Monique Valente

Monique Valente Sanare vem do Latim Curar-se, e foi criado em 2017 com o intuito de disponibilizar tratamentos com terapias holísticas e alternativas.

No Sanare, o cuidado e o carinho com os clientes são essenciais para que juntos possamos encontrar a verdadeira cura, sejam elas de nível mental, emocional, física ou espiritual. Usando técnicas naturais e os conhecimentos ancestrais, as terapias holísticas e alternativas podem sim ser uma opção para quem busca conhecer, compreender e melhorar a si mesmo. Nossos serviços:
Terapia Floral para Adultos, crianças e animais
Reiki com cristais aromaterapia cromoterapia
Tarot terapêutico
Astrologia
Mesa Radionica
Hipnose clínica transpessoal e regressiva

2025 está chegando ao fim Antes de virar a página, reserve um momento para se reconectar com você mesma  sua essência, s...
31/12/2025

2025 está chegando ao fim
Antes de virar a página, reserve um momento para se reconectar com você mesma sua essência, sua criança interior e tudo o que viveu neste ano.
Reconectar-se é essencial, porque sem essa escuta interna, entramos em um novo ano repetindo padrões antigos, carregando pesos que já não nos pertencem e nos afastando de quem realmente somos.
É hora de olhar para tudo o que aconteceu:
Os desafios que enfrentamos e nos fizeram crescer, as inseguranças que encaramos e superamos, as conquistas grandes e pequenas, que às vezes passam despercebidas

Este foi um ano de raízes, aprendizado e transformação profunda para mim.
Sou imensamente grata por tudo o que vivi não apenas no campo profissional, mas principalmente no pessoal e emocional.
Foi um ano em que me desafiei de verdade.
Trabalhei inseguranças, atravessei medos, olhei para crenças antigas sobre prosperidade, liberei feridas familiares e padrões que já não faziam mais sentido carregar.
Foi um ano de aprender a acreditar mais em mim, no meu potencial, no meu valor, em quem eu sou de verdade e também de reconhecer quem eu quero ter por perto.
Completei um ano morando em Barcelona, aterrei minha nova morada, criei, consolidei, cresci e me reconectei com a minha própria força.

Mesmo que às vezes pareça que ‘não fizemos nada’, olhe para trás: você fez muita coisa.
Cada passo, cada escolha, cada limite colocado, cada coragem silenciosa conta.

✨ Ritual de Reconexão e Prosperidade para o Ano Novo:
Este é um ritual que eu mesma criei e pratico há anos um momento de presença, limpeza energética e intenção consciente para iniciar um novo ciclo.
Escreva em papéis:
• O que deseja levar para 2026
• O que deseja deixar para trás
• Gratidões por 2025
Prepare um banho de ervas com louro, canela, cravo, gengibre e alecrim.
Ferva as ervas, deixe amornar e tome o banho mentalizando:
• A liberação de tudo que não serve mais
• A abertura para prosperidade, energia positiva e abundância
Inclua sua criança interior nas intenções ela merece começar o ano acolhida, vista e ouvida.

Continua 👇👇👇

2025 está chegando ao fim… Antes de entrar em 2026, reserve um momento para olhar para dentro.Quais dores, culpas ou pad...
30/12/2025

2025 está chegando ao fim…
Antes de entrar em 2026, reserve um momento para olhar para dentro.
Quais dores, culpas ou padrões emocionais você ainda está carregando?

Muitas vezes carregamos o peso de expectativas familiares, feridas antigas ou emoções que nem são nossas, e isso influencia nossa energia, decisões e até relacionamentos.
Reconhecer e acolher essas partes de você, especialmente a criança interior que ainda se sente vulnerável, é um ato de coragem e amor próprio.
É o momento de se permitir sentir, aceitar e liberar tudo o que não te serve mais, criando espaço para um novo ciclo mais leve, autêntico e conectado com a sua essência.

✨ Exercício de reflexão:
Pegue papel e caneta e escreva tudo o que quer deixar para trás este ano. Leia, acolha e queime simbolicamente ou dobre e guarde como forma de liberar.

💛 Dica:
Permita-se terminar o ano sem pressa, sem cobrança, apenas com presença e consciência.

🗣️ Compartilhe com alguém que precisa desse momento de introspecção.
💬 Comente: qual peso você vai soltar antes de 2026?
💾 Salve este post para reler quando sentir sobrecarga emocional.

Você já sentiu uma dor interna que parece não ter origem? Algo que te pesa, te bloqueia, e você não entende por quê?Muit...
29/12/2025

Você já sentiu uma dor interna que parece não ter origem?
Algo que te pesa, te bloqueia, e você não entende por quê?

