo como a mente!” estava na minha cabeça há algum tempo. E eu de facto já fazia (e faço) muito desenvolvimento pessoal mas há coisas que estão guardadas no corpo e que eu sentia que não conseguia libertar. Podemos fazer muita terapia mas se não atuarmos no corpo f**a meio trabalho feito.
Podemos fazer exercício físico e ainda assim o corpo acumular muitas memórias e termos por exemplo “peso emocional” retido.
Então há muitos meses atrás procurei a Filipa, sem saber na altura o peso que ela teria na minha regulação emocional e mental. Eu achava que ia só fazer uma consulta e “já estava”. No final da primeira consulta disse “quero marcar a próxima!”. E assim tem sido, mês após mês. A Filipa tem sido tão influente na minha vida, com o que diz e o que faz, que lancei até o programa Básico Bem Feito por causa do que me diz sempre: “O básico bem feito é tudo o que as pessoas precisam mas continuamos a não fazer o que tem de ser feito e a tentar encontrar respostas fora!” E tem razão!
Aos poucos, passo a passo, num processo incrível, mental e físico, a paz mental, o equilíbrio e a clareza fincaram pé e não saíram mais.
Um sistema nervoso regulado é ouro! As emoções em dia e a paz que se ganha não tem preço! Não desistam de vocês! Parem de procurar fora e olhem para a instabilidade interna. Nunca “são os outros que…”. Somos nós que não nos conseguimos regular e nos sentimos instáveis e inseguros porque algo em nós se encontra desregulado. Não há nada que perturbe um sistema nervoso regulado!
Obrigada por tanto Filipa!🙏

Ensinar liderança num contexto académico de negócios é, acima de tudo, um convite à reflexão sobre quem escolhemos ser c...
21/01/2026

Ensinar liderança num contexto académico de negócios é, acima de tudo, um convite à reflexão sobre quem escolhemos ser como profissionais, líderes e pessoas.
Chegou ao fim mais um semestre no IPAM, onde tive o privilégio de lecionar as unidades curriculares de Desenvolvimento Pessoal e Social e Liderança e Desenvolvimento Organizacional.
Num contexto de negócios e marketing, falar de liderança é, antes de tudo, falar de pessoas: da forma como pensam, sentem e escolhem agir!

Não é por acaso que esta frase está presente na sala de aula:
“People don’t buy what you do, they buy why you do it.” — Simon Sinek

Ao longo do semestre, trabalhámos a liderança a partir de dentro:
- liderança pessoal antes da liderança de equipas
- consciência emocional como base da tomada de decisão
- desenvolvimento pessoal e social como competência-chave para organizações mais saudáveis e sustentáveis

Num mundo cada vez mais complexo, acredito profundamente que bons líderes não se constroem apenas com ferramentas técnicas, mas com consciência, responsabilidade e maturidade emocional.
Liderar é saber quem somos, o impacto que temos nos outros e as escolhas que fazemos todos os dias!

Termino este semestre com enorme gratidão pelos alunos, pelas reflexões partilhadas e pela abertura para olhar a liderança como um processo humano, contínuo e transformador.
Porque no final do dia, liderar, tal como comunicar ou vender, não é sobre o que fazemos, mas sobre quem escolhemos ser.

Obrigada ao IPAM, por continuar a abrir espaço para estas temáticas e as incluir nos seus cursos, formando jovens e profissionais mais capazes emocionalmente e intelectuamente.

No domingo disse-vos que iria partilhar um pouco sobre a aula que tive. A verdade é que insights não faltaram. Mas há um...
20/01/2026

No domingo disse-vos que iria partilhar um pouco sobre a aula que tive. A verdade é que insights não faltaram. Mas há um ponto que ficou mesmo a ecoar em mim: liderança.

Quando falamos de liderança, o primeiro passo é sempre olhar para dentro. Reconhecer as nossas limitações. Saber quem somos. Perceber que não precisamos de fingir (em nada!). Porque só conseguimos liderar os outros quando, antes de tudo, nos lideramos a nós próprios.

Tudo se torna mais simples quando aprendemos a navegar os nossos medos, em vez de os projetar nos outros e esperar que sejam eles a mudar. Liderar não é controlar, corrigir ou apontar. Liderar é assumir responsabilidade.

