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AmoFarma “Fazendo Diferença A Cada Dose.” ©AmoFarma

AmoFarma deseja um feliz março mulher."Para todas as mulheres incríveis deste mundo: que sejam lembradas não apenas hoje...
08/03/2026

AmoFarma deseja um feliz março mulher.

"Para todas as mulheres incríveis deste mundo: que sejam lembradas não apenas hoje, mas todos os dias, pelo poder, graça e sabedoria que trazem ao mundo. Celebremos sua força, sua resiliência e sua beleza única.

Feliz Dia da Mulher !🌹🌺



𝟏ª 𝐂𝐎𝐍𝐅𝐄𝐑Ê𝐍𝐂𝐈𝐀 𝐄𝐒𝐏𝐄𝐂𝐈𝐀𝐋 – 𝐌𝐀𝐑Ç𝐎 𝐌𝐔𝐋𝐇𝐄𝐑Tema: Liderança, Empreendedorismo, Desenvolvimento Pessoal e Profissional  Convida...
03/03/2026

𝟏ª 𝐂𝐎𝐍𝐅𝐄𝐑Ê𝐍𝐂𝐈𝐀 𝐄𝐒𝐏𝐄𝐂𝐈𝐀𝐋 – 𝐌𝐀𝐑Ç𝐎 𝐌𝐔𝐋𝐇𝐄𝐑

Tema: Liderança, Empreendedorismo, Desenvolvimento Pessoal e Profissional

Convidada Especial: Ester Ludy

- 𝙁𝙪𝙣𝙙𝙖𝙙𝙤𝙧𝙖 𝙚 𝙋𝙧𝙚𝙨𝙞𝙙𝙚𝙣𝙩𝙚 𝙙𝙖 𝙇𝙞𝙜𝙖 𝘼𝙘𝙖𝙙ê𝙢𝙞𝙘𝙖 𝙙𝙚 𝙃𝙚𝙢𝙖𝙩𝙤𝙡𝙤𝙜𝙞𝙖 𝙚 𝙃𝙚𝙢𝙤𝙩𝙚𝙧𝙖𝙥𝙞𝙖 𝙙𝙤 𝙄𝘾𝙄𝙎𝘼-𝙐𝘼𝙉
- 𝙈𝙚𝙣𝙩𝙤𝙧𝙖 𝙙𝙤 𝙋𝙧𝙤𝙟𝙚𝙘𝙩𝙤 𝙀𝙭𝙘𝙚𝙡ê𝙣𝙘𝙞𝙖 𝙇𝙖𝙗𝙤𝙧𝙖𝙡
- 𝙏é𝙘𝙣𝙞𝙘𝙖 𝙎𝙪𝙥𝙚𝙧𝙞𝙤𝙧 𝙙𝙚 𝘼𝙣á𝙡𝙞𝙨𝙚𝙨 𝘾𝙡í𝙣𝙞𝙘𝙖𝙨 𝙚 𝙎𝙖ú𝙙𝙚 𝙋ú𝙗𝙡𝙞𝙘𝙖
- 𝙏é𝙘𝙣𝙞𝙘𝙖 𝙙𝙤 𝙇𝙖𝙗𝙤𝙧𝙖𝙩ó𝙧𝙞𝙤 𝙙𝙖 𝘾𝙡í𝙣𝙞𝙘𝙖 𝙇𝙪𝙖𝙣𝙙𝙖 𝙈𝙚𝙙𝙞𝙘𝙖𝙡 𝘾𝙚𝙣𝙩𝙚𝙧.

Será um momento de partilha, inspiração e crescimento, celebrando a força e o protagonismo feminino

🎟 Acesso: 5.000 KZ (com direito a coffee break)
📅 Data: 28 de Março
⏰Hora: 9h às 15h
📍 Local: Auditório do Hospital Divina Providência
📞 Contactos: 925 799 583 | 937 687 023 | 953 281 606
Grupo WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/B757hy9ARMD3PVkrikisZr
📲 Facebook: Academia BioSabedoria

🔔 Garanta já a sua vaga e venha fazer parte desta experiência transformadora!

