Jaqueline Fagundes Pires Barison

Jaqueline Fagundes Pires Barison Psicóloga Clínica atendimento infantil e adulto

02/03/2026

Receber a palavra “autismo” pode despertar muitas emoções ao mesmo tempo.
Mas o que realmente transforma a trajetória da criança não é o medo, é a informação de qualidade.

Quanto antes existe compreensão, mais cedo surgem estratégias adequadas, adaptações necessárias e intervenções que respeitam o perfil individual da criança. E isso impacta diretamente na autoestima, no desenvolvimento social e na autonomia.

O diagnóstico não limita. Ele direciona.
Ele abre caminhos para apoio especializado, orientação familiar e construção de um ambiente mais seguro e previsível.

Cada criança dentro do espectro é única. E cada família merece orientação clara, acolhimento e suporte profissional durante essa jornada.

Se você está nesse processo ou tem dúvidas sobre o desenvolvimento do seu filho, buscar acompanhamento pode ser o passo que muda toda a história. 💙

Jaqueline Fagundes Pires Barison
Psicóloga - CRP: 14/05799-9
📞 (67) 99191-6446
📍 Atendimentos na Clínica Infantil Dr. Geovaine
📍 Rua Duque de Caxias, 3822

O uso excessivo de telas tem se tornado cada vez mais comum entre adolescentes — principalmente à noite. Celular na cama...
20/02/2026

O uso excessivo de telas tem se tornado cada vez mais comum entre adolescentes — principalmente à noite. Celular na cama, vídeos sem fim, redes sociais e jogos acabam ocupando o espaço que deveria ser do descanso, e os efeitos não demoram a aparecer.

Quando o sono é prejudicado, o corpo e a mente do adolescente sentem. É comum surgirem sinais como irritabilidade, dificuldade de concentração, alterações de humor, impulsividade e queda no rendimento escolar. A privação de sono também afeta a forma como o adolescente lida com emoções, frustrações e relações sociais.

Além disso, a exposição prolongada às telas mantém o cérebro em estado de alerta, dificultando o relaxamento necessário para dormir. Mesmo quando o adolescente “dorme”, o descanso não é reparador, o que gera um ciclo de cansaço físico e emocional.

O papel da família é fundamental nesse processo. Estabelecer limites para o uso de telas, especialmente no período noturno, criar combinados claros e incentivar rotinas de desaceleração ajudam a proteger a saúde emocional. Não se trata de proibir, mas de ensinar equilíbrio e autocuidado.

Cuidar do sono é cuidar da saúde mental. Pequenas mudanças na rotina digital podem transformar o comportamento, o humor e a qualidade de vida do adolescente.

Jaqueline Fagundes Pires Barison
Psicóloga – CRP: 14/05799-9
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O Carnaval é, para muitos adultos, um momento de festa e descontração. Mas para as crianças, especialmente as mais sensí...
16/02/2026

O Carnaval é, para muitos adultos, um momento de festa e descontração. Mas para as crianças, especialmente as mais sensíveis, esse período pode trazer desafios importantes para a saúde emocional.

Mudanças bruscas na rotina, excesso de barulho, ambientes cheios, sono desregulado e estímulos visuais intensos podem gerar ansiedade, irritabilidade, choro fácil ou comportamentos regressivos. Nem toda criança vivencia o Carnaval como algo divertido — e tudo bem.

Respeitar o ritmo infantil é essencial. Algumas crianças precisam de mais previsibilidade, pausas e segurança emocional para atravessar esse período com tranquilidade. Outras podem aproveitar melhor quando há explicação prévia do que vai acontecer, combinados claros e limites bem definidos.

Oferecer escolhas, observar sinais de cansaço emocional e garantir momentos de descanso ajudam a criança a se sentir protegida. O adulto não precisa “forçar a diversão”, mas sim garantir que a experiência seja adequada à idade e às necessidades emocionais do pequeno.

Cuidar da saúde emocional das crianças no Carnaval é permitir que elas vivam esse período com respeito, acolhimento e segurança — mesmo que isso signifique viver o feriado de forma diferente do esperado.

Jaqueline Fagundes Pires Barison
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Festas e encontros sociais fazem parte da adolescência e são importantes para o desenvolvimento social. Mas, nessa fase,...
13/02/2026

Festas e encontros sociais fazem parte da adolescência e são importantes para o desenvolvimento social. Mas, nessa fase, o cérebro ainda está em amadurecimento — especialmente as áreas responsáveis pelo controle dos impulsos e pela tomada de decisões.

