Jaqueline Fagundes Pires Barison

Jaqueline Fagundes Pires Barison Psicóloga Clínica atendimento infantil e adulto

O dia 30 de março marca o Dia Mundial do Transtorno Bipolar, uma data dedicada à conscientização sobre essa condição que...
30/03/2026

O dia 30 de março marca o Dia Mundial do Transtorno Bipolar, uma data dedicada à conscientização sobre essa condição que afeta milhões de pessoas em todo o mundo.

O transtorno bipolar é um transtorno de humor caracterizado por alterações intensas entre episódios de depressão e episódios de mania ou hipomania. Essas mudanças podem impactar o comportamento, a energia, o sono e a forma como a pessoa percebe a realidade.

Entre os sinais mais comuns podem estar períodos de tristeza profunda, desânimo e falta de energia, alternados com fases de grande euforia, impulsividade, aumento da atividade e diminuição da necessidade de sono.

É importante lembrar que o diagnóstico deve sempre ser feito por profissionais da saúde mental, por meio de avaliação clínica cuidadosa. Com acompanhamento adequado, tratamento e suporte, muitas pessoas com transtorno bipolar conseguem levar uma vida equilibrada e funcional.

Falar sobre saúde mental com informação e responsabilidade é um passo importante para combater o estigma e incentivar a busca por ajuda.

👩‍⚕️ Jaqueline Fagundes Pires Barison
Psicóloga
CRP 14/05799-9
📞 (67) 99191-6446
📍 Atendimentos na Clínica Infantil Dr. Geovaine
📍 Rua Duque de Caxias, 3822

Todo pai e toda mãe deseja proteger seus filhos. Esse cuidado faz parte do amor e da responsabilidade de quem acompanha ...
27/03/2026

Todo pai e toda mãe deseja proteger seus filhos. Esse cuidado faz parte do amor e da responsabilidade de quem acompanha o crescimento de uma criança.

Mas quando a proteção se torna excessiva, ela pode acabar impedindo que a criança desenvolva habilidades importantes para a vida.

Quando os adultos resolvem tudo, evitam qualquer frustração ou não permitem que a criança tente, erre e aprenda, ela pode crescer com dificuldades para lidar com desafios, tomar decisões e confiar em si mesma.

A infância é o momento em que a criança aprende, pouco a pouco, a desenvolver autonomia, responsabilidade e segurança emocional.

Permitir pequenas tentativas, incentivar a resolução de problemas e apoiar sem fazer tudo por ela ajuda a fortalecer a autoestima e a confiança.

Proteger não signif**a impedir experiências.
Signif**a acompanhar, orientar e permitir que a criança desenvolva suas próprias habilidades.

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Quando o sono da criança está desregulado, o comportamento costuma ser o primeiro a mudar. Irritabilidade, choro fácil, ...
25/03/2026

Quando o sono da criança está desregulado, o comportamento costuma ser o primeiro a mudar. Irritabilidade, choro fácil, agitação, dificuldade de concentração, impulsividade e até mais conflitos no dia a dia podem ser sinais de que o corpo e o cérebro não estão descansando como precisam.

O sono não serve apenas para “repor energia”. É durante o descanso que o cérebro organiza emoções, consolida aprendizados e regula respostas ao estresse. Quando a criança dorme pouco, dorme tarde ou tem um sono fragmentado, ela f**a mais sensível às frustrações e com menos recursos emocionais para lidar com o cotidiano.

Rotinas irregulares, excesso de telas à noite, horários inconsistentes e mudanças frequentes no ritmo de dormir e acordar impactam diretamente o equilíbrio emocional infantil. Muitas vezes, o comportamento “difícil” não é desobediência — é cansaço.

Criar uma rotina de sono previsível, com horários mais estáveis, desaceleração antes de dormir e um ambiente tranquilo, é uma forma poderosa de cuidado emocional. Dormir bem ajuda a criança a se sentir mais segura, regulada e disponível para aprender, brincar e se relacionar.

Cuidar do sono é cuidar da saúde emocional. E pequenas mudanças na rotina podem gerar grandes transformações no comportamento.

Jaqueline Fagundes Pires Barison
Psicóloga – CRP: 14/05799-9
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23/03/2026

O desenvolvimento infantil não acontece por acaso. Ele é construído em fases sensíveis, especialmente nos primeiros anos de vida.

Quando há sinais de atraso ou dificuldades emocionais, agir cedo não é precipitação — é estratégia. Quanto antes a criança recebe suporte adequado, maiores são as chances de fortalecer conexões cerebrais, ampliar habilidades e evitar impactos secundários na autoestima.

Intervir cedo não é colocar um rótulo.
É oferecer direção.