💜 𝐌𝐚𝐫ç𝐨 𝐋𝐢𝐥á𝐬💜O mês reforça a importância dos exames preventivos no combate ao câncer de colo do útero — uma doença que,...
01/03/2026

💜 𝐌𝐚𝐫ç𝐨 𝐋𝐢𝐥á𝐬💜

O mês reforça a importância dos exames preventivos no combate ao câncer de colo do útero — uma doença que, quando detectada precocemente, tem grandes chances de cura.

Na AmoFarma, acreditamos que informação e cuidado caminham juntos. Por isso, deixamos um lembrete essencial:

- Faça seu exame preventivo regularmente.
- Mantenha suas consultas em dia.
- Cuide da sua saúde hoje para viver com mais tranquilidade amanhã.

𝙲𝚞𝚒𝚍𝚊𝚛 𝚍𝚎 𝚟𝚘𝚌ê é 𝚘 𝚙𝚛𝚒𝚖𝚎𝚒𝚛𝚘 𝚙𝚊𝚜𝚜𝚘 𝚙𝚊𝚛𝚊 𝚌𝚞𝚒𝚍𝚊𝚛 𝚍𝚎 𝚚𝚞𝚎𝚖 𝚟𝚘𝚌ê 𝚊𝚖𝚊.

💜 Cuide de VOCÊ.

1° Conferência Especial Março Mulher ---------------------------------------------60 oportunidades para os 60 primeiros ...
23/02/2026

1° Conferência Especial Março Mulher
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60 oportunidades para os 60 primeiros inscritos;

✔️25 Ecografias ( Abdominais, Obstétricas ou pélvicas)
✔️ 5 Radiografias || RX
✔️ 2 Consultas de Dermatologia
✔️ 2 Consultas de Ginecologia e Obstetrícia

✔️ 3 Formações de Atendimento ao público
✔️2 Cursos de Operador de Caixa
✔️ Curso de Higiene, Saúde e Segurança no trabalho
✔️ 3 Cursos de Oratória
✔️ 3 Cursos de Secretariado Executivo Informatizado
✔️ 9 Formações de 1° Socorros e suporte Básico de Vida
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28 de Março, das 9 às 15 horas

Local: Auditório do Hospital Divina providência

Inscrições via WhatsApp

IBAN:0006000030640146 30188

Titular: Júlio Francisco Bambi
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Envie o comprovativo para os seguintes Números:

+244 925799583 ( Principal).
+244 937687023 (Alternativo).
+244 953281606 (Alternativo).

𝐄𝐟𝐢𝐜á𝐜𝐢𝐚 𝐯𝐞𝐫𝐬𝐮𝐬 𝐭𝐨𝐱𝐢𝐜𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞: 𝐝𝐞𝐬𝐚𝐟𝐢𝐨𝐬 𝐜𝐨𝐧𝐭𝐞𝐦𝐩𝐨𝐫â𝐧𝐞𝐨𝐬 𝐧𝐨 𝐭𝐫𝐚𝐭𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨 𝐝𝐞 𝐥𝐞𝐮𝐜𝐞𝐦𝐢𝐚𝐬 𝐞 𝐥𝐢𝐧𝐟𝐨𝐦𝐚𝐬Os tratamentos atuais para leuc...
23/02/2026

𝐄𝐟𝐢𝐜á𝐜𝐢𝐚 𝐯𝐞𝐫𝐬𝐮𝐬 𝐭𝐨𝐱𝐢𝐜𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞: 𝐝𝐞𝐬𝐚𝐟𝐢𝐨𝐬 𝐜𝐨𝐧𝐭𝐞𝐦𝐩𝐨𝐫â𝐧𝐞𝐨𝐬 𝐧𝐨 𝐭𝐫𝐚𝐭𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨 𝐝𝐞 𝐥𝐞𝐮𝐜𝐞𝐦𝐢𝐚𝐬 𝐞 𝐥𝐢𝐧𝐟𝐨𝐦𝐚𝐬

Os tratamentos atuais para leucemias e linfomas combinam quimioterapia, terapias‑alvo e imunoterapias, atuando de forma seletiva sobre células tumorais e processos moleculares específicos.