E para liderar (a sério!) a nossa vida, precisamos de ser adultos.
Adultos valorizam-se.
E valorizar-se não é achar-se melhor do que os outros, nem diminuir ninguém, nem viver em acusações constantes. Uma pessoa emocionalmente madura não se compara. Sabe o seu lugar. Sabe onde pode chegar. E sabe que esse caminho depende apenas de si.

Os verdadeiros adultos reconhecem o seu valor e o valor dos outros.

Sempre que colocamos o foco no outro (no que o outro fez, disse, quis dizer ou teve intenção) estamos a sair do nosso centro. E quando não lideramos a nossa própria vida, como podemos liderar alguém?

Não é inteligência emocional.
Não é maturidade.
É apenas perda de foco e de poder pessoal.

Hoje em conversa com uma amiga saiu-me esta frase, que resume muito do que foi trabalhado nesta aula:
“Às vezes temos uma lealdade tão grande aos pequenos que nos impedimos de ser grandes.”
E isto é profundo. Porque muitas vezes, por lealdade, por medo, por culpa ou por pertença, diminuímo-nos. Ficamos aquém. Não ocupamos o nosso lugar. Ficamos a olhar para o lugar errado.

E eu acredito mesmo, com todas as minhas forças, que é possível viver num mundo melhor.
E esse mundo começa na realidade que escolhemos criar, todos os dias, para nós, a partir do foco que temos.

Porque "o nosso nível de merecimento está diretamente ligado ao respeito que temos por nós próprios." ()

E liderança começa aí!

Na comunidade “Básico Bem Feito” tenho colocado algumas reflexões diariamente. Hoje foi sobre “coisas que nos impedem e ...
14/01/2026

Na comunidade “Básico Bem Feito” tenho colocado algumas reflexões diariamente. Hoje foi sobre “coisas que nos impedem e travam de fazer o que tem de ser feito”.

Todos os inícios do ano (e diria que qualquer dia que nós decidamos!) são óptimos para deixar ir o que não é nosso, o que não nos pertence, o que já não nos serve mais, e voltarmos a nós.
Quando andamos pela vida com os braços carregados e cheios de tralhas de outros, não há como ter leveza para mudar e curar o que é nosso.
E o que achamos nós que é nosso e que na verdade não é?!
- Questões dos companheiros, pais, mães, filhos que puxamos para nós para resolver, “para ajudar”… será mesmo nosso? Será que somos mesmo nós que “temos que” senão “ninguém faz”?!
Não temos tempo/espaço mental para tomarmos decisões conscientes (alimentação, movimento, sono…) quando nos ocupamos de tudo o que não é nosso porque não sobra tempo/espaço mental. O nosso tempo é limitado e tem de ceder em algum lado. Reparem, um computador quando não tem espaço deixa de conseguir funcionar bem e f**a super lento… “System says no!”
Para fazermos o básico bem feito temos de estar dispostas a libertar espaço físico e mental.

Por isso a reflexão: o que precisas de libertar?
- O que precisas de deixar ir de forma consciente.
- O que não vais permitir mais?
- O que escolhes não fazer mais?
- Qual é o teu compromisso contigo?
- O que te comprometes a fazer?
- De que locais vais retirar a tua energia e o teu foco, para te poderes focar em ti?

Deixa ir. Abre espaço para entrar algo bom na tua vida de forma plena. Cuida de ti!

Um beijinho
Bárbara ✨

E se Janeiro fosse só sobre fazer o básico… bem feito?- Não mudar tudo.- Não ser perfeita.- Não começar mais um plano im...
04/01/2026

E se Janeiro fosse só sobre fazer o básico… bem feito?

- Não mudar tudo.
- Não ser perfeita.
- Não começar mais um plano impossível.
- Não fazer promessas que não cumprimos.

Apenas:
- beber mais água do que bebemos 💧
- comer com mais cuidado 🍛
- aprender a dormir melhor 😴
- mexer (um pouco melhor) o corpo 💃

O problema nunca foi falta de informação. Informação não nos falta, certo?
O que nos falta é estrutura, consciência nas escolhas diárias, consistência para voltar a cuidar de nós com tudo o que já temos e quem faça o caminho connosco.

