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Instituto Multiverso Ninguém pode mudar o mundo sozinho.

E foi acreditando nisso que diferentes profissionais e influenciadores digitais criaram o Instituto Multiverso, para desenvolver ações reais que causam impactos positivos e mudanças sociais significativas.

O Dia Internacional das Mulheres não é apenas um marco simbólico no calendário. Ele é um lembrete concreto de que a pres...
09/03/2026

O Dia Internacional das Mulheres não é apenas um marco simbólico no calendário. Ele é um lembrete concreto de que a presença das mulheres nunca foi concessão, mas conquista e luta permanente. Cada espaço ocupado hoje carrega histórias de enfrentamento, negociação e reinvenção de caminhos que antes eram fechados. Ainda assim, não basta celebrar trajetórias extraordinárias se o cotidiano continua limitando escolhas, silenciando vozes e impondo fronteiras invisíveis.

Garantir que mulheres possam existir em sua plenitude signif**a reconhecer seu direito de decidir onde querem estar, como querem viver e quais rumos desejam construir. Seja na política, na ciência, nas artes, nos territórios tradicionais, no esporte ou nos afetos, não cabe tutela nem expectativa pré-definida. Respeitar mulheres é aceitar sua autonomia para ocupar o centro, a margem ou qualquer lugar que faça sentido para suas próprias histórias.

Estaremos na SunSex Pool Party (https://instagram.com/fck.party) neste domingo (8) e, enquanto a festa rola em um ambien...
06/03/2026

Estaremos na SunSex Pool Party (https://instagram.com/fck.party) neste domingo (8) e, enquanto a festa rola em um ambiente onde tudo é permitido (menos fotos), nossos voluntários do Instituto Multiverso estarão a postos te esperando para te acolher e tirar dúvidas sobre s**o aditivado e interações de substâncias, além de garantir seu gel lubrif**ante, ca*****ha e folhetos informativos. Tudo, focando no seu bem-estar e no fortalecimento do seu autocuidado.

Escrever sobre o Juan é falar de uma lacuna que ainda nos custa acreditar. Ele esteve conosco há tão pouco tempo, dividi...
06/03/2026

Escrever sobre o Juan é falar de uma lacuna que ainda nos custa acreditar. Ele esteve conosco há tão pouco tempo, dividindo sonhos, afetos e aquelas conversas que tinham o poder mágico de renovar nosso sentido de luta. Juan possuía uma presença rara: acolhia com uma serenidade profunda e iluminava qualquer debate com uma inteligência generosa. Sua partida repentina nos deixa um silêncio difícil de nomear e uma saudade que já nasce imensa em nossos corações de amigos e companheiros de jornada.

Juan dedicou sua existência a uma alquimia nobre: transformar cuidado em compromisso e ciência em solidariedade. Médico formado em Cuba, ele adotou o Brasil como seu território de pertencimento. Aqui, construiu mais de três décadas de uma atuação vibrante na defesa da saúde pública e dos direitos das pessoas que vivem com HIV. Na ABIA, ele foi muito além do cargo de coordenador de projetos; foi uma escuta atenta e uma inteligência estratégica sempre a serviço da vida. Sua marca está impressa na construção de políticas públicas, no fortalecimento da prevenção e no enfrentamento corajoso de estigmas históricos, garantindo que a resposta brasileira ao HIV permanecesse alicerçada na ciência e, acima de tudo, nos direitos humanos.

Ele pertencia àquela linhagem de lutadores que compreendem que saúde é sinônimo de dignidade. Juan transitava entre movimentos sociais e o rigor técnico com uma sensibilidade humana comovente, sempre carregando a convicção de que nenhuma vida é descartável. Seu trabalho foi uma ponte entre saberes e pessoas, transformando diretrizes em gestos concretos de proteção. No Memorial da Aids do Instituto Multiverso, seu nome será para sempre um símbolo de resistência contra o medo e o abandono. Juan Carlos de La Concepción Raxach segue vivo nas vidas que tocou e na esperança que cultivou com tanta ternura. Sua memória é o farol que continuará guiando nossos passos. Com amor e saudades eternas, seguimos honrando seu legado.

Saudades da equipe Multiverso.