𝐏𝐫𝐢𝐧𝐜𝐢𝐩𝐚𝐢𝐬 𝐦𝐞𝐜𝐚𝐧𝐢𝐬𝐦𝐨𝐬 𝐝𝐞 𝐚çã𝐨:

- Quimioterapia citotóxica: interfere na divisão celular e induz morte das células malignas.
- Inibidores de tirosina quinase (TKIs): bloqueiam sinalizações oncogénicas, como o BCR‑ABL na leucemia mieloide crônica, controlando a proliferação celular.
- Inibidores de BTK e BCL‑2: promovem apoptose seletiva em leucemia linfocítica crônica, reduzindo a sobrevivência das células tumorais.
- Anticorpos monoclonais e imunoterapias: direcionados a antígenos como CD19, CD20 e CD30, estimulam a resposta imune contra células malignas.
- Terapias celulares (CAR‑T): linfócitos T modificados geneticamente reconhecem e eliminam células leucêmicas ou linfomatosas de forma específica.

𝐑𝐀𝐌𝐬 𝐡𝐞𝐦𝐚𝐭𝐨𝐥ó𝐠𝐢𝐜𝐚𝐬 𝐪𝐮𝐞 𝐞𝐱𝐢𝐠𝐞𝐦 𝐯𝐢𝐠𝐢𝐥â𝐧𝐜𝐢𝐚:

- Citopenias (anemia, neutropenia, trombocitopenia): aumentam risco de infecções, sangramentos e anemia; requerem monitorização laboratorial e suporte clínico.
- Síndrome de lise tumoral: complicação metabólica grave após morte rápida de células tumorais, com risco de hiperuricemia, hipercaliemia e insuficiência renal; exige vigilância contínua.
- Neutropenia e trombocitopenia graves: podem necessitar ajuste de doses, transfusões e acompanhamento especializado.

Essas terapias representam uma mudança de paradigma, proporcionando maior eficácia e seletividade contra células malignas, enquanto as RAMs hematológicas são previsíveis e gerenciáveis com monitorização adequada, garantindo benefício terapêutico com segurança.

ℹ -𝐑𝐞𝐟𝐞𝐫ê𝐧𝐜𝐢𝐚 𝐀𝐜𝐚𝐝ê𝐦𝐢𝐜𝐚:

• Terapias-alvo e imunoterapia em leucemias e linfomas
https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/41090103/

• Tratamentos em leucemia: mecanismos terapêuticos
https://abre.ai/onclogy

• Efeitos adversos hematológicos e manejo
https://abre.ai/onclogy-msd


𝐋𝐞𝐯𝐨𝐝𝐨𝐩𝐚 𝐩𝐞𝐫𝐝𝐞 𝐞𝐟𝐢𝐜á𝐜𝐢𝐚 𝐚𝐨 𝐥𝐨𝐧𝐠𝐨 𝐝𝐨 𝐭𝐞𝐦𝐩𝐨 𝐧𝐨 𝐏𝐚𝐫𝐤𝐢𝐧𝐬𝐨𝐧?Um mito comum no Parkinson é que a levodopa deixa de funcionar co...
20/02/2026

𝐋𝐞𝐯𝐨𝐝𝐨𝐩𝐚 𝐩𝐞𝐫𝐝𝐞 𝐞𝐟𝐢𝐜á𝐜𝐢𝐚 𝐚𝐨 𝐥𝐨𝐧𝐠𝐨 𝐝𝐨 𝐭𝐞𝐦𝐩𝐨 𝐧𝐨 𝐏𝐚𝐫𝐤𝐢𝐧𝐬𝐨𝐧?

Um mito comum no Parkinson é que a levodopa deixa de funcionar com o tempo. Evidência científica mostra que o fármaco mantém sua eficácia, e que o que muda é a progressão da doença e alterações cerebrais.

Estudos longitudinais demonstram que a resposta motora à levodopa persiste mesmo em fases avançadas, e que flutuações motoras e sintomas “OFF” refletem mudanças no cérebro e na disponibilidade de dopamina, não perda intrínseca do medicamento.

A literatura reforça que a levodopa continua sendo eficaz ao longo da história natural da doença, e ajustes de dose, formulações de liberação contínua ou terapias complementares servem apenas para otimizar o efeito diante da evolução clínica.

