12/02/2026
A fibrilhação auricular (FA) paroxística apresenta, em média, menor risco embólico quando comparada com a FA persistente ou de longa duração.
No entanto, a duração exata dos episódios a partir da qual o risco tromboembólico se torna clinicamente significativo permanece indefinida.
Assim, na prática clínica, perante o diagnóstico de fibrilhação auricular, deve ser sempre avaliado o risco isquémico utilizando o score CHA₂DS₂-VASc.
✔ Anticoagule quando o score for ≥ 2, de acordo com a estratificação de risco.
A decisão terapêutica deve basear-se na avaliação global do risco e não apenas no padrão temporal da arritmia.
Se este conteúdo foi útil para si, partilhe com colegas e acompanhe o Update em Medicina para mais atualizações com impacto real na prática clínica do dia-a-dia.
www.updatemedicina.pt