09/08/2022
Diversos fatores são fundamentais para obtenção de bons resultados cirúrgicos. Um desfecho final de excelência é sustentado por três pilares: diagnóstico, planejameno e o ato cirurgico em si, que tem sua essência composta pelo conhecimento e habilidade do operador além da qualidade do instrumental.
É importante conhecer o instrumental a ser utilizado e ter domínio sobre ele, saber os tempos cirúrgicos para agilizar o procedimento, otimizando o período transcirúrgico e, consequentemente, minimizar os riscos aos pacientes (infecções, hemorragias e danos teciduais).
Sabemos que a escolha do instrumental é muito pessoal, mas algumas particularidades são comuns a todos eles:
1. Manutenção - manuseio, afiação, lavagem, secagem, lubrificação, autoclavagem e armazenamento. Todas elas são indispensáveis para aumentar a sua longevidade.
2. Espelhamento – significa possuir mais de um instrumento de cada tipo para uma eventual necessidade de substituição durante a cirurgia (contaminação ou perda
de função).
3. Seleção adequada - conhecer a função de cada um e a ordem de utilização otimiza o processo cirúrgico, desde a montagem da mesa até a sutura final.
4. Qualidade da liga metálica – torna o instrumental mais durável e permite a execução da sua função com mais precisão.
5. Formato do cabo – essa é uma questão muito pessoal, porém, instrumentais que apresentam seu cabo mais grosso, anatômico, siliconizado, com distribuição adequada do peso para melhor empunhadura e destreza, são uma tendência do mercado.
▶️ Veja nas imagens deste post uma apresentação da minha Mesa cirúrgica e da minha Mesa auxiliar estéril, montadas de acordo com a ordem de utilização dos instrumentais, e me conte nos comentários qual instrumental você acrescentaria na sua mesa!
➡️ Este material faz parte do Capíulo 3 – Instrumentais e Materiais Cirúrgicos do Livro Sorriso Gengival: Diagnóstico e Tratamento, dos Doutores Dennis Guimarães e Julio Rebollal.
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