Isso significa que muitos adolescentes agem no calor do momento, sem avaliar totalmente os riscos. Excesso de estímulos, pressão do grupo, necessidade de aceitação e medo de ficar de fora podem levar a atitudes impulsivas que depois geram culpa, arrependimento ou conflitos familiares.

O papel dos adultos não é vigiar ou proibir tudo, mas orientar com diálogo e presença. Conversas claras antes das festas, combinados prévios, explicação dos limites e escuta ativa ajudam o adolescente a se sentir respeitado e, ao mesmo tempo, protegido.

Também é importante reforçar que dizer “não” faz parte do cuidado, assim como validar emoções e ensinar estratégias para lidar com pressão social. Quando o adolescente sabe que pode contar com o apoio dos pais sem julgamento, ele se sente mais seguro para pedir ajuda e fazer escolhas mais conscientes.

Cuidar da saúde emocional do adolescente é estar disponível, orientar com firmeza e acolher com empatia — mesmo nos momentos mais desafiadores.

Jaqueline Fagundes Pires Barison
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Quando se fala em TDAH, muitas pessoas ainda pensam apenas em agitação ou dificuldade de ficar parado. Mas, na prática, ...
09/02/2026

Quando se fala em TDAH, muitas pessoas ainda pensam apenas em agitação ou dificuldade de ficar parado. Mas, na prática, muitos sinais aparecem de forma sutil no cotidiano da criança e acabam sendo confundidos com “desatenção comum” ou “fase”.

Dificuldade para iniciar tarefas simples, esquecer combinados com frequência, perder objetos o tempo todo, se frustrar facilmente ou parecer “no mundo da lua” em momentos importantes são exemplos que passam despercebidos na rotina familiar.

Algumas crianças se esforçam muito para manter a atenção, o que pode gerar cansaço emocional, irritabilidade ou queda no rendimento escolar. Outras conseguem se concentrar intensamente em atividades que gostam, mas travam diante de tarefas que exigem organização ou planejamento.

Observar o contexto é fundamental. O TDAH não se manifesta apenas em um ambiente específico, nem aparece da mesma forma em todas as crianças. Por isso, rótulos rápidos ou comparações com outras crianças podem atrasar a compreensão do que realmente está acontecendo.

Quando há suspeitas, buscar uma avaliação profissional adequada permite entender as necessidades da criança, orientar a família e construir estratégias que favoreçam o desenvolvimento emocional, social e acadêmico.

A atenção aos pequenos sinais faz toda a diferença no cuidado com a saúde emocional infantil.

Jaqueline Fagundes Pires Barison
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As redes sociais fazem parte da rotina de crianças e adolescentes, mas o impacto emocional desse contato constante nem s...
06/02/2026

As redes sociais fazem parte da rotina de crianças e adolescentes, mas o impacto emocional desse contato constante nem sempre é visível à primeira vista. Comparações, busca por validação, excesso de estímulos e medo de ficar de fora podem gerar ansiedade, insegurança e baixa autoestima.

Muitos jovens passam a medir seu valor pelo número de curtidas, visualizações ou comentários. Outros se sentem pressionados a parecer felizes o tempo todo, mesmo quando não estão. Esse cenário pode afetar o humor, o sono, a concentração e a forma como lidam com frustrações no dia a dia.

O papel dos pais não é vigiar o tempo todo, nem proibir sem diálogo, mas orientar e mediar. Conversar sobre o que a criança ou adolescente consome nas redes, explicar que o que aparece ali não representa a vida real e estabelecer limites claros são atitudes fundamentais para proteger a saúde emocional.

Criar espaços de escuta, incentivar momentos offline, observar mudanças de comportamento e mostrar que o afeto e o valor não dependem do mundo digital ajudam a fortalecer a segurança emocional.

Redes sociais não são vilãs, mas precisam de acompanhamento. Quando os adultos assumem esse papel com presença e consciência, a criança aprende a usar a tecnologia sem que ela use emocionalmente dela.