ℹ -𝐑𝐞𝐟𝐞𝐫ê𝐧𝐜𝐢𝐚 𝐀𝐜𝐚𝐝ê𝐦𝐢𝐜𝐚:

• Resposta de longo prazo à levodopa no Parkinson
https://www.mdsabstracts.org/abstract/long-term-response-to-l-dopa-in-parkinson-disease/

• Natural history e LDR em Parkinson
https://academic.oup.com/brain/article/143/8/2490/5867803

• Levodoa oral e progressão da doença
https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/33538517/


𝐌𝐞𝐜𝐚𝐧𝐢𝐬𝐦𝐨𝐬 𝐝𝐨𝐬 𝐩𝐫𝐢𝐧𝐜𝐢𝐩𝐚𝐢𝐬 𝐟á𝐫𝐦𝐚𝐜𝐨𝐬 𝐮𝐭𝐢𝐥𝐢𝐳𝐚𝐝𝐨𝐬 𝐧𝐨 𝐏𝐚𝐫𝐤𝐢𝐧𝐬𝐨𝐧𝐢𝐬𝐦𝐨.Os medicamentos usados no Parkinsonismo atuam sobre o sis...
18/02/2026

𝐌𝐞𝐜𝐚𝐧𝐢𝐬𝐦𝐨𝐬 𝐝𝐨𝐬 𝐩𝐫𝐢𝐧𝐜𝐢𝐩𝐚𝐢𝐬 𝐟á𝐫𝐦𝐚𝐜𝐨𝐬 𝐮𝐭𝐢𝐥𝐢𝐳𝐚𝐝𝐨𝐬 𝐧𝐨 𝐏𝐚𝐫𝐤𝐢𝐧𝐬𝐨𝐧𝐢𝐬𝐦𝐨.

Os medicamentos usados no Parkinsonismo atuam sobre o sistema dopaminérgico ou neurotransmissores relacionados, corrigindo o déficit de dopamina e melhorando sintomas motores.

𝐋𝐞𝐯𝐨𝐝𝐨𝐩𝐚 + 𝐢𝐧𝐢𝐛𝐢𝐝𝐨𝐫𝐞𝐬 𝐩𝐞𝐫𝐢𝐟é𝐫𝐢𝐜𝐨𝐬 (𝐜𝐚𝐫𝐛𝐢𝐝𝐨𝐩𝐚/𝐛𝐞𝐧𝐬𝐞𝐫𝐚𝐳𝐢𝐝𝐚)
Precursor da dopamina que atravessa a barreira hematoencefálica, convertido em dopamina centralmente. Inibidores periféricos evitam conversão precoce, aumentando efeito central e reduzindo efeitos gastrointestinais.

𝐀𝐠𝐨𝐧𝐢𝐬𝐭𝐚𝐬 𝐝𝐨𝐩𝐚𝐦𝐢𝐧é𝐫𝐠𝐢𝐜𝐨𝐬 (𝐩𝐫𝐚𝐦𝐢𝐩𝐞𝐱𝐨𝐥, 𝐫𝐨𝐩𝐢𝐧𝐢𝐫𝐨𝐥, 𝐫𝐨𝐭𝐢𝐠𝐨𝐭𝐢𝐧𝐚)
Estimulam diretamente receptores dopaminérgicos D2/D3, mimetizando a dopamina e melhorando rigidez, bradicinesia e tremor.

𝐈𝐧𝐢𝐛𝐢𝐝𝐨𝐫𝐞𝐬 𝐝𝐞 𝐌𝐀𝐎-𝐁 (𝐬𝐞𝐥𝐞𝐠𝐢𝐥𝐢𝐧𝐚, 𝐫𝐚𝐬𝐚𝐠𝐢𝐥𝐢𝐧𝐚)
Reduzem a degradação da dopamina no cérebro, aumentando sua disponibilidade e prolongando o efeito terapêutico.

𝐈𝐧𝐢𝐛𝐢𝐝𝐨𝐫𝐞𝐬 𝐝𝐞 𝐂𝐎𝐌𝐓 (𝐞𝐧𝐭𝐚𝐜𝐚𝐩𝐨𝐧𝐚, 𝐭𝐨𝐥𝐜𝐚𝐩𝐨𝐧𝐚)
Bloqueiam a degradação periférica da levodopa, prolongando seu efeito e reduzindo flutuações motoras.

𝐀𝐦𝐚𝐧𝐭𝐚𝐝𝐢𝐧𝐚
Aumenta a liberação de dopamina e bloqueia receptores NMDA glutamatérgicos, melhorando rigidez e discinesias associadas à levodopa.

