Ana Paula Pujol

Ana Paula Pujol Nutricionista E, adicionalmente, oportunizar o crescimento e prosperidade aos profissionais e amigos que me acompanham.

Natural de Porto Alegre (RS), radicada em Santa Catarina e apaixonada por livros desde criança, iniciei minha história com a ciência da nutrição, precocemente aos 16 anos de idade, quando ingressei no curso de graduação em Nutrição. Ao término da graduação, centrei meus estudos em uma área nova e promissora na ciência da Nutrição, a “Nutrição Aplicada à Estética” e, nessa linha de pesquisa, sigo meus estudos até os dias atuais. Realizei o sonho de ser professora e, em 2005, retornei à Universidade do Vale do Itajaí (SC) – instituição em que me graduei – para ministrar aulas em cursos de Graduação e Pós-Graduação, nas áreas de Nutrição, Cosmetologia e Estética. Nesse mesmo período, comecei a ministrar aulas em cursos de extensão e Pós-graduações por todo o país, totalizando até o momento, mais de 500 palestras e cursos. Com o objetivo de atender à demanda de aperfeiçoamento de nutricionistas que não tinham acesso a cursos de capacitação, em 2010, em parceria com o consultor de Tecnologia da Informação, Djoni Carvalho, criamos o Instituto Ana Paula Pujol, com o principal objetivo de romper as barreiras de tempo e distância na capacitação de nutricionistas por meio da oferta de cursos online. Atualmente, com mais de 7 mil alunos matriculados em cursos online e presenciais e mais de 5 mil livros/e-books vendidos, o Instituto Ana Paula Pujol está focado no desenvolvimento de cursos de extensão nas modalidades EAD e presencial e pós-graduação, produtos literários, softwares e eventos para atender às principais demandas de conhecimentos na ciência da nutrição. Em 2017, dando continuidade ao nosso plano de expansão e com o objetivo de promover o que há de melhor em cada área da nutrição, inauguramos o Centro de Nutrição Especializada, no qual conto com a parceria de colegas da Nutrição e da Psicologia, que contribuem e para tornar o Centro de Nutrição referência em Santa Catarina. Paralelo ao trabalho de direção do Departamento de Ensino do Instituto Ana Paula Pujol, continuo ministrando cursos e palestras em diversas regiões do Brasil e aplicando a teoria na prática por meio do atendimento personalizado e humanizado em consultório clínico. Como empreendedora, minha genuína ambição é continuar evoluindo para promover o conforto e qualidade de vida da minha família, hoje composta por mim, meu esposo e minhas duas filhas. Até aqui, meu caminho foi traçado por conquistas, escolhas, desafios e renúncias. Mas minha determinação, paixão pela ciência, dedicação aos estudos e o desejo de ajudar o próximo me fortalecem e traduzem minha prática clínica e educacional.

31/03/2026

Você ajusta a dieta. Não funciona. Troca o suplemento. Não funciona. Pede mais exames. E ainda assim, falta uma peça.

Esse ciclo é um dos mais exaustivos da nutrição clínica e um dos menos falados.

Não porque seja raro. Mas porque admitir que você está no looping é difícil quando a paciente está do outro lado esperando uma resposta.

A cada retorno, a mesma mensagem: “Nutri, não vi diferença.”

E a cada retorno, a mesma cobrança interna: o que eu estou deixando de ver?
A verdade é que apagar incêndio funciona no curto prazo mas não quebra o ciclo.

O que quebra o ciclo é parar de tratar o sintoma e começar a procurar a causa raiz. Que quase sempre está escondida nas conexões que ainda não foram feitas, entre exames que parecem normais, hábitos que parecem irrelevantes e históricos que ninguém perguntou.

A nutricionista que encontra essas conexões não é a que sabe mais. É a que tem as ferramentas certas para enxergar o que os outros não viram.

Quer ver o método de raciocínio clínico que gera resultados reais no consultório?

Participe do meu evento GRATUITO e ONLINE O Código do Raciocínio Clinico. Comente MÉTODO que eu envio o link.

31/03/2026

Você sentiu a dor. Agora chegou a hora do próximo passo.