Por isso, até dia 31 de Janeiro, vou criar um espaço simples de acompanhamento e reflexão:
o Programa Básico Bem Feito.

Sem dietas!
Sem planos rígidos!
Sem desistências!

Só dicas diárias de autocuidado e consciência para quem quer parar de se abandonar e ganhar a sua energia de volta. Vou partilhar contigo o que faço, de forma simples!
Não é sobre falhar... é sobre não desistir.

Se sentes que este convite é para ti, envia-me mensagem ou inscreve-te no link que está na bio. 🤍

✨ Feliz Ano Novo ✨Que este novo ano nos convide, antes de tudo, a respeitar-nos mais.A escutar o corpo, o coração e os l...
31/12/2025

✨ Feliz Ano Novo ✨

Que este novo ano nos convide, antes de tudo, a respeitar-nos mais.
A escutar o corpo, o coração e os limites que tantas vezes ignoramos.

Que saibamos deixar ir o que já não nos cabe: pessoas, lugares, padrões, ritmos e expectativas que já não fazem sentido. Não por rejeição, mas por maturidade. Porque crescer também é reconhecer quando algo já cumpriu o seu papel.

Que este seja o ano em que aprendemos a não f**ar onde já não cabemos, a não nos moldar para agradar, a não nos diminuir para pertencer. O ano em que escolhemos f**ar inteiros.

Que comecemos pelo básico bem feito:
- dormir melhor
- respirar fundo
- alimentar-nos com presença
- dizer mais “não” sem culpa e mais “sim” a nós próprios

Só assim conseguimos transbordar, de forma saudável, consciente e verdadeira.

Que seja um ano de mais verdade, mais presença e mais respeito por quem somos.
O resto vem por acréscimo, confia. ✨

Com carinho,
Bárbara ✨

29/12/2025

✨ Um ano de Life in Balance no . ✨

Em 2024, iniciámos uma jornada profunda e transformadora com as equipas do Grupo Cardoso que continuámos a dar forma em 2025: uma jornada de escuta, consciência e cuidado com as pessoas.

Ao longo do ano, trabalhámos saúde mental e bem-estar de forma integrada:

•⁠ ⁠escutando a organização através de avaliações de satisfação e saúde mental
•⁠ ⁠criando espaços seguros de aprendizagem e partilha
•⁠ ⁠desenvolvendo competências emocionais, comunicação, liderança e gestão de conflitos
•⁠ ⁠acompanhando pessoas e equipas com psicologia e coaching
•⁠ ⁠e construindo, em conjunto, um plano de ação com impacto real e sustentado

Este vídeo resume apenas uma parte do que foi vivido. Porque mais do que atividades, o que aconteceu foi transformação, em comportamentos, relações e cultura.

Seguimos com a certeza de que organizações saudáveis constroem-se de dentro para fora.
E em 2026 continuamos este caminho, com ainda mais profundidade, consistência e coração.

Obrigada ao Grupo Cardoso pela confiança, abertura e coragem para cuidar das pessoas. E um enorme agradecimento à Isabel Fonseca - Psicóloga pelo nosso flow de trabalho e equipa que somos.

O equilíbrio não é um destino, é uma prática contínua. 🌿

Na semana passada, tivemos o privilégio de estar presentes (eu e a ) na apresentação pública do primeiro relatório ESG d...
05/12/2025

Na semana passada, tivemos o privilégio de estar presentes (eu e a ) na apresentação pública do primeiro relatório ESG do , uma conquista marcante para a sustentabilidade do turismo em Portugal.

Como equipa de saúde mental e bem-estar, através do programa Life in Balance da , o nosso papel tem sido cuidar da parte humana por trás dos resultados: garantir que as pessoas sintam apoio, valorização e equilíbrio, pois como já dizia o Sr. José Cardoso, fundador, “Os trabalhadores são a principal razão de ser da nossa empresa”.

Não foi apenas uma sessão de números e metas. Foi um momento de reconhecimento do valor das pessoas. Ver o compromisso da empresa com a responsabilidade social e ambiental reforça a convicção de que cuidar do bem-estar não é um extra, é essencial.