𝐀𝐧𝐭𝐢𝐜𝐨𝐥𝐢𝐧é𝐫𝐠𝐢𝐜𝐨𝐬 (𝐛𝐢𝐩𝐞𝐫𝐢𝐝𝐞𝐧𝐨)
Bloqueiam receptores muscarínicos, restaurando o equilíbrio dopamina-acetilcolina e reduzindo tremor, especialmente em fases iniciais.

Esses mecanismos complementares permitem controlar sintomas motores e melhorar a qualidade de vida, ajustando a escolha conforme idade, gravidade da doença e tolerabilidade do paciente.

ℹ -𝐑𝐞𝐟𝐞𝐫ê𝐧𝐜𝐢𝐚 𝐀𝐜𝐚𝐝ê𝐦𝐢𝐜𝐚:

• NCBI — Pharmacologic treatment of Parkinson’s disease
https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/32279709/

• MDPI — Dopaminergic therapies and mechanisms in Parkinson’s
https://www.mdpi.com/1422-0067/26/24/11996

• MSD Manual — Amantadine and dopamine agonists in PD
https://www.msdmanuals.com/pt/profissional/dist%C3%BArbios-neurol%C3%B3gicos/transtornos-de-movimento-e-cerebelares/doen%C3%A7a-de-parkinson


𝐃𝐨𝐞𝐧ç𝐚 𝐝𝐞 𝐏𝐚𝐫𝐤𝐢𝐧𝐬𝐨𝐧: 𝐨 𝐪𝐮𝐞 é, 𝐩𝐨𝐫 𝐪𝐮𝐞 𝐚𝐜𝐨𝐧𝐭𝐞𝐜𝐞 𝐞 𝐪𝐮𝐚𝐢𝐬 𝐬ã𝐨 𝐚𝐬 𝐩𝐫𝐢𝐧𝐜𝐢𝐩𝐚𝐢𝐬 𝐭𝐞𝐫𝐚𝐩𝐢𝐚𝐬?A Doença de Parkinson (DP) é uma doenç...
16/02/2026

𝐃𝐨𝐞𝐧ç𝐚 𝐝𝐞 𝐏𝐚𝐫𝐤𝐢𝐧𝐬𝐨𝐧: 𝐨 𝐪𝐮𝐞 é, 𝐩𝐨𝐫 𝐪𝐮𝐞 𝐚𝐜𝐨𝐧𝐭𝐞𝐜𝐞 𝐞 𝐪𝐮𝐚𝐢𝐬 𝐬ã𝐨 𝐚𝐬 𝐩𝐫𝐢𝐧𝐜𝐢𝐩𝐚𝐢𝐬 𝐭𝐞𝐫𝐚𝐩𝐢𝐚𝐬?

A Doença de Parkinson (DP) é uma doença neurodegenerativa crônica, causada pela perda progressiva de neurónios dopaminérgicos na substância negra do cérebro. Isso leva aos sintomas motores clássicos — tremor de repouso, bradicinesia, rigidez e instabilidade postural — e a sintomas não-motores, como alterações cognitivas, do sono e autonômicas.

A doença tem origem multifatorial, envolvendo predisposição genética, fatores ambientais e acúmulo de alfa-sinucleína, que contribuem para a morte neuronal.

𝐎 𝐭𝐫𝐚𝐭𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨 é 𝐢𝐧𝐝𝐢𝐯𝐢𝐝𝐮𝐚𝐥𝐢𝐳𝐚𝐝𝐨 𝐞 𝐢𝐧𝐜𝐥𝐮𝐢:

- Levodopa + inibidor periférico — melhora os sintomas motores e é a terapia de primeira linha.
- Agonistas dopaminérgicos — pramipexol e ropinirol, usados isoladamente ou combinados à levodopa.
- Inibidores de MAO-B e COMT — prolongam o efeito da dopamina endógena ou da levodopa.
- Terapias não-farmacológicas — fisioterapia, terapia ocupacional e treino de marcha.
- Estimulação cerebral profunda — indicada em casos refratários a terapias farmacológicas.

O objectivo é melhorar a função motora, reduzir complicações e preservar qualidade de vida, ajustando o tratamento à idade, gravidade e tolerabilidade do paciente.

