Psicóloga Rita Leal

Psicóloga Rita Leal Consultas de Psicologia on-line é um serviço que respeita todos os princípios éticos e deontológicos

15/12/2025

A presença — ou a ausência — da figura paterna deixa marcas profundas no cérebro de uma menina. Não porque a falta de um pai a torne “quebrada”, mas porque a presença de um pai atento e afectivo fortalece o cérebro de uma forma silenciosa e decisiva.

Cada vez que um pai abraça a sua filha, o cérebro da menina liberta oxitocina, a hormona da segurança e do vínculo. Esse gesto simples envia uma mensagem poderosa ao sistema nervoso: estou segura, sou valiosa, posso confiar. É assim que a base emocional se constrói.

Quando esses abraços não existem, muitas meninas aprendem a endurecer cedo demais. Nem sempre verbalizam. Nem sempre demonstram. Mas o corpo aprende, e o cérebro regista. Aprende a vigiar, a não esperar, a não depender.

Com afeto constante, o stress diminui, o medo se regula e o cérebro aprende a descansar. Uma menina que se sente protegida pensa com mais clareza, dorme melhor e ousa mais. Ela cresce sem precisar provar o seu valor, porque já o sente.

Com o tempo, esses gestos constroem uma autoestima sólida, silenciosa e profunda. Não a que grita, mas a que sustenta. A menina aprende que merece respeito, que os seus limites importam e que o amor verdadeiro não fere.

Estudos sobre desenvolvimento infantil mostram que meninas com figuras paternas presentes e afectivas tendem a apresentar:

maior segurança emocional

melhor regulação das emoções

menos medo do abandono

mais clareza para estabelecer limites

maior confiança nas suas decisões e relacionamentos

Um pai não forma apenas pagando contas. Forma quando está presente. Quando escuta. Quando acolhe. Quando abraça.

Porque, às vezes, um abraço do pai não transforma apenas um instante. Ele molda a forma como uma criança se vê — e se valoriza — por toda a vida.

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12/12/2025
09/12/2025

O processo de cura é estranho, né? Uma hora você sente que está passando, outra hora você sente como se tivesse acontecido ontem. Mas é sobre isso, sobre você se perceber diante dos seus altos e baixos, e entender que vai chegar o seu melhor momento, o pior só precisa passar.

e vai.

Iandê Albuquerque

05/12/2025

Segundo a OMS, em média, um adolescente precisa de dormir de 8 a 10 horas por dia. São raros os adolescentes com quem trabalho nos vários contextos, que dormem pelo menos 7 horas. Ou por um motivo ou por outro, deitar antes das meia noite é pouco frequente e acordar antes das 7 horas da manhã, começa a ser o mais comum, principalmente entre as meninas que cada vez mais dão importância à skincare e aos rituais de beleza antes de sair de casa. Isto significa que, a maior parte, retira ao sono aquilo que não pode ser retirado - o tempo e a qualidade -, já que é ele O MAIOR RESPONSÁVEL PELA SAÚDE MENTAL.

Podemos cuidar da alimentação, fazer exercícios, ter hábitos para isto ou para aquilo para sermos eficientes, autónomos e capazes, mas se não dormimos o suficiente, alguma função de extrema importância vai ficar comprometida. Quando percebemos as horas que eles dormem e percebemos o aumento tão significativo das perturbações mentais na adolescência, conseguimos perceber que, por muitas outras coisas que lhes estejam a faltar e a não satisfazer as suas necessidades vinculativas, emocionais e relacionais, o sono e o descanso será dos factores mais determinante.

Precisamos de criar uma cultura que premeia o sono e do descanso, principalmente para as fases de vida ainda em crescimento e desenvolvimento. Sem tempo para se descansar, crescer, reorganizar, limpar e reparar, o cérebro e consequentemente o corpo, não vão funcionar bem e de acordo com o necessário para criar saúde física, mental e emocional.

Precisamos de nos responsabilizarmos pelas horas de descanso dos mais novos, de criarmos com eles hábitos que premeiem um crescimento saudável e que não continuar a normalizar a falta de descanso, os telefones dentro dos quatros e as noites com menos de 8 horas diárias de sono.

Diana

04/12/2025

As pessoas só são ansiosas porque fogem dos problemas. E só se deprimem porque aqueles de quem gostam não percebem “um caracol” daquilo que elas sentem; e, por causa disso, cada tristeza que vivam expõe-nas a mais outro desamparo. Ansiedade e depressão são sempre um exercício de sabedoria. Debaixo da ansiedade vive o medo. Paredes-meias com a depressão uma solidão que se intromete.

E, no entanto, somos todos muito próximos uns dos outros. Convivemos e conversamos. Partilhamos gostos mas jogamos mais do que devíamos com tudo o que sentimos. As nossas vidas cruzam-se em muitas caminhadas. E as personagens que acabamos por criar ganham tamanha autonomia que, na maior parte das vezes, parecem ser nós. Mas, por pudor - às vezes, talvez por teimosia - evitamo-nos conhecer. E, por isso, de omissão em omissão, aquilo de que fugimos de perceber, traz-nos ao medo. E a forma como evitamos falar do que sentimos empurra-nos para a sensação de que, por mais que acompanhados, estamos sós.

Por causa da veleidade de sermos Deus sem que ninguém se aperceba de tamanha vaidade, criámos a ideia que seremos tanto melhores quanto mais controlamos os sentimentos com que costuramos os nossos sentidos com aquilo que sentimos. E as ideias, que, livremente, de associação em associação, despontam dentro de nós. As imagens, que, de mãos dadas umas nas outras, constroem os símbolos com que criamos as metáforas (e que poucas vezes desconstruímos). E a fantasia, que enreda e encena a capacidade inacreditável com que, como um livro em que se viaja, a vida se transforma em histórias. O que nos põe a todos a transformar ansiedade e depressão em bodes expiatórios. Como se fugir delas fosse quase o mesmo que viver sem elas. A forma como fazemos por nos controlarmos em vez de pensarmos connosco e pensarmos com os outros, sempre que falamos com eles, alimenta uma ideia de domínio sobre tudo o que sentimos que é um atentado à sabedoria e à beleza. E, também, à liberdade.

É a forma como fugimos do que pensamos quando sentimos que cria o desapontamento. E é o desapontamento que se acumula que faz com que do medo se fuja para os braços da solidão.

03/12/2025
“Às vezes tudo o que precisamos é que nos escutem os silêncios. […]Às vezes, mais do que ajuda para levantar, tudo o que...
03/12/2025

“Às vezes tudo o que precisamos é que nos escutem os silêncios.

[…]

Às vezes, mais do que ajuda para levantar, tudo o que precisamos é de ter o nosso tempo no chão.
[…]

Por vezes os silêncios são gritos estridentes, ouvidos apenas por quem se dá ao trabalho de nos conhecer.

CC ( Para ti apenas)

03/12/2025
02/12/2025
02/12/2025

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