Um agradecimento especial à , minha parceira de jornada, de visão e de coração. 💚 Trabalhar contigo é transformador. Sempre com flow, empatia e dedicação plena criamos espaços de mudança real. Obrigada!

Um grande obrigada também à Cristina Silva Bastos e à Clara Silva, que nos juntaram, à Ana Cristina Chaves com quem aprendemos tanto e à Administração do Grupo Cardoso por acreditarem em nós.

A todos que fazem parte desta caminhada: obrigada. Vamos continuar a construir ambientes de trabalho mais humanos, conscientes e sustentáveis.

Há duas semanas que cancelei todas as consultas e sessões que tinha agendadas até ao final do ano. Os motivos que me fiz...
24/11/2025

Há duas semanas que cancelei todas as consultas e sessões que tinha agendadas até ao final do ano. Os motivos que me fizeram tomar essa decisão de um dia para o outro foram e são fortes suficientes.
E podia ter sido apenas porque estou com muito trabalho e precisava de descansar. Seria legítimo. Porém parece que por ter sido por motivos de saúde é mais aceite por todos.
E honestamente nas últimas semanas tenho pensado mesmo muito sobre tudo o que tem acontecido e sobre a forma como olho para as coisas e as justifico. O que legitimiza as minhas ações, as minhas conquistas, os meus sucessos tem sempre um "sim mas...": "Sim mas trabalho muito". "Sim, mas não tive férias este ano" "Sim, mas não sem antes ter tido um impacto menos positivo." Como se tudo tivesse que ter um lado mau para podermos viver plenamente o lado bom.
E observo isto em todo o lado à minha volta. As pessoas acreditam que têm de passar por coisas más quando têm algo bom, ou elas próprias tornam as suas vidas difíceis pela sua incapacidade de viver a felicidade! Conquistar as coisas com leveza e amor no coração é visto como algo de menos valor ou no mínimo alvo de muita inveja. Estamos todos, como sociedade, a alimentar constantemente isto. Em lealdade uns aos outros a alimentar as mesmas coisas de sempre porque nos é mais confortável.
Vocês dão-se permissão para ser felizes mesmo quando as pessoas à vossa volta escolhem não o ser? É-vos permitido? Ou é mal visto? Ou têm medo da inveja e do julgamento dos outros? Como seria a vossa vida se vivessem para ser felizes? "Ai, eu morria por ti!" Sim, mas e VIVERIAS por mim plenamente?!
Passamos a vida a ver a vida dos outros e esquecemo-nos de viver com total presença a nossa! Passamos o dia em caixinhas: casa, carro, transportes, trabalho, ginásio... Tudo caixas! E ainda chegamos ao final do dia e nos sentamos a olhar para uma caixa preta, a ver a vida dos outros. E a vossa vida?
Eu estou farta de caixas! Estou farta de me encaixar!
Diz que há uma montanha à frente. Pois que tenho percebido que a única montanha que temos à frente somos nós!

Fui ao Dubai ganhar perspectiva e ter uma reunião no edifício mais alto do mundo, o Burj Kalifa. Provavelmente uma das r...
23/11/2025

Fui ao Dubai ganhar perspectiva e ter uma reunião no edifício mais alto do mundo, o Burj Kalifa. Provavelmente uma das reuniões mais importantes que tive até hoje, por todo o signif**ado (pessoal, profissional e emocional) que teve. Foi a segunda parte da reunião anual de projeção e planif**ação do futuro.
Não há nada que nos pare quando temos dentro de nós a absoluta certeza do que viemos cá fazer. Vejo agora com muita certeza que ao longo da vida me tentei encaixar em caixinhas onde não pertencia, tentei agradar a mudar gente sem nunca me agradar a mim (e sem ver isso).

Hoje estou pronta para falar sobre mim e sobre a minha história. Foi preciso ir ao topo do edifício mais alto do mundo, num país onde do deserto, onde nada havia, nasceu um oásis indescritível, onde a qualidade máxima, limpeza total, rigor, cuidado com tudo, segurança e beleza são o mínimo exigido, para ver que tudo o que preciso está aqui, em mim.

Cada dia mais consciente, com o sistema nervoso regulado e com muita perspectiva. Mais pronta para partilhar, guiar e liderar processos de mudança e cura.��

Posso não saber o que o futuro me trará, ou que desafios ainda tenho de resolver mas sei que isso não me vai definir.