ℹ -𝐑𝐞𝐟𝐞𝐫ê𝐧𝐜𝐢𝐚 𝐀𝐜𝐚𝐝ê𝐦𝐢𝐜𝐚:

• Revisão sobre DP — patologia, sintomas e tratamento
https://periodicos.ufms.br/index.php/pecibes/article/view/14840

• Terapias farmacológicas em DP — Acta Médica Portuguesa
https://www.actamedicaportuguesa.com/revista/index.php/amp/article/download/11978/5774

• Mecanismos neurobiológicos da DP — Nature
https://www.nature.com/articles/s41531-022-00347-2


𝐐𝐮𝐞𝐦 𝐝𝐞𝐯𝐞 𝐫𝐞𝐜𝐞𝐛𝐞𝐫 𝐢𝐦𝐮𝐧𝐨𝐬𝐬𝐮𝐩𝐫𝐞𝐬𝐬𝐨𝐫𝐞𝐬 𝐧𝐨 𝐋ú𝐩𝐮𝐬 𝐄𝐫𝐢𝐭𝐞𝐦𝐚𝐭𝐨𝐬𝐨 𝐒𝐢𝐬𝐭é𝐦𝐢𝐜𝐨?Os imunossupressores são medicamentos que modulam ou ...
13/02/2026

𝐐𝐮𝐞𝐦 𝐝𝐞𝐯𝐞 𝐫𝐞𝐜𝐞𝐛𝐞𝐫 𝐢𝐦𝐮𝐧𝐨𝐬𝐬𝐮𝐩𝐫𝐞𝐬𝐬𝐨𝐫𝐞𝐬 𝐧𝐨 𝐋ú𝐩𝐮𝐬 𝐄𝐫𝐢𝐭𝐞𝐦𝐚𝐭𝐨𝐬𝐨 𝐒𝐢𝐬𝐭é𝐦𝐢𝐜𝐨?

Os imunossupressores são medicamentos que modulam ou suprimem partes específicas do sistema imune para controlar a atividade inflamatória no Lúpus Eritematoso Sistémico (LES), prevenir dano orgânico e reduzir a necessidade de corticosteroides. Eles não destroem o sistema imune, mas equilibram sua função para tratar a doença.

As principais diretrizes internacionais, como EULAR e ACR, indicam imunossupressores quando há:

- Doença moderada a grave, com múltiplos órgãos comprometidos ou risco de dano permanente.
- Atividade persistente apesar de hidroxicloroquina e doses apropriadas de corticosteroides.
- Ameaça a órgãos vitais, como rins, SNC ou hematopoiese, que exige intervenção precoce para preservação de função.
- Lúpus nefrítico ativo, geralmente tratado com mycophenolate mofetil, cyclophosphamide ou agentes biológicos em casos refratários.

Agentes comuns incluem methotrexate, azathioprine, mycophenolate mofetil, ajustados conforme atividade da doença, tolerabilidade e perfil de risco do paciente. A decisão terapêutica deve sempre buscar remissão ou baixa atividade persistente, prevenindo dano orgânico cumulativo.

Esses critérios reforçam que o uso de imunossupressores no LES é baseado em evidência clínica, individualizado e monitorado, equilibrando eficácia e segurança.

ℹ -𝐑𝐞𝐟𝐞𝐫ê𝐧𝐜𝐢𝐚 𝐀𝐜𝐚𝐝ê𝐦𝐢𝐜𝐚:

• EULAR 2023 — Management of systemic lupus erythematosus
https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/37827694/

• ACR 2019 — Guidelines for immunosuppressive therapy in SLE
https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/30926722/


𝐒𝐮𝐬𝐩𝐞𝐧𝐬ã𝐨 𝐢𝐧𝐝𝐞𝐯𝐢𝐝𝐚 𝐝𝐚 𝐡𝐢𝐝𝐫𝐨𝐱𝐢𝐜𝐥𝐨𝐫𝐨𝐪𝐮𝐢𝐧𝐚 𝐧𝐨 𝐋𝐄𝐒 𝐭𝐫𝐢𝐩𝐥𝐢𝐜𝐚 𝐫𝐢𝐬𝐜𝐨 𝐝𝐞 𝐫𝐞𝐚𝐭𝐢𝐯𝐚çã𝐨 𝐢𝐧𝐟𝐥𝐚𝐦𝐚𝐭ó𝐫𝐢𝐚, 𝐚𝐩𝐨𝐧𝐭𝐚 𝐞𝐬𝐭𝐮𝐝𝐨.A retirada ou re...
11/02/2026

