06/05/2020
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Em tempos de COVID 19, aonde a prudência sugere que as pessoas fiquem mais em casa, a imobilidade se torna uma grande preocupação. Pode ser que o sedentarismo já seja rotina para muita gente, mas o tema em questão é a sua potencialização, ou seja, deixar o "ruim ficar pior ainda.
Fatores de risco como obesidade, o próprio sedentarismo, alguns tipos de trabalho ( como motoristas de ônibus) e a genética, favorecem o aparecimento de pequenas lesões nas estruturas da coluna, como o disco (aquele da"hérnia de disco").
Tais lesões, inicialmente silenciosas, podem progredir e se tornarem dolorosas, o que estimula ainda mais a imobilização da coluna e sua musculatura. Esses fatores, promovem inicialmente alterações a nível celular como redução da nutrição do disco e sua inflamação. .
O desuso, que pode ser cultural ou secundário a dor, agrava essas alterações e o resultado final é lesão definitiva no disco intervertebral com posterior herniação, fraqueza da musculatura que protege a coluna ( o famoso core) e desequilíbrio de diversas outras estruturas.
Exercícios físicos responsáveis com o objetivo de fortalecer toda a musculatura do corpo, especialmente a coluna, são obrigatórios para a maioria das pessoas, salvo aquelas com contra indicações médicas. Corpo parado é igual a "corpo atrofiado".
Movimente-se ao longo do seu dia. Se possível sempre sob orientação de educador físico ou fisioterapeuta. Além de prevenir diversas doenças, você também estará se protegendo de desenvolver diversos problemas relacionados, como hérnias de disco, processos degenerativos entre outros. .