Everaldo Oldoni

Everaldo Oldoni Terapeuta - Filósofo Clínico - Especialista em Psicologia Transpessoal.

Ser escolhido por uma turma como padrinho não é apenas um gesto simbólico — é o reconhecimento de vínculo, de caminhada ...
19/02/2026

Ser escolhido por uma turma como padrinho não é apenas um gesto simbólico — é o reconhecimento de vínculo, de caminhada e de humanidade compartilhada.

Foram dois anos de encontros. De subidas e descidas. De dúvidas, risos, lágrimas, quase desistências… e permanência.

Nas aulas que compartilhamos, como um solo sagrado de encontros, minha intenção sempre foi partilhar aquilo que nos mantém no mesmo chão humano — quem sabe oferecer algumas chaves. E o mais bonito é que sempre retorno desses encontros com muitas chaves recebidas.

Minha gratidão a Katia, Solange, Karla, Juci, Daniela e Tania — que, em nome da turma, me trouxeram esse gesto com tanta sensibilidade.

Estarei com vocês nesta noite celebrando a coragem e a verdade que depositaram no próprio processo de individuação. A noite será de vocês — e eu terei a honra de saborear esta linda cerimônia.

Seguimos cultivando as sementes.

Everaldo

Muitas vezes, aprendemos a esconder nossas dores, acreditando que isso nos torna fortes.  Mas a verdadeira força nasce q...
19/02/2026

Muitas vezes, aprendemos a esconder nossas dores, acreditando que isso nos torna fortes.
Mas a verdadeira força nasce quando olhamos para elas com coragem e permitimos que sejam integradas.
Acolher não é reviver — é transformar.
É dar voz ao que antes estava silenciado e permitir que a luz ocupe esse espaço.

🌿 Visualização:
Feche os olhos e diga para si mesmo:
"Eu acolho minhas feridas.
Eu reconheço o que vivi.
Eu permito que a luz entre onde antes havia silêncio.
Eu escolho viver inteiro."

Esse é o amor que sustenta.
Esse é o afeto que transforma.

📩 Se essa mensagem tocou você, compartilhe.
📲 Marque alguém que gostaria de ler isso hoje.
📘 Para aprofundar essa reflexão, baixe meu e-book gratuito — o link está na bio.

📲 Se você sente que precisa iniciar seu processo de acolhimento, a sua terapia, eu estou aqui.
Posso te ajudar a integrar suas feridas com presença, cuidado e verdade.

Com escuta e afeto,
Everaldo Oldoni.










A ferida da injustiça nasce quando, ainda criança, sentimos que nosso valor não foi reconhecido.Quando o esforço não foi...
12/02/2026

A ferida da injustiça nasce quando, ainda criança, sentimos que nosso valor não foi reconhecido.
Quando o esforço não foi visto, quando a comparação nos diminuiu, quando o olhar não nos acolheu.
Não é sobre igualdade — é sobre dignidade.
É sobre sentir que o que você é tem importância.

Essa ausência de reconhecimento se manifestou em frases como:
• “Você não merece tanto.”
• “Outros fazem melhor que você.”
• “Não reclame, aceite como está.”
Frases que pareciam simples, mas que deixaram marcas profundas.

Hoje, você pode fazer diferente.
Pode olhar para dentro e dizer:

“Eu reconheço o seu valor.
Eu honro o seu esforço.
Eu caminho com você, agora, com consciência e justiça.”

Feche os olhos, respire fundo e diga para si:

“Eu sei que você se sentiu injustiçado.
Sei que muitas vezes não recebeu o que merecia.
Mas agora eu vejo você.
Eu reconheço sua entrega.
Você é digno de respeito.
Você merece ser tratado com justiça.
E eu prometo: nunca mais vou ignorar o seu valor.”

Esse é o amor que sustenta.
Esse é o afeto que transforma.

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📘 Para aprofundar essa reflexão, baixe meu e-book gratuito — o link está na bio.

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Posso te ajudar a integrar suas feridas com presença, cuidado e verdade.

Com escuta e afeto,
Everaldo Oldoni










06/02/2026

Você já sentiu como se a sua mente estivesse sempre um passo à frente, mas em um lugar de perigo?

Muitos de nós aprendemos a conviver com o aperto no peito e o estado de alerta como se fizessem parte da rotina. Mas precisamos dar o nome correto: isso não é apenas cansaço, é ansiedade.

