Psico On Line Maria Eduarda

Psico On Line Maria Eduarda Psicóloga Clínica desde 1975, formada pela USP. Atualmente, atende ONLINE, e é certificada para Atualmente, atendo também ONLINE, por meio do Skype.

Sou Psicóloga Clínica e faço Psicoterapia presencial no consultório. O resultado é exatamente o mesmo!

Ainda pensando em combater o estresse, que tal incluirmos uma atividade física regular em nossa vida?Alguns preferem cam...
07/11/2018

Ainda pensando em combater o estresse, que tal incluirmos uma atividade física regular em nossa vida?
Alguns preferem caminhar, outros preferem dar longas voltas de bike...não importa o que escolhemos! Importa sim, se conseguimos inserir essa atividade em nossa rotina diária!
Quando nos entregamos a esse hobby de corpo e alma, relaxamos, não pensamos em nossos problemas, apreciamos a natureza que nos distrai e nos acalma!
Você já pensou nisso?

Boa noite pessoal!Cuidar de nossos corações signif**a, para mim, fazer apenas aquilo que previne o estresse. Trocando is...
05/11/2018

Boa noite pessoal!
Cuidar de nossos corações signif**a, para mim, fazer apenas aquilo que previne o estresse. Trocando isso em miúdos...fazer aquilo que gostamos, aquilo que nos dá prazer e que nos relaxa. Você já pensou em cuidar de seu jardim? Por menor que seja ele precisa ser cuidado e quanto mais você se dedica, imediatamente você recebe o retorno: ele f**a viçoso, seu verde se intensif**a, logo começam a aparecer os primeiros brotinhos e depois as flores!!!
Com tudo isso, você se distrai, relaxa e começa a planejar os próximos passos, os próximos cuidados.
Pensem um pouquinho nessa possibilidade!
Será que alguém gostaria de partilhar conosco uma experiência em meio à natureza e os "bons frutos colhidos"?

01/11/2018

Estamos nos aproximando do final de 2018! Para estarmos ótimos vamos começar a preparar nossos corações?

Conversamos bastante sobre o estresse emocional. Agora temos que conversar sobre o que fazer para evitá-lo!!!Vamos começ...
30/10/2018

Conversamos bastante sobre o estresse emocional.
Agora temos que conversar sobre o que fazer para evitá-lo!!!
Vamos começar?

Vamos dar continuidade ao que estávamos conversando? Falamos um pouquinho sobre os sintomas do Estresse Emocional. E hoj...
24/10/2018

Vamos dar continuidade ao que estávamos conversando? Falamos um pouquinho sobre os sintomas do Estresse Emocional. E hoje queria deixar claro que existem também os sintomas físicos. Eles fazem a pessoa sentir-se doente, embora não exista realmente nenhum problema de ordem física. Estou falando de diarreias, gastrites, prisões de ventre, pressão alta, dores musculares e de cabeça provenientes do desequilíbrio emocional.
É isto mesmo: quando nossa mente está adoecida nosso corpo padece. Esta é uma forma de nosso organismo global chamar a atenção e dizer que algo vai mal. Por isso mesmo, não é raro ao fazer exames para descobrir as causas dos sintomas, chegar-se ao diagnóstico de estresse emocional: a pessoa não tem absolutamente nada orgânico que explique esse quadro.
Por isso, é essencial que os sintomas sejam identif**ados e tratados de modo correto para que não se transforme em depressão e acabe incapacitando a pessoa em diversos sentidos. Ter um acompanhamento especializado vai ajudar muito entender as origens e tratar, da forma correta, o problema.
Quero ressaltar ainda que o estresse emocional não é frescura (desculpem-me a expressão), preguiça ou moleza como muitas pessoas erroneamente querem acreditar. Não, é um sinal de que o indivíduo está sofrendo e precisa de ajuda para conseguir vencer e superar suas dificuldades emocionais.
Muitos de nós passamos por situações traumáticas, perdas e problemas que deixam sequelas emocionais e psicológicas. Algumas vezes, não lidamos de forma adequada com essas situações e elas vão se transformando em uma verdadeira “bola de neve”, adoecendo nossos sentimentos, nossas energias, nossa alegria de viver.
Você, por acaso, sente-se assim ou conhece alguém com estes sintomas? SIM NÃO
Se a resposta for positiva, esteja alerta e busque auxilio especializado! Cuide-se e tenha uma vida melhor em todos os sentidos. Faça isso, você merece!

