Breast in one day & Clínica de mama do RJ

Breast  in  one  day &  Clínica  de  mama  do RJ Clínica especializada em diagnóstico das doenças mamárias

Pacientes queridas participando!!Casa de saúde São José saindo à frente na campanha no combate ao Câncer de Mama!!!
01/06/2015

Pacientes queridas participando!!
Casa de saúde São José saindo à frente na campanha no combate ao Câncer de Mama!!!

Monica Jourdan
01/06/2015

Monica Jourdan

A Casa de saúde São José, mais uma vez arranca na frente!!Orgulho de participar com vocês!!!
01/06/2015

A Casa de saúde São José, mais uma vez arranca na frente!!
Orgulho de participar com vocês!!!

31/12/2014

Boas Festas!!!
Um 2015, com muitas emoções em cada um dos 12 meses!!!
Remodele a saúde!!
São os votos da empresa
Breast in one Day

02/06/2014

Gene do câncer de mama pode aumentar risco de doença no pulmão, diz estudo

Por Por Mariette LE ROUX | AFP – 4 horas atrás
Um gene notoriamente vinculado ao câncer de mama tem sido apontado também como responsável por um risco quase duas vezes maior de um fumante vir a desenvolver câncer de pulmão, alertou um estudo publicado neste domingo.
A descoberta, publicada na revista Nature Genetics, abre vias possíveis para o tratamento e a triagem dos indivíduos em risco de desenvolver a doença, afirmaram os autores.
"Nossas descobertas fornecem evidências adicionais de suscetibilidade genética hereditária ao câncer de pulmão", escreveram.
"Todos os fumantes correm um risco considerável de saúde, independente de seu perfil genético, mas a probabilidade recai mais fortemente naqueles com esta falha genética", pontuou Paul Workman, vice-diretor executivo do Instituto de Pesquisas sobre o Câncer (ICR), que participou do estudo.
Uma meta-análise com base em quatro estudos revelou que cerca de um quarto dos fumantes com falha específica no gene BRCA2 vão desenvolver câncer de pulmão em algum momento da vida, em comparação com 13% da população em geral de fumantes.
A análise comparou o DNA de 11.348 pessoas com câncer de pulmão e de outras 15.861 sem a doença.
"O vínculo entre o câncer de pulmão e o BRCA2 defeituoso, conhecido por aumentar o risco de câncer de mama, ovários e outros, foi particularmente forte em pacientes com o subtipo mais comum de câncer de pulmão, denominado carcinoma de células escamosas", destacou o ICR em um comunicado.
- Vínculo genético mais forte -
Outros genes já tinham sido relacionados ao risco de câncer de pulmão antes, mas o papel do BRCA2 era desconhecido.
A variante defeituosa, presente em 2% da população, "é a mais forte associação genética com o câncer de pulmão já reportada", afirmaram os autores do estudo.
A pesquisa também revelou um segundo e novo gene, CHEK2, que tem um papel menor no risco de câncer de pulmão.
"Os resultados sugerem que no futuro, pacientes com câncer de pulmão de células escamosas poderiam se beneficiar de medicamentos especificamente projetados para ser eficazes em cânceres com mutações no BRCA", informou o ICR.
"Uma família de medicamentos, chamada de inibidores de PARP, tem demonstrado sucesso em te**es clínicos no tratamento de pacientes com câncer de mama e ovário com mutações no BRCA, embora não se saiba ainda se poderia ser eficaz no câncer de pulmão", prosseguiu.
Segundo os autores, todo os indivíduos estudados eram de origem europeia e não ficou claro se as descobertas poderiam ser aplicadas a outros grupos étnicos.
Os genes BRCA1 e BRCA2 (siglas para BReast CAncer susceptibility ou suscetibilidade ao câncer de mama) são a causa mais conhecida de câncer de mama hereditário.
No ano passado, a estrela de Hollywood Angelina Jolie anunciou ter feito dupla mastectomia como medida preventiva após ter se submetido a exames que revelaram que ela tem a mutação BRCA específica, apesar de não ter sido diagnosticada com câncer.
A principal causa do câncer de pulmão é o tabagismo, embora se saiba que fatores genéticos aumentam o risco.
Segundo a Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer, o câncer de pulmão é a causa mais comum de morte por câncer e se estima que tenha sido responsável por quase uma em cada cinco mortes (1,59 milhão) em 2012.
Também é o tipo mais comum de câncer, com uma estimativa de 1,8 milhão de novos casos em 2012.
"Nós sabemos que a maior coisa que podemos fazer para reduzir as taxas de morte é convencer as pessoas a não fumar, e nossas descobertas deixam claro que isto é ainda mais crítico nas pessoas que têm um risco genético subjacente", declarou o cientista que chefiou as pesquisas, Richard Houlston.

