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A terapia não é só para quem “já não aguenta mais”.É para quem quer entender-se, fortalecer-se e viver com mais equilíbr...
04/04/2026

A terapia não é só para quem “já não aguenta mais”.
É para quem quer entender-se, fortalecer-se e viver com mais equilíbrio.

Consultas de Psicologia Clínica no conforto do seu lar, com o mesmo profissionalismo, sigilo e qualidade.

A mudança começa onde você se sente mais seguro.

03/04/2026
AGT entre escândalos milionários e crise social: um retrato preocupante do Estado angolanoA Administração Geral Tributár...
03/04/2026

AGT entre escândalos milionários e crise social:

um retrato preocupante do Estado angolano
A Administração Geral Tributária (AGT), instituição responsável pela arrecadação de receitas do Estado, volta a estar no centro de polémicas que levantam sérias preocupações sobre a gestão dos recursos públicos em Angola.

Nos últimos anos, a instituição tem sido associada a alguns dos maiores escândalos financeiros do país. Um dos casos mais mediáticos envolveu alegações de desvios superiores a 100 mil milhões de kwanzas, inicialmente apresentados como um dos maiores esquemas de fraude no sistema fiscal angolano. Contudo, decisões judiciais posteriores reduziram significativamente esse valor, alimentando ainda mais dúvidas sobre a transparência e a consistência das investigações.

Novo Jornal

Mais recentemente, um novo caso veio reforçar o clima de desconfiança. Quatro indivíduos, incluindo funcionários da AGT e um despachante, foram detidos no Cunene por suspeitas de fraude fiscal e falsificação de documentos. As investigações apontam para um esquema que terá causado prejuízos iniciais de milhões de kwanzas, podendo o montante total ultrapassar 90 mil milhões de kwanzas, segundo o Serviço de Investigação Criminal.

OPaís +1
Este novo episódio não surge isolado, mas sim como parte de um padrão que tem colocado a AGT sob crescente escrutínio público. Especialistas alertam que a repetição de casos desta magnitude pode indicar fragilidades estruturais no controlo interno e na fiscalização das actividades fiscais.
Entre números milionários e a realidade social
Enquanto milhões — ou mesmo milhares de milhões — são associados a esquemas de fraude, a realidade vivida por grande parte da população angolana continua marcada por dificuldades profundas.

O país enfrenta níveis preocupantes de desemprego, sobretudo entre os jovens, além de um custo de vida elevado que agrava situações de pobreza e insegurança alimentar. Em várias regiões, famílias lutam diariamente para garantir o mínimo necessário para sobreviver.

Neste contexto, os escândalos financeiros ganham uma dimensão ainda mais sensível. Para muitos cidadãos, cada valor desviado representa escolas que não foram construídas, hospitais sem condições, ou oportunidades que nunca chegaram a existir.

Crise de confiança nas instituições

A sucessão de polémicas envolvendo a AGT levanta uma questão central: até que ponto o Estado angolano consegue garantir a integridade na gestão dos recursos públicos?
Embora o Executivo tenha reiterado o compromisso com o combate à corrupção e a responsabilização dos envolvidos, analistas defendem que a confiança só será restaurada com transparência efectiva, processos claros e resultados visíveis.

Angola24Horas

A percepção de impunidade, aliada à repetição de escândalos, contribui para um sentimento crescente de frustração social, sobretudo entre os jovens que enfrentam dificuldades para entrar no mercado de trabalho.
Um país entre potencial e desafios
Angola continua a ser um país com enorme potencial económico, rico em recursos naturais e com uma população jovem e dinâmica.

No entanto, os desafios estruturais — como a desigualdade social, o desemprego e a fragilidade institucional — continuam a limitar esse potencial.
Os casos recentes envolvendo a AGT surgem, assim, não apenas como episódios isolados de corrupção, mas como reflexo de um problema mais amplo: a necessidade urgente de fortalecer as instituições, promover a boa governação e garantir que os recursos do país sejam utilizados em benefício de toda a população.

Activismo é coisa séria.Nem todo aquele que levanta uma bandeira luta, de facto, por uma causa.Hoje, mais do que nunca, ...
31/03/2026

Activismo é coisa séria.

Nem todo aquele que levanta uma bandeira luta, de facto, por uma causa.
Hoje, mais do que nunca, é preciso cautela com quem seguimos e com as vozes que escolhemos amplificar.

Há quem se apresente como activista, mas esteja apenas à espera de visibilidade, poder ou benefício próprio. Quando o interesse pessoal fala mais alto do que o bem comum, o activismo deixa de ser ferramenta de transformação e passa a ser instrumento de manipulação.

E há um ponto ainda mais sensível: nem todos partem do mesmo lugar.
Quem tem mais força — social, económica ou simbólica — pode até sair ileso de determinadas exposições. Mas quem está em posição mais vulnerável, ao alinhar-se com causas ou pessoas sem critério, pode carregar consequências duradouras: rótulos, rejeição social, portas fechadas.

Por isso, atenção: seguir sem questionar pode custar caro.

Antes de apoiar qualquer movimento ou figura, pergunte-se:
— Esta causa promove realmente o bem coletivo?
— Há coerência entre o discurso e as acções?
— Existe responsabilidade, ética e compromisso real?
— Ou há apenas barulho, protagonismo e interesses escondidos?

O verdadeiro activismo não se alimenta de ego.
Ele nasce da consciência, da responsabilidade e do compromisso contínuo com a mudança social.