Muitas vezes, essa dor não nasceu em você.
Ela vem de padrões familiares comportamentos, crenças e emoções que absorvemos quando éramos crianças.
Por exemplo, se um dos seus pais vivia ansioso ou se culpando constantemente, você pode sentir culpa ou ansiedade sem entender que isso é um eco do que aprendeu a repetir inconscientemente.
Quando você reconhece isso, sem culpa e sem julgamento, começa a desconstruir padrões antigos, perceber que não precisa carregá-los e tomar decisões mais conscientes.

✨ Reflexão prática de hoje:
Observe sentimentos que te puxam para baixo sem motivo aparente.
Pergunte-se: será que eles nasceram em mim ou são padrões herdados?
Essa consciência é o primeiro passo para se libertar e viver com mais leveza.

💛 Salve este carrossel para revisitar quando se sentir sobrecarregada.
🗣️ Compartilhe com alguém que precisa perceber que nem toda dor é sua.
💬 Comente: qual padrão familiar você percebe em você hoje?”

Arraste para o lado ➡️➡️➡️Para muita gente, o final do ano é um campo minado emocional.Comentários sobre o corpo, o peso...
22/12/2025

Arraste para o lado ➡️➡️➡️

Para muita gente, o final do ano é um campo minado emocional.
Comentários sobre o corpo, o peso, a aparência,
críticas disfarçadas de “preocupação”,
comparações, invalidações sutis
tudo isso vai se acumulando no corpo.

Quando o ambiente não é seguro, o corpo faz o que sabe:
se fecha, se adapta, se protege.
Isso não é exagero.
É memória emocional.
Muitas pessoas passam essas datas tentando manter a paz,
engolindo desconfortos,
evitando conflitos,
fazendo o que o outro espera
para não decepcionar, não criar tensão, não parecer ingrata.
Mas proteger o desejo do outro o tempo todo
cobra um preço interno alto.

Aos poucos, você vai se afastando do que sente,
do que precisa,
do que realmente gostaria de fazer.
Colocar limites — inclusive com a família —
não é falta de amor.
É maturidade emocional.
É entender que você não precisa se machucar
para que o outro se sinta confortável.
Encerrar o ano não exige resolver tudo com a família,
nem se explicar mais uma vez,
nem suportar o que machuca para parecer forte.

Às vezes, o verdadeiro fechamento
é reconhecer o quanto isso dói
e decidir, com consciência,
não se abandonar de novo.

Qual tipo de comentário mais te machuca nos encontros de fim de ano?

O perfeccionismo raramente nasce do desejo de fazer bem.Ele nasce do medo.Medo de errar.Medo de decepcionar.Medo de perd...
19/12/2025

O perfeccionismo raramente nasce do desejo de fazer bem.
Ele nasce do medo.

Medo de errar.
Medo de decepcionar.
Medo de perder amor, aprovação ou pertencimento.

Quando o afeto veio condicionado ao desempenho, o erro virou ameaça.
Quando ser aceita dependia de agradar, acertar e corresponder, falhar deixou de ser humano e passou a ser perigoso.

Então você aprendeu a revisar tudo.
A se cobrar antes que alguém cobrasse.
A tentar controlar cada detalhe para não perder o vínculo.

Uma tentativa inconsciente de manter segurança, aceitação e lugar.

Eu conheço esse lugar.
Por muito tempo, o perfeccionismo também atravessou a minha vida.
Me fez acreditar que precisava estar sempre preparada, sempre certa, sempre dando conta.
Me trouxe resultados, sim mas também cansaço, rigidez e pouco espaço para errar.

Hoje, consigo reconhecer quando esse padrão aparece.
Não como inimigo, mas como um sinal.
Um pedido antigo por segurança que já não precisa mais comandar tudo.

O perfeccionismo não é força.
É vigilância emocional.

E ele só começa a diminuir quando você entende que errar não te tira valor.
Te devolve humanidade.

Onde você se cobra mais do que qualquer outra pessoa te cobraria?

Essa frase costuma soar madura, compreensiva e racional.Mas, muitas vezes, ela esconde algo mais profundo.Quando você di...
18/12/2025

Essa frase costuma soar madura, compreensiva e racional.
Mas, muitas vezes, ela esconde algo mais profundo.

Quando você diz “fizeram o melhor”
sem espaço para sentir a dor do que faltou,
você invalida a própria experiência emocional.

Você passa por cima da criança que sentiu ausência, medo, solidão ou sobrecarga,
como se entender o contexto fosse suficiente para não doer.