Dando sequência ao tema do mês, vamos falar especif**amente do Estresse Emocional.Pelo visto, pouca gente ouviu falar de...
15/10/2018

Dando sequência ao tema do mês, vamos falar especif**amente do Estresse Emocional.
Pelo visto, pouca gente ouviu falar desse tipo de estresse! Diferente do estresse comum, que geralmente é proveniente de fatores externos como aquelas situações de filas no trânsito, discussões ou problemas no trabalho, o estresse emocional vem de dentro da pessoa, ou seja, de uma insatisfação interna com sua vida que acaba se espelhando em seu estado físico, emocional e mental.
Ansiedade, grande irritação, frustração, tristeza constante, sensação de vazio, descrença, pesar, mágoa, insegurança, desejo de se afastar de todos e f**ar sozinho: são alguns dos sentimentos e sensações constantes no cotidiano dos indivíduos estressados emocionalmente. Assim, tanto no trabalho como em sua vida pessoal, a pessoa não consegue estar bem e atender suas demandas e responsabilidades de forma produtiva e positiva.
Pelo contrário, tudo parece ser um grande fardo, com um peso totalmente desproporcional às energias que tem para realizar suas tarefas, o que só aumenta sua insatisfação. Por isso, é importante estar atento não apenas ao estresse como já conhecemos, mas também ao estresse emocional, que causa inúmeros malefícios e pode levar a uma grave depressão.

Principais Sintomas do Estresse Emocional:
- Insônia e irritação frequente;
- Queda de cabelos, perda ou aumento de peso;
- Sensação de fraqueza, vazio e desânimo constante;
- Afastamento social e isolamento;
- Foco no negativo e falta de entusiasmo com tudo;
- Insatisfação, raiva e queda na produtividade no trabalho;
- Dificuldades de concentração e lapsos de memória;
- Dores de cabeça e no corpo, frequentes, e sem foco físico.

Lendo escritos de Dráusio Varella acabei me deparando com um texto sobre o estresse. E fiquei pensando que esse seria um...
09/10/2018

Lendo escritos de Dráusio Varella acabei me deparando com um texto sobre o estresse. E fiquei pensando que esse seria um assunto muito atual para discutirmos.
Como todos sabem: “Estresse é um termo que se vulgarizou nos últimos tempos. Queixa-se de estresse o homem que chega em casa depois de um dia de muito trabalho, de trânsito pesado e das filas do banco. Queixa-se a mulher que enfrentou uma maratona de atividades domésticas, profissionais e com os filhos. À noite, terminado o jantar, com as crianças recolhidas, o casal mal têm forças para trocar de roupa e cair na cama.
A palavra estresse não cabe nesse contexto. O que eles sentem é cansaço, estão exaustos e uma noite de sono é um santo remédio para recompor as energias e revigorá-los para as tarefas do dia seguinte.
A palavra estresse, na verdade, caracteriza um mecanismo fisiológico do organismo sem o qual nós, nem os outros animais, teríamos sobrevivido. Se nosso antepassado das cavernas não reagisse imediatamente, ao se deparar com uma fera faminta, não teria deixado descendentes. Nós existimos porque nossos ancestrais se estressavam, isto é, liberavam uma série de mediadores químicos (como a adrenalina), que provocavam reações fisiológicas, como aumento dos batimentos cardíacos e da pressão arterial, etc, para que, diante do perigo, enfrentassem a fera ou fugissem.
No entanto, o estresse do mundo moderno é muito diferente do que existia no passado. Resulta do acúmulo de pequenos problemas que se repetem todos os dias. A promissória a vencer no banco e o compromisso com hora marcada prejudicado pelo congestionamento inexplicável não liberam mediadores na quantidade necessária para enfrentar um animal ameaçador, mas provocam um discreto e constante aumento da pressão arterial e do número dos batimentos cardíacos que, sem dúvida, trazem consequências nefastas para o organismo. Essa é a explicação científ**a para a palavra estresse que tanto usamos hoje em dia!”
Mas, o que eu gostaria de tratar com vocês é um pouco além disso.
Já ouviram falar do Estresse Emocional? SIM ou NÃO
Quem está acompanhando esse raciocínio poderia me responder, por favor. A medida que mais pessoas participam temos a chance de travar um diálogo, uma conversa online!

