Erica Nascimento

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Cassandra era filha do rei Príamo e da rainha Hécuba, em T***a. Bela, inteligente e, como toda mulher que pensa demais, ...
28/12/2025

Cassandra era filha do rei Príamo e da rainha Hécuba, em T***a. Bela, inteligente e, como toda mulher que pensa demais, logo virou ameaça.

Apolo, deus da profecia, se encantou por ela. Prometeu o dom da visão em troca do seu corpo. Ela recusou.

Apolo não lida bem com rejeição. Deu o dom mesmo assim, e depois a amaldiçoou. Cassandra veria o futuro com clareza, mas ninguém acreditaria em sua palavra.

Cassandra previu a queda de T***a.
Viu o cavalo.
Gritou.
Chorou.
E ninguém escutou.

A violência mais brutal não foi o abuso.
Foi o descrédito.

Ela não foi silenciada.
Foi desacreditada.

E isso continua acontecendo.
Com toda mulher que vê antes, sente demais, fala o que não era pra ser dito.

Chamam de louca.
De difícil.
De exagerada.

Cassandra não é mito.
É diagnóstico.

📖 O amor que aprisiona nem sempre grita.
Às vezes, desacredita.
O livro está na bio.



Você cuida de todos.Mas quem te cuida quando seu corpo colapsa?Quando seu útero dói, sua cabeça explode, sua energia aca...
27/12/2025

Você cuida de todos.
Mas quem te cuida quando seu corpo colapsa?
Quando seu útero dói, sua cabeça explode, sua energia acaba?

Chamam de drama.
Mas é sobrecarga.
O nome disso não é amor, é sintoma.

O sintoma fala quando a palavra falhou.
E é por isso que você precisa escutar o que cala por dentro.

📘 Esse é o tema do livro o mito do amor que aprisiona —
pra quem tá cansada de se doar até adoecer.

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Toda mulher já teve sua chave manchada.Aquela sensação de que viu demais.De que se viu em um lugar que ninguém mais via....
26/12/2025

Toda mulher já teve sua chave manchada.
Aquela sensação de que viu demais.
De que se viu em um lugar que ninguém mais via.
E que, mesmo assim, teve que voltar à mesa, sorrir, dizer que estava tudo bem.

Barba Azul não é um conto sobre castelo.
É sobre os segredos que a mulher precisa fingir que não percebe.
O silêncio que ela engole para manter o “amor”.
A intuição que ela aprende a trair.
A porta que ela é proibida de abrir.

Mas ela abre.
E quando abre, nunca mais é a mesma.

Esse carrossel não é sobre conto.
É sobre mulheres reais.
Que foram chamadas de doidas, exageradas, difíceis —
por simplesmente encostar a mão na chave.

📖 Está no livro O Mito do Amor que Aprisiona
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💬 Compartilhe com quem precisa saber que não está sozinha.

Hoje é Natal.Mas não pra quem passou a infância sendo ignorada no canto da sala.Pra quem cresceu engolindo piada, abuso ...
24/12/2025

Hoje é Natal.
Mas não pra quem passou a infância sendo ignorada no canto da sala.
Pra quem cresceu engolindo piada, abuso e bolo seco com Coca-cola quente.

Hoje é Natal.
Mas não pra quem precisa sorrir com a cara inchada.
Pra quem vai carregar filho no colo e solidão nas costas.
Pra quem faz tudo — e não escuta um “obrigada”.

Hoje é Natal.
E o nome disso é gatilho.
É o retorno da cena.
O jantar que revive o trauma.
A ceia que repete o silêncio.

Na clínica, as histórias se repetem:
mulheres exaustas fingindo normalidade no dia que mais dói.

Porque pra muita mulher, Natal é o retrato da disfunção.
Da saudade mal resolvida.
Da presença que pesa.
Da ausência que fere.

E mesmo assim, ela vai levantar.
Servir. Cuidar. Calar.

Mas hoje, ao menos, que ela saiba:
não é a única.
E não está louca.

📖 Leia O Mito do Amor que Aprisiona
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Indique pra quem já chorou no banheiro enquanto todo mundo ria na sala.

Disseram que ela era perigosa.Que olhava demais. Que falava demais.Que assustava.Que era má. Fria. Seca.Mas ninguém cont...
24/12/2025

Disseram que ela era perigosa.
Que olhava demais. Que falava demais.
Que assustava.
Que era má. Fria. Seca.
Mas ninguém contou o que fizeram com ela antes disso.

Medusa era uma jovem linda.
Foi violentada dentro do templo — lugar onde ela acreditava estar segura.
Mas quem sofreu a punição?
Ela.

Transformaram seus cabelos em serpentes.
Fizeram de sua imagem uma ameaça.
E o pior: fizeram o mundo esquecer a origem da dor.
Só sobrou o rótulo. Monstro.

Isso soa familiar?