Te convido para um encontro ao vivo onde você vai ver, na prática, como o raciocínio clínico muda quando o conhecimento se organiza.

Não é mais uma aula. É uma demonstração do futuro.

Digita EU QUERO aqui nos comentários para fazer parte do futuro da nutrição.

30/03/2026

No início da minha carreira, eu tinha pavor de pegar casos complexos. Endometriose. Hashimoto. SOP. Eu achava que nunca estava pronta o suficiente.

CEu estudava. Fazia curso. Lia artigo. E na hora do atendimento, uma voz gritava:
“E se você não souber o que fazer? E se você piorar a situação?”

Síndrome da impostora tem nome bonito para uma coisa muito pesada o medo de que o que você sabe não seja suficiente para quem está na sua frente.

O que eu aprendi com o tempo e que ninguém me ensinou na faculdade é que a segurança clínica não vem de saber tudo.

Vem de saber como pensar sobre o que você ainda não sabe.

De ter um método. De saber onde procurar a informação certa. De não ter medo de rever uma conduta quando aparece uma informação nova.

A nutricionista mais segura que eu conheço não é a que nunca erra. É a que não para na superfície.

A síndrome da impostora já te paralisou em algum caso?

29/03/2026

PubMed. Google Scholar. Diretriz. Artigo. Outro artigo. Mais uma aba. A sua cabeça também funciona assim?

Nutricionista clínica no século 21 é isso:
Dez abas abertas para cada paciente. Três artigos contraditórios sobre o mesmo tema. Uma diretriz de 2022 que já foi atualizada. Um estudo promissor que ainda não tem ECR. E um paciente esperando uma resposta na segunda-feira de manhã.

A informação nunca foi tão abundante. E nunca foi tão difícil saber em qual delas confiar e como transformar tudo isso em conduta.

O problema não é falta de estudo. É excesso de dado sem estrutura para processá-lo no momento certo.

A nutricionista mais atualizada não é a que leu mais artigos. É a que consegue usar o conhecimento certo na hora certa para o paciente certo.

29/03/2026
28/03/2026

São 23h. Você ainda está tentando conectar queda de cabelo, insônia e disbiose e nenhum exame responde sozinho.

Esse é o lado da nutrição clínica que ninguém mostra.

Não é só a consulta bem estruturada e o plano alimentar entregue. É a hora depois quando você f**a sozinha com os exames, os sintomas que não encaixam e a responsabilidade de achar o que está faltando.

Queda de cabelo pode ser ferro, zinco, vitamina D, estresse, hipotireoidismo subclínico, disbiose, deficiência de B12 funcional ou tudo isso ao mesmo tempo.

Insônia pode ser cortisol, melatonina, progesterona baixa, intestino inflamado, ou um sistema nervoso que nunca desliga.

E a disbiose que ninguém resolve pode ser a causa de tudo ou a consequência.

Conectar esses pontos exige raciocínio clínico profundo. E raciocínio clínico profundo exige energia que, às 23h, já foi embora.

28/03/2026

5 sinais de que pode estar na hora de atualizar o protocolo:

1. Você ainda foca apenas em calorias e ignora a saúde mitocondrial, que é central para o metabolismo energético nessa fase.

2. Você não investiga o estroboloma e a sua conexão direta com o acúmulo de gordura abdominal e o metabolismo do estrogênio.

3. Sua estratégia para sarcopenia se resume a “coma mais proteína” sem considerar leucina, timing proteico e resistência anabólica.

4. Você não tem um protocolo claro para a inflamação crônica de baixo grau que sabota qualquer resultado de composição corporal nessa fase.

5. Você ainda acredita que a terapia de reposição hormonal resolve tudo sozinha, sem a base nutricional que potencializa o tratamento.

Se você se identificou com 2 ou mais desses pontos, não é crítica é um convite. A nutricionista que mais transforma resultado na menopausa é a que combina evidência atual com raciocínio clínico individualizado.

27/03/2026

Na fase lútea tardia e menstrual, o corpo feminino apresenta menor sensibilidade à insulina, maior inflamação, maior gasto energético basal, queda de serotonina e aumento do apetite por carboidratos.

