Michelle Rocha - Psicóloga

Michelle Rocha - Psicóloga Psicóloga clínica, com atuação nas aéreas de psicoterapia de crianças, adolescentes, adultos e casais. Atua também como coach pessoal e profissional.

Consultórios:
- Prado
- Buritis

Quem nunca pensou: “quando eu tiver X, eu faço Y!”... que atire a primeira pedra!Não raras são as vezes em que esperamos...
09/03/2026

Quem nunca pensou: “quando eu tiver X, eu faço Y!”... que atire a primeira pedra!

Não raras são as vezes em que esperamos uma situação ideal ou o “momento perfeito” para tomar uma decisão e dar um passo em direção a algo que nos é caro.

Esperamos ter mais segurança.
Mais tempo.
Mais recursos.
Mais certeza.

E, enquanto isso, muitos projetos ficam na gaveta. Muitas ideias ficam só no campo da imaginação.

Quantas vezes deixamos de nos arriscar por não ter “tudo” o que acreditamos precisar? Quantas decisões adiamos esperando o cenário perfeito?

Aos poucos, paramos até de pensar qual poderia ser o primeiro passo.

Ficamos olhando para o ideal, como se ele estivesse logo ali, ao alcance da mão, mas esquecemos que a vida acontece no real.

E o ideal é lindo…
mas ele pertence ao mundo das ideias.

Se esperarmos que tudo se encaixe perfeitamente, talvez o momento de agir nunca chegue.

Às vezes, o que falta não é o cenário perfeito.
É apenas a coragem de começar com o que já existe.

Me conta: qual é o menor passo que você pode dar hoje em direção a esse sonho que tá guardadinho aí dentro do seu peito?

Olhar pra dentro não é um exercício fácil.Muitas vezes encontramos partes nossas que preferíamos não ver.Mas evitar esse...
06/03/2026

Olhar pra dentro não é um exercício fácil.
Muitas vezes encontramos partes nossas que preferíamos não ver.

Mas evitar esse encontro pode nos manter presos em padrões que continuam se repetindo.

Autoconhecimento não é sobre se julgar.
É sobre se investigar com curiosidade e coragem.

E você? Já teve a sensação de descobrir algo sobre si que mudou completamente a forma como você faz suas escolhas?

02/03/2026

Verdades difíceis de engolir:
Nós não conseguimos ajudar uma pessoa que não quer ser ajudada!

E cabe a nós escolher o que fazer com isso.

Me conta, como essa reflexão te toca?

Fevereiro passou e deixou por aqui a sensação de que o que parecia atraso ou demora, era só preparo. 💛Que venha março!!!...
26/02/2026

Fevereiro passou e deixou por aqui a sensação de que o que parecia atraso ou demora, era só preparo. 💛

Que venha março!!!

25/02/2026

"Se você não sofreu, nem posta.”

Calma! É brincadeira.
Ou não?

A gente pegou o esporte, que era lazer, saúde, encontro e transformou em filial do RH.
Agora tem meta, planilha e pace que define caráter.

“Se não registrou, não valeu.”
Não valeu pra quem? Pro algoritmo?

Correr devagar virou quase um crime, mas ninguém pergunta o que aquela pessoa venceu pra estar ali: medo, vergonha, 20kg a mais ou a depressão que não aparece na rede social.

O pace de 4:30 brilha e ganha aplauso.
O 7:30?
Às vezes tá salvando uma vida, só que isso não viraliza.

O problema nunca foi correr rápido, mas sim quando o lazer se torna cobrança disfarçada de disciplina e o corpo vira ferramenta de produtividade.
No fim, é ele quem paga a conta.

Então, responde sem filtro: você corre porque ama ou porque precisa provar alguma coisa?

Se essa cutucada incomodou, talvez esteja na hora de ajustar a engrenagem antes que seu “hobby saudável” vire burnout de tênis novo.

Chama a gente se precisar de ajuda. 😉

Algumas experiências deixam marcas profundas em nossa história.Mudam nosso jeito de ser e nossa forma de ver o mundo.Mas...
23/02/2026

Algumas experiências deixam marcas profundas em nossa história.
Mudam nosso jeito de ser e nossa forma de ver o mundo.

Mas fico pensando: será que é justo com a gente limitar tantas possíveis novas vivências por moldarmos nossas ações com base em um acontecimento que, muitas vezes, sequer tivemos escolha?

