Elaine Mobilon - Psicóloga

Elaine Mobilon - Psicóloga . Psicóloga Cognitiva Comportamental Sexóloga Terapia de Casal Terapia do Luto Hipnoterapeuta Especializada em Hipnose Ericksoniana

Especializada em EMDR - Institute, Inc.Califórnia - USA Membro da Associação Hipnose do Estado de São Paulo

Terapia Online: o que é e para quem é?A terapia online é um acompanhamento psicológico realizado por videochamada, com s...
02/03/2026

Terapia Online: o que é e para quem é?

A terapia online é um acompanhamento psicológico realizado por videochamada, com sigilo, ética e respaldo profissional. Assim como no formato presencial, é um espaço de escuta qualificada, acolhimento e cuidado com a sua saúde emocional.

Ela é indicada para pessoas com rotina corrida, que moram em outra cidade ou país, que enfrentam ansiedade social ou que buscam mais conforto e praticidade no dia a dia.

Pode auxiliar em questões como ansiedade, estresse, autoestima, relacionamentos, luto e autoconhecimento.

O que muda é o meio: o encontro acontece pela tela, no seu próprio espaço, com mais flexibilidade e sem deslocamento.
O que não muda é o essencial: o sigilo, a ética e o compromisso com o seu processo terapêutico.

ELAINE MOBILON PSICÓLOGA

Autossabotagem: O ciclo se repeteUm dos padrões mais frequentes da autossabotagem é o ciclo controle → culpa → desistênc...
26/02/2026

Autossabotagem: O ciclo se repete

Um dos padrões mais frequentes da autossabotagem é o ciclo controle → culpa → desistência. Ele costuma começar com tentativas rígidas de controle: metas extremas, exigências excessivas e pouca tolerância ao erro. Nesse estágio, a pessoa acredita que só terá sucesso se fizer tudo perfeitamente.

Quando o controle falha, que é algo natural, surge a culpa. Neste momento a autocrítica se intensifica, acompanhada de pensamentos como “eu sempre estrago tudo” ou “não tenho disciplina”. Em vez de ajuste e flexibilidade, o sentimento predominante é o de fracasso pessoal.

Como consequência, vem a desistência. Abandona-se o plano, o projeto ou o objetivo, reforçando a crença de incapacidade e reiniciando o ciclo em outro momento.

Romper esse padrão exige substituir o controle rígido por autorresponsabilidade e cuidado consigo, reconhecendo limites, aceitando falhas e compreendendo os processos. Na psicoterapia, esse ciclo: Controle → culpa → desistência, pode ser identificado e ressignificado, abrindo espaço para mudanças mais sustentáveis e menos punitivas.

ELAINE MOBILON PSICÓLOGA

Autossabotagem: por que sabotamos justamente aquilo que mais desejamos?A autossabotagem é um comportamento paradoxal: a ...
23/02/2026

Autossabotagem: por que sabotamos justamente aquilo que mais desejamos?

A autossabotagem é um comportamento paradoxal: a pessoa deseja mudar, crescer ou conquistar algo importante; mas age de forma contrária aos próprios objetivos. Ela adia ou abandona projetos, procrastina e repete escolhas que trazem frustração.

Do ponto de vista psicológico, a autossabotagem não acontece por falta de vontade, mas como uma estratégia inconsciente de proteção. Muitas vezes, alcançar o que se deseja implica enfrentar medos profundos: medo do fracasso, do sucesso, da rejeição ou de não se sentir suficiente para sustentar a conquista.

Além disso, crenças construídas ao longo da vida como - “não sou capaz”, “não mereço” ou “se der certo, vou perder algo” - podem entrar em conflito com o desejo consciente de mudança. O resultado é um bloqueio interno que mantém o indivíduo na zona conhecida e de conforto, ainda que dolorosa.

Compreender a autossabotagem não é justificá-la, mas perceber que ela sinaliza conflitos emocionais ainda não resolvidos. O autoconhecimento e a psicoterapia auxiliam a mudar esse padrão, aproximando o que a pessoa deseja daquilo que ela consegue colocar em prática.

ELAINE MOBILON PSICÓLOGA

"Mesmo não conseguindo expressar o sentimento ou identificar a emoção por trás da ansiedade,  isto não diminui as conseq...
19/02/2026

"Mesmo não conseguindo expressar o sentimento ou identificar a emoção por trás da ansiedade, isto não diminui as consequências que ela causa - esses sentimentos merecem atenção e cuidados. "

ELAINE MOBILON PSICÓLOGA

Canetas emagrecedoras: emagreci e agora?A perda de peso rápida, comum em tratamentos com canetas emagrecedoras, costuma ...
16/02/2026

Canetas emagrecedoras: emagreci e agora?

A perda de peso rápida, comum em tratamentos com canetas emagrecedoras, costuma vir acompanhada de elogios, reconhecimento social e uma sensação inicial de conquista. No entanto, nem sempre as emoções acompanham a mesma velocidade do corpo. Muitas pessoas relatam estranhamento diante da própria imagem, insegurança, ansiedade e até medo de “voltar a engordar”.

Isso acontece porque o corpo se transforma mais rápido do que a identidade emocional. Aspectos ligados à autoestima, à relação com a comida e ao valor pessoal não se reorganizam automaticamente com a mudança física. Além disso, o emagrecimento pode trazer novas pressões: manter o resultado, corresponder às expectativas alheias ou lidar com comentários constantes sobre o corpo.

