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10/08/2016
17/07/2016
Vírus zika: perguntas e respostasQuais são os sintomas? Qual a relação com a microcefalia? Pode haver transmissão sexual...
07/02/2016

Vírus zika: perguntas e respostas

Quais são os sintomas? Qual a relação com a microcefalia? Pode haver transmissão sexual? Pelo beijo? Confira o que a ciência sabe sobre o vírus.

Descoberto há mais de sessenta anos, o vírus zika foi identificado pela primeira vez no Brasil no fim de abril de 2015, quando seu material genético foi identificado em oito pacientes. O microrganismo, que costuma causar infecções assintomáticas em até 80% dos casos ou originar sintomas brandos, como febre, coceira e mal-estar, tem causado preocupação por sua associação a diversas doenças.

No fim do ano passado, o Ministério da Saúde confirmou a relação entre os casos de zika e o nascimento de bebês com microcefalia, além de investigar a ligação com a síndrome de Guillain-Barré, uma afecção autoimune que afeta os tecidos do sistema nervoso e é capaz de levar à paralisia. Na última sexta-feira, cientistas da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) detectaram o vírus na saliva e urina de dois pacientes infectados - o que não significa que a transmissão possa ocorrer por meio desses fluidos.

Confira as principais dúvidas em relação ao vírus e o que a ciência sabe até o momento sobre ele:

O que é zika vírus?

O zika é um vírus que pertence à família Flavivírus, a mesma da dengue e da febre amarela. Foi identificado em 1947, em macacos da floresta de Zika, em Uganda (daí seu nome), e provocava apenas infecções esporádicas em humanos, com sintomas "brandos", como manchas avermelhadas, febre baixa e leve mal-estar.

Quando ele chegou ao Brasil?

O primeiro surto de zika aconteceu em 2007, na pequena ilha de Yap, na Micronésia e, em 2013, novos registros da doença surgiram na Polinésia Francesa, que teve 8.264 casos suspeitos. Não há um “paciente zero” de zika no Brasil, mas acredita-se que foi provavelmente trazido por religiosos da Polinésia que acompanharam a visita do Papa Francisco, em 2013, ou durante a Copa do Mundo, em 2014. No fim de abril de 2015, uma pesquisa desenvolvida pelo Laboratório de Virologia Molecular do Instituto Carlos Chagas (ICC/Fiocruz Paraná) confirmou a presença do vírus em amostras de oito pacientes do Rio Grande do Norte, identificando o material genético do microrganismo.

Como é a transmissão?

O zika vírus é, comprovadamente, transmitido pela picada da fêmea do mosquito 'Aedes aegypti', assim como os vírus da dengue e chikungunya.

Quais são os sintomas?

O vírus entra na corrente sanguínea e pode infectar células da pele, do sistema linfático e a conjuntiva (membrana que reveste os olhos). Por isso, os sintomas do vírus que permanece por volta de dois a três dias no organismo são a formação de manchas na pele, gânglios ou conjuntivite, além da febre baixa e o mal-estar característico das infecções. Contudo, em até 80% dos casos, o zika pode ser assintomático - ou seja, não causar sintoma algum.

Há transmissão sexual?

O risco de transmissão sexual do vírus zika ainda não foi comprovado cientificamente. O estado americano do Texas relatou um caso de suspeita de transmissão sexual de zika no início de fevereiro. O Centro de Controle e Prevenção de Doenças americano (CDC, na sigla em inglês), afirmou que “o laboratório confirmou o primeiro caso de zika vírus em um não-viajante. Nós não acreditamos que o contágio tenha ocorrido por meio de picadas de mosquito, mas sim por contato sexual”. Em 5 de fevereiro, o CDC reafirmou a possibilidade da transmissão sexual do vírus e aconselhou casais esperando bebês que usem ca*****ha ou não façam s**o durante toda a gravidez, principalmente aqueles em que homens morem ou tenham viajado para áreas em que haja a transmissão do zika.

Pode haver transmissão pelo beijo?

Na última sexta-feira, cientistas da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) identificaram o vírus na saliva e urinade dois pacientes infectados. Contudo, a transmissão por meio desses fluidos não foi comprovada. Os cientistas sugerem maiores cuidados para gestantes, principalmente até o quarto mês de gravidez. "A precaução maior deve ser tomada naqueles casos onde há uma maior gravidade ou potencial de danos, que são as gestantes. Para elas, recomendamos que evitem grandes aglomerações e tentem não compartilhar copos e materiais levados à boca. Pessoas que convivam com gestantes e tenham sintomas de zika devem ter uma responsabilidade adicional”, disse Paulo Gadelha, presidente da Fiocruz.