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Iniciar um novo ciclo escolar pode despertar muitas emoções nas crianças — curiosidade, entusiasmo, medo, insegurança. P...
02/02/2026

Iniciar um novo ciclo escolar pode despertar muitas emoções nas crianças — curiosidade, entusiasmo, medo, insegurança. Para aquelas que vivenciam processos de inclusão escolar, essa transição costuma ser ainda mais intensa.

Mudança de professores, colegas, ambiente e rotina exige da criança uma grande adaptação emocional. Quando ela não se sente preparada ou compreendida, podem surgir sinais como ansiedade, resistência em ir para a escola, choro frequente ou alterações no comportamento.

Preparar a criança com antecedência faz toda a diferença. Conversar sobre o que vai mudar, explicar como será o dia a dia, usar recursos visuais e criar previsibilidade ajudam a reduzir o medo do desconhecido. Visitar a escola, conhecer o espaço e estabelecer pequenas simulações da rotina também fortalecem a segurança emocional.

A inclusão não acontece apenas dentro da sala de aula. Ela começa em casa, no diálogo respeitoso, no reconhecimento das necessidades individuais da criança e na parceria entre família, escola e profissionais.

Quando a criança se sente acolhida e compreendida, ela consegue viver esse novo ciclo com mais confiança, autonomia e bem-estar emocional.

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A adolescência é uma fase marcada por mudanças intensas — no corpo, na mente, nas emoções e nas relações. O que antes er...
30/01/2026

A adolescência é uma fase marcada por mudanças intensas — no corpo, na mente, nas emoções e nas relações. O que antes era simples pode se tornar confuso, e sentimentos como insegurança, irritabilidade, tristeza ou isolamento passam a aparecer com mais frequência.

Muitos adolescentes não sabem nomear o que sentem. Em vez de falar, demonstram através do comportamento: silêncio excessivo, afastamento da família, alterações no sono, mudanças bruscas de humor ou queda no rendimento escolar. Esses sinais não devem ser vistos como “drama” ou “fase sem importância”, mas como pedidos de ajuda.

A saúde emocional do adolescente depende muito do espaço que ele encontra para ser ouvido sem julgamentos. Ter adultos disponíveis para escutar, validar sentimentos e orientar com respeito fortalece a autoestima e a capacidade de lidar com frustrações, pressões sociais e expectativas externas — especialmente aquelas vindas das redes sociais.

Buscar acompanhamento psicológico não significa que algo “está errado”, mas sim que existe cuidado, prevenção e apoio nesse momento tão delicado do desenvolvimento. Quando o adolescente se sente compreendido e acolhido, ele constrói recursos emocionais que levam para a vida adulta.

Cuidar da saúde emocional na adolescência é investir em adultos mais seguros, conscientes e emocionalmente equilibrados no futuro.

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As férias costumam ser associadas à diversão e descanso, mas também trazem mudanças importantes no comportamento das cri...
26/01/2026

As férias costumam ser associadas à diversão e descanso, mas também trazem mudanças importantes no comportamento das crianças. A quebra da rotina escolar, os horários mais flexíveis e o aumento do tempo livre podem impactar diretamente a forma como elas se comportam e se expressam emocionalmente.

É comum, nesse período, surgirem sinais como irritabilidade, dificuldade para dormir, maior dependência de telas, birras mais frequentes ou até apatia. Isso não significa que a criança “não sabe aproveitar as férias”, mas sim que ela ainda está aprendendo a lidar com a ausência de estrutura e previsibilidade.

A rotina oferece segurança emocional. Quando ela desaparece de forma abrupta, algumas crianças se sentem desorganizadas por dentro. Por isso, manter pequenos combinados — como horários aproximados para dormir, acordar, se alimentar e brincar — ajuda a equilibrar liberdade e estabilidade.

As férias também são uma oportunidade valiosa para observar a criança com mais atenção, fortalecer vínculos, conversar sobre sentimentos e incentivar atividades que estimulem criatividade, movimento e convivência.

Com acolhimento e presença, esse período pode ser transformado em um tempo de crescimento emocional, e não de conflitos constantes. Cada criança reage de um jeito, e respeitar esse ritmo faz toda a diferença.

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O início do ano é um momento importante para reorganizar rotinas — e isso inclui a relação das crianças com as telas. Ap...
23/01/2026

O início do ano é um momento importante para reorganizar rotinas — e isso inclui a relação das crianças com as telas. Após férias, horários flexíveis e mais tempo livre, é comum que o uso de celulares, tablets e videogames aumente de forma significativa.