Para encerrar nosso tema  deixo aqui este artigo, claro e objetivo, sobre a Intolerância no Brasil. É um momento oportun...
06/10/2018

Para encerrar nosso tema deixo aqui este artigo, claro e objetivo, sobre a Intolerância no Brasil. É um momento oportuno para prestarmos atenção e tomarmos conta dos excessos de nossos sentimentos!

Explosão de intolerância
Vivemos tempos de intolerância no Brasil e no mundo. E a intolerância, seja qual for, por princípio jurídico universal fere o artigo 7º da Declaração Universal dos Direitos Humanos e se caracteriza pela falta de informação e vontade em se conhecer e respeitar as diferenças em crenças, opções se***is e opiniões. A sociedade parece estar se esquecendo do quanto é importante, para a convivência social, aceitar, suportar, ser indulgente e clemente com os outros, as definições da palavra tolerar.
Somos um país preconceituoso sim, infelizmente. No Brasil, crescem os registros de violência relacionados ao preconceito e à discriminação. Apenas para lembrarmos de alguns casos: o assassinato da vereadora carioca Marielle Franco, suspeita de execução política por sua defesa dos direitos humanos e suas denúncias contra a atuação das milícias; os ataques a terreiros de candomblé e umbanda, o aumento de crimes contra a comunidade LGBT, as reações violentas contra a inserção de deficientes na sociedade, as diversas formas de bullying nas escolas e nos ambientes de trabalho.
Nossa sociedade está cada vez mais intolerante com as causas diferentes do comum. Para se ter uma ideia, dados da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, por exemplo, mostram que a cada três dias há uma denúncia de intolerância religiosa. E a própria secretaria reconhece que este dado, baseado no canal de denúncias de violações dos Direitos Humanos, o Disque 100, tende a ser bem mais numeroso.
Os índices de homofobia não f**am atrás. Relatório do Grupo Gay da Bahia (GGB), em 2017, indica que 445 lésbicas, g**s, bisse***is, travestis e transe***is foram assassinados. Uma vítima a cada 19 horas. Um recorde histórico desde que o grupo existe, há 38 anos.
Homens, jovens, negros e de baixa escolaridade são as maiores vítimas de mortes violentas no país. A população negra corresponde à maioria (78,9%) dos 10% dos moradores com mais chances de serem vítimas de homicídios, de acordo com o Atlas da Violência 2017, elaborado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública. A cada 100 pessoas assassinadas no Brasil, 71 são negras.
As mulheres são as vítimas cotidianas da intolerância. Doze delas foram assassinadas diariamente em média no Brasil no ano passado, com base em dados oficiais dos estados. Foram 4.473 homicídios dolosos, dos quais 946 eram feminicídios, mulheres mortas em crimes de ódios motivados pela condição de gênero. Isso para não falarmos nos crimes de violência sexual, como estupros, assédios e exploração sexual. A cada dia as denúncias aumentam, como nos casos de agressores que agem no transporte público, mas a maioria ainda não é contabilizada.
A intolerância encontrou um terreno sólido nas redes sociais. Pesquisa feita pelo Comitê Gestor da Internet do Brasil, em 2016, revelou que, de três jovens e crianças com acesso à internet, pelo menos um já havia tido conhecimento de alguém que sofrera discriminação. O estudo mostra também que 41% dos pesquisados afirmaram já ter visto uma vítima de preconceito na internet. Desse número, 24% referem-se à cor ou raça, 16% à aparência e 13% à homossexualidade. E outro estudo, da Safernet, ONG que atua na promoção e defesa dos direitos humanos na internet no país, revela que 39 mil páginas foram denunciadas por violações de direitos humanos, em conteúdos racistas e de incitação à violência em 2016.
Os crimes de ódio, de intolerância, f**am cada vez mais expostos e ampliam as vítimas de racismo, homofobia, xenofobia, etnocentrismo, preconceito religioso e contra portadores de deficiência, para citarmos alguns. São crimes que ferem a dignidade humana e prejudicam a sociedade como um todo.
Não apenas atentam contra a Declaração Universal dos Direitos Humanos e contra a Constituição Federal, mas também contra a essência do estado democrático de direito, em que as opiniões divergentes são dignas de igual respeito. Vivemos em um momento histórico, no qual a intolerância e o discurso do ódio conquistam cada vez mais adeptos.
Contra eles, temos como porto e farol a Constituição, sempre a nos amparar. E o bem comum, que tanto precisamos resgatar.
Fábio Nogueira é procurador-geral da OAB-RJ – 30/05/2018 – em O Globo

Já que estamos falando sobre Tolerância X Intolerância, reflita sobre o quão paradoxal pode ser a vida!
01/10/2018

Já que estamos falando sobre Tolerância X Intolerância,
reflita sobre o quão paradoxal pode ser a vida!