Existe uma diferença crucial entre a apreensão natural e a ansiedade que paralisa e adoece. Entender essa fronteira não é apenas uma questão teórica, é uma questão de liberdade.

O convite de hoje é para:

1. Reconhecimento: Entenda o que o seu corpo está tentando comunicar.
2. Diferenciação: Separe a preocupação real do ruído mental.
3. Ação: Não se acostume com o desconforto.

O primeiro passo para o equilíbrio é admitir que você não precisa carregar esse peso sozinho.

Faz sentido para você? Me conte aqui nos comentários se você sente que tem vivido em estado de alerta constante.

Viver em paz é uma escolha que exige método e acompanhamento. Se você quer retomar as rédeas da sua saúde mental, clique no link da bio. Posso te ajudar nesse caminho.

Com escuta e afeto,
Everaldo Oldoni.



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Ok, vou me lembrar disso. Você pode me pedir para esquecer dados específicos a qualquer momento ou gerenciar as informações que eu salvei. É só acessar [suas configurações](https://gemini.google.com/saved-info).

Na infância, muitas vezes não recebemos validação suficiente.Aprendemos a esconder dores, a silenciar emoções, a acredit...
05/02/2026

Na infância, muitas vezes não recebemos validação suficiente.
Aprendemos a esconder dores, a silenciar emoções, a acreditar que não éramos importantes.

Mas a criança interior não deseja que você volte a sofrer.
Ela só quer ser reconhecida.

Essa ausência de validação se manifestou em frases como:
• “Você está inventando coisa.”
• “Não precisa sentir tanto.”
• “Isso não é importante agora.”
Frases que pareciam simples, mas que deixaram marcas profundas.

🌿 Hoje, você pode fazer diferente.
Pode olhar para dentro e dizer:
“Eu honro o que você viveu.
Eu reconheço sua dor.
Eu caminho com você, agora, com consciência e amor.”

Feche os olhos, respire fundo e diga para si:
“Eu sei que você se sentiu esquecido.
Sei que esperou por sinais de que ainda importava.
Mas agora eu vejo você.
Eu lembro de você.
Mesmo quando o mundo se distrai, eu permaneço.
Você é digno de ser lembrado.
Você é importante mesmo no silêncio.
E eu prometo: nunca mais vou te deixar de lado.”

Esse é o amor que sustenta.
Esse é o afeto que transforma.

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📲 Marque alguém que gostaria de ler isso hoje.
📘 Para aprofundar essa reflexão, baixe meu e-book gratuito — o link está na bio.

📲 Se você sente que precisa iniciar seu processo de acolhimento, a sua terapia, eu estou aqui.
Posso te ajudar a integrar suas feridas com presença, cuidado e verdade.

Com escuta e afeto,
Everaldo Oldoni

28/01/2026

Às vezes, a gente sente uma irritação desproporcional ao ver alguém fazendo algo que "não fazemos mais". Pode ser um comportamento imaturo, uma escolha errada ou uma atitude que hoje nos parece óbvia.

Mas a verdade é que essa raiva não é sobre o outro. É sobre o nosso próprio processo.

Esse incômodo é o contraste entre quem você é hoje e quem você já foi. Ver o erro alheio nos lembra de uma versão nossa que deixamos para trás — e isso pode ser desconfortável.

O aprendizado aqui é duplo:

1. A consciência de que você evoluiu (e isso é maravilhoso!).
2. A humildade de entender que cada um tem seu tempo.

Não se trata de ser "melhor", mas de ter caminhado mais um pouco. O que é do outro, deixe com o outro. Foque na paz que é não precisar mais estar naquele lugar.

Faz sentido para você? Me conta aqui nos comentários se você já sentiu esse "incômodo da evolução".

19/01/2026

O primeiro passo é sempre em direção a si mesmo.

Se você acabou de chegar por aqui ou se já me acompanha em silêncio, este vídeo é o meu abraço de boas-vindas.

Muitas vezes, o que nos traz até aqui é uma dor que aperta ou uma angústia que não sabemos nomear — aquela sensação de vazio, de falta de sentido, e tantas outras possibilidades...

Mas e se essa dor for, na verdade, a sua alma pedindo para crescer?
E se a vida te trouxe algo que te deixou sem chão?

O meu trabalho nasce da união de dois caminhos profundos:

A Filosofia Clínica, que olha para a sua estrutura de pensamento e como você organiza o seu mundo;

E a Psicologia Transpessoal, que acolhe a sua dimensão espiritual e as necessidades da sua essência.

