Lara Monteiro - Psicologia

Lara Monteiro - Psicologia O meu propósito é te auxiliar a entrar em conexão profunda consigo mesmo(a), com os outros e o mundo.
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Seguir seu caminho se guiando pelas próprias convicções e desejos é um ato de extrema rebeldia no mundo em que vivemos h...
29/05/2023

Seguir seu caminho se guiando pelas próprias convicções e desejos é um ato de extrema rebeldia no mundo em que vivemos hoje.

No turbilhão de informações que recebemos em nossas redes sociais, frente a todos os padrões que são estabelecidos na sociedade, por tantas possibilidades de referências externas pra nos guiar...

Olhar pra dentro pra seguir em frente não é um caminho tão simples, requer muita coragem se arriscar a libertar a própria voz da prisão que criamos para ela.

Que pressa é essa? Pra onde eu tô indo? Aonde eu quero chegar? O que eu quero com isso?

Será que a gente tá se fazendo essas perguntas com a frequência necessária?

Não é se cobrando que a gente toma atitude, é agindo. E enquanto não compreendermos todo o cenário, identificando o que nos impede de sair do lugar, continuaremos sendo guiados por um padrão que não nos satisfaz. Se não enfrentarmos a situação de forma diferente, continuaremos andando em círculos.

Nós mulheres, principalmente, fomos aprendendo a nos afastar da nossa intuição, dando vazão para uma busca desenfreada por direcionamento, perdemos o contato com aquilo que é nossa essência e de onde vem a nossa força..

É preciso encontrar um caminho interno de resgate ao nosso potencial criativo através do autoconhecimento para que possamos nos reencontrar.

Seria um prazer seguir essa jornada em busca de si mesma como facilitadora do seu processo!!

Quer iniciar esse processo de resgate e transformação comigo?

Só me chamar!! 💚

Com carinho,

Lara M.

Nós somos seres extremamente complexos, mas talvez seria interessante aprender um pouco mais com a natureza, para nos pe...
17/03/2023

Nós somos seres extremamente complexos, mas talvez seria interessante aprender um pouco mais com a natureza, para nos permitir mergulhar de verdade em nossos processos.

Ouso fazer uma analogia do autoconhecimento com a metamorfose dos animais. Você não vê lagartas se rebelando, recusando-se a entrar em seus casulos ou os arrebentando por acreditarem que o processo estava demorando demais.

Temos muito a aprender com a fluidez da natureza, dos elementos naturais. A nos permitir ser flexíveis e nos ajustar as situações de acordo com o que as condições do ambiente nos fornece.

Nossa rigidez em relação aos aspectos alienados da nossa consciência é tamanha que impede nosso amadurecimento.

Eu não me permito reconhecer a minha falta e assim, também me impeço de buscar aquilo que necessito.

Enquanto não me reconheço como sou, me alimento das minhas ilusões de ser o que idealizei, vivo em meio às minhas máscaras utilizando a mais apropriada a cada ocasião sem saber quem é que se esconde por trás delas.

Eu me fecho pro meio, eu me fecho pra mim, vivo em modo furtivo, morrendo de medo de ser desmascarado a qualquer momento.

Vivo tentando me enquadrar a expectativas alheias, fugindo da minha essência e me perdendo de mim.

Estou vivendo um projeto que criaram pra mim, me guiando a partir desse código de conduta que aprendi a seguir.

E muitas vezes, nem me dou conta disso. Sou guiado cegamente a esse lugar sem saber exatamente como cheguei, perdida no processo só consegui processar que aconteceu de novo.

Felizmente, a falha no falatório aparece, a lacuna da minha ilusão se expõe e eu me abro a questionar introjeção a introjeção.

Eu me permito passar pelo processo. Dói demais, passo apertado, a emoção vem e parece que vai arrancar o coração do peito, me despedaço, me fragmento, me desconheço.

Aos poucos, eu me permito me reconhecer, retomar a minha história e criar meu próprio projeto de vida. Aceito minhas mazelas, meus medos, minhas fraquezas, minhas lacunas e me ressignifico.

Paro de me guiar pelas exigências externas e começo a ouvir o que vem de dentro, me valido, me reconheço, me permito e me transformo.

Respeite e acolha seu processo!

Abraços,

Lara M.