Qual a relação do vírus com a microcefalia?

A relação entre o zika e o nascimento de bebês com microcefalia foi confirmada pelo Ministério da Saúde no fim do ano passado. A investigação do governo ocorreu depois que cientistas brasileiros registraram um número elevado de casos de microcefalia em regiões com casos de zika. Os pesquisadores se basearam em alguns poucos estudos que relatam que o microrganismo pode também ter afinidade com as células do sistema nervoso. Uma dessas pesquisas, publicada em 1952, descreve a injeção do vírus em camundongos, chimpanzés e coelhos. A análise revela que em ratos jovens, com menos de duas semanas de vida, o zika é capaz de destruir as células nervosas, efeito que não foi visto nos animais mais velhos. De acordo com o governo, principal evidência foi a detecção do vírus zika em amostras de sangue de um bebê que nasceu com microcefalia e morreu, no Ceará. Contudo, ainda não se sabe se o vírus é o responsável pela microcefalia ou se há outros fatores envolvidos.

Qual a relação entre o vírus zika e a síndrome de Guillain-Barré?

Alguns estados brasileiros com ocorrência do zika vírus têm observado aumento dos casos da síndrome de Guillain-Barré, uma afecção autoimune que afeta os tecidos do sistema nervoso e é capaz de levar à paralisia. Essa síndrome é uma doença rara, que pode provocar fraqueza muscular e paralisia de braços, pernas, face e musculatura respiratória. Em 85% dos casos, há recuperação total da força muscular e sensibilidade. Ela pode afetar pessoas de qualquer idade, mas é mais comum entre adultos mais velhos e pode ocorrer depois de infecções. Alguns artigos científicos mencionam o aumento de alguns casos da síndrome de Guillain-Barré em regiões afetadas pelo vírus zika. O Ministério da Saúde está investigando os casos, mas não confirma a correlação, apesar de os especialistas acreditarem que a conexão é bastante provável. A Colômbia, segundo país mais afetado do mundo pelo zika depois do Brasil, prevê mais de 1.500 casos da síndrome neurológica associada ao vírus zika.

Como se detecta o zika?

Até o momento, a única maneira de descobrir se alguém teve a doença é fazer um teste laboratorial chamado PCR, que detecta diretamente a presença do vírus. Ele deve ser feito rapidamente, enquanto o vírus ainda está no corpo. Após esse período de dois ou três dias, como o anticorpo específico para o zika ainda é desconhecido, não é possível detectar a presença do vírus.

O zika pode matar?

O Ministério da Saúde confirma três mortes relacionadas ao vírus. Uma delas é do bebê do Ceará que nasceu com microcefalia e forneceu as amostras de sangue que foram a base para a confirmação da relação entre o zika e a microcefalia. Outro caso é de um homem do Maranhão que tinha lúpus. A terceira morte é de uma garota 16 anos, do Pará.

Os riscos de pegar zika diminuem depois da época das chuvas?

Historicamente, o pico de transmissão dos vírus transmitidos pelo 'Aedes agypti' ocorre durante os meses quentes e chuvosos, até por volta do mês de abril ou maio. “As doenças transmitidas pelo mosquito diminuem muito em julho, agosto, setembro, meses com temperaturas mais baixas. Contudo, o Brasil tem invernos quentes, e há regiões, como o litoral, onde a transmissão pode ocorrer o ano inteiro”, diz o médico Ricardo Hayden, membro da Sociedade Brasileira de Infectologia.

Como se prevenir?

Não há vacina ou tratamento para o vírus zika. Até o momento, a única forma de prevenir a infecção é evitar o contato com o 'Aedes agypti' e combatê-lo. Use repelentes e reaplique-os a cada três ou quatro horas ou após mergulhos e períodos de suor excessivo; fuja dos horários de circulação do mosquito, entre as 9h até por volta das 14h; elimine possíveis criadouros (locais com água parada, como vasos, garrafas, pneus ou reservatórios que possam acumular líquido); instale telas de proteção nas janelas e portas e use mosquiteiros, principalmente no quarto das crianças. Os especialistas também recomendam que mulheres grávidas e indivíduos mais vulneráveis aos vírus, como crianças e idosos, fujam de grandes aglomerações. “Ainda não há a confirmação de que o vírus tem a capacidade de ser transmitido pela saliva ou urina mas, enquanto isso, é melhor que gestantes tenham cuidado com grandes grupos de pessoas, principalmente onde pode haver o risco de contatos mais próximos”, explica Hayden.

