22/02/2026
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Os avatares e os Jivanmuktas referidos por H.P.B., são, na conceituação da tradição ocidental, Deus Imanente e Deus Transcendente ou o Ser Divino por inerência e o Ser Divino por conquista. Vejamos: Avatara é a descida de um Deus (Logos) a uma forma ilusória ( porque não permanente). Jivanmukta é um ser que se torna um Nirvâni ( um ser Nirvânico, celestial) por causa do Karma gerado pelo seu mérito. Um Avatara é. Um Jivanmukta torna-se. O Senhor Buda e o Senhor Maitreya são neste sentido tanto Avatares como Jivanmuktas. Jivanmukta são-no, pois, seres saídos das fileiras da humanidade. E são Avatares visto que o seu Eu (no sentido do seu Mestre interno…) se identificou de tal forma com certo tipo ou essência de Raio, que os tornam a eles o próprio Raio em manifestações. Jivanmukta são também os Mestres de Sabedoria, os Irmãos Primogénitos da Raça.
Mas porque é que aparecem os Avatares? A resposta é-nos dada pelo Bhagavad-Gitâ, quando o Espírito de Verdade diz pela boca do bem aventurado Krishna ao seu discípulo Arjuna.
“ Todas as vezes – ó filho de Bharata! – que Dharma (a lei justa) declina a Adharma (o contrário, que é o estado em que se acha o mundo) se levanta, Eu me manifesto para salvação dos bons e destruição dos maus. Para o restabelecimento da Lei Eu nasço em cada Yuga (idade, ciclo, etc.)”
⭐️Livro – Astaroth –
Comunidade Portuguesa da Eubiose