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ImigraMama Mariana Alonso Montanher
Counsellor M.A.C.A. level 3
mari.counselling@gmail.com

Mariana Alonso Montanher - Counsellor - ACA 23952
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Não há jeito de viver sem ser marcada.O corpo guarda. A pele registra. A memória cria raízes.O umbigo é nossa primeira c...
14/02/2026

Não há jeito de viver sem ser marcada.
O corpo guarda. A pele registra. A memória cria raízes.
O umbigo é nossa primeira cicatriz. O primeiro sinal de que estivemos ligadas a alguém para sobreviver. A marca de que a vida começa em vínculo.
E talvez seja por isso que a gestação mexa tanto com mulheres que vivem em outro território.
Porque ela reabre memórias de dependência, de origem, de pertencimento. Ela nos lembra que fomos filhas antes de sermos mães. Que já estivemos conectadas a um corpo que nos sustentava.
O umbigo nos unif**a porque fala daquilo que é comum a todas nós: ninguém nasce sozinha.
Mas muitas mulheres gestam tentando parecer autossuficientes. Especialmente quando estão longe da família, da língua afetiva, dos rituais que as moldaram.
A verdade é que toda maternidade deixa marcas. E não falo apenas das estrias ou da cicatriz da cesárea. Falo das marcas invisíveis: do medo que amadurece, da saudade que ensina, da coragem que nasce no meio da vulnerabilidade.
Ser marcada pela vida não é sinal de fraqueza. É sinal de que você viveu. E está vivendo.

Aqui te deixo um convite: que tal olhar suas marcas com menos dureza e mais respeito?

Quais marcas a vida já deixou em você? Compartilha aqui nos comentários!

12/02/2026

Apesar de…
Apesar do visto aprovado. Apesar da casa organizada. Apesar do enxoval pronto. Apesar do sistema de saúde “funcionar”.
Há dores que atravessam o corpo de uma mãe e não aparecem nas fotos.
Hoje assisti o vídeo em que a influenciadora compartilha o diagnóstico de craniostenose do filho, e imediatamente esse vídeo me transportou a uma verdade silenciosa: o chão pode sumir mesmo quando tudo parece estar no lugar.
Algumas mulheres recebem diagnósticos ainda na gestação. Outras, apenas após o nascimento.
E quando isso acontece em um novo país, a dor ganha camadas que quase ninguém vê.
É o laudo em outro idioma. É o médico técnico, objetivo, sem tempo para acolher o susto. É sair da consulta com o coração em colapso… e dirigir sozinha para casa. É não ter o colo da mãe. É não ter com quem dividir o medo às 3 da manhã.
É precisar ser forte num território onde você ainda está aprendendo a existir.
Muitas gestantes imigrantes vivem diagnósticos assim e em silêncio. Tentando entender termos médicos enquanto o mundo interno desaba. Tentando sustentar esperança enquanto o corpo treme.
E o que mais dói não é apenas o diagnóstico. É a ausência de amparo emocional.
Muitas gestantes imigrantes vivem essa dor sem amparo emocional.Sem espaço para chorar. Sem alguém que organize o caos interno enquanto decisões precisam ser tomadas.
E apesar de tudo parecer “sob controle” por fora, por dentro existe uma mulher tentando respirar.
Psicoterapia não muda um diagnóstico. Mas muda a forma como você atravessa ele.
É o lugar onde você pode dizer o que tem medo de pensar. É o espaço onde o susto vira palavra. Onde a culpa encontra contexto. Onde a força deixa de ser obrigação e passa a ser escolha consciente.
Se você está vivendo algo assim, um diagnóstico difícil, um medo que não cabe no peito, uma solidão que ninguém vê, eu estou aqui.
Meu consultório é online, seguro e culturalmente sensível para mulheres que gestam e maternam em outro território.
Você não precisa ser forte o tempo todo. Pode ser cuidada também.
O link para agendamento está na bio. E se preferir, me escreva no direct.

08/02/2026

Você não está falhando. Você está cansada.
Cansada de traduzir tudo. De sustentar escolhas difíceis. De gestar em um lugar onde quase ninguém pergunta como você está de verdade.
Na maternidade imigrante, a produtividade vira uma régua cruel: se você para, sente culpa. Se desacelera, acha que está f**ando para trás.
Mas talvez o problema não seja você. Talvez seja a ideia de que descansar é fraqueza — mesmo quando o corpo e a alma já pediram pausa.
Aqui, a gente conversa sobre isso com verdade. Sem romantizar. Sem te empurrar para dar conta. Com cuidado possível.
Se esse vídeo te encontrou, f**a por aqui. Este espaço é para mulheres que atravessam e não querem mais se atravessar sozinhas.
Salva esse vídeo se você também está exausta. Segue para continuar essa conversa.

No fundo, o medo não é do parto. Nem da mudança. Nem da maternidade em si.É o medo de nascer de novo. Porque nascer é de...
31/01/2026

No fundo, o medo não é do parto. Nem da mudança. Nem da maternidade em si.
É o medo de nascer de novo. Porque nascer é deixar de estar protegida pela ideia de controle.
É sentir o corpo vivo, sensível, atravessado. E, justamente por isso, vulnerável.
Gestar, especialmente em um novo território, escancara essa verdade: estar viva é estar exposta. À perda, ao amor, ao imprevisível, ao vínculo.
E talvez o caminho não seja eliminar esse medo. Mas criar um chão emocional onde ele possa existir sem nos paralisar.

