13/12/2018
Considerada um dos principais problemas de saúde pública de ̧as e de países como o , a entre crianças e adolescentes tem aumentado de forma alarmante em diversos países de renda média no mundo, e no Brasil não é diferente. A prevalência de excesso de peso entre crianças e adolescentes brasileiros (6 a 18 anos) aumentou de 4% na década de 1970 para mais de 13% em 1997 (World Health Orga- nization, 2004), ou seja, um aumento de mais de 200%. A modernização com uso excessivo de ativdades passivas NO LAZER, como jogos eletrônicos e a falta de incentivo da pais tem contrbuido para essa estatística. Problemas comuns em adultos, como ̃oarterial elevada, estão começando a aparecer já nos adolescentes. Segundo pesquisa, Freedman e colaboradores (1999). Por isso, torna-se imprescindível estudar os níveis de ́sicas e seus fatores associados em crianças e adolescentes, bem como as estratégias de intervenção para maximizar as atividades físicas nessa população.Utilizando dados da pesquisa sobre padrões de vida realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 1996 e 1997 e as tabelas da World Health Organization (1995), com a classificação de excesso de com valores iguais ou superiores ao percentil 85 e, para obesidade, valores iguais ou superiores ao percentil 95, os autores Abrantes, Lamounier e Colosino (2002) estudaram a prevalência de obesidade entre crianças e adolescentes com idade entre 0 e 19 anos das regiões Sudeste e Nordeste do Brasil, encontraram uma prevalência de excesso de peso de 6,6% no Nordeste e 10,4% no Sudeste (Dante, 2009).