28/05/2020
AUDIÇÃO E FALA
A fala está diretamente associada à audição, por esse motivo é
importante observar a receptividade das crianças aos mais variados sons.
A avaliação audiológica deve ser feita quando o bebê ainda está na maternidade (triagem auditiva neonatal “teste da orelhinha”) e/ou posteriormente, ao longo do seu desenvolvimento (através do exame de audiometria).
Alguns marcos do surgimento e desenvolvimento da fala na infância são relevantes para a análise da preservação das habilidades auditivas.
Se seu bebê ou criança apresenta algum dos sintomas abaixo, fique
alerta:
– Recém-nascido: não se assusta quando alguém próximo a ele bate palmas ou não para de chorar quando ouve a voz da mãe;
– Bebê: não vira a cabeça em direção aos sons familiares ou não balbucia
quando é estimulado por vozes conhecidas;
– Com um ano e meio: ainda não fala palavras simples como mamãe e papai ou não identif**a partes do corpo quando questionada;
– Aos dois anos: ainda não repete frases simples;
– Aos três anos: não identif**a de onde vêm os sons ou não usa palavras como “eu” e “você”;
– Aos quatro anos: ainda não consegue contar, de forma coerente, pequenas experiências como uma ida ao parque;
– Aos cinco anos: apresenta fala difícil de compreender ou não consegue sustentar uma conversa simples.
Os pais da criança devem estar atentos ao desenvolvimento da mesma, caso haja alguma inadequação em OUVIR ou FALAR, o médico otorrinolaringologista e o fonoaudiólogo são os profissionais da saúde capacitados a avaliar e tratar alterações auditivas e comunicativas, seja indicando um tratamento medicamentoso ou indicando um aparelho auditivo.
Fga. Anne Elise Vivo Rodrigues Lavrador – CRFa 2-15897
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