18/03/2026
O melhor processo é aquele que devolve autonomia.
Depois de alguns anos sem abrir turma, voltei a conduzir uma iniciação em Reiki Tibetano.
Diferente do Reiki mais difundido, ele é transmitido de forma mais reservada, com foco na prática, na técnica e na experiência direta.
Eu costumo brincar que é quase um “Reiki in natura”.
Mas, no fim, o que mais importa não é a sessão.
É o que a pessoa faz com aquilo depois.
Porque sustentar a própria energia também se aprende.
E aí o processo começa de verdade.