Aqui, eu não ofereço fórmulas mágicas. O que eu ofereço é a minha presença inteira. Eu não sou o dono do seu caminho, sou apenas uma lanterna.

O meu papel é ajudar você a iluminar os seus próprios passos, a acolher sua criança interior e a transformar sua angústia em solo fértil para o amadurecimento.

Seja muito bem-vindo(a) a este espaço de busca e encontro.

Com escuta e afeto,
Everaldo Oldoni.

Na infância, muitas vezes aprendemos que confiar era perigoso.Que o mundo podia ser instável, que as pessoas podiam ir e...
15/01/2026

Na infância, muitas vezes aprendemos que confiar era perigoso.
Que o mundo podia ser instável, que as pessoas podiam ir embora, que o afeto podia falhar.

E então, criamos defesas.
Tentamos controlar o ambiente, prever reações, evitar surpresas.
Essa ausência de segurança se manifestou em frases como:
• “Você está exagerando.”
• “Pare com isso ou eu paro de cuidar de você!”
• “Se continuar assim, ninguém vai te aguentar.”

Frases que tentavam ajudar, mas que nos ensinaram a duvidar da nossa sensibilidade.
Nem sempre por maldade — mas por desconhecimento emocional.

Hoje, podemos fazer diferente.
Podemos respirar fundo e dizer:
“Eu não preciso controlar tudo.
Eu posso confiar.
Eu posso sentir.
Eu posso ser.”

Feche os olhos, respire fundo e diga para si:
“Eu sei que você tentou se proteger.
Sei que criou estratégias para não se machucar.
Mas agora eu vejo você.
Vejo sua coragem em querer confiar de novo.
Você não precisa controlar tudo.
Você só precisa ser acolhida.
E eu prometo: não vou quebrar sua confiança.
Vou cuidar de você com afeto, com presença, com verdade.”

Esse é o amor que sustenta.
Esse é o afeto que transforma.

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📲 Se desejar iniciar sua terapia, me chame por mensagem.

Com escuta e afeto,
Everaldo Oldoni

Na infância, muitos de nós aprendemos a calar. A não incomodar, a não sentir demais, a não ocupar espaço com nossas emoç...
07/01/2026

Na infância, muitos de nós aprendemos a calar.
A não incomodar, a não sentir demais, a não ocupar espaço com nossas emoções.

O silêncio virou proteção — mas também afastamento de nós mesmos.
Essa ausência de escuta interna se manifestou em frases como:
• “Tem coisas mais importantes agora.”
• “Não é tão grave assim.”
• “Você está fazendo drama.”

E assim, aprendemos a silenciar não só a voz, mas o sentir.
Não por maldade — mas porque nossos cuidadores também não sabiam como escutar a si mesmos.

Hoje, podemos fazer diferente.
Podemos parar. Respirar.
Podemos escrever o que sentimos, mesmo que pareça confuso.
Podemos caminhar em silêncio, sem distrações.
Podemos colocar a mão no peito e perguntar:
O que está vivo em mim agora?

Feche os olhos, respire fundo e diga para si:
“Eu sei que você aprendeu a se calar.
Sei que teve medo de sentir demais.
Mas agora eu vejo você.
Vejo sua alma pedindo luz.
E eu prometo: vou acender essa vela com você.
Com cada palavra escrita, com cada pausa, com cada gesto de amor que nasce de dentro.”

Esse é o amor que sustenta.
Esse é o afeto que transforma.

Se essa mensagem tocou você, compartilhe.
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Se precisar de ajudar para o teu caminhar, estou aqui!

Com escuta e afeto,



Everaldo Oldoni

06/01/2026

Voltar nem sempre é retomar de onde se parou.
Às vezes, é voltar de um outro lugar — mais atento, mais respeitoso com o próprio ritmo.

Depois de um tempo de pausa e escuta, eu retorno aos atendimentos levando comigo aquilo que considero essencial:
presença, cuidado e humanidade.

Este espaço segue sendo um lugar de reflexão, mas meu trabalho acontece principalmente na escuta terapêutica, para quem sente que esse tipo de conversa pede um espaço mais cuidado e contínuo.

Se sentir que este é o seu momento de olhar para dentro, você pode me chamar.

Seguimos. Sem pressa. Com verdade.

Com escuta e afeto,
Everaldo









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Site

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