16/03/2014

Nova droga pode reduzir em mais da metade risco de câncer de mama PDF | Imprimir | E-mail

Escrito por Sbm
S*x, 24 de Janeiro de 2014 16:34
Um estudo britânico com 4 mil mulheres mostrou que o uso da droga anastrozol pode reduzir em mais da metade a probabilidade de desenvolvimento de câncer de mama em pacientes de alto risco.
O estudo da Universidade Queen Mary, de Londres, foi publicado na revista Lancet. Além de mais barato, o anastrozol se mostrou mais eficaz e apresentou menos efeitos colaterais que os medicamentos habituais.

No primeiro grupo, no qual as mulheres não receberam o anastrozol, 85 dentre 2 mil mulheres desenvolveram câncer de mama. Já no segundo grupo, que recebeu o medicamento, apenas 40 entre 20 mil mulheres tiveram câncer. Não houve registro de efeitos colaterais.O estudo dividiu as mulheres em dois grupos, ambos com pacientes consideradas de alto risco (por possuírem histórico de câncer na família).
O estudo mostrou que o anastrozol impede a produção do hormônio estrógeno, substância que tende a impulsionar o crescimento da maioria dos cânceres de mama.
O chefe da pesquisa, professor Jack Cuzick, comemorou a descoberta, lembrando que "o câncer de mama é de longe o mais comum entre as mulheres e agora temos chances de reduzir os casos".
"Esse tipo de droga é mais efetiva que as habituais como o tamoxifeno e, o que é crucial, tem menos efeitos colaterais".
Pós-menopausa
O estudo também concluiu que o anastrozol apenas não consegue impedir a produção de estrógeno nos ovários, o que o faz efetivo apenas se ministrado a mulheres que já passaram pela menopausa.
Nesse caso, o medicamento mais indicado seria o tamoxifeno, cujo custo é igualmente baixo, por causa da patente já vencida.
Alguns países já disponibilizam o tamoxifeno, além do raloxifeno, como medicamento preventivo. Ambas igualmente bloqueiam a produção de estrógeno. No caso do tamoxifeno, antes e depois da menopausa. O ponto negativo é que ambos também aumentam o risco de câncer de útero e trombose venosa profunda.
Rede pública
Médicos e ativistas já começaram a pedir que o medicamento esteja disponível na rede pública de saúde da Grã-Bretanha. Alguns chegam a sugerir que o remédio seja oferecido a mulheres saudáveis.
Em 2013, o Instituto Nacional de Saúde e Tratamento de Excelência da Inglaterra e do País de Gales recomendou o uso de tamoxifeno a mulheres de alto risco e com mais de 35 anos.
Considerando que a recomendação poder ser extendida ao anastrozol, isso significa que até 240 mil mulheres possam ser beneficiadas na Grã-Bretanha, segundo a ONG Cancer Research UK.
Para a professora Montserrat Garcia-Closas, do Institute of Cancer Research de Londres, que conduziu o maior estudo sobre câncer de mama, "esta é uma descoberta muito significativa e muito importante".
"A questão agora é se a droga vai reduzir a mortalidade e se vai requerer mais estudos. Mas isso já traz importantes evidências de que a dorga pode ser uma alternativa ao tamoxifeno", disse.
Fonte: BBC
Última atualização em S*x, 24 de Janeiro de 2014 17:11

