Paula Ribeiro - Psicóloga Clínica e da Saúde

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Talvez este novo ano não venha com a exigência de te reinventares.Talvez não te peça uma versão melhor, mais produtiva o...
04/01/2026

Talvez este novo ano não venha com a exigência de te reinventares.
Talvez não te peça uma versão melhor, mais produtiva ou mais forte de ti.

Talvez te peça apenas isto:
que pares de lutar contra quem és.

Recomeços realistas não acontecem quando nos anulamos,
mas quando nos escutamos.
Quando deixamos de prometer excessos
e começamos a oferecer presença.

Não precisas de ser outra pessoa para começar de novo.
Precisas de reconhecer os teus limites,
honrar o teu cansaço,
e respeitar o ritmo que o teu corpo e a tua mente pedem.

Recomeçar pode ser mais simples do que parece:
é continuar… mas com mais verdade.

Que 2026 seja menos sobre transformação forçada
e mais sobre coerência interna.
Menos sobre provar
e mais sobre cuidar.

Porque o verdadeiro começo acontece
quando deixas de te abandonar. 🌿

Que este ano que começa não te peça pressa para ser melhor,mas permissão para seres inteira/o.Inteira/o com as tuas conq...
31/12/2025

Que este ano que começa não te peça pressa para ser melhor,
mas permissão para seres inteira/o.
Inteira/o com as tuas conquistas,
com as tuas quedas,
com tudo o que ainda está em processo.

Que possas entrar neste novo ciclo com mais escuta interna
e menos exigência.
cuidar.

Como psicóloga, desejo-te um ano onde a saúde emocional
não seja um “extra”,
masCom mais gentileza contigo
e menos comparações com os outros.

Que aprendas a honrar os teus limites
como quem honra a própria vida.
Que percebas que descansar também é crescer,
que pedir ajuda também é força
e que recomeçar não signif**a falhar — signif**a uma prioridade.
Onde possas construir relações mais verdadeiras,
começando pela relação contigo.

Que este ano te encontre mais presente,
mais consciente
e, sobretudo, mais em casa dentro de ti.

🌿 Feliz Ano Novo.
Que seja um ano vivido com verdade, presença e coração.💫

Hoje é Natal.E antes de ser sobre mesas cheias, presentes embrulhados ou fotografias perfeitas, é — ou pode ser — sobre ...
25/12/2025

Hoje é Natal.
E antes de ser sobre mesas cheias, presentes embrulhados ou fotografias perfeitas, é — ou pode ser — sobre presença.

Natal lembra-nos da importância do encontro.
Com os outros… mas também connosco.

Nem todos vivem este dia com leveza. Para alguns, o Natal traz saudade, silêncio, ausências, memórias difíceis ou uma solidão que dói mais quando o mundo parece exigir alegria. E está tudo bem se hoje não for fácil. As emoções não seguem calendários.

Que este Natal seja um convite à gentileza —
para ouvir mais, exigir menos, acolher o que surge sem julgamento.
Um convite a estar inteiro/a, mesmo imperfeito/a 🤍

Se houver abraços, que sejam verdadeiros.
Se houver silêncio, que seja respeitado.
Se houver lágrimas, que encontrem espaço.
E se houver alegria, que seja simples e real.

Que possas oferecer — a ti e aos outros — o presente mais raro: atenção, cuidado e presença.

Feliz Natal ✨
Com mais humanidade, mais escuta e mais coração.

Nesta época natalícia, em que as ruas se enchem de luzes e as mãos se ocupam de sacos e listas de compras, talvez valha ...
23/12/2025

Nesta época natalícia, em que as ruas se enchem de luzes e as mãos se ocupam de sacos e listas de compras, talvez valha a pena parar um instante e perguntar: o que é que realmente f**a?

Vivemos numa sociedade que nos ensinou a medir o afeto em embrulhos, valores e objetos. E, ainda assim, quando olhamos para trás, raramente é um presente que nos aquece o coração.
O que permanece são as memórias.
Os risos partilhados sem pressa.
O abraço que chega no momento certo.
A conversa que nos fez sentir vistos.
O silêncio confortável ao lado de quem amamos.

