02/01/2026
A seletividade alimentar não é frescura, ela envolve sensibilidade, rotina, experiências e até emoções.
Forçar, brigar ou transformar a refeição em um momento de tensão pode afastar ainda mais o interesse pelos alimentos.
O caminho necessita ser o do acolhimento, paciência, apresentação gradual dos alimentos, exemplo dentro de casa e, quando necessário, apoio profissional.
Alimentar também é cuidar, educar e criar vínculos. Com orientação, respeito e constância, é possível ampliar o repertório alimentar e tornar as refeições mais leves, tanto para a criança e quanto para a família.