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Maria Montessori: ensinando com amorO filme é de 2024, dirigido por Léa Todorov, a sinopse deixa clara a simplicidade da...
30/03/2026

Maria Montessori: ensinando com amor
O filme é de 2024, dirigido por Léa Todorov, a sinopse deixa clara a simplicidade da obra em volta de Montessori: em 1900, uma famosa cortesã francesa viaja até Roma com medo de que a deficiência intelectual de sua filha seja descoberta. Na Itália, ela conhece Maria Montessori, uma médica visionária que desenvolveu um revolucionário método de ensino que consegue ajudar a criança.
O método Montessori se baseia na autoeducação, é por isso que as crianças têm a liberdade para escolher as atividades que irão realizar em um determinado período de aula, o que irão aprender. Nem tudo se pode ver no filme, mas muitos dos pilares do método Montessori estão presentes. Os 6 pilares do método Montessori centram-se no desenvolvimento natural e autônomo da criança por meio de um ambiente preparado e orientação especializada São eles: autoeducação, educação como ciência, educação cósmica, ambiente preparado, adulto preparado e criança equilibrada. Esses pilares promovem
autonomia, respeito ao ritmo individual e aprendizado espontâneo. Muitas escolas montessorianas têm salas de aula que reúnem idades mistas (3 a 6 anos), promovendo cooperação e respeito ao ritmo de cada criança com uso de materiais específicos que estimulam a exploração motora e cognitiva. Parte desse método pode ser observado no trato que ela mostra no filme em relação a crianças como aquela levada pela mãe. Vale conferir!
Para mais detalhes, confira o vídeo em:https://youtu.be/0Y7uvvV56Sw?si=fnVxwp5Q-KKGxbzU
Por: Roseli Gimenes
Coordenadora do Cultura em Foco

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Mesmo devagar, quem continua caminhando chega.Confúcio***          legus alphavillebarueri centrocomercialalphaville
29/03/2026

Mesmo devagar, quem continua caminhando chega.
Confúcio
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Documentário:Screened Out” (2020)É um documentário, dirigido por Jon Hyatt, que explora o vício em telas, redes sociais ...
28/03/2026

Documentário:Screened Out” (2020)
É um documentário, dirigido por Jon Hyatt, que explora o vício em telas, redes sociais e smartphones, investigando como a tecnologia de ponta é projetada para capturar nossa atenção. O filme destaca os impactos negativos na saúde mental, as táticas viciantes da indústria tecnológica e a necessidade de equilíbrio.
Classif**ação: livre
Disponível na plataforma: Prime Vídeo
Ótimo final de semana! 🤍
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A dificuldade de manter o foco não surgiu do nada. Ela é resultado de uma rotina cheia de estímulos rápidos, notif**açõe...
27/03/2026

A dificuldade de manter o foco não surgiu do nada. Ela é resultado de uma rotina cheia de estímulos rápidos, notif**ações constantes e pouco tempo de pausa. Aos poucos, a mente vai se acostumando com tudo ao mesmo tempo — e concentrar em uma única coisa começa a parecer difícil.
Quando o cérebro recebe muita informação em pouco tempo, ele perde o ritmo da atenção mais profunda. Ficar em silêncio, ler algo com calma ou terminar uma tarefa sem interrupções passa a exigir mais esforço. Isso não é falta de capacidade, mas um reflexo do ambiente e dos hábitos do dia a dia.
A boa notícia é que o foco pode ser retomado aos poucos. Criar momentos sem distrações, diminuir o ritmo e treinar a atenção em pequenas tarefas já faz diferença. A mente precisa de tempo e espaço para se reorganizar — e isso é algo que pode ser construído com cuidado e constância.
Se essa dificuldade estiver frequente, intensa ou trazendo prejuízos no dia a dia, buscar ajuda psicológica pode ser um passo importante. Um profissional pode ajudar a entender melhor o que está por trás dessa dificuldade e orientar caminhos mais saudáveis para recuperar o equilíbrio e o bem-estar.
O Instituto Legus está por você e para você!