Toda mulher que é traída e reage, vira louca.
Toda mulher que grita, é desequilibrada.
Toda mulher que some, é ingrata.
Toda mulher que para de ceder, vira difícil demais.

Medusa é cada mulher que cansou de engolir a própria dor.
Cada mulher que carregou o trauma como culpa.
Cada mulher que foi punida por sobreviver ao que nunca deveria ter vivido.

E a culpa, é claro, ainda é dela.

🔸 Leia “O Mito do Amor que Aprisiona”
Você vai entender por que o amor, muitas vezes, foi o palco do silêncio.

24/12/2025

Chamaram de loucura.
Mas era excesso de silêncio.

Nenhuma mulher enlouquece do nada.
Ela enlouquece depois de falar baixo.
Depois de pedir cuidado.
Depois de ser desacreditada.
Depois de ouvir que estava exagerando.

Ofélia não afunda porque é fraca.
Ela afunda porque ficou tempo demais presa.
Na torre.
Na família.
Na relação.
Na própria garganta.

Quando uma mulher enlouquece, quase sempre é porque passou tempo demais sendo sensata para os outros e invisível para si.

Se identificou, não é drama.
É memória coletiva.

O corpo da mulher não é só biologia — é também história.A gente não nasce do zero.A gente nasce de alguém.Memórias que n...
23/12/2025

O corpo da mulher não é só biologia — é também história.
A gente não nasce do zero.
A gente nasce de alguém.

Memórias que não viraram palavra viram sintoma.
Silêncios que foram engolidos por gerações acabam pesando no nosso corpo — especialmente no útero, esse órgão de retenção e transmissão.

A ciência já tem nome pra isso: epigenética.
Mas a psicanálise já dizia antes:
quando a dor não encontra palavra, ela vira destino.

Muitas mulheres adoecem não pelo que viveram,
mas pelo que herdaram caladas.

Porque a dor da sua avó não morreu com ela.
Ela foi passada.
Com medo, com vergonha, com culpa.
E chegou em você.

O que você sente — esse cansaço, essa angústia sem nome, esse nó que não se desfaz — pode não ter começado em você.
Mas termina se você tiver coragem de nomear.

“Isso não começou em mim. Mas agora me diz respeito.”

🕯️

👉 Se esse conteúdo te atravessa, compartilha.
Leve pra outra mulher que também carrega o que não é dela.

22/12/2025

O problema não é mais como ele te trata.
É você ainda tentando justificar.
Ainda chamando de amor o que te silencia.
Ainda achando que o problema é o seu tom, o seu jeito, o seu exagero.
Mas ele só sabe te amar com ausência, com ameaça, com medo.

E você segue aí.
Com medo de perder
o que já nem tem mais.

📘 No Mito do Amor que Aprisiona, eu explico por que você insiste.
E como sair.
👉 O link está na bio.



Tem relação que parece amor, mas é um teste diário de resistência.Você dá, entrega, segura as pontas…Mas basta uma vírgu...
21/12/2025

Tem relação que parece amor, mas é um teste diário de resistência.
Você dá, entrega, segura as pontas…
Mas basta uma vírgula fora do lugar,
e a pessoa se cala.
Se fecha.
Retira o afeto como punição.

E você aprende a pisar em ovos.
A medir palavra, passo, respiração.
Pra não perder de novo o pouco que recebe.

Um dia é amor.
No outro, castigo.

Isso não é temperamento.
É violência emocional disfarçada de vínculo.

📘 No livro O Mito do Amor que Aprisiona, falo sobre esse tipo de relação.
👉 Se você se reconheceu, leia.



Fecho 2025 exausta.Mas consciente do que fiz.Mais de mil mulheres.900 alunas no Despertar da Mulher Selvagem.Três turmas...
20/12/2025

Fecho 2025 exausta.
Mas consciente do que fiz.

Mais de mil mulheres.
900 alunas no Despertar da Mulher Selvagem.
Três turmas do Clã da Mulher Selvagem + mentorias individuais.
A primeira turma da Ruptura da Voz.

E nasceu o Ágora —
a primeira escola feita para mulheres
desenvolverem pensamento crítico
a partir da Filosofia, da Psicanálise,
dos mitos, contos e arquétipos.

Atendi, em média, 25 mulheres por semana.
Cinco anos de clínica.
Pra Honra e Glória do Senhor Jesus.

Isso não é sobre números.
É sobre carne, nome e presença.

Esse texto é meu.
Mas é também pra cada mulher
que confiou em mim esse ano.
Pra quem escolheu estar com a Érica
mesmo nos dias difíceis.
Pra quem me permitiu escutar, pensar, calar junto.

Obrigada.
Por ficar.
Por pausar.
Por voltar.

Em tudo, dou graças.
Porque nunca foi sobre mim.
Que a honra e a glória
sejam sempre Dele.

Assinado,
Érica Nascimento



Endereço

Belo Horizonte, MG

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