Manter a mesma prescrição da fase folicular aqui é criar o cenário perfeito para compulsão, piora da TPM, mastalgia, retenção hídrica e abandono do plano.
A conduta clínica precisa mudar nessa fase:

➡️ Menos restrição calórica
➡️ Mais suporte proteico
➡️ Ajuste de carboidratos simples
➡️ Foco em magnésio, vitamina B6, cálcio e vitamina D
➡️ Suporte anti-inflamatório.

Quando você ajusta a estratégia à fase do ciclo, a paciente para de se culpar e o resultado aparece.

27/03/2026

Esse é um dos atendimentos mais exigentes da nutrição clínica e um dos menos falados.

Não porque seja raro. Mas porque é difícil de nomear.

A SOP envolve resistência à insulina, disfunção hormonal, inflamação crônica, microbiota alterada e uma relação com o próprio corpo que muitas vezes foi construída ao longo de anos de frustração com dietas que não funcionaram.

E a paciente que chega no consultório não quer só o protocolo mais atualizado.
Ela quer ser vista. Quer entender o que está acontecendo com o próprio corpo. Quer acreditar que tem saída.

O desgaste de atender SOP não é clínico. É emocional. É a tensão entre a evidência que você domina e a dor que a paciente carrega.

E saber equilibrar as duas coisas com técnica e humanidade é o que define o nível do atendimento.

26/03/2026

Esse é um dos dilemas mais frequentes e mais solitários da prática clínica nutricional.

De um lado, o valor de referência laboratorial que diz “dentro do esperado.” Do outro, uma clínica que grita deficiência.

A vitamina B12 tem valores de referência laboratorial que não refletem necessariamente suficiência funcional. Marcadores como MMA e homocisteína são muito mais sensíveis para identif**ar deficiência funcional, mesmo quando o B12 sérico está dentro da faixa.

E no paciente em uso de análogos de GLP-1, esse risco é ainda maior: a inibição parcial do tônus vagal compromete diretamente a absorção de B12, zinco, ferro e magnésio.

A clínica é soberana. Mas saber quando e como intervir com qual forma, qual dose, qual via é o que transforma insegurança em conduta.

26/03/2026

3 coisas que você precisa saber antes do seu próximo paciente com Tirzepatida.

1. No começo, o foco não é caloria. É densidade nutricional. Forçar volume para um paciente com apetite suprimido por análogos de GLP-1 gera aversão alimentar e abandono do acompanhamento. A abordagem muda completamente quando a medicação entra no protocolo.

2. Efeitos colaterais são parâmetros clínicos, não queixas para ignorar. Náusea, constipação, distensão abdominal. Cada um desses sinais está te dizendo como o corpo está respondendo à medicação. Saber interpretar isso é o que transforma o acompanhamento nutricional de genérico em especializado.

3. A perda de massa magra é silenciosa e devastadora. Cerca de 39% do peso perdido com semaglutida pode ser músculo. Se a sua estratégia não protege a massa magra desde o primeiro atendimento, você pode estar comprometendo o futuro metabólico do seu paciente sem perceber.

Se você ainda se sente insegura ao atender pacientes em uso de análogos de GLP-1, isso não é falta de capacidade é falta de direcionamento específico.

A GLP-1 Experience é a mentoria criada para nutricionistas que querem sair do básico, dominar o manejo nutricional da Tirzepatida e da semaglutida e se posicionar como referência nessa nova era da prática clínica.

Não é sobre acompanhar tendência.
É sobre estar entre as profissionais preparadas, certif**adas e reconhecidas no manejo estratégico dos análogos de GLP-1 no Brasil.

Se você quer fazer parte desse grupo seleto e elevar o nível do seu atendimento, comente MENTORIA e eu te envio todas as informações.

Endereço

Rua Porto Alegre, 768, Sala 201
Balneário Camboriú, SC
88340-221

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Ana Paula Pujol posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com A Prática

Envie uma mensagem para Ana Paula Pujol:

Compartilhar

Share on Facebook Share on Twitter Share on LinkedIn
Share on Pinterest Share on Reddit Share via Email
Share on WhatsApp Share on Instagram Share on Telegram

Categoria