Na última postagem perguntei qual seria o nosso grau de intolerância. Lembram-se?Acho importante refletirmos que não est...
28/09/2018

Na última postagem perguntei qual seria o nosso grau de intolerância. Lembram-se?
Acho importante refletirmos que não estamos apenas nos referindo às intolerâncias raciais ou religiosas ou se***is. Estamos falando das intolerâncias do dia-a-dia, contra os “defeitos” de cada um.
Por exemplo, se estamos caminhando na rua e alguém esbarra em nós porque estava olhando para o celular, se estamos no metrô ao lado de alguém que praticamente espirra em nosso rosto ou em um restaurante onde a pessoa em frente toma sopa ruidosamente… tudo isso pode fazer crescer em nós uma raiva generalizada.
Pior ainda são aquelas situações em que perdemos a paciência com pessoas próximas de nós: um colega do escritório, o parceiro/a, sua faxineira, e... por coisas pequenas.
Por que será que estas situações sem importância fazem aflorar nossa intolerância? Será que existe alguma frustração por baixo dessa irritabilidade, algum sentimento de estar sendo desrespeitado, violentado?
Na verdade, as pessoas, de um modo geral, não estão contra você e não escolheram agir dessa forma somente para irritá-lo ou perturbar a sua paz de espírito. Você é que se irrita porque acredita que fazem isso de propósito, que eles não respeitam as pessoas ao seu redor ou que todos estão de acordo para piorar o seu dia …. Isso pode estar totalmente fora da realidade!
Nós todos temos as nossas peculiaridades, nossas manias que também podem perturbar os outros. O que acontece é que as nossas manias não nos incomodam. Assim, se quisermos ser tolerantes, precisamos aprender a suportar as características do outro. Tolerância é autocontrole, paciência e educação emocional. Infelizmente, parece que a tolerância não tem sido muito ensinada aos cidadãos! Pelo contrário, o desprezo, a falta de compreensão e o egocentrismo são características relacionadas, muitas vezes, a um bom cidadão.
É preciso muita paciência para que a prática contra a intolerância se torne um hábito.

Boa tarde amigas!F**a muito evidente que ninguém gosta muito dessa conversa sobre Tolerância X Intolerância. Mas...por i...
24/09/2018

Boa tarde amigas!
F**a muito evidente que ninguém gosta muito dessa conversa sobre Tolerância X Intolerância. Mas...por isso mesmo ela se torna necessária, indispensável!

Percebam que, muitas vezes, um simples toque, uma troca de olhares ou uma frase pode nos irritar dependendo de quem está à nossa frente. A intolerância é um problema muito comum atualmente, que nos leva a não suportar o contato com outras pessoas. Isto pode causar muitos problemas nos nossos relacionamentos pessoais.
Há uma linha muito tênue entre a tolerância e a falta dela. Parece que estamos nos tornando cada vez menos pacientes e amáveis com os outros, temos muita dificuldade em nos colocarmos no lugar dos demais e entender que o confronto não leva a lugar nenhum.
Vamos pensar um pouquinho?
Qual é o seu grau de intolerância?

Intolerância e discriminação: reflexos do medo despertado pelas diferençasSe há algo que deveria ser, mas não é nada sim...
16/09/2018

Intolerância e discriminação:
reflexos do medo despertado pelas diferenças

Se há algo que deveria ser, mas não é nada simples na existência humana, é a arte de conviver em meio às diferenças. A origem da palavra tolerância deriva do latim tolerare e tem o sentido de suportar, aceitar o que não se quer ou o que não se pode impedir. Intolerância, portanto, é não aceitar aquilo que destoa do que se deseja... Uma afirmação importante é: “A intolerância tem a sua origem naquela sensação de ameaça que o outro representa para mim. Isso é construído culturalmente e tem crescido ao invés de diminuir. É sintoma da insegurança que as pessoas têm cotidianamente"... É necessário entender o que motiva a intolerância e como ela aparece na sociedade....É essencial discutir a difícil arte de, mais do que conviver, colocar-se no lugar e tentar compreender o outro. (Baseado na reportagem|Gabriela Silva e Kelly Betina)
Que tal falarmos um pouquinho sobre esse tema?

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