28/02/2026
Doenças raras não são invisíveis, mas muitas vezes são subestimadas, mal interpretadas ou diagnosticadas tardiamente.
Na cardiologia, também lidamos com condições raras que exigem um olhar atento, escuta profunda e investigação além do exame de rotina.
Sintomas que se repetem, mas não “fecham um diagnóstico”.
Pacientes que passam por vários profissionais até serem compreendidos.
Diagnósticos como Síndrome de Takotsubo, miocardiopatias genéticas ou MINOCA (infarto sem obstrução coronariana) são exemplos reais desse cenário.
No Dia Mundial da Doença Rara, a mensagem é clara:
👉 Escute o paciente com atenção.
👉 Valorize os sinais sutis.
👉 Não normalize o que não parece normal.
Cuidar do coração também é entender que cada corpo conta uma história única.