A verdade que ninguém posta:Não vais acordar motivado todos os dias.Não vais ter dinheiro sempre.Não vais ter apoio semp...
30/03/2026

A verdade que ninguém posta:

Não vais acordar motivado todos os dias.
Não vais ter dinheiro sempre.
Não vais ter apoio sempre.
E, às vezes… vais duvidar de tudo.

Inclusive de ti.

E está tudo bem.

Porque a vida real não é feita de frases bonitas…
É feita de dias difíceis que ninguém vê.

Dias em que tu levantas sem vontade.
Dias em que tudo parece atrasado.
Dias em que parece que todo mundo está a avançar… menos tu.

Mas olha bem:

Tu ainda estás aqui.

Mesmo cansado… não desististe.
Mesmo sem garantias… continuaste.
Mesmo com pouco… estás a tentar.

E isso?

Já te coloca à frente de muita gente.

Não romantiza a luta.
É difícil mesmo.
É pesado mesmo.

Mas também não ignora isso:

Tu és mais resistente do que pensas.

Então faz o que dá hoje.
Sem pressão de ser perfeito.
Sem pressão de provar nada a ninguém.

Só não faz uma coisa:

Desistir de ti.

"Rifa do Afeto "Uma criação original de Ângelo Vidigal António, concebida de forma criativa para o contexto hospitalar, ...
29/03/2026

"Rifa do Afeto "

Uma criação original de Ângelo Vidigal António, concebida de forma criativa para o contexto hospitalar, onde cada gesto de afeto pode transformar o dia de alguém.
Esta dinâmica surge da vontade de aproximar pessoas, promover suporte emocional e mostrar que pequenos gestos têm um grande impacto.

Um projecto que une teoria e prática, inspirado na Psicologia Humanista e na Teoria do Suporte Social, adaptado para ambientes de cuidado e acolhimento.

Há pessoas que não estão bem…mas continuam.Continuam a trabalhar.Continuam a sorrir.Continuam a aparecer.Não porque são ...
28/03/2026

Há pessoas que não estão bem…
mas continuam.

Continuam a trabalhar.
Continuam a sorrir.
Continuam a aparecer.

Não porque são fortes.
Mas porque não têm escolha.

O mundo ensinou-lhes que parar é fraqueza.
Que sentir é exagero.
Que desabar é vergonha.

Então elas aprendem a arte mais perigosa de todas:
funcionar enquanto se desfazem por dentro.

E ninguém percebe.
Porque por fora… está tudo “normal”.

Mas a verdade é esta:

Há gente a sobreviver em silêncio
todos os dias.

E o mais assustador?
Já se habituaram a isso.

Tem dias que não dá vontade…mas dá necessidade de continuar.E ninguém fala sobre isso.Sobre acordar sem energia,sem moti...
26/03/2026

Tem dias que não dá vontade…
mas dá necessidade de continuar.

E ninguém fala sobre isso.

Sobre acordar sem energia,
sem motivação,
sem aquele brilho que antes fazia tudo parecer possível.

Mas ainda assim… levantar.

Ainda assim… tentar.

Ainda assim… continuar.

Não porque estás bem.
Mas porque parar parece mais assustador do que seguir em frente.

É estranho, não é?

O corpo pede descanso,
a mente pede silêncio,
mas a vida… não pausa.

E no meio disso tudo,
a gente vai aprendendo a sobreviver em silêncio.

A sorrir quando não quer,
responder “está tudo bem” quando não está,
a carregar um peso.

E mesmo assim… continuar.

Porque às vezes não é sobre força.
É sobre necessidade.

Necessidade de não desistir de si mesmo.
Necessidade de acreditar — mesmo sem provas — que um dia vai fazer sentido...

Nem todo mundo entende,
mas quem sente… sabe.

Fiquei em silêncio… mas não foi por acaso.Não foi falta de palavras.Foi excesso de tudo.Foi sentir demais…pensar demais…...
26/03/2026

Fiquei em silêncio… mas não foi por acaso.

Não foi falta de palavras.
Foi excesso de tudo.

Foi sentir demais…
pensar demais…
carregar coisas que nem tinham nome, mas já pesavam como se tivessem história.

Às vezes, a mente não cansa de pensar.
Cansa de aguentar.

Cansa de fingir que está tudo bem
quando por dentro há um barulho constante
que ninguém ouve.

Eu desapareci daqui…
mas, na verdade, eu estava a tentar não desaparecer de mim.

Precisei parar.
Não por escolha —
mas por necessidade de sobrevivência emocional.

Porque há momentos em que continuar a produzir, sorrir, escrever…
é uma forma silenciosa de se trair.

E eu senti isso.

Escrever vazio é perigoso.
A gente começa a transformar dor em estética…
e sofrimento em conteúdo bonito.

E eu nunca quis ser isso.
Nunca quis que “O Vidigal” fosse só palavras bem organizadas para esconder um caos mal resolvido.

“O Vidigal” é verdade.
Mesmo quando a verdade dói.
Mesmo quando ela me obriga a calar.

E eu calei.

Não porque não tinha nada para dizer…
mas porque ainda não tinha coragem de sentir sem fugir.

Agora eu volto diferente.

Não mais leve…
mas mais consciente do peso que carrego.

Não mais inteiro…
mas mais honesto com as partes que ainda estão em pedaços.

Se você ainda está aqui…
não é coincidência.

É porque, de alguma forma,
você também entende o que é precisar desaparecer
para não se perder de vez.

Obrigado por ficar.

Tem dores que não se explicam.
Tem silêncios que salvam.
E tem regressos que nascem do fundo


não dá vontade…
mas há uma necessidade que me obriga a continuar.

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