Presentes podem ser gestos de carinho — e são —, mas são as experiências vividas juntos que constroem vínculos profundos e duradouros. É nelas que o amor ganha forma, textura e sentido.

Como psicóloga, acompanho de perto o impacto transformador das conexões verdadeiras na saúde emocional. Estar presente, de corpo e de alma, regula, fortalece e cura. Criar memórias é um ato de cuidado: é escolher a presença em vez da distração, a escuta em vez da pressa, o encontro em vez da performance.

Neste Natal, talvez o convite seja este:
mais do que pensar no que vai oferecer, pense no que pode viver com quem ama.
Porque memórias não se embrulham — mas acompanham-nos para a vida inteira.

💡 Pequeno gesto, grande impacto: no próximo encontro, pouse o telemóvel, olhe nos olhos, escute com atenção. Às vezes, o melhor presente é simplesmente estar.

Foste ensinada/o a ser forte.A aguentar.A não incomodar.A seguir, mesmo quando o corpo pede pausa e a alma pede colo.Des...
21/12/2025

Foste ensinada/o a ser forte.
A aguentar.
A não incomodar.
A seguir, mesmo quando o corpo pede pausa e a alma pede colo.

Desde cedo, aprendeste que ser forte era não chorar, não falhar, não parar.
Que descansar era fraqueza.
Que precisar era um peso.

E assim, sem perceber, foste f**ando dura/o contigo.
Exigente.
Implacável.
Como se o amor tivesse de ser conquistado através do cansaço.

Mas a força que nasce da rigidez esgota.
Cansa.
Quebra por dentro.

Há outra forma de viver a força.
Uma que não grita, não aperta, não castiga.
Uma força suave, que escuta limites, respeita ritmos e acolhe imperfeições.

A gentileza contigo não te torna menos capaz.
Torna-te mais inteira/o.

Porque a dureza cansa…
mas a gentileza sustém.

E talvez o maior ato de coragem seja começares a tratar-te como alguém que merece cuidado. 🌿

A paz que chega quando deixamos de nos julgar💫Vivemos como se houvesse um juiz dentro de nós, atento a cada erro, cada f...
16/12/2025

A paz que chega quando deixamos de nos julgar💫

Vivemos como se houvesse um juiz dentro de nós, atento a cada erro, cada falha, cada momento em que não fomos “suficientes”.
Cobramos, exigimos, comparamos.
E chamamos a isso motivação… quando, na verdade, muitas vezes é crueldade silenciosa.

A autocompaixão não é desistir de crescer.
É escolhermos crescer sem nos ferirmos pelo caminho.

É aprendermos a falar connosco como falaríamos com alguém que amamos:
com respeito, paciência e verdade.
É reconhecermos a dor sem a minimizar.
É aceitarmos a imperfeição sem desistirmos de nós.

✨ A alma respira quando deixamos de a apertar.

Quando trocamos o “devia ter sido diferente” por
“fiz o melhor que consegui com o que tinha naquele momento”.

Talvez hoje o exercício não seja fazer mais…
mas julgar menos.
E ofereceres a ti próprio/a o descanso emocional que tantas vezes ofereces aos outros.

Se sentes que o teu diálogo interno é duro, crítico ou exaustivo,
talvez seja tempo de aprenderes a estar contigo de outra forma.

Cuidares de ti também é aprenderes a ser gentil contigo.
E isso, sim, pode ser profundamente transformador 🤍

É curioso como passamos os dias a correr entre tarefas, compromissos, pensamentos e expectativas… como se tudo aquilo qu...
10/12/2025

É curioso como passamos os dias a correr entre tarefas, compromissos, pensamentos e expectativas… como se tudo aquilo que importa estivesse sempre no próximo passo, nunca no que está diante de nós.

Mas a verdade é outra, muito mais simples e infinitamente mais suave:
a vida vive-se no espaço entre um pensamento e o seguinte.
Nesse microinstante onde não estás no passado nem no futuro.
Apenas aqui.

É nesse intervalo — tão pequeno, tão discreto — que cabe aquilo que mais procuramos:
a paz, a respiração que descontrai, o corpo que assenta, o coração que finalmente se ouve.