Já falei por aqui que não somos responsáveis pelo que fazem com a gente.
Nossa responsabilidade começa ao escolher o que fazer com o que nos aconteceu.

Compreender nossa própria história é um ato de coragem.
É olhar para as feridas, reconhecer os impactos e dar nome ao que foi vivido.

Mas existe uma linha tênue entre compreender e se definir exclusivamente por aquilo.

Quando usamos o passado como justificativa permanente para repetir padrões, evitar riscos ou permanecer em lugares onde não cabemos, talvez não estejamos nos protegendo… talvez estejamos nos aprisionando.

E isso não é sobre negar a dor ou minimizar o que aconteceu.
É sobre reconhecer que, apesar das marcas, ainda existe espaço para escolha.

Acredito que, na maioria das vezes, existem diferentes possibilidades diante de uma mesma situação.
E não escolher também é uma escolha.

O ponto não é apagar sua história.
Mas permitir que ela seja parte do caminho ao invés de ser o único roteiro possível.

Se tem uma coisa que nós, psicólogos, aprendemos com os anos de experiência é respeitar o processo de cada pessoa. Não é...
19/02/2026

Se tem uma coisa que nós, psicólogos, aprendemos com os anos de experiência é respeitar o processo de cada pessoa.

Não é sobre “tolerar” ou “aguentar” a repetição.
É sobre compreender o que ela quer dizer e te ajudar a construir sentido a partir disso.

Se isso fez sentido pra você, talvez seja algo importante pra levar pra sua próxima sessão. 😉

Bora conversar nos comentários?
O que você sente quando percebe que está falando do mesmo assunto de novo?

17/02/2026

E aí, já aconteceu?

Como é pra você encontrar sua(eu) terapeuta fora do ambiente terapêutico?

Ampliando um pouco a reflexão do último vídeo…Bateu aí?
12/02/2026

Ampliando um pouco a reflexão do último vídeo…

Bateu aí?

11/02/2026

Os consultórios de psicologia estão cheios de pessoas que ainda sofrem buscando algo que não viveram na infância, na esperança de que esse “buraco” possa, de alguma forma, ser preenchido por quem deveria ter cuidado delas.

É claro que o amor e a segurança que recebemos (ou deixamos de receber) quando pequenos impactam profundamente quem nos tornamos. Mas…

Até quando você vai deixar seu passado decidir por você?

Eu sei, essa pergunta é afiada.
Mas talvez seja justamente essa reflexão que nos ajude a virar a chave.

Porque existe um momento na vida adulta em que entender o que aconteceu já não é suficiente.
É preciso decidir o que vamos fazer com isso.

Não podemos controlar o que fizeram conosco.
Mas podemos escolher o que fazemos com o que fizeram com a gente.

Quem nunca ouviu a frase “confia no processo” que atire a primeira pedra.Somos movidos por resultados.Buscamos respostas...
09/02/2026

Quem nunca ouviu a frase “confia no processo” que atire a primeira pedra.

Somos movidos por resultados.
Buscamos respostas, receitas, garantias - qualquer coisa que nos dê uma sensação mínima de controle.
Tudo pra ontem!

Mas… a vida não funciona assim.

A gente escolhe sem ter garantia de que aquele caminho nos levará onde queremos.

É uma aposta!

Garantia???
Vou ficar te devendo!

Talvez confiar no processo seja, no fundo, aprender a sustentar o não saber.
É acreditar no invisível e dar o passo, mesmo quando o chão ainda não parece tão firme.

Me conta, você é do time que confia ou tenta controlar?

Talvez a pergunta não seja ‘por que só procuro ajuda quando tudo desanda?’,mas ‘o que mudaria se eu cuidasse antes?’Já p...
05/02/2026

Talvez a pergunta não seja ‘por que só procuro ajuda quando tudo desanda?’,
mas ‘o que mudaria se eu cuidasse antes?’

Já parou pra pensar sobre isso?

Endereço

Belo Horizonte, MG

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Michelle Rocha - Psicóloga posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com A Prática

Envie uma mensagem para Michelle Rocha - Psicóloga:

Compartilhar

Share on Facebook Share on Twitter Share on LinkedIn
Share on Pinterest Share on Reddit Share via Email
Share on WhatsApp Share on Instagram Share on Telegram