Por: Rita Loiola
Revista Veja/Ciências

SEGUNDA, 26/10/2015, 11:36Bacon, linguiça e salsicha entram na lista de alimentos cancerígenos, diz OMSÓrgão alerta para...
26/10/2015

SEGUNDA, 26/10/2015, 11:36

Bacon, linguiça e salsicha entram na lista de alimentos cancerígenos, diz OMS

Órgão alerta para risco de alto consumo de carne processada.
Bacon, linguiça e salsicha entram na lista de alimentos cancerígenos.

O consumo de carne processada aumenta a chance de câncer. O alerta foi feito em um estudo divulgado nesta segunda-feira, pela Agência Internacional para Pesquisa do Câncer, órgão ligado à Organização Mundial da Saúde (OMS). Segundo o estudo, o consumo de 50 gramas de carne processada diariamente aumenta o risco de câncer no intestino grosso e reto em 18%.
O estudo cita que "carne processada foi classificada como cancerígena baseada em evidências suficientes em seres humanos de que o consumo provoca câncer colorretal". O câncer colorretal atinge um segmento do intestino grosso, o cólon, e o reto.
O estudo cita ainda a carne vermelha como "provavelmente cancerígena com base em evidências limitadas". O estudo cita efeitos cancerígenos da carne vermelha em casos de câncer colorretal, pâncreas e de próstata.

Fonte: CBN

Estudo mostra por que coçar faz você coçar maisPesquisadores da Universidade de Washington indicaram que sensação pode e...
30/10/2014

Estudo mostra por que coçar faz você coçar mais

Pesquisadores da Universidade de Washington indicaram que sensação pode estar ligada com a produção de serotonina.

WASHINGTON - “Comer e coçar é só começar”. De fato. Pelo menos uma parte do ditado, como comprovou uma nova pesquisa de cientistas da Escola de Medicina da Universidade de Washington em St. Louis que indicou que coçar faz com que o cérebro libere serotonina, o que intensifica a sensação de coceira.



Os resultados, em camundongos, foram publicado on-line na revista “Neuron”. O mesmo ciclo vicioso de coceira e coçar pode ocorrer em humanos, e a pesquisa fornece novas pistas que podem ajudar a quebrar esse ciclo, especialmente em pessoas que sofrem de coceira crônica.

Os cientistas sabem há décadas que coçar cria uma quantidade moderada de dor na pele, disse Zhou-Feng Chen, o pesquisador sênior e diretor do Centro da Universidade de Washington para o Estudo da Coceira. Essa dor pode interferir na coceira - pelo menos temporariamente - por fazer com que as células nervosas na medula espinhal transportem os sinais de dor ao cérebro, em vez de sinais de coceira.

- O problema é que quando o cérebro recebe os sinais de dor, ele responde pela produção do neurotransmissor serotonina para ajudar a controlar a dor - explicou Chen. - Mas, como a serotonina se espalha do cérebro para a medula espinhal, descobrimos que o produto químico pode “pular as faixas”, mudando dos neurônios de sensação de dor para as células nervosas que influenciam na intensidade da coceira.

Os cientistas descobriram o papel da serotonina no controle da dor décadas atrás, mas esta é a primeira vez que a libertação do mensageiro químico do cérebro foi associada a coçar, de acordo com Chen.

Como parte do estudo, os pesquisadores produziram uma linhagem de camundongos que não tinham os genes para produzir serotonina. Quando esses ratos geneticamente modificados receberam injeção de uma substância que normalmente dá coceira, os ratos não arranharam tanto como os seus irmãos de ninhada normal. Mas quando os ratos geneticamente alterados receberam injeção de serotonina, eles coçaram como era esperado, em resposta a compostos concebidos para induzir a ação.

- Então, isso se encaixa muito bem com a idéia de que a coceira e os sinais de dor são transmitidos por caminhos diferentes, mas relacionados - explicou Chen. - Coçar pode aliviar a coceira, criando uma dor menor. Mas, quando o corpo responde a sinais de dor, a resposta pode fazer a coceira pior.