23/12/2013
31/08/2013

Genética e o peso da hereditariedade
Última atualização em 6 de Junho de 2013.
Autor:
SBM - Sociedade Brasileira de Mastologia

O câncer pode se originar na interação do indivíduo com o ambiente ou ser transmitido por espermatozoide ou óvulo, e é no protagonista da ciência e das descobertas sobre o corpo humano - o ácido desoxirribonucleico (DNA) - que estão todas as informações genéticas do indivíduo. A descrição remete aos tempos de escola: sequência, em dupla fita, de nucleotídeos, os chamados genes que produzem as proteínas que fazem o corpo funcionar. Quando o sequenciamento do DNA apresenta erros, ou seja, mutações, os mecanismos de defesa do organismo devem levar a célula à morte. Se isso não acontece, a alteração progride e, fatalmente, torna-se um tumor. Um câncer.

Na maioria dos casos, as mutações são consequência de interações do indivíduo com fatores ambientais, como tabagismo e radiação ionizante. Em 5% a 10% das doenças cancerígenas, entretanto, a predisposição hereditária é fator preponderante. Mutações somáticas, herdadas por meio do espermatozoide ou do óvulo, espalham-se pelas células do corpo que se forma e dá origem à mutação germinativa. Pesquisas em genética molecular identificaram mais de 70 síndromes hereditárias, cada uma relacionada a um gene específico.

A cirurgia preventiva tornou-se assunto internacional quando a atriz norte-americana Angelina Jolie retirou as duas mamas para evitar o desenvolvimento de um câncer, o mesmo que levou sua mãe à morte, aos 56 anos. Portadora da Síndrome Mama-Ovário, a atriz apresenta mutações nos genes BRCA 1 e BRCA 2. Nela, os riscos são de 80% para tumores malignos nas mamas e de 50% no ovário. Angelina baseou-se nos altos índices de penetrância dos genes e teve como prova definitiva das possibilidades cancerígenas o exame de sequenciamento de seu DNA.

O caso repercutiu as possibilidades preventivas para doenças que acometeram 518.510 brasileiros em 2012, de acordo com as estimativas do Instituto Nacional de Câncer (Inca). Alertou pacientes e especialistas para a necessidade do diagnóstico precoce no País, ainda restrito. Entraves no Sistema Único de Saúde (SUS) impedem a exploração detalhada de cada neoplasia, enquanto a falta de informação e o medo velam os verdadeiros cuidados.

06/08/2013

Sobrevivência ao câncer deve aumentar até 2022

O número de pacientes que sobrevivem ao câncer deve aumentar 31% até 2022 nos Estados Unidos. É o que diz o estudo feito pela Sociedade Americana de Pesquisa sobre o Câncer (The American Association for Cancer Research, AACR). Ainda segundo a pesquisa, essa porcentagem significa um salto de 13,7 milhões de sobreviventes em janeiro de 2012 para 18 milhões dez anos mais tarde. O relatório aponta para sobrevivência ao câncer de modo geral, mas, de acordo com o Ruffo de Freitas Júnior, diretor da Escola Brasileira de Mastologia, da Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM), os dados da pesquisa também se adéquam ao Brasil, inclusive em casos de câncer de mama. "Este fato está relacionado ao aumento do número de pacientes detectados com tumores iniciais, além do desenvolvimento no tratamento do câncer", diz.

Ainda de acordo com a pesquisa feita pela Sociedade Americana, estima-se que 16% das pacientes já terão desenvolvido pelo menos um tumor anteriormente. Isso se explica pelo fato de que aquelas que apresentaram um tumor maligno carregam maior chance de desenvolver um segundo tumor. Em outras palavras, mulheres que tiveram câncer em uma das mamas correm um risco 10 vezes maior de desenvolver um novo câncer na mama contralateral, se comparadas às demais mulheres que nunca foram diagnosticadas.

