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ImigraMama Mariana Alonso Montanher
Counsellor M.A.C.A. level 3
mari.counselling@gmail.com

Mariana Alonso Montanher - Counsellor - ACA 23952
contato: mari.counselling@gmail.com

12/03/2026

Quando uma mulher vive violência no próprio país, já é devastador.
Mas quando isso acontece longe do país de origem, longe da família, longe da rede de apoio… a dor muitas vezes vem acompanhada de algo ainda mais silencioso: o isolamento.
Recentemente veio à tona o caso da , uma brasileira vivendo nos Estados Unidos que foi agredida pelo marido.
E essa notícia me atravessou profundamente.
Porque muitas mulheres brasileiras vivendo fora do país carregam uma realidade que quase ninguém vê: a sensação de estar construindo uma vida inteira sem ter um colo por perto.
Quando algo difícil acontece, surgem perguntas muito duras:
“Para onde eu vou?”
“Com quem eu posso contar?”
“Quem vai acreditar em mim?”
Se você é uma mulher brasileira vivendo fora do país e está passando por algo difícil, eu quero que você lembre de uma coisa muito importante: você não está sozinha.
Existe ajuda. Existe escuta. Existe acolhimento.
E Milla, se de alguma forma esse vídeo chegar até você: eu deixo aqui publicamente minha disponibilidade para te atender sem custo, com todo o respeito, cuidado e confidencialidade que uma situação como essa merece.
Nenhuma mulher deveria atravessar algo assim sozinha.
Se esse conteúdo te tocou, compartilhe.
Às vezes um vídeo pode ser exatamente o farol que alguém precisava encontrar.

10/03/2026

Às vezes a gente se cobra como se vivesse em um mundo perfeito… mas o mundo real tem imprevistos, cansaço, emoções e dias que simplesmente não rendem.
Autocobrança demais não gera evolução. Gera culpa, ansiedade e a sensação constante de nunca ser suficiente.
E se, em vez de se cobrar tanto, você aprendesse a se acompanhar com mais consciência e gentileza?
Crescer não é sobre se pressionar o tempo todo. É sobre continuar, mesmo nos dias imperfeitos.

Agora posso te pedir uma ajuda?
Me ajuda a divulgar esse perfil?
Curte, comenta e compartilha uma postagem minha quando ela aparecer para você.
Quanto mais alcance esse conteúdo tiver, mais pessoas eu consigo ajudar gratuitamente com essas reflexões.

05/03/2026

Muitas mães brasileiras que vivem fora do país estão exaustas… e muitas vezes acreditam que o problema é falta de força, organização ou paciência.

Mas quase nunca é isso.

Existe um erro silencioso que faz muitas mulheres tentarem sustentar tudo sozinhas: a casa, o bebê, as emoções, a saudade, a adaptação a um novo país.

E quando tudo pesa ao mesmo tempo, a sensação é de que você deveria dar conta melhor.

Só que maternidade sem rede pesa diferente.

Se esse vídeo chegar a 500 curtidas, eu vou explicar qual é esse erro e por que ele esgota tantas mães brasileiras vivendo fora.

Se você conhece uma mãe que está passando por isso, envie esse vídeo para ela.





“Aquele que conhece um só país não conhece nenhum país.” (LIPSET - Tradução livre)Quando li essa frase, pensei no quanto...
02/03/2026

“Aquele que conhece um só país não conhece nenhum país.” (LIPSET - Tradução livre)

Quando li essa frase, pensei no quanto morar fora amplia o mundo e ao mesmo tempo, desmonta certezas.
Viver em outro território não é só aprender um novo idioma. É perceber que aquilo que você achava “normal” era cultural. Que o jeito de gestar, de parir, de cuidar, de amar… não é universal.
É atravessar consultas médicas que funcionam diferente. É estranhar o silêncio onde antes havia colo. É questionar práticas que sempre pareceram óbvias.
E, na maternidade, isso se intensif**a.
Porque você não está apenas conhecendo outro país. Está conhecendo outra versão de si mesma.
Ser mãe fora do Brasil revela camadas profundas: suas raízes, seus valores, suas crenças herdadas. O que você quer manter. O que você quer transformar.
Às vezes dói. Às vezes confunde. Mas também amadurece.
Talvez conhecer mais de um país seja, no fundo,
descobrir que identidade não é algo fixo. É algo que se constrói na travessia.
E você, desde que mudou de país, o que descobriu sobre si que nunca teria visto se tivesse f**ado?