Me conta nos comentários: o que em você está pedindo para nascer agora?

Você virou mãe em outro país… e de repente, tudo que era sólido ficou meio estranho.As palavras, os gestos, os silêncios...
13/01/2026

Você virou mãe em outro país… e de repente, tudo que era sólido ficou meio estranho.

As palavras, os gestos, os silêncios. Nada mais parecia suficiente. Nem para se explicar, nem para se entender.

Talvez você esteja vivendo isso agora. Talvez ninguém tenha te perguntado: “Como é que você está se sentindo de verdade?”

Esse carrossel é pra você que está atravessando a maternidade em um território que ainda está se tornando seu.

Aqui, acolho sua história sem pressa, sem julgamento e sem a obrigação de “dar conta”.

Se você quiser esse espaço seguro, o caminho está no link da bio. Te recebo por lá.

puerpério acompanhamentopsicológico

23/11/2025

Você também herdou comportamentos que dizia que nunca repetiria?

Conta aqui nos comentários, o que você já se viu fazendo e pensou "estou igual a minha mãe!".

10/11/2025

Verdade #1 – Nem sempre o amor chega junto com o positivo
A gestação fora do país pode vir com alegria e confusão ao mesmo tempo. É possível amar profundamente o bebê e, ainda assim, sentir medo, dúvida ou saudade. Sentir tudo isso é humano, não é falta de amor.

Verdade #2 – A solidão pesa, mesmo quando há pessoas por perto
A ausência de referências, de língua, de rede afetiva, faz com que muitas mulheres se sintam sozinhas, mesmo cercadas de gente. Às vezes, o que falta não é companhia, é escuta.

Verdade #3 – O corpo sente o que a mente não nomeia
O corpo fala o tempo todo: nos enjoos, na tensão, no cansaço. Ele traduz o que o emocional ainda não consegue dizer. Escutar o corpo é escutar a própria história.

Verdade #4 – A força nem sempre está em dar conta
Ser forte não é aguentar tudo. É reconhecer quando o corpo e a mente pedem pausa. É saber pedir ajuda e permitir ser cuidada. Pedir ajuda também é um ato de amor.

Verdade #5 – Pertencer é sentir-se segura, não voltar para um lugar
A maternidade imigrante é um novo território. Pertencer não é voltar, é se encontrar. É construir segurança emocional mesmo vivendo em outro país. Pertencer é sentir: “aqui, eu posso ser eu.”

Respira fundo.
Qual dessas verdades emocionais mais ressoou em você hoje?
Acolher é o primeiro passo para se sentir segura.

03/11/2025

Toda travessia começa com um passo. E às vezes, esse passo nos leva para bem longe de tudo o que é familiar.

Gestar em outro país é viver entre dois mundos: onde a saudade e a esperança coexistem. É aprender a criar raízes em solo novo, a se nutrir de novas presenças, a encontrar abrigo mesmo na ausência.

Foi dessa experiência que nasceu o "Histórias de Travessia". Um podcast onde cada episódio é uma carta escrita com verdade, costurada com afeto, ancorada em ciência e sensibilidade.

Aqui, transformamos a solidão da gestação vivida fora do Brasil em vínculo, segurança e pertencimento.

Ouça no Spotify. E lembre-se: você não está sozinha.

09/10/2025

Qando o que você mais precisa é algo que a tecnologia não traduz.
Você até se vira bem no novo idioma. Pede comida, entende o médico, resolve o que precisa.
Mas na gestação, o que você sente… não tem tradução literal.
Tem hora que você só queria ouvir: “Tô aqui, filha.”; “Vai dar tudo certo.”; “Descansa, eu cuido de você.”
Mas a voz da sua mãe não chega. Nem o cheiro da comida. Nem o colo.
Você até tenta ser racional: “Fui eu que escolhi morar fora.”; “Tô com saúde, tá tudo bem.”; “Preciso ser forte.”
Mas tem um pedaço seu que grita em silêncio. E ele não se resolve com frases prontas.
E aí vem o paradoxo: Você é adulta, tá criando uma vida… Mas por dentro, às vezes, só queria ser cuidada também.
Não é carência. É humanidade.
A gestação fora do país não traz só desafios médicos. Ela cutuca sua identidade, suas raízes, suas dores antigas. É o seu mundo interno em expansão e em conflito.
Na terapia, você encontra o que o tradutor não entrega: Um espaço onde você pode falar do que sente, do seu jeito, no seu tempo, no seu idioma emocional. Onde a saudade é validada, e a sua força não é medida pela sua dureza.
Você não precisa escolher entre ser grata e estar triste. Entre ser mãe e ainda querer colo. Entre viver fora e se sentir parte de algo.
Você pode ser tudo isso. E merece ser acolhida nessa inteireza.
Se você sente que tem coisas dentro de você que nem você consegue traduzir… a terapia pode ser esse espaço de escuta e reconstrução.
Me chame no direct ou agende sua sessão pelo link da bio. Você não está sozinha.

08/10/2025

Parir sozinha é uma travessia que muda tudo.
Mesmo quando tudo parece ausente… existe sempre algo que f**a.

Duas frases. Duas verdades.
Uma história de dor, abandono e reconstrução que merece ser ouvida.

Episódio 05 do podcast Histórias de Travessia já está no ar.
🔗 Link na bio
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