Falando de números brasileiros, Freitas aponta que mulheres da cidade de Goiânia, tratadas em ocasiões diferentes, que tiveram câncer de mama entre 1988 e 1990, apresentaram 57% de chance de estarem vivas após cinco anos. Os dados são de pesquisa feita pelo próprio mastologista. Já para mulheres que detectaram o câncer entre 1990 e 1994, o estudo mostrou que a chance de permanecerem vivas no mesmo período de tempo foi de 65%. Por fim, para as que descobriram a doença entre 1995 e 2003, a expectativa saltou para 72%. Para o mastologista, melhores esquemas de quimioterapia, o desenvolvimento da endocrinoterapia e, mais recentemente, as terapias biológicas alvo dirigidas têm sido responsáveis por essa sobrevida.

Por outro lado, o número de casos novos de câncer de mama teve um aumento expressivo, de 75% em 1975 para quase 89% em 2012. A mudança no estilo de vida da mulher, incluindo redução do número de filhos, postergação da maternidade, aumento da ingestão de bebidas alcoólicas, alimentação inadequada com aumento do peso após a menopausa, entre outros, contribuiu significativamente para esse número. "O aumento da longevidade entre as mulheres é outro fator que deve ser considerado", explica Ruffo de Freitas Júnior.

24/04/2013

Amigos,se vocês pensam que só as mulheres podem ter Cancer de mama vejam a entrevista do presidente da SBM,dr Carlos Ruiz:
"
Prevenção
Qualidade de vida
SBM em ação
SBM na mídia
Tratamento

Câncer de mama masculino: realidade que pode ser combatida com prevenção
Última atualização em 20 de Março de 2013.
Autor:
SBM - Sociedade Brasileira de Mastologia

O câncer de mama como se sabe é uma doença que atinge, principalmente, mulheres, porém contrariando o que muitos pensam a mesma também acomete os homens. "As glândulas mamárias estão presentes tanto em pessoas do s**o feminino quanto masculino (em menor quantidade), por tanto, estas últimas também estão propícias a apresentar e desenvolver o câncer de mama, só que em menor proporção", explica o presidente da Sociedade Brasileira de Mastologia, Dr. Carlos Alberto Ruiz.

Para se ter uma ideia, em cada 100 casos em mulheres existe pelo ao menos um homem com o diagnóstico da doença, que neste caso é um tipo de câncer não muito frequente e vem sendo cada vez mais estudado, diz Ruiz. Estudos mostram que a média de idade dos homens que apresentam a doença varia de 50 a 70 anos. Na maioria dos casos a detecção é feita em estádio avançado, o que pode dificultar o tratamento podendo haver metástase. "O principal motivo dessa demora no diagnóstico é o preconceito. Pelo fato do câncer de mama ter as mulheres como alvo, na maioria das vezes, há falta de conscientização sobre a importância dos exames de rotina. Entre as principais causas da doença nos homens, estão as alterações genéticas e hormonais, alimentação rica em gorduras, excesso de álcool ingerido, além do uso de anabolizantes ou de hormônios", esclarece o presidente da SBM.

Segundo Ruiz, a melhor maneira de combater a mesma é a informação orientando os homens quanto a possibilidade deles também apresentarem o processo. Quando existe a queixa de um nódulo a forma de diagnóstico utilizado para detectar o câncer de mama masculino é feito através do histórico do paciente e de exames como mamografia, ultrassonografia e biópsia do tumor. O tratamento dependerá do estádio do tumor, podendo ser feito através de cirurgia, radioterapia ou quimioterapia.

O médico ressalta, ainda, a importância do autoexame independente do s**o. "Observando qualquer irregularidade, deve-se procurar o auxílio de um especialista. Além disso, a prática de exercícios físicos juntamente a uma alimentação balanceada são os maiores aliados na prevenção dessa doença", afirma."