Estava assistindo Emily em Paris e me deparei com uma fala que me fez refletir.Ela dizia que, na família dela, só existi...
28/02/2026

Estava assistindo Emily em Paris e me deparei com uma fala que me fez refletir.
Ela dizia que, na família dela, só existir nunca foi suficiente. Era preciso ter boas notas. Um bom emprego. Conquistas. Sucesso.
E mesmo sendo pessoas boas, o amor vinha sempre acompanhado de desempenho.
Enquanto eu ouvia, pensei em tantas mulheres que atendo.
Mulheres competentes. Inteligentes. Fortes.
Que atravessaram oceanos. Que organizaram vistos, carreiras, mudanças de país. Que dão conta de tudo.
E que agora estão grávidas ou se tornaram mães.
Muitas cresceram acreditando que precisam acertar. Que precisam fazer dar certo. Que precisam ser perfeitas.
Inclusive na maternidade.
Parto perfeito. Vínculo imediato. Controle emocional. Gratidão constante.
E então a gestação, especialmente em outro território, começa a mostrar as rachaduras.
O medo. A saudade. A comparação. A exaustão.
E a sensação silenciosa de: “Eu não estou conseguindo fazer isso perfeitamente.”
Mas talvez a beleza esteja justamente aí.
Nas colunas que não são impecáveis. Nas emoções que não cabem na performance. Nas imperfeições que revelam humanidade.
Gestar longe da família pode ser o primeiro momento em que a vida te obriga a perceber: você não precisa provar nada para existir como mãe.
Você não precisa forçar tanto. Nem consertar tudo. Nem ser perfeita para ser suficiente.
Talvez essa fase esteja te ensinando algo radical: você pode apenas viver. Sentir. Aprender no caminho.
E vai f**ar tudo bem.
Se essa reflexão fez sentido para você, me conta: em que área da sua maternidade você ainda está tentando ser perfeita demais?

Não há jeito de viver sem ser marcada.O corpo guarda. A pele registra. A memória cria raízes.O umbigo é nossa primeira c...
14/02/2026

Não há jeito de viver sem ser marcada.
O corpo guarda. A pele registra. A memória cria raízes.
O umbigo é nossa primeira cicatriz. O primeiro sinal de que estivemos ligadas a alguém para sobreviver. A marca de que a vida começa em vínculo.
E talvez seja por isso que a gestação mexa tanto com mulheres que vivem em outro território.
Porque ela reabre memórias de dependência, de origem, de pertencimento. Ela nos lembra que fomos filhas antes de sermos mães. Que já estivemos conectadas a um corpo que nos sustentava.
O umbigo nos unif**a porque fala daquilo que é comum a todas nós: ninguém nasce sozinha.
Mas muitas mulheres gestam tentando parecer autossuficientes. Especialmente quando estão longe da família, da língua afetiva, dos rituais que as moldaram.
A verdade é que toda maternidade deixa marcas. E não falo apenas das estrias ou da cicatriz da cesárea. Falo das marcas invisíveis: do medo que amadurece, da saudade que ensina, da coragem que nasce no meio da vulnerabilidade.
Ser marcada pela vida não é sinal de fraqueza. É sinal de que você viveu. E está vivendo.

Aqui te deixo um convite: que tal olhar suas marcas com menos dureza e mais respeito?

Quais marcas a vida já deixou em você? Compartilha aqui nos comentários!