𝐒𝐮𝐬𝐩𝐞𝐧𝐬ã𝐨 𝐢𝐧𝐝𝐞𝐯𝐢𝐝𝐚 𝐝𝐚 𝐡𝐢𝐝𝐫𝐨𝐱𝐢𝐜𝐥𝐨𝐫𝐨𝐪𝐮𝐢𝐧𝐚 𝐧𝐨 𝐋𝐄𝐒 𝐭𝐫𝐢𝐩𝐥𝐢𝐜𝐚 𝐫𝐢𝐬𝐜𝐨 𝐝𝐞 𝐫𝐞𝐚𝐭𝐢𝐯𝐚çã𝐨 𝐢𝐧𝐟𝐥𝐚𝐦𝐚𝐭ó𝐫𝐢𝐚, 𝐚𝐩𝐨𝐧𝐭𝐚 𝐞𝐬𝐭𝐮𝐝𝐨.

A retirada ou redução indevida de fármacos essenciais no Lúpus Eritematoso Sistémico (LES), especialmente hidroxicloroquina (HCQ), está associada a um maior risco de reativação inflamatória (flare) da doença. Estudos clínicos mostram que pacientes com LES em remissão que descontinuaram HCQ tiveram risco significativamente maior de flares comparado àqueles que mantiveram o tratamento.

Num estudo caso‑controle, a suspensão de HCQ/CQ em pacientes em remissão por pelo menos um ano foi associada a aproximadamente 3 vezes mais flares durante o seguimento de 36 meses.

Dados de coortes maiores mostram que a redução ou interrupção da HCQ aumenta consistentemente o risco de atividade da doença, com pacientes que descontinuaram apresentando maior incidência de flares em comparação com manutenção contínua do fármaco.

Esses achados evidenciam que a HCQ exerce um papel estabilizador na atividade do LES, e que a sua retirada, mesmo em remissão clínica, deve ser considerada com extrema cautela e, se necessária por razões como toxicidade, deve ser acompanhada de monitorização rigorosa para sinais de reativação inflamatória.

ℹ -𝐑𝐞𝐟𝐞𝐫ê𝐧𝐜𝐢𝐚 𝐀𝐜𝐚𝐝ê𝐦𝐢𝐜𝐚:

• Risk of flare after HCQ/CQ withdrawal in SLE remission — estudo observacional caso‑controle.
https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/38964624/

• Flares after HCQ reduction or discontinuation (SLICC cohort) — risco aumentado de reativação da doença.
https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/34911705/


𝐇𝐢𝐝𝐫𝐨𝐱𝐢𝐜𝐥𝐨𝐫𝐨𝐪𝐮𝐢𝐧𝐚 𝐜𝐚𝐮𝐬𝐚 𝐓𝐨𝐱𝐢𝐜𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞 𝐑𝐞𝐭𝐢𝐧𝐢𝐚𝐧𝐚 𝐚 𝐥𝐨𝐧𝐠𝐨 𝐩𝐫𝐚𝐳𝐨.A hidroxicloroquina (HCQ) é usada no tratamento do Lúpus Erit...
09/02/2026

𝐇𝐢𝐝𝐫𝐨𝐱𝐢𝐜𝐥𝐨𝐫𝐨𝐪𝐮𝐢𝐧𝐚 𝐜𝐚𝐮𝐬𝐚 𝐓𝐨𝐱𝐢𝐜𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞 𝐑𝐞𝐭𝐢𝐧𝐢𝐚𝐧𝐚 𝐚 𝐥𝐨𝐧𝐠𝐨 𝐩𝐫𝐚𝐳𝐨.

A hidroxicloroquina (HCQ) é usada no tratamento do Lúpus Eritematoso Sistémico e outras doenças autoimunes. Apesar de ser geralmente bem tolerada, a RAM mais grave é a toxicidade retiniana, que pode levar a perda visual irreversível se não for detectada precocemente.

O risco aumenta com uso prolongado (>5 anos), dose cumulativa elevada (>5 mg/kg/dia), idade avançada, insuficiência renal e doenças pré-existentes da retina. Alterações retinianas podem surgir antes de sintomas visuais, sendo a tomografia de coerência óptica (OCT) um método eficaz para detecção precoce.