Cuidar do desenvolvimento no tempo certo é investir no futuro emocional da criança.

Se você percebe sinais que geram dúvida ou insegurança, buscar orientação pode ser o passo mais importante agora. 💛

Jaqueline Fagundes Pires Barison
Psicóloga - CRP: 14/05799-9
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21 de março é o Dia Mundial da Síndrome de Down, uma data importante para reforçar informação, respeito e inclusão. 💛A S...
21/03/2026

21 de março é o Dia Mundial da Síndrome de Down, uma data importante para reforçar informação, respeito e inclusão. 💛

A Síndrome de Down é uma condição genética causada pela presença de um cromossomo extra no par 21. Mas mais importante do que entender a condição é compreender que cada criança possui habilidades, personalidade, emoções e potencial de desenvolvimento.

Com estímulos adequados, acompanhamento profissional e um ambiente que ofereça oportunidades, crianças com Síndrome de Down podem desenvolver autonomia, aprender, construir relações e participar ativamente da sociedade.

A inclusão começa quando deixamos de olhar apenas para as limitações e passamos a enxergar as possibilidades, o respeito às diferenças e o valor de cada indivíduo.

Informação gera empatia.
Empatia gera inclusão.

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A adolescência é um período de muitas mudanças emocionais, físicas e sociais. Oscilações de humor fazem parte dessa fase...
18/03/2026

A adolescência é um período de muitas mudanças emocionais, físicas e sociais. Oscilações de humor fazem parte dessa fase, mas existem sinais que vão além do esperado e precisam de atenção.

Isolamento constante, perda de interesse por atividades que antes davam prazer, alterações no sono e no apetite, irritabilidade excessiva, queda no rendimento escolar, sensação de vazio, cansaço frequente e falas negativas sobre si mesmo são sinais que não devem ser ignorados. Muitas vezes, o adolescente não consegue pedir ajuda com palavras — e o sofrimento aparece no comportamento.

Diferente do que muitos pensam, depressão na adolescência não é falta de esforço, drama ou rebeldia. É um sofrimento emocional real, que pode afetar profundamente a autoestima, as relações e a forma como esse jovem enxerga a si mesmo e o futuro.

O acolhimento familiar é fundamental. Escutar sem julgamentos, validar sentimentos e mostrar disponibilidade fazem toda a diferença. O acompanhamento psicológico oferece um espaço seguro para que o adolescente compreenda suas emoções, desenvolva recursos internos e encontre caminhos mais saudáveis para lidar com a dor emocional.

Buscar ajuda cedo pode transformar trajetórias. Cuidar da saúde mental do adolescente é um ato de amor, proteção e responsabilidade.

Jaqueline Fagundes Pires Barison
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16/03/2026

Supervisão não é invasão.
É cuidado.

O conteúdo digital molda referências, valores, linguagem e comportamento. Quando os pais acompanham de perto, conseguem orientar antes que padrões negativos se consolidem.

✨ Conversa fortalece vínculo.
✨ Presença gera segurança.
✨ Orientação previne problemas futuros.

Mais importante do que limitar horas é ensinar consciência.
Tecnologia faz parte da realidade das crianças.
Mas desenvolvimento saudável exige participação ativa da família.

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Festas e encontros sociais fazem parte da adolescência e são importantes para o desenvolvimento social. Mas, nessa fase,...
13/03/2026

Festas e encontros sociais fazem parte da adolescência e são importantes para o desenvolvimento social. Mas, nessa fase, o cérebro ainda está em amadurecimento — especialmente as áreas responsáveis pelo controle dos impulsos e pela tomada de decisões.

Isso signif**a que muitos adolescentes agem no calor do momento, sem avaliar totalmente os riscos. Excesso de estímulos, pressão do grupo, necessidade de aceitação e medo de f**ar de fora podem levar a atitudes impulsivas que depois geram culpa, arrependimento ou conflitos familiares.

O papel dos adultos não é vigiar ou proibir tudo, mas orientar com diálogo e presença. Conversas claras antes das festas, combinados prévios, explicação dos limites e escuta ativa ajudam o adolescente a se sentir respeitado e, ao mesmo tempo, protegido.

Também é importante reforçar que dizer “não” faz parte do cuidado, assim como validar emoções e ensinar estratégias para lidar com pressão social. Quando o adolescente sabe que pode contar com o apoio dos pais sem julgamento, ele se sente mais seguro para pedir ajuda e fazer escolhas mais conscientes.

Cuidar da saúde emocional do adolescente é estar disponível, orientar com firmeza e acolher com empatia — mesmo nos momentos mais desafiadores.