O programa Life in Balance, no , continua a transformar, inspirar e abrir consciências. ✨De forma leve, divertida e prof...
05/11/2025

O programa Life in Balance, no , continua a transformar, inspirar e abrir consciências. ✨

De forma leve, divertida e profundamente humana, trabalhámos temas essenciais como comunicação assertiva, escuta ativa e gestão de conflitos: pilares de qualquer equipa saudável e empática.

Quando somos crianças, aprendemos através do jogo e da experiência.

Em adultos, o processo não é assim tão diferente, apenas trazemos connosco uma “bagagem” emocional e mental que, por vezes, limita a aprendizagem e a mudança.

Os adultos aprendem melhor quando se entusiasmam, se envolvem e percebem o propósito do que estão a aprender. Precisam de saber para que serve e como podem aplicar. É nessa ponte entre conhecimento e utilidade que nasce a verdadeira transformação.

Aprender não deve ser uma experiência aborrecida. A mudança não acontece por ouvirmos alguém falar, acontece quando sentimos, experimentamos e nos desafiamos.

Por isso, na sessão da semana passada, criámos um espaço de experimentação e riso, onde através de dinâmicas práticas, da confiança às cegas ao desafio dos balões, da reflexão sobre linguagem à necessidade de liderança, fomos explorando, na prática, como comunicamos, como reagimos ao conflito e como colaboramos sob pressão.

Rimo-nos muito.
Mas também ganhámos consciência das nossas resistências, padrões e reações.
E, sobretudo, percebemos que mudar pode ser leve, divertido e profundamente transformador.

🌿 Life in Balance - porque cuidar da saúde mental e relacional das equipas é cuidar da essência de qualquer organização.


Já dizia Carl Jung: "Toda a transformação exige a morte de uma certeza!"Aquilo que não vemos não pode ser curado. Aquilo...
26/10/2025

Já dizia Carl Jung: "Toda a transformação exige a morte de uma certeza!"

Aquilo que não vemos não pode ser curado. Aquilo que não é visto continua à espera de ser reconhecido. Aquilo que nos recusamos a aceitar ou deixar ir, seja por mágoa, por raiva, ou por ego prende-nos de tal forma que f**amos reféns de nós próprios e da vida que (não) escolhemos. Quando escolhemos ver, de forma consciente, e dar um lugar (à dor, à revolta, à mágoa, aos pesos, aos que já partiram, aos que deixámos para trás...) a vida , a saúde e o amor podem voltar a fluir de forma plena e as coisas começam finalmente a dar certo.

Quando vemos, tomamos responsabilidade e podemos mudar. Quando nos recusamos ver a nossa responsabilidade, ou optamos por contar a nós próprios e aos outros a mesma história continuamente, deixa de existir margem para a vida acontecer de forma fluída. Os negócios não dão certo, as relações não acontecem ou são tempestuosas, o dinheiro não f**a... porque "Só sobre verdades velhas é que sabemos muito. A verdade que nos faz progredir é ousada e nova." (Bert Herlinger).

Por isso, hoje, terminámos mais um fim-de-semana cheio de constelações familiares. Foram 2 dias de cura de pessoas e de sistemas familiares, em dor há muito tempo, que saíram com maior leveza, paz e serenidade. E eu confesso-vos que fico sempre muito emocionada pela forma como o amor toca o coração das pessoas que escolhem finalmente olhar e ver, fazer diferente, por si e pelos seus filhos, limpando dores e colocando tudo em ordem com imensa coragem.
"Isto não começou em mim, mas acaba aqui!" Que assim seja.

̧ãosistêmicafamiliar

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Sobre mim

A Estratégia e o Marketing Digital são duas paixões que tenho e tenho a sorte de poder trabalhar diariamente nestas duas áreas. Comecei o meu percurso profissional como designer de comunicação, passei pelo marketing de conteúdo e especializei-me na área da estratégia de marketing digital, ajudando diariamente empresas e pessoas a transformarem os seus negócios.

Querem saber mais sobre mim ou como posso ajudar? Envie-me uma mensagem! :) Até ja!