Mindfulness não é “esvaziar a mente”.
É reconhecer que existe um lugar silencioso dentro de ti, disponível sempre que decides parar… mesmo que seja por três segundos.

Hoje, talvez possas tentar isto:
um breve intervalo.
Uma pausa minúscula entre um “tenho de” e outro.
Um momento teu, só teu, onde permites que a vida aconteça — devagar, inteira, presente.

Porque às vezes, é no intervalo que finalmente nos encontramos.

O fim de semana chega sempre como um pequeno suspiro — um intervalo doce entre o que nos pesa e o que ainda pode ser lev...
07/12/2025

O fim de semana chega sempre como um pequeno suspiro — um intervalo doce entre o que nos pesa e o que ainda pode ser leve.
Mas tantas vezes deixamos que ele passe no piloto automático… entre tarefas, expectativas e aquela sensação teimosa de que “ainda falta fazer mais”.

E, no meio dessa pressa silenciosa, esquecemo-nos do mais simples: existir com calma.

Estes lembretes não são regras — são convites.
Pequenos gestos de presença que podem transformar estes dias num espaço mais teu, mais terno, mais consciente.

Que este fim de semana te encontre com gentileza.
Que te devolva a ti mesma/o.
E que te lembre que descansar também é uma forma de continuar !

Trauma não é sobre o que te aconteceu… mas sobre o que ficouHá feridas invisíveis que demoram mais a fechar.O trauma não...
02/12/2025

Trauma não é sobre o que te aconteceu… mas sobre o que ficou

Há feridas invisíveis que demoram mais a fechar.

O trauma não está apenas no acontecimento em si.
Está no que ele deixou em ti.
Nas marcas silenciosas.
Nas memórias que o corpo guarda mesmo quando a mente tenta esquecer.
Nos reflexos automáticos que não consegues explicar.
Nos medos que surgem do nada.
Nas emoções que parecem “demasiado intensas” para situações pequenas.

O trauma vive no depois.
No que permanece.
No que ainda dói quando tocas — mesmo sem querer.

Muitas vezes, olham para ti e dizem:
“Já passou.”
Mas tu sentes dentro de ti que não passou totalmente.
Porque o corpo lembra.
A alma lembra.
A tua história lembra.

E não há vergonha nenhuma nisso.
Trauma não é fraqueza.
É sobrevivência.
É o teu sistema a tentar proteger-te da melhor forma que conseguiu.
Mesmo que essa proteção, hoje, já não te sirva.

A cicatrização emocional não segue calendário.
Não é linear.
Não é rápida.
E, acima de tudo, não precisa ser feita sozinha.

Há feridas invisíveis que só começam a fechar quando são vistas.
Quando tens espaço para sentir, expressar, compreender.
Quando alguém te diz:
“Eu acredito em ti. Eu vejo-te. Vamos por partes.”

🌿 Se há algo dentro de ti que ainda dói, mesmo depois de tanto tempo, isso não signif**a que estás presa ao passado — signif**a apenas que há algo que ainda merece cuidado.

💬 Se sentires que estás pronta para começar esse processo com apoio, estou aqui para caminhar contigo.

Ninguém foi feito para ser ilha.Há uma ideia antiga — e cruel — que muitas pessoas ainda carregam:a de que pedir ajuda é...
25/11/2025

Ninguém foi feito para ser ilha.

Há uma ideia antiga — e cruel — que muitas pessoas ainda carregam:
a de que pedir ajuda é sinal de fraqueza.
Como se admitir que precisamos de apoio fosse confessar um fracasso.
Como se ser humano fosse sinónimo de aguentar tudo… em silêncio.

Mas a verdade é que existe uma força imensa em reconhecer limites.
Em dizer “não consigo sozinha”.
Em assumir que, por detrás do sorriso, há dias que pesam.
Em permitir que alguém entre, veja, ouça e acolha.

Pedir ajuda não te diminui.
Não tira o teu valor, nem apaga a tua força.
Pelo contrário — é um gesto de coragem profunda.
Porque exige vulnerabilidade.
Exige honestidade contigo mesma.
Exige enfrentar o que dói, em vez de te esconderes atrás do “estou bem”.