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Nem toda criança gosta de festas. Luzes fortes, música alta, muita gente falando ao mesmo tempo, mudanças na rotina e es...
11/03/2026

Nem toda criança gosta de festas. Luzes fortes, música alta, muita gente falando ao mesmo tempo, mudanças na rotina e estímulos excessivos podem ser extremamente desconfortáveis para alguns pequenos.

Quando uma criança evita festas, se isola, chora ou pede para ir embora, isso não é birra, frescura ou falta de educação. Muitas vezes, é um limite emocional e sensorial sendo comunicado da única forma que ela consegue.

Forçar a permanência, minimizar o desconforto ou comparar com outras crianças pode gerar ansiedade, insegurança e até associações negativas com momentos sociais. Respeitar o tempo, o jeito e os limites da criança é uma forma profunda de cuidado e proteção emocional.

Algumas crianças precisam de pausas, outras preferem observar de longe, algumas só conseguem f**ar por pouco tempo — e tudo isso é válido. O mais importante é que elas se sintam seguras, compreendidas e acolhidas.

Ensinar que o “não gostar” também é permitido fortalece a autoestima e ajuda a criança a confiar em seus próprios sentimentos. Cuidar da saúde emocional começa quando o adulto aprende a respeitar quem a criança é — e não quem esperamos que ela seja.

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09/03/2026

A adolescência já é uma fase de construção de identidade.

Agora imagine construir essa identidade em um ambiente onde tudo parece perfeito.

A inteligência artificial ampliou o alcance da comparação e diminuiu a percepção do que é real.

Quando o jovem não entende que aquela imagem foi criada, editada ou manipulada, ele começa a medir seu valor por padrões inalcançáveis.

✨ Comparação excessiva desgasta a autoestima.
✨ Falta de informação gera insegurança.
✨ Educação digital protege a saúde emocional.

Conversa aberta em casa não é controle.
É proteção emocional.

Fortalecer identidade é um dos maiores fatores de prevenção contra ansiedade, insegurança e isolamento.

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Ambientes festivos costumam ser associados à alegria, mas para muitas crianças, especialmente as mais sensíveis, esses m...
06/03/2026

Ambientes festivos costumam ser associados à alegria, mas para muitas crianças, especialmente as mais sensíveis, esses momentos podem gerar desconforto emocional e sensorial.

Barulho intenso, muitas pessoas, músicas altas, luzes fortes e mudanças na rotina podem provocar ansiedade, irritabilidade, choro ou necessidade de isolamento. Nem sempre a criança consegue explicar o que está sentindo — o corpo e o comportamento acabam falando por ela.

É importante lembrar que sensibilidade não é birra, frescura ou falta de educação. É uma forma diferente de perceber o mundo. Quando o adulto reconhece isso, passa a agir com mais empatia e menos cobrança.

Preparar a criança com antecedência, explicar como será o ambiente, permitir pausas, respeitar o tempo dela e oferecer opções de descanso ajudam a reduzir a sobrecarga. Em muitos casos, estar presente e validar o sentimento já é suficiente para que a criança se sinta segura.

Cuidar da saúde emocional da criança nesses contextos é permitir que ela participe — ou não — de acordo com seus limites, sem culpa e sem pressão. Acolher é proteger.

Jaqueline Fagundes Pires Barison
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Na pré-adolescência, a necessidade de pertencimento se torna ainda mais intensa. É nessa fase que muitas crianças começa...
04/03/2026

Na pré-adolescência, a necessidade de pertencimento se torna ainda mais intensa. É nessa fase que muitas crianças começam a se comparar, a buscar aceitação e a sentir medo de f**ar de fora — principalmente no ambiente digital.

Esse medo tem nome: FOMO.
A sigla vem do inglês Fear of Missing Out, que signif**a medo de estar perdendo algo importante. É a sensação constante de que todos estão vivendo algo melhor, mais divertido ou mais interessante — menos ela.

Nas redes sociais, esse sentimento é alimentado o tempo todo. Fotos de grupos reunidos, convites que não chegaram, mensagens vistas e não respondidas… Tudo isso pode gerar ansiedade, insegurança e baixa autoestima na criança ou pré-adolescente.

O FOMO não aparece apenas como tristeza. Ele pode se manifestar em irritabilidade, necessidade excessiva de checar o celular, dificuldade para dormir, medo de dizer “não” e até comportamentos de exclusão consigo mesma.

O papel dos adultos é essencial nesse processo. Conversar sobre o que é real e o que é recorte das redes, reforçar que nem tudo é mostrado e validar os sentimentos da criança ajudam a construir segurança emocional. Além disso, fortalecer vínculos fora das telas e incentivar momentos de presença real protege a saúde mental.

A pré-adolescência pede orientação, não julgamento. Quando a criança se sente pertencente e valorizada no mundo real, o impacto da pressão online diminui.

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