02/02/2026
Pós-operatório não é detalhe: é parte do resultado e da segurança. Controle de dor, uso correto de malhas/cintas, mobilização no tempo certo e acompanhamento reduzem riscos como trombose e seroma. 'Receitas da internet' atrapalham: cada cirurgia tem protocolo e cada paciente tem variáveis (idade, comorbidades, tabagismo, histórico). Sinais de alerta precisam ser conhecidos: febre, falta de ar, dor desproporcional, secreção e assimetria súbita. Se surgir dúvida, contate a equipe imediatamente. Fazer o simples bem feito costuma superar qualquer 'hack' ou dica sem fonte. Siga o que foi prescrito e registre sintomas diariamente, sempre.
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