26/03/2013

Amigos li e estou repassando para vocês.Todos nós devemos em algum momento saber como fazer,e como fazem,para que o diagnóstico fique cada vez mais FIDEDIGNO:
"Atenção: a fixação do material é importantíssima!
A fixação é o processo que impede que os tecidos deteriorem (autólise), pode ser obtida através do formol (para biópsias e peças cirúrgicas) e álcool ou acetona (para citopatologia). No caso das amostras citopatológicas, as lâminas ou líquidos devem ser colocados em álcool, acetona ou spray apropriado, o que garante conservação do material a temperatura ambiente por diversos dias. No caso das biópsias e peças cirúrgicas a fixação ideal é obtida colocando o material em solução de formol tamponado ou formol-salina a 10% por 24-48 horas. Uma fixação mais prolongada pode diminuir a imuno-reatividade do material e até causar resultado falso-negativo. A demora em colocar o tecido no formol ou a fixação de fragmentos muito grandes (maiores que 1 cm) também pode ter o mesmo efeito, além de prejudicar a histopatologia devido à autólise. A utilização de solução de formol a 10% tamponado ou formol salina melhora a imuno-reatividade do material. Fórmula de formol salina a 10%: 100 ml de formaldeído (formol comercial puro 37-40%) + 900 ml de solução fisiológica 0,9% (soro fisiológico)."
A DICA ESTÁ DADA,FIQUEM ATENTOS....