Quando a mente está cansada, até aquilo que a gente gosta começa a parecer difícil. Atividades simples, que antes davam ...
26/03/2026

Quando a mente está cansada, até aquilo que a gente gosta começa a parecer difícil. Atividades simples, que antes davam prazer, passam a exigir esforço. Não é falta de interesse — é falta de energia mental para se envolver de verdade.
Esse cansaço não vem só de tarefas, mas também do excesso de estímulos ao longo do dia. A mente f**a sobrecarregada, sem pausas suficientes, e entra em um modo de economia. Por isso, ela evita o que exige atenção, foco ou presença, mesmo que seja algo bom.
Nesses momentos, é importante respeitar os sinais e desacelerar. Pequenas pausas, menos estímulos e mais silêncio ajudam a recuperar o equilíbrio. Aos poucos, quando a mente descansa, o interesse volta — e o que antes parecia pesado, volta a ser leve.
O Instituto Legus está por você e para você!

Depois de horas rolando a tela, é comum sentir um vazio difícil de explicar. Você passou por muitos vídeos, imagens e in...
25/03/2026

Depois de horas rolando a tela, é comum sentir um vazio difícil de explicar. Você passou por muitos vídeos, imagens e informações, mas no fim parece que nada realmente ficou. É como se o tempo tivesse passado rápido demais, sem trazer sensação de descanso ou satisfação.
Esse vazio acontece porque a mente recebeu estímulos o tempo todo, sem pausa para processar ou sentir de verdade. Tudo é rápido, leve e passageiro, e isso não cria conexão real. Aos poucos, pode surgir uma sensação de cansaço, desânimo e até solidão, mesmo depois de tanto “conteúdo”.
Por isso, é importante prestar atenção em como você se sente depois de usar o celular. Criar pequenos momentos longe da tela, como respirar, caminhar ou conversar com alguém, pode fazer diferença. Mais do que ocupar o tempo, o que a gente precisa é de presença — de viver, e não só assistir.
O Instituto Legus está por você e para você!

É cada vez mais comum sentir-se cansado mesmo sem ter feito esforço físico — e o excesso de telas pode ser um dos princi...
24/03/2026

É cada vez mais comum sentir-se cansado mesmo sem ter feito esforço físico — e o excesso de telas pode ser um dos principais motivos. Passar horas no celular, no computador ou nas redes sociais mantém o cérebro em constante atividade, lidando com uma grande quantidade de estímulos ao mesmo tempo. Esse ritmo intenso gera um cansaço mental que muitas vezes é confundido com preguiça, mas na verdade é esgotamento.
O uso contínuo das telas pode afetar a concentração, a memória e até o humor. A mente não encontra espaço para descansar de verdade, especialmente quando o contato com dispositivos se estende até os momentos antes de dormir. Com o tempo, surgem sinais como irritação, ansiedade e a sensação constante de sobrecarga, mesmo sem grandes demandas.
Por isso, é importante criar pausas ao longo do dia e estabelecer limites no uso das telas. Momentos longe do celular, como caminhar, conversar ou simplesmente desacelerar, ajudam o cérebro a se recuperar. Cuidar do tempo de exposição é um passo essencial para ter mais energia, foco e bem-estar no dia a dia.
O Instituto Legus está por você e para você!

O morro dos ventos uivantesCinema e LiteraturaFilme de 2026, dirigido por Emerald Fennel. Tem causado polêmica em relaçã...
23/03/2026

O morro dos ventos uivantes
Cinema e Literatura
Filme de 2026, dirigido por Emerald Fennel. Tem causado polêmica em relação ao teor da adaptação, embora a direção tenha afirmado que o filme se baseia na obra literária
sem pretensão adaptativa. Um dado talvez que contribua para o mal-estar é a escalação dos atores como Margot Robbie que ficou marcada por sua representação da Barbie no cinema.
Sempre que o cinema, principalmente, transfere para telas obras literárias há reações quase sempre adversas. O morro dos ventos uivantes, Wuthering Heights, lançado em
1847, foi o único romance da escritora britânica Emily Brontë. Hoje considerado um clássico da literatura inglesa, recebeu fortes críticas no século XIX. É uma trágica história de amor obsessivo, ódio e vingança entre Heathcliff e Catherine Earnshaw, ambientada nas charnecas inglesas. A trama explora como o amor intenso, porém tóxico, entre os protagonistas destrói duas famílias e gerações por meio da crueldade e
manipulação. De certa forma, tudo isso está no filme. Um mundo de lágrimas, talvez, exagerado leva
ao filme um ponto da obra literária. Segundo a direção, choro era algo essencial que queria arrancar dos espectadores. Conseguiu. Questões sobre a era vitoriana, a tuberculose, as rígidas relações sociais não tiveram lugar no filme. Mas era essa a ideia, focar no amor despedaçado. Causa furor também o fato de Heathcliff ser apresentado no filme pelo ator Jacob
Elordi que em nada remete à imagem do romance. Bem, não será a primeira das imagens distorcidas. Preferimos f**ar com a ideia de que o filme levará leitores à obra
original. Tomara!
Para mais detalhes, confira o vídeo em: https://youtu.be/JnYJS739NyQ?si=ahMtnCPpld8TXXqb
Por: Roseli Gimenes
Coordenadora do Cultura em Foco