O excesso de telas pode impactar o sono, a atenção, o humor e até a forma como a criança lida com frustrações e limites. Por isso, estabelecer acordos claros logo no começo do ano ajuda a prevenir conflitos e favorece um desenvolvimento emocional mais equilibrado.

Limitar o uso não significa proibir tudo. Significa orientar, acompanhar e ensinar a criança a lidar com o digital de forma saudável. Quando os combinados são explicados com calma, respeitando a idade e as necessidades da criança, ela se sente mais segura e compreendida.

Criar horários definidos, priorizar atividades offline, estar presente durante o uso e conversar sobre o que a criança consome nas telas são atitudes simples que fazem grande diferença. O adulto não precisa controlar cada movimento, mas precisa mediar.

Limites bem colocados não afastam — eles protegem. E quando são estabelecidos com afeto e constância, ajudam a criança a desenvolver autocontrole, responsabilidade e equilíbrio emocional ao longo do ano.

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Nos últimos meses, tem crescido um movimento nas redes sociais de jovens e adultos se identificando com sinais de TDAH o...
19/01/2026

Nos últimos meses, tem crescido um movimento nas redes sociais de jovens e adultos se identificando com sinais de TDAH ou autismo apenas por vídeos, listas de sintomas ou relatos de influenciadores.
E essa tendência já chegou aos adolescentes… o que preocupa muitos pais.

Embora a internet ajude a ampliar conversas importantes, ela também pode criar confusões: comportamentos comuns da adolescência acabam sendo vistos como transtornos, e sinais reais podem ser ignorados porque parecem “normais”.

✨ Por que o autodiagnóstico é perigoso?
* Ele pode gerar ansiedade ou rótulos desnecessários.
* Leva à interpretação errada de sintomas que podem ter outras causas (como estresse, sono irregular, bullying ou dificuldades escolares).
* A criança ou adolescente pode começar a se ver como alguém “incapaz”, criando barreiras emocionais.
* Pode atrasar um diagnóstico verdadeiro, feito por profissionais capacitados.

✨ O que os pais podem fazer?
* Converse sobre o que seu filho vê nas redes sociais.
* Mostre que identificar com um vídeo não significa ter um transtorno.
* Reforce que TDAH e autismo são condições complexas, avaliadas por profissionais especializados.
* Observe mudanças reais no comportamento — rotina, emoções, desempenho escolar, relações sociais.
* Se houver dúvidas, busque uma avaliação adequada, sem medo e sem rótulos.

A internet pode informar, mas o cuidado emocional e o diagnóstico preciso só acontecem com acompanhamento profissional. Entender isso evita sofrimento, ansiedade e autopercepções distorcidas.

Jaqueline Fagundes Pires Barison
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As férias são muito mais do que um período sem aulas — elas são uma oportunidade poderosa para desenvolver habilidades s...
16/01/2026

As férias são muito mais do que um período sem aulas — elas são uma oportunidade poderosa para desenvolver habilidades socioemocionais que fazem diferença na vida da criança o ano inteiro.

Sem a rotina apertada da escola, sobra tempo para experimentar, errar, criar, descansar e aprender de outras formas. E é justamente nesses momentos mais leves que habilidades fundamentais começam a florescer.

✨ Autonomia:
Deixar a criança participar de pequenas decisões do dia — escolher a roupa, ajudar a organizar o quarto, montar o lanche — fortalece confiança e senso de responsabilidade.

✨ Empatia:
Brincadeiras em grupo, convívio com primos ou amigos e atividades cooperativas ajudam a criança a entender limites, compartilhar e se colocar no lugar do outro.

✨ Regulação emocional:
Com menos demandas, a criança tem mais espaço para reconhecer sentimentos, aprender a lidar com frustrações e praticar pausas calmantes.

✨ Criatividade:
Atividades abertas, como pintura, massinha, culinária ou brincadeiras ao ar livre, estimulam imaginação e resolução de problemas.

✨ Comunicação:
Conversas sobre medos, sonhos e desejos para o novo ano fortalecem o vínculo e ajudam na construção da expressão emocional.

Com um pouco de presença e intenção, as férias se tornam uma grande aliada no desenvolvimento emocional e social da criança — de forma natural e prazerosa.

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