MedLogic Software APP de assistência aos idosos. Gera autonomia e independência. Classifica-os em robustos e frágeis. Para ILPI's, Clínicas e Operadoras de Saúde.

MedLogic é um software de gestão clínica especializado na saúde do idoso.

Nem toda tecnologia entende o cuidado da pessoa idosa.A MedLogic nasce justamente dessa diferença.A partir da união entr...
14/04/2026

Nem toda tecnologia entende o cuidado da pessoa idosa.

A MedLogic nasce justamente dessa diferença.

A partir da união entre o conhecimento científico do médico geriatra e professor titular da UFMG, Edgar Nunes de Moraes, e a visão tecnológica do engenheiro e empreendedor