7 de fevereiro é Dia Nacional de Luta dos Povos Indígenas e essa data não é simbólica, é concreta. Ela fala de retomada,...
07/02/2026

7 de fevereiro é Dia Nacional de Luta dos Povos Indígenas e essa data não é simbólica, é concreta. Ela fala de retomada, de território, de autonomia e de um Brasil que ainda precisa aprender a ouvir quem sempre esteve aqui. A grande retomada não é apenas a ocupação física de terras, é a retomada da narrativa, da dignidade, do direito de decidir sobre a própria vida e sobre os bens comuns que sustentam comunidades inteiras. Quando se fala em rio, não se fala apenas de água. Fala-se de cultura, de alimento, de deslocamento, de espiritualidade, de sobrevivência.

Por isso a inclusão do Rio Tocantins em um processo de privatização das hidrovias da Amazônia acendeu um alerta legítimo. Depois de forte pressão popular, mobilização indígena e reação da sociedade civil, o governo anunciou a suspensão do processo. Mas suspensão não é revogação. Suspensão não garante que a ameaça acabou. A luta continua para que haja revogação definitiva, respeito à consulta prévia e proteção real dos territórios e das águas.

Neste 7 de fevereiro, é preciso lembrar que os povos indígenas não lutam apenas por si. Lutam por todos nós. Retomada é defesa da vida. E enquanto houver risco de transformar rios em negócio, haverá resistência.

O Brasil precisa de mais ativistas. Mais lideranças. Precisa de gente nova, com ideias frescas e vontade de fazer aconte...
07/02/2026

O Brasil precisa de mais ativistas. Mais lideranças. Precisa de gente nova, com ideias frescas e vontade de fazer acontecer. Se você sente que pode contribuir mais, mas não sabe por onde começar, este é o seu momento. O projeto Fortalecendo Vozes LGBTI+ oferece uma capacitação gratuita e de alta qualidade para formar a próxima geração de defensores dos direitos LGBTI+. A liderança que você espera pode ser você.

Acesse a página do curso em https://bit.ly/vozes-lgbti e veja se você se identif**a.

Você pode fazer parte da solução contra a epidemia de sífilis no Brasil! O estudo DoxiPEP-SP está recrutando voluntários...
05/02/2026

Você pode fazer parte da solução contra a epidemia de sífilis no Brasil! O estudo DoxiPEP-SP está recrutando voluntários para validar uma inovação que promete reduzir em até 80% novos casos de sífilis e clamídia. A pesquisa, conduzida pela USP, é o pilar necessário para que essa "pílula pós-exposição" chegue ao SUS.

Se você é homem cis gay/bi, mulher trans ou trabalhadora do s**o, usa PrEP e teve alguma IST nos últimos 12 meses, sua participação é fundamental para garantir a eficácia desse método na nossa população. O tempo para recrutamento é curto e a ciência nacional precisa do seu apoio para transformar a prevenção em política pública de acesso universal.

Não perca a chance de estar na linha de frente dessa conquista e garantir uma vida sexual mais segura. Para saber como participar e entender o protocolo completo, visite o link https://tinyurl.com/mubtx9f4.

Você sabe de quem é a responsabilidade pela saúde LGBTI+: do Prefeito, do Governador ou do Presidente? Entender as engre...
04/02/2026

Você sabe de quem é a responsabilidade pela saúde LGBTI+: do Prefeito, do Governador ou do Presidente? Entender as engrenagens do Estado Brasileiro é o primeiro passo para não perder tempo batendo na porta errada. Desmistif**amos a burocracia pública para que você saiba exatamente onde, quando e como cobrar seus direitos com eficácia.

Acesse a página do curso em https://bit.ly/vozes-lgbti e veja se você se identif**a.

O preconceito não se vence apenas com indignação; vence-se com desconstrução estrutural. E para isso, precisamos de técn...
02/02/2026

O preconceito não se vence apenas com indignação; vence-se com desconstrução estrutural. E para isso, precisamos de técnica. Aprenda a identif**ar as raízes da discriminação nas instituições e como combatê-las com argumentos jurídicos, sociais e políticos sólidos. Transforme sua vivência em conhecimento técnico para desmontar a LGBTfobia peça por peça.

Acesse a página do curso em https://bit.ly/vozes-lgbti e veja se você se identif**a.

Uma voz isolada pode ser ignorada, mas um coro nacional é impossível de não ser ouvido. O projeto "Fortalecendo Vozes LG...
31/01/2026

Uma voz isolada pode ser ignorada, mas um coro nacional é impossível de não ser ouvido. O projeto "Fortalecendo Vozes LGBTI+" está unindo lideranças de todo o Brasil para criar uma barreira de proteção contra retrocessos. Ao se juntar a nós, você amplif**a o alcance das suas demandas locais e ganha força para disputar narrativas em nível nacional.