Não desmerece sua caminhada, sua trajetória.. olha pra trás e vê quanto já caminhou até aqui, quanto você já evoluiu nes...
05/07/2022

Não desmerece sua caminhada, sua trajetória.. olha pra trás e vê quanto já caminhou até aqui, quanto você já evoluiu nessa jornada. Um degrau por vez, de pouquinho a pouquinho, valoriza o quanto você já cresceu até aqui. Sei que o processo não é fácil, na verdade.. é complicado pra caramba né? Crê no seu potencial, de decidir qual será o próximo passo, qual degrau decide subir, quais desafios decide enfrentar. Mas lembra de não atropelar ninguém no caminho também, ok? Vai com calma, no seu tempo.. 💚

A gente gasta tanto tempo pensando que poderíamos ter nos preparado mais para um determinado momento, ter feito algo de ...
29/06/2022

A gente gasta tanto tempo pensando que poderíamos ter nos preparado mais para um determinado momento, ter feito algo de forma diferente, ter aproveitado oportunidades que deixamos para trás, são horas ensaiando a fala mais assertiva e encontrando os melhores argumentos para discussões que já aconteceram...

É muito mais tempo planejando do que executando, é excesso de pensamento e escassez de ação. Quando isso acontece ficamos exaustos, e não à toa, a gente não tá presente, não tá no aqui e agora.. ou tá querendo mudar o passado, ou tá criando expectativas catastróficas pro futuro.

Vivemos numa cultura do medo, os noticiários estão sempre nos deixando em alerta, ameaçados em nossa segurança e integridade física, as relações estão cada vez mais líquidas, a insegurança e o medo do abandono e da rejeição acabam guiando nossos passos.

Concordo plenamente quando dizem que o medo é o contrário do amor. O amor é movimento, enquanto o medo é paralisação. O amor é fluxo, enquanto o medo é bloqueio. O amor é esperança, enquanto o medo é descrença. O amor é desejo, enquanto o medo é desinteresse. O amor é relação, enquanto o medo é uma evitação.

O medo é inato, uma resposta natural ao perigo, em alguns momentos ele pode ser essencial para a nossa sobrevivência. Mas o que acontece se passamos a reger nossas escolhas através da insegurança, do medo e da evitação? O que acontece se passarmos a pensar apenas nos piores cenários para as situações e a evitar a dor a todo custo?

Perls já dizia que quanto mais a gente treme, mais a gente erra o alvo, quanto mais tento acertar, mais ansioso eu fico, e mais medo eu tenho de errar. Vai ficando cada vez mais importante para mim acertar, passo a ter tanto pavor do erro que sou diretamente levado a ele.

Quanto mais a gente se abre para possibilidade de errar e vemos o erro como uma possibilidade de aprendizado, mais estaremos presentes por inteiro, de forma despretensiosa e curiosa, sendo quem somos e não o que esperam de nós. Assim, maior a probabilidade de sermos criativos e estarmos conectados com o que desejamos no momento.

Você acha que consegue abrir mão do controle da situação? Quer experimentar?

Abraços,

Lara

O que resta de ti se retirarmos todas as expectativas que lhe colocaram? Quem é você sem os papéis que acredita que deve...
15/06/2022

O que resta de ti se retirarmos todas as expectativas que lhe colocaram? Quem é você sem os papéis que acredita que deve representar? Se não necessitasse agradar ninguém, como você se comportaria? Cada pessoa que passa pela nossa vida espera algo de nós, quem seremos se tentarmos ser tudo o que quiserem?

Cada relação que estabelecemos nos deixa um rastro, é como um portal que atravessamos e logo, não somos mais os mesmos. Desde antes de nascermos, as pessoas já criavam expectativas e projetavam um futuro para nós.

Um dos recursos mais utilizados - e por vezes, o único - que tínhamos para lidar com as expectativas daqueles que admirávamos em nossa infância, era nos moldar e nos adequar a elas. Era a nossa estratégia de sobrevivência afetiva/emocional, pois não queríamos ser abandonados ou rejeitados pelas figuras de autoridade que cuidavam de nós.

Com o tempo, fomos percebendo que existem formas de ser, comportamentos e características que não são aprovadas por essas figuras, logo a melhor forma de aumentar a nossa chance de sobrevivência nesse ambiente seria evitá-las a todo custo.

Nesse processo, a gente foi engolindo scripts de bom comportamento, enquanto suprimíamos características que faziam parte de quem somos, mentindo cada vez mais para nós mesmos.