12/02/2026

Apesar de…
Apesar do visto aprovado. Apesar da casa organizada. Apesar do enxoval pronto. Apesar do sistema de saúde “funcionar”.
Há dores que atravessam o corpo de uma mãe e não aparecem nas fotos.
Hoje assisti o vídeo em que a influenciadora compartilha o diagnóstico de craniostenose do filho, e imediatamente esse vídeo me transportou a uma verdade silenciosa: o chão pode sumir mesmo quando tudo parece estar no lugar.
Algumas mulheres recebem diagnósticos ainda na gestação. Outras, apenas após o nascimento.
E quando isso acontece em um novo país, a dor ganha camadas que quase ninguém vê.
É o laudo em outro idioma. É o médico técnico, objetivo, sem tempo para acolher o susto. É sair da consulta com o coração em colapso… e dirigir sozinha para casa. É não ter o colo da mãe. É não ter com quem dividir o medo às 3 da manhã.
É precisar ser forte num território onde você ainda está aprendendo a existir.
Muitas gestantes imigrantes vivem diagnósticos assim e em silêncio. Tentando entender termos médicos enquanto o mundo interno desaba. Tentando sustentar esperança enquanto o corpo treme.
E o que mais dói não é apenas o diagnóstico. É a ausência de amparo emocional.
Muitas gestantes imigrantes vivem essa dor sem amparo emocional.Sem espaço para chorar. Sem alguém que organize o caos interno enquanto decisões precisam ser tomadas.
E apesar de tudo parecer “sob controle” por fora, por dentro existe uma mulher tentando respirar.
Psicoterapia não muda um diagnóstico. Mas muda a forma como você atravessa ele.
É o lugar onde você pode dizer o que tem medo de pensar. É o espaço onde o susto vira palavra. Onde a culpa encontra contexto. Onde a força deixa de ser obrigação e passa a ser escolha consciente.
Se você está vivendo algo assim, um diagnóstico difícil, um medo que não cabe no peito, uma solidão que ninguém vê, eu estou aqui.
Meu consultório é online, seguro e culturalmente sensível para mulheres que gestam e maternam em outro território.
Você não precisa ser forte o tempo todo. Pode ser cuidada também.
O link para agendamento está na bio. E se preferir, me escreva no direct.

08/02/2026

Você não está falhando. Você está cansada.
Cansada de traduzir tudo. De sustentar escolhas difíceis. De gestar em um lugar onde quase ninguém pergunta como você está de verdade.
Na maternidade imigrante, a produtividade vira uma régua cruel: se você para, sente culpa. Se desacelera, acha que está f**ando para trás.
Mas talvez o problema não seja você. Talvez seja a ideia de que descansar é fraqueza — mesmo quando o corpo e a alma já pediram pausa.
Aqui, a gente conversa sobre isso com verdade. Sem romantizar. Sem te empurrar para dar conta. Com cuidado possível.
Se esse vídeo te encontrou, f**a por aqui. Este espaço é para mulheres que atravessam e não querem mais se atravessar sozinhas.
Salva esse vídeo se você também está exausta. Segue para continuar essa conversa.

No fundo, o medo não é do parto. Nem da mudança. Nem da maternidade em si.É o medo de nascer de novo. Porque nascer é de...
31/01/2026

No fundo, o medo não é do parto. Nem da mudança. Nem da maternidade em si.
É o medo de nascer de novo. Porque nascer é deixar de estar protegida pela ideia de controle.
É sentir o corpo vivo, sensível, atravessado. E, justamente por isso, vulnerável.
Gestar, especialmente em um novo território, escancara essa verdade: estar viva é estar exposta. À perda, ao amor, ao imprevisível, ao vínculo.
E talvez o caminho não seja eliminar esse medo. Mas criar um chão emocional onde ele possa existir sem nos paralisar.

Me conta nos comentários: o que em você está pedindo para nascer agora?

Você virou mãe em outro país… e de repente, tudo que era sólido ficou meio estranho.As palavras, os gestos, os silêncios...
13/01/2026

Você virou mãe em outro país… e de repente, tudo que era sólido ficou meio estranho.

As palavras, os gestos, os silêncios. Nada mais parecia suficiente. Nem para se explicar, nem para se entender.

Talvez você esteja vivendo isso agora. Talvez ninguém tenha te perguntado: “Como é que você está se sentindo de verdade?”

Esse carrossel é pra você que está atravessando a maternidade em um território que ainda está se tornando seu.

Aqui, acolho sua história sem pressa, sem julgamento e sem a obrigação de “dar conta”.

Se você quiser esse espaço seguro, o caminho está no link da bio. Te recebo por lá.

puerpério acompanhamentopsicológico

23/11/2025

Você também herdou comportamentos que dizia que nunca repetiria?

Conta aqui nos comentários, o que você já se viu fazendo e pensou "estou igual a minha mãe!".

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