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Muitas vezes, a pauta da diversidade f**a engavetada por falta de quem saiba negociá-la nos corredores do poder. Aprenda...
30/01/2026

Muitas vezes, a pauta da diversidade f**a engavetada por falta de quem saiba negociá-la nos corredores do poder. Aprenda a linguagem dos gabinetes: saiba como abordar um parlamentar, como apresentar uma demanda de forma técnica e como transformar uma reivindicação em lei. Nosso projeto te dá o mapa para você ocupar a política com inteligência e estratégia.

Acesse a página do curso em https://bit.ly/vozes-lgbti e veja se você se identif**a.

Hoje é Dia da Visibilidade Trans.Todo ano, nessa data, muita gente veste azul, rosa e branco.Faz post bonito.Compartilha...
29/01/2026

Hoje é Dia da Visibilidade Trans.

Todo ano, nessa data, muita gente veste azul, rosa e branco.
Faz post bonito.
Compartilhar frases prontas.
Cita celebridades trans.
Divulga projetos, campanhas, iniciativas.
Tudo isso importa. Mas não basta.
F**a um incômodo necessário, daqueles que desmontam a nossa própria hipocrisia:
Quantas pessoas trans você conhece de verdade?
Quantas fazem parte da sua vida, do seu cotidiano, das suas mesas, das suas conversas difíceis?
Quantas são amigas, colegas, parceiras de trabalho, afetos reais, e não só nomes úteis para provar o quanto você é “desconstruído”?
Visibilidade não é vitrine.
Não é figurino.
Não é usar pessoas trans como bibelôs simbólicos para aliviar a consciência.
Visibilidade é convivência.
É escuta.
É abrir espaço quando o espaço nunca foi dado.
É dividir poder, oportunidades, dinheiro, voz.
É estar junto quando não é confortável, quando dá trabalho, quando exige mudança real.
Se hoje você veste as cores da bandeira trans, que elas não sejam só estética.
Que sejam compromisso.
Que sejam relação.
Que sejam prática cotidiana , hoje e todos os outros dias.

Falar de Brenda Lee é falar de gratidão, de dívida histórica e de dor. Brenda foi uma mulher trans brasileira cuja exist...
29/01/2026

Falar de Brenda Lee é falar de gratidão, de dívida histórica e de dor. Brenda foi uma mulher trans brasileira cuja existência mudou, de forma profunda e definitiva, a resposta ao HIV no Brasil. Em um tempo em que o diagnóstico vinha acompanhado de medo, desinformação e abandono, foi ela quem escolheu cuidar quando quase ninguém queria chegar perto. Foi ela quem enxergou humanidade onde o mundo só via estigma.

Nos primeiros anos da pandemia, quando viver com HIV signif**ava isolamento social, condenação moral e morte, Brenda criou uma casa de acolhimento que salvou vidas. Ali, pessoas rejeitadas pela família, ignoradas pelo Estado e expulsas da sociedade encontraram abrigo, comida, escuta e dignidade. Aquele espaço era mais do que um teto: era um ato político radical de amor. Brenda não aceitava que ninguém fosse tratado como descartável.

Ser uma mulher trans naquele contexto já era, por si só, um ato de resistência. Brenda enfrentou o preconceito todos os dias, ainda assim, transformou dor em ação concreta. Mostrou, com o próprio corpo e com o próprio trabalho, que cuidado comunitário também é política pública, e que direitos muitas vezes nascem antes da lei, nas mãos de quem se recusa a abandonar.

Mas o preconceito é cruel. E a mesma sociedade que se beneficiou do legado de Brenda falhou em protegê-la. Sua morte violenta é um lembrete doloroso de como o ódio ceifa vidas trans de forma brutal e injusta. Brenda cuidou de tantos, mas foi vítima de um sistema que insiste em desumanizar pessoas trans até o fim.

O legado de Brenda Lee segue vivo. Ele atravessa a luta contra o estigma do HIV, alcança pessoas trans e cis, e nos ensina que dignidade não pode ser seletiva. No Dia da Visibilidade Trans, lembrar de Brenda é também assumir um compromisso: honrar sua memória enfrentando o preconceito que ainda mata e reconhecendo que muitas das conquistas de hoje nasceram do sacrifício de mulheres trans como ela.

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