Embora interferir com serotonina fez com que ratos ficassem menos sensíveis a coçar, Chen disse que não é prático tentar tratar a coceira, tentando bloquear a liberação de serotonina.

A serotonina está envolvida no crescimento, no envelhecimento, no metabolismo do osso e na regulação do humor. Antidepressivos como Prozac, Zoloft e Paxil aumentam os níveis de serotonina para controlar a depressão. O bloqueio de serotonina teria consequências de longo alcance em todo o corpo, e as pessoas não teriam um caminho natural para controlar a dor.

Em vez disso, Chen explicou, pode ser possível interferir na comunicação entre células nervosas da serotonina e na medula espinal que transmitem especificamente coceira. Essas células, conhecidas como neurônios GRPR, retransmitem sinais de coceira da pele para o cérebro. Para trabalhar em direção a esse objetivo, a equipe de Chen isolou o receptor usado pelo serotonina para ativar neurônios GRPR.

Para isso, a equipe de Chen injetou uma substância que provoca coceira nos ratos. Eles também deram aos ratos os compostos que ativaram vários receptores de serotonina nas células nervosas. Em última análise, eles aprenderam que o receptor conhecido como 5HT1A foi a chave para a ativação dos neurônios GRPR específico da coceira na medula espinhal.

Para provar que tinham o receptor correto, a equipe de Chen também tratou ratos com um composto que bloqueava o receptor 5HT1A, e esses ratos coçaram muito menos.

- Sempre me perguntei por que este ciclo vicioso coceira-dor ocorre - afirmou o pesquisador. - Nossos resultados sugerem que os eventos acontecem nesta ordem. Em primeiro lugar, você coça, o que provoca uma sensação de dor. Então você produz mais serotonina para controlar a dor. Mas serotonina faz mais do que apenas inibir a dor. A nossa nova descoberta mostra que também piora coceira ao ativar neurônios GRPR através de receptores 5HT1A.

Fonte: O Globo

Hábito de digitar muito no celular pode causar tendinite no polegar.Fique alerta para riscos do uso excessivo.Primeira c...
19/06/2014

Hábito de digitar muito no celular pode causar tendinite no polegar.
Fique alerta para riscos do uso excessivo.

Primeira complicação que pode aparecer é a dor nos músculos das mãos.

Existem pessoas que não conseguem largar o celular e passam horas e horas digitando e enviando mensagens. No entanto, muitas delas não sabem que esse hábito pode trazer problemas para as mãos e dedos. Como alertou o ortopedista Mateus Saito no Bem Estar desta quinta-feira (19), hoje em dia é cada vez mais frequente encontrar pacientes com doenças provocadas pelo uso excessivo de celular, principalmente quando eles usam só o polegar para digitar e navegar.
saiba mais

A primeira complicação que o excesso de digitação pode causar é a mialgia, que é uma dor nos músculos das mãos; depois, ela pode evoluir para a artrite, inflamação da articulação do polegar.
Por último, pode acontecer a tendinite, que é a inflamação dos tendões do polegar.
Como prevenção, a dica é segurar o celular com apenas uma das mãos e digitar com o indicador, evitando o uso só do polegar. Segundo o ortopedista, na maioria dos casos, o tratamento é feito com repouso, analgésico e bolsa de gelo, mas o paciente deve também ter bom senso e deixar o celular um pouco de lado.

Fonte: Portal G1

Café pode prevenir depressão em mulheresMULHERES QUE BEBEM duas ou mais xícaras de café por dia têm menos propensão a so...
21/09/2012

Café pode prevenir depressão em mulheres

MULHERES QUE BEBEM duas ou mais xícaras de café por dia têm menos propensão a sofrer de depressão. A pesquisa realizada pelo Harvard Medical School, nos Estados Unidos, derivou do acompanhamento da saúde de 50 mil mulheres entre os anos de 1996 e 2006. Entre as pesquisadas, apenas 2.600 deram sinais de depressão ao longo do período, sendo que a maior parte consumia pouco café ou não tomava a bebida. Comparada com esse grupo, as mulheres que consumiam de duas a três xícaras por dia tinham 15% a menos de chance de sofrer depressão,enquanto que as que bebiam quatro ou mais xícaras por dia tinham 20% a menos de chance. Os cientistas já sabem que a cafeína altera a química do cérebro, mas ainda desconhecem a razão.
Fonte: Revista Santa Cruz

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18/09/2012

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