Ninguém foi feito para ser ilha.
O corpo sabe disso.
A mente sabe disso.
A alma sabe disso — por isso chama, insiste, repete sinais quando já estás a carregar demasiado sozinha.

Há momentos em que o que mais cura não é a resposta…
é a presença.
O ouvido atento.
O “vamos juntas”.
O espaço seguro onde podes ser exatamente quem és, sem máscaras e sem exigências.

🌿 Se tens sentido o peso de segurar tudo, lembra-te: pedir ajuda não é desistir.
É escolheres-te.
É cuidares-te.
É dizeres à tua vida que mereces leveza.

💬 Se sentires que é o momento de deixares de ser ilha, estou aqui. Vamos construir pontes — com tempo, com respeito e com cuidado.

Não te percas enquanto tentas não perder ninguém.Há momentos da vida em que te encontras tão ocupada/o a cuidar, a dar, ...
23/11/2025

Não te percas enquanto tentas não perder ninguém.

Há momentos da vida em que te encontras tão ocupada/o a cuidar, a dar, a corresponder, a estar presente para todos…
…que sem perceber, deixas de estar presente para ti.

O auto abandono não acontece num grande gesto.
Acontece em pequenos “depois faço”, “não é assim tão importante”, “agora não posso pensar em mim”.
Acontece quando o teu corpo te pede descanso e tu insistes em fazer mais um esforço.
Quando o teu coração pede paz e tu dizes “já resolvo isso um dia”.
Quando a tua alma pede espaço e tu respondes com silêncio.

E aos poucos vais f**ando para trás.
Finas camadas de cansaço vão-se acumulando, até que te olhas ao espelho e já não reconheces quem ali está.
Vês alguém que funciona, mas que já não sente.
Que dá, mas já não recebe.
Que tenta ser tudo para todos, mas esqueceu-se de ser algo para si.

Mas não é tarde.
Nunca é tarde para voltares a ti.

Reaprenderes a amar-te não é egoísmo — é regresso.
É dizer ao teu corpo: eu estou aqui.
É dizer à tua mente: não tens de carregar tudo sozinha/o.
É dizer ao teu coração: eu também te escolho.

Porque quando te perdes de ti, perdes o teu centro.
Mas quando te reencontras, tudo à tua volta reencontra lugar.

💛 Se sentes que te tens colocado sempre por último, talvez seja o momento de regressares a ti com a mesma dedicação com que cuidas dos outros.

Se precisares de apoio para esse caminho, estou aqui.

Quando o mundo silencia… é a mente que começa a falar mais alto.Há noites em que o corpo está exausto, mas a mente insis...
19/11/2025

Quando o mundo silencia… é a mente que começa a falar mais alto.

Há noites em que o corpo está exausto, mas a mente insiste em f**ar acordada.
São noites longas, inquietas, onde os pensamentos parecem ter vida própria.
Histórias que se repetem. Diálogos que nunca aconteceram. Medos que ganham forma.
Planos, culpas, listas infinitas do que falta… e do que dói.

A insónia, muitas vezes, não é falta de sono.
É excesso de tudo.

Excesso de responsabilidade.
Excesso de exigência.
Excesso de tentar dar conta de um mundo inteiro enquanto o teu próprio mundo pede pausa.

A ansiedade tende a escolher a madrugada para se fazer ouvir.
É nesse silêncio que ela sussurra as preocupações que tentaste calar durante o dia.
E, sem perceberes, o teu corpo entra em alerta num momento em que só precisava de abrigo.

Mas as noites inquietas não vêm para te punir.
Vêm para revelar.
São sinais — discretos, mas insistentes — de que algo dentro de ti precisa de atenção, cuidado, respiração.

Talvez seja hora de desacelerar.
De olhar para dentro com gentileza.
De tratar a tua mente como tratarias uma criança com medo da escuridão: com presença e compreensão.

Porque o descanso verdadeiro não acontece só quando fechamos os olhos.
Acontece quando a alma se sente segura.

✨ Se as tuas noites têm contado histórias difíceis, talvez seja o momento de escutar o que elas tentam dizer — mas com alguém ao teu lado.
Se sentires, estou aqui para te acompanhar nesse processo.

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Vila Nova De Gaia

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