Reconhecer os limites dos pais não exige apagar o impacto que isso teve em você.
Eles podem ter feito o que podiam —
e ainda assim, você pode ter se machucado.

Essa frase é importante no processo de autoconhecimento,
mas quando vem cedo demais,
pode virar uma proteção para não entrar em contato com a dor.

Antes de compreender a história da família,
é preciso acolher a história da criança.
Permitir sentir, sem se corrigir o tempo todo.
Sem se culpar por ainda doer.

A mudança começa quando isso vem para a consciência:
entender a raiz
e perceber que hoje você não precisa mais se abandonar
para proteger ninguém.

Honrar sua história não é acusar.
É não se deixar de lado outra vez.

O que você costuma minimizar da sua própria história?

Ser forte foi o que te manteve de pé.Foi o que te permitiu atravessar momentos difíceis, sustentar pessoas, resolver pro...
17/12/2025

Ser forte foi o que te manteve de pé.
Foi o que te permitiu atravessar momentos difíceis, sustentar pessoas, resolver problemas e seguir funcionando quando ninguém perguntava como você estava.

Essa força não surgiu do nada.
Ela nasceu quando você percebeu que não podia depender emocionalmente. Quando aprendeu que precisava dar conta, segurar o choro, não pesar para ninguém.

O problema não é a força.
O problema é quando ela vira identidade.
Quando você só se permite existir se estiver aguentando tudo.

Com o tempo, essa força começa a cobrar um preço silencioso.
Cansaço que não passa.
Dificuldade de pedir ajuda.
Sensação de estar sempre disponível para os outros e emocionalmente sozinha.

Ninguém percebe quando você precisa porque você nunca aprendeu a mostrar.
E, muitas vezes, nem você percebe mais onde termina a força e começa o abandono de si.

Força sem acolhimento vira solidão emocional.
Vira sobreviver, não viver.

Você não precisa provar valor suportando tudo.
Você não precisa ser forte o tempo todo para merecer cuidado, amor ou presença.

Aprender a se acolher é um movimento profundo.
É permitir descanso emocional.
É aprender que vulnerabilidade não é fraqueza, é humanidade.

Nem tudo que o corpo evita é rejeição.Nem toda distância é desinteresse.Às vezes, o corpo recua porque aprendeu, lá atrá...
16/12/2025

Nem tudo que o corpo evita é rejeição.
Nem toda distância é desinteresse.

Às vezes, o corpo recua porque aprendeu, lá atrás, que proximidade vinha misturada com invasão, cobrança, confusão emocional ou ausência de segurança.
O corpo não esquece o que a mente tentou normalizar.

Crianças que apanharam, que foram tocadas com raiva ou correção, também aprendem isso muito cedo.
O corpo associa toque a dor, tensão ou ameaça.
E cresce tentando se proteger.

Na vida adulta, o corpo reage antes da consciência.
Fecha. Endurece. Se afasta.
Não porque você não queira vínculo,
mas porque seu corpo ainda pergunta:
“Isso é seguro?”

Isso não é frescura.
Não é exagero.
Não é frieza.

É um corpo tentando se proteger do que um dia doeu.

A mudança não começa forçando contato, intimidade ou entrega.
Ela começa quando você respeita o ritmo do seu corpo, traz isso para a consciência, entende a raiz
e percebe que hoje não precisa mais ser assim.

Em quais situações seu corpo se fecha antes mesmo de você perceber?

A dor que sentimos com nossas mães nem sempre é visível ou óbvia. Nem sempre vem de abandono físico ou gritos.  Muitas v...
15/12/2025

A dor que sentimos com nossas mães nem sempre é visível ou óbvia. Nem sempre vem de abandono físico ou gritos. Muitas vezes, ela surge da indisponibilidade emocional, da dificuldade de acolher sentimentos, medos e necessidades da criança.

Quando crescemos com mães sobrecarregadas, ausentes ou imaturas emocionalmente, aprendemos a nos autorregular, a engolir sentimentos e resolver tudo sozinhas. Essa adaptação nos trouxe força e resiliência, mas também criou uma carência escondida, invisível para os outros e muitas vezes até para nós mesmas.

Reconhecer isso não é culpar. É olhar para o impacto real dessas experiências, sem julgar ou minimizar. É perceber como padrões aprendidos na infância ainda moldam escolhas, relacionamentos e a forma como lidamos com amor e apoio.