Fomos aprendendo - erroneamente - que para sermos amados, precisamos ser exatamente como esperam. Nos tornamos marionetes com rostos vazios, jarros bonitos com belas flores de plástico. Nos moldando para agradar a todos, menos a nós mesmos. Daí nos tornamos cada vez mais amorfos, mais destituídos de nós mesmos. Vamos apagando a nossa essência, ao passo que nos eximimos da responsabilidade de fazer nossas próprias escolhas. Vamos perdendo nossa capacidade criativa, nossa autenticidade, nossa autonomia.

O processo terapêutico é um resgate de quem você é, de como sua personalidade foi constituída na história a partir das relações que você estabeleceu.

A terapia lhe faz um convite: E se você decidisse mergulhar no seu eu mais autêntico, naquilo que mais lhe representa, quem você seria?

Lara Monteiro Moreira
Psicóloga Clínica
CRP 04/58488

Qual foi a última vez que você se permitiu arriscar?  ____Não é fácil estar na arena da vida e se colocar à prova, mas q...
09/06/2022

Qual foi a última vez que você se permitiu arriscar?
____

Não é fácil estar na arena da vida e se colocar à prova, mas quantas oportunidades de crescimento você já desperdiçou por medo de se decepcionar?

Não somos à prova de bala, não somos perfeitos e nem imunes ao fracasso e à frustração. Para não se dar conta disso, muitas pessoas optam pelo isolamento e acreditam que dessa forma se protegem da própria vulnerabilidade.

Quem se apega a vitória e teme a todo custo à derrota, se torna prisioneiro dessa competição sem fim. Cria um muro enorme entre ele e o mundo!! Não vive, não se satisfaz, se amargura e acaba projetando nos outros as frustrações de nunca terem dado um passo adiante. E a cada vez que vê alguém seguindo a própria vida, se depara com a sombra daquilo que nunca se permitiu viver.

Lara Monteiro Moreira
Psicóloga Clínica
CRP 04/58488

Trecho do discurso “Cidadania em uma República” (ou “O Homem na Arena”), proferido na Sorbonne por Theodore Roosevelt, em 23 de abril de 1910.

Fiz uma poesia pra pós de Musicoterapia relacionando minhas duas paixões, gostei e resolvi compartilhar aqui com vocês:M...
04/06/2022

Fiz uma poesia pra pós de Musicoterapia relacionando minhas duas paixões, gostei e resolvi compartilhar aqui com vocês:

MUSICOTERAPIA OU GESTALT-TERAPIA?

Assim como, com o tempo, construímos a nossa personalidade
Desde o nascimento, vamos formando nossa musicalidade
Esse processo acontece com naturalidade
Ao adquirir, pela música, certa sensibilidade

Musicoterapia e Gestalt-terapia, não sabia o quanto se parecia
Em ambas, o protagonista é o cliente, que antes não se conhecia
Nosso organismo está sempre buscando estar em harmonia
A Musicoterapia também faz a gente entrar em sintonia

O instrumento que o cliente escolher me dirá qual frequência sonora lhe é mais familiar
Sua altura, grave ou aguda, representará no mundo sua forma de ser e estar
Seu timbre comunica sua identidade, aquilo que lhe faz único, singular
É a partir desses elementos que ele consegue se expressar

A melodia que o cliente trouxer, trará elementos para conhecermos sua trajetória
A sequência de notas que a forma, pode apresentar a letra que fez parte da sua história
No auge da ansiedade do cliente, um psicólogo usa de técnicas para intervir
E num oxímetro veremos o ritmo cardíaco reduzir

O Musicoterapeuta busca a música mais adequada para o paciente se reorganizar
Desacelerando o pulso, estabelece um ritmo musical que faça aquele coração se acalmar
Ao projetar ou fantasiar, oferecemos a ele a oportunidade de identificar necessidades, desejos, medos que ele não experiencia
As técnicas de discussão são as que mais conectam com a psicoterapia

Ao conectar vários aspectos das experiências e expressões musicais do paciente
Me remete ao momento em que o Gestalt-terapeuta junta as peças do quebra-cabeça da história de seu cliente
Ao desafiar o paciente, confrontar e apontar suas contradições
Me lembra o Gestalt-terapeuta, com seu cliente, ao utilizar de frustrações

O terapeuta se faz presente com o cliente e compreende sua forma de ser
Quanto mais o terapeuta se conhece, mais ele leva o paciente a se conhecer

Sei o quanto todas essas técnicas são potentes para a clínica psicológica
E tenho certeza que a Musicoterapia seguirá essa mesma lógica

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