Em alguns casos, o peso diminui; no entanto, a insatisfação permanece, revelando que o sofrimento não estava apenas no corpo, mas na forma como a pessoa se percebe e se relaciona consigo mesma. Por isso, é importante compreender que emagrecer, por si só, não garante bem-estar emocional.

A psicoterapia oferece um espaço seguro para elaborar essas mudanças e fortalecer a autoestima de forma mais estável. Cuidar da saúde emocional nesse processo é essencial.

ELAINE MOBILON PSICÓLOGA

"A depressão é um passado que ainda está vivo e não resolvido. "ELAINE MOBILON PSICÓLOGA
12/02/2026

"A depressão é um passado que ainda está vivo e não resolvido. "

ELAINE MOBILON PSICÓLOGA

O narcisismo pode aumentar após os 50 anos?Quando falamos em narcisismo, muitas pessoas associam o tema apenas à juventu...
09/02/2026

O narcisismo pode aumentar após os 50 anos?

Quando falamos em narcisismo, muitas pessoas associam o tema apenas à juventude, à vaidade exagerada ou às redes sociais. No entanto, estudos e observações clínicas indicam que traços narcisistas podem se intensificar em algumas pessoas após os 50 anos, ainda que de forma mais sutil.

Esse aumento não significa, necessariamente, o desenvolvimento de um transtorno de personalidade. Em geral, está relacionado aos movimentos psíquicos do envelhecimento, às perdas simbólicas e à necessidade de reafirmação do valor pessoal.

Após os 50, surgem mudanças importantes, como o envelhecimento do corpo, a aposentadoria, a saída dos filhos de casa e a redefinição de papéis sociais. Para algumas pessoas, essas transformações podem gerar feridas narcísicas e estratégias de compensação.

Entre os comportamentos mais comuns estão:

* maior necessidade de reconhecimento e validação externa;
* dificuldade em aceitar críticas ou limites;
* idealização do passado e da própria trajetória;
* comparações frequentes com pessoas mais jovens;
* tentativas de manter uma imagem de poder ou controle.

Nessa fase, o narcisismo tende a se manifestar mais como rigidez emocional e dificuldade de empatia.

Envelhecer não precisa significar endurecer. Com abertura ao autoconhecimento, essa etapa pode ser vivida com mais equilíbrio emocional, autenticidade e profundidade nas relações.

"Na ansiedade, nem sempre o perigo é real, mas a sensação e o sentimento são - por isso, merecem ser respeitados e acolh...
05/02/2026

"Na ansiedade, nem sempre o perigo é real, mas a sensação e o sentimento são - por isso, merecem ser respeitados e acolhidos."

ELAINE MOBILON PSICÓLOGA

A "Lua de Mel" nos Relacionamentos TóxicosO comportamento de "Lua de Mel" em relacionamentos tóxicos refere-se a um padr...
02/02/2026

A "Lua de Mel" nos Relacionamentos Tóxicos

O comportamento de "Lua de Mel" em relacionamentos tóxicos refere-se a um padrão cíclico comum entre o agressor e a vítima, especialmente em casos de violência doméstica ou manipulação emocional.

Esse padrão de "Lua de Mel" é uma das fases do "ciclo de abuso", identificado pela psicóloga Lenore Walker na década de 1970. Esse ciclo inclui três estágios principais.

Primeiro o ciclo começa com o acúmulo de tensão, quando pequenas irritações se acumulam e o agressor se torna mais controlador e impaciente.

A segunda fase envolve o abuso propriamente dito, que pode ser físico, emocional ou psicológico.

Após a agressão, vem a terceira fase- a da de "Lua de Mel", onde o agressor demonstra arrependimento, carinho e faz promessas de mudança, criando uma falsa sensação de segurança para a vítima.

Essa etapa leva a vítima a acreditar que o agressor realmente mudará. É uma manipulação emocional intensa, fazendo com que a pessoa abusada reforce a ideia de que o agressor tem "um lado bom" e que as explosões são exceções.

O ciclo então recomeça, com a tensão voltando a se acumular até que ocorra outro caso de abuso.

A conscientização sobre essa repetição de violência é fundamental para ajudar a vítima a entender que a fase de "Lua de Mel" não é um verdadeiro arrependimento, mas sim uma tática de controle.

O apoio psicológico, o fortalecimento de redes de suporte (amigos, família, grupos de ajuda) e a criação de um plano de saída seguro, são passos essenciais para que a pessoa se liberte do seu abusador.

ELAINE MOBILON PSICÓLOGA

QUANDO PROCURAR AJUDA PSICOLÓGICASaber quando procurar ajuda psicológica é fundamental para o cuidado com a saúde mental...
29/01/2026

QUANDO PROCURAR AJUDA PSICOLÓGICA

Saber quando procurar ajuda psicológica é fundamental para o cuidado com a saúde mental. Sentimentos como tristeza, ansiedade ou estresse fazem parte da vida, mas tornam-se sinais de alerta quando são intensos, persistentes e começam a interferir no dia a dia.

Entre os sinais emocionais, destacam-se tristeza constante, desânimo, ansiedade excessiva, irritabilidade frequente, sensação de vazio, culpa exagerada e perda de interesse por atividades antes prazerosas. Já os sinais comportamentais incluem alterações no sono e no apetite, isolamento social, dificuldade de concentração, queda no rendimento profissional ou acadêmico e mudanças marcantes no comportamento.

Quando o sofrimento emocional passa a afetar relacionamentos, rotina e qualidade de vida, buscar ajuda psicológica é um passo importante.

ELAINE MOBILON PSICÓLOGA

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