𝐀𝐬 𝐝𝐢𝐫𝐞𝐭𝐫𝐢𝐳𝐞𝐬 𝐫𝐞𝐜𝐨𝐦𝐞𝐧𝐝𝐚𝐦:
- Exame oftalmológico de base antes de iniciar HCQ.
- Monitorização anual da retina, a partir do quinto ano de uso ou antes se houver fatores de risco.
- Suspensão ou reavaliação do tratamento caso sinais de toxicidade sejam detectados, prevenindo perda visual permanente.

Esses dados demonstram que a monitorização oftalmológica é essencial para equilibrar benefícios terapêuticos e segurança ocular.

ℹ -𝐑𝐞𝐟𝐞𝐫ê𝐧𝐜𝐢𝐚 𝐀𝐜𝐚𝐝ê𝐦𝐢𝐜𝐚:

• Macular Society — HCQ retinopathy monitoring
https://www.macularsociety.org/diagnosis-treatment/how/hcq-retinopathy-screening/

• PubMed — Risk factors for hydroxychloroquine retinal toxicity
https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/28864645/

• IFMSA Brazil — Early retinal changes detected by OCT
https://revistas.ifmsabrazil.org/eventos/article/view/1293

• AAO — Baseline and routine eye exams recommended
https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0161642002011685
https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/15880829/

• PubMed — HCQ reduces flares and steroid use in SLE
https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/27927040/

• PMC — Renal protection in lupus nephritis
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC2898742/



𝐑𝐀𝐌𝐬 𝐝𝐨𝐬 𝐢𝐧𝐢𝐛𝐢𝐝𝐨𝐫𝐞𝐬 𝐝𝐚 𝐚𝐜𝐞𝐭𝐢𝐥𝐜𝐨𝐥𝐢𝐧𝐞𝐬𝐭𝐞𝐫𝐚𝐬𝐞 𝐞 𝐦𝐞𝐦𝐚𝐧𝐭𝐢𝐧𝐚 𝐧𝐨 𝐀𝐥𝐳𝐡𝐞𝐢𝐦𝐞𝐫.Os inibidores da acetilcolinesterase (donepezil, riv...
07/02/2026

𝐑𝐀𝐌𝐬 𝐝𝐨𝐬 𝐢𝐧𝐢𝐛𝐢𝐝𝐨𝐫𝐞𝐬 𝐝𝐚 𝐚𝐜𝐞𝐭𝐢𝐥𝐜𝐨𝐥𝐢𝐧𝐞𝐬𝐭𝐞𝐫𝐚𝐬𝐞 𝐞 𝐦𝐞𝐦𝐚𝐧𝐭𝐢𝐧𝐚 𝐧𝐨 𝐀𝐥𝐳𝐡𝐞𝐢𝐦𝐞𝐫.

Os inibidores da acetilcolinesterase (donepezil, rivastigmina, galantamina) estão associados principalmente a reações gastrointestinais, como náuseas, vômitos e diarreia, além de anorexia, dor abdominal, tontura e cefaleia, que podem comprometer a adesão ao tratamento. Há também relatos de efeitos cardiovasculares, incluindo bradicardia, síncope e prolongamento do intervalo QT, especialmente em pacientes com doenças cardíacas preexistentes.

A memantina, antagonista do receptor NMDA, apresenta um perfil diferente, com sonolência, tontura, constipação e cefaleia mais comuns, e, em casos isolados, sintomas neuropsiquiátricos ou síncope, exigindo monitorização clínica próxima.

A prática clínica recomenda iniciar sempre com a menor dose e titulação gradual. Se os efeitos adversos persistirem e comprometerem segurança ou qualidade de vida, a terapia deve ser reavaliada, ajustada ou substituída. A descontinuação abrupta dos inibidores da acetilcolinesterase pode causar piora cognitiva ou funcional, devendo ser feita com acompanhamento clínico.

Esses dados reforçam que o manejo individualizado das RAMs é essencial para maximizar os benefícios terapêuticos no Alzheimer.

ℹ -𝐑𝐞𝐟𝐞𝐫ê𝐧𝐜𝐢𝐚 𝐀𝐜𝐚𝐝ê𝐦𝐢𝐜𝐚:

• NCBI — Dementia drug adverse effects
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK536484/



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