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A vida não é sobre esperar a tempestade passar, mas aprender a dançar na chuva.Vivian Greene***          legus alphavill...
22/03/2026

A vida não é sobre esperar a tempestade passar, mas aprender a dançar na chuva.
Vivian Greene
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O Dia Internacional da Síndrome de Down, celebrado em 21 de março, é um convite à empatia, ao respeito e à valorização d...
21/03/2026

O Dia Internacional da Síndrome de Down, celebrado em 21 de março, é um convite à empatia, ao respeito e à valorização das diferenças. A data nos lembra que cada pessoa é única, com suas próprias cores, sonhos e maneiras especiais de existir no mundo.
Mais do que falar sobre a síndrome, é um dia para reconhecer a importância da inclusão, do cuidado e das oportunidades iguais. É sobre acolher, olhar com sensibilidade e celebrar cada história com carinho e dignidade.
Que possamos construir uma sociedade mais humana e acolhedora, onde todos tenham espaço, voz e sejam respeitados exatamente como são. 💙
O Instituto Legus está por você e para você!

Filme: Salve RosaEm   uma jovem chamada Rosa (Klara Castanho) é uma influenciadora de 13 anos que produz conteúdo infant...
21/03/2026

Filme: Salve Rosa
Em uma jovem chamada Rosa (Klara Castanho) é uma influenciadora de 13 anos que produz conteúdo infantil para uma rede de mais de 2 milhões de seguidores. Por trás dos posts e das câmeras, a vida da jovem é exaustiva, num ritmo de trabalho fora do comum controlado por sua mãe superprotetora Dora (Karine Teles). Obsessiva e onipresente, Dora gerencia todos os passos da filha, desde a dieta até a presença digital da adolescente, revelando uma relação sombria e sufocante marcada por mistérios. Depois de sofrer um desmaio na escola, Rosa investigar seu passado, que parece esconder segredos estranhos. A descoberta acaba colocando não apenas a relação com sua mãe em risco, como a própria vida da adolescente.
Classif**ação: 16 anos
Disponível na plataforma: Netflix
Ótimo final de semana! 🤍
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O excesso de telas pode afetar diretamente o desenvolvimento da fala e da linguagem das crianças. Isso acontece porque a...
19/03/2026

O excesso de telas pode afetar diretamente o desenvolvimento da fala e da linguagem das crianças. Isso acontece porque aprender a falar depende muito da interação com outras pessoas. Quando a criança passa muito tempo em frente a celulares, tablets ou televisão, ela escuta menos conversas reais e tem menos oportunidades de praticar a comunicação.
Diferente das telas, o contato com adultos e outras crianças estimula a troca, o olhar, os gestos e a construção das palavras. É nessa interação que a criança aprende a se expressar, fazer perguntas e compreender o mundo ao seu redor. Sem esse estímulo, podem surgir atrasos na fala, dificuldade de formar frases e até menor vocabulário.
Por isso, é importante equilibrar o uso das telas e priorizar momentos de conversa, brincadeiras e leitura em família. Pequenas atitudes no dia a dia fazem grande diferença no desenvolvimento da linguagem. Mais do que entreter, a criança precisa se conectar com pessoas para aprender a se comunicar.
O Instituto Legus está por você e para você!

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Barueri, SP
06453021

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