01/02/2012

Nota a população sobre as próteses mamárias francesas da marca PIP
Existem cerca de 300-400.000 pacientes em todo o mundo com este tipo de prótese, em mais de 65 países, a maioria delas implantadas em procedimentos estéticos.
A proposta inicial destas próteses era interessante, pois eram as únicas próteses assimétricas do mercado. Ou seja, a prótese para a mama direita era diferente da prótese para a mama esquerda, e a sua parede posterior era mais côncava. No início, os custos eram muito parecidos com as marcas tradicionais do mercado. A forma da prótese se enquadrava para a indicação em até 20% das mamas reconstruídas e para pacientes de cirurgia estética que desejassem mamas com maio projeção do pólo inferior. Era mais uma alternativa às existentes no mercado, mas não a única. Por isso o seu uso não foi tão difundido na reconstrução mamária ou mesmo na estética no Brasil. É possível que na fase inicial, ou seja entre 2003 e 2004, as próteses eram de fato de qualidade semelhante às existentes no mercado, não adulteradas, até porque foram aprovadas para uso na União Européia e aqui pela ANVISA.
O problema das próteses PIP veio a tona devido ao aparecimento de um linfoma anaplásico de grandes células (um subtipo raro e agressivo de linfoma) em uma paciente na França e de um índice de ruptura neste tipo de prótese muito superior ao encontrado com as outras próteses existentes no mercado (cerca de 7 vezes maior). Estes fatos levaram a uma investigação sobre o material que estava sendo empregado na sua fabricação. A relação de causa e efeito com o linfoma ou com outros tipos de câncer é difícil de ser comprovada, até porque são raros os casos na literatura.
Existem suspeitas de que alguns produtos não aprovados para uso em seres humanos possam estar na composição destas próteses. Estes produtos, utilizados na produção industrial de borracha e de óleo, não foram testados e é possível que eles possam estar, de alguma forma, associados aos problemas relatados com as próteses PIP.
O silicone, seja o industrial ou o de uso médico, é um elastômero, e a sua viscosidade depende da sua massa molecular. As próteses atuais são de gel mais coesivo, o que permite que mantenham sua forma. São, portanto, levemente mais rígidas. Não existe relação entre o silicone e doenças neurológicas, do colágeno, ou a associação com câncer. O silicone está na composição de diversos produtos da área médica, inclusive catéteres de quimioterapia, sem que nenhum problema relevante até hoje relatado em relação ao surgimento de doenças.
Em um estudo amplo com mais de 10.000 mulheres, publicado em 2002, encontrou-se cerca de 26% de ruptura em 4 anos, 47% de ruptura em 10 anos e 69% em 18 anos. Na prática, com a geração atual de próteses, estes índices possivelmente sejam menores. O silicone extravasado pode ir para os linfonodos axilares e para o fígado, mas isto não é freqüente. Pode ser confundido com tumores na mama, ou até dificultar o diagnóstico de um câncer de mama, mas ele por si só, não traz conseqüências sistêmicas para o organismo da paciente. Exames de imagem conseguem separar muito bem o que é silicone, do que pode ser tumor, ou uma lesão suspeita, sobretudo a ressonância magnética da mama.
Existem 3 gerações de próteses de silicone, desde 1962. Basicamente elas evoluíram de um silicone de baixa coesividade, para moderada e atualmente são de alta coesividade. Na primeira fase, o envelope externo era liso, atualmente ele é texturizado, ou seja, a superfície é rugosa e isto tem como objetivo reduzir a contratura capsular, que é a reação que o organismo faz ao corpo estranho (termo técnico é reação de corpo estranho). A cápsula serve para isolar a prótese do resto do corpo. Espera-se que esta reação seja leve. Nos casos de reação moderada ou severa, é necessário intervenção cirúrgica para a correção ou retirada da cápsula, e nos casos extremos, retirada definitiva da prótese. A ruptura, mesmo que mínima, implica na troca da prótese.
A sensibilidade da ressonância magnética de mama para detectar rupturas sub-clínicas (cuja conseqüência clínica para a paciente é desconhecida e pode ser que não traga prejuízo maior) é de 95%, bem superior à sensibilidade da ultra-sonografia, que é em torno de 60%. A recomendação do FDA para as pacientes com próteses de silicone é para que façam ressonância magnética de mama a cada 2 anos a partir de 3 anos da cirurgia para colocação prótese. Não existe consenso para as trocas de próteses mamárias. Na prática elas são trocadas no caso de resultados estéticos insatisfatórios, contratura capsular, ou de rupturas. E a ruptura não é uma cirurgia de urgência, pois as conseqüências do silicone extravasado pioram ao longo do tempo, mas ao longo de meses, não horas, dias ou semanas.
Com base nestes fatos, Sociedade Brasileira de Mastologia recomenda que todas as pacientes portadoras de próteses de silicone da marca PIP de caráter reparador ou estético sejam convocadas para uma avaliação médica pelo cirurgião responsável e que sejam submetidas a uma ressonância magnética das mamas para avaliar a integridade das próteses e, dentro de critérios clínicos adequados e individualizados, as pacientes possam trocar estas próteses em caráter eletivo.
As próteses atuais apresentam um risco de ruptura de aproximadamente 15% em 10 anos.
Fique por dentro das novidades
Esteja sempre informado sobre avanços cientí-
ficos, pesquisa recentes, eventos, e muito mais.

Perguntas e respostas frequentes
Digite a sua dúvida abaixo:
Meu filho tem 15 anos e apresenta aumento do volume das mamas. Este problema o incomoda muito e gostaria de saber o que fazer.A avó do meu noivo tem 70 anos e notou um sangramento através do bico de uma de suas mamas sem dor e ardência. Gostaria de saber o que poderia ser.Tenho 30 anos e há cerca de 2 meses sinto dores nos seios, logo abaixo dos mamilos...Minha mãe foi submetida a uma mastectomia há 3 anos e até a presente data, sente muitas dores na cicatriz...Veja mais
Especialistas recomendados
Indicações de profissionais reconhecidos pela Sociedade Brasileira de Mastologista.
Inicial:Estado:

Endereço

Rua Voluntários Da Pátria 190
Laranjeiras, RJ
22270010

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Breast in one day & Clínica de mama do RJ posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com A Prática

Envie uma mensagem para Breast in one day & Clínica de mama do RJ:

Compartilhar

Share on Facebook Share on Twitter Share on LinkedIn
Share on Pinterest Share on Reddit Share via Email
Share on WhatsApp Share on Instagram Share on Telegram