Quando conseguimos compreender e integrar essas feridas, abrimos espaço para receber cuidado sem culpa, acolher nossas necessidades e construir relações mais saudáveis. Psicoterapia Integrativa oferece um espaço seguro para explorar essas emoções, ressignificar experiências e criar novas formas de se conectar consigo mesma e com os outros.

Se você sente que essas dores ainda te acompanham, que é difícil confiar, pedir ajuda ou se sentir acolhida, essa é a oportunidade de transformar seu vínculo com você mesma e resgatar sua liberdade emocional.

Quando você começa a se escolher, algo profundo se mexe dentro de você  e também dentro dos outros.Muitas mulheres cresc...
08/12/2025

Quando você começa a se escolher, algo profundo se mexe dentro de você e também dentro dos outros.

Muitas mulheres cresceram ouvindo que precisavam ser “boas”, “compreensivas”, “fáceis de lidar”.
E, aos poucos, aprenderam a silenciar necessidades, engolir sentimentos e aceitar migalhas emocionais como se fossem o suficiente.

Então, quando você finalmente cria um limite…
quando diz “isso não me serve mais”…
quando decide se afastar do que te machuca…
o mundo à sua volta reage.

Não porque você está errada.
Mas porque você deixou de cumprir um papel que nunca deveria ter sido seu.

A culpa que aparece não nasce do seu limite
ela nasce do seu condicionamento.

É o eco da criança que aprendeu a não incomodar, a não pedir demais, a não ocupar espaço.
É a memória de quando ser “boa” significava abrir mão de si mesma.

Mas hoje você entende algo essencial:
afeto não deveria exigir que você se encolha.
E respeito não deveria ser negociado.

Quando você para de aceitar migalhas, você também para de permitir relações desequilibradas, afetos tortos e presença intermitente.

Esse movimento mesmo sendo desafiador é um renascimento emocional.
É escolher uma vida onde você cabe inteira, e não apenas a parte de você que agradava os outros.

Colocar limites não é ingratidão.
É consciência.
É maturidade.
É amor próprio.

Se esse carrossel fez sentido, compartilhe nos stories para lembrar outras mulheres de que limite também é cuidado.

Você não precisava ser tão forte tão cedo.Mas quando a casa dependia de você, quando o emocional de todo mundo se apoiav...
05/12/2025

Você não precisava ser tão forte tão cedo.
Mas quando a casa dependia de você, quando o emocional de todo mundo se apoiava nos seus ombros, quando te chamavam de madura demais… você acreditou que não havia outra escolha.

Crescer assim cria uma adulta que cuida, acolhe e resolve mas que não sabe pedir ajuda.
Porque lá atrás, pedir ajuda significava ser ignorada ou considerada fraca.

Hoje, parte da sua cura é entender que:
Você pode descansar.
Você pode falhar.
Você pode não dar conta de tudo.
Você pode ser cuidada.

E isso não diminui quem você é pelo contrário, te devolve a vida que foi tirada de você.

Se esse post te tocou, me envie uma mensagem. A psicoterapia integrativa pode te ajudar a reconstruir a relação com você mesma.

Alguns ambientes carregam marcas que o corpo nunca esquece.Você pode ter crescido aprendendo a se calar para evitar conf...
03/12/2025

Alguns ambientes carregam marcas que o corpo nunca esquece.

Você pode ter crescido aprendendo a se calar para evitar conflitos.
A suavizar o que sente para não “pesar” o clima.
A engolir choro para não ser chamada de sensível demais.
A se ajustar ao espaço dos outros para não perder o pouco de afeto que recebia.

E hoje, mesmo adulta, seu corpo reage como se ainda estivesse naquele mesmo lugar.

O peito aperta quando alguém levanta a voz.
O estômago trava quando sente que vai decepcionar alguém.
A culpa aparece sempre que você tenta colocar limites.
O medo de errar te acompanha, mesmo quando ninguém está te cobrando.

Isso não é falta de força.
É memória emocional.

E por isso que, por mais que você tente “fazer diferente”, nada muda enquanto você permanece no mesmo terreno que te machucou físico ou emocional.

Cura não acontece onde você precisou sobreviver.
Cura acontece onde existe acolhimento, segurança, compreensão…
Onde você pode existir sem precisar provar nada.
Onde suas lágrimas não são vistas como drama, e suas necessidades não são ridicularizadas.

Sair de um ambiente que adoeceu você não é fraqueza.
É coragem.
É romper com padrões.
É dizer para a sua criança interna: “Eu não vou te deixar nesse lugar de novo.”

E esse movimento, sim, é o começo da cura.


E, se você sente que está pronta para iniciar uma transformação verdadeira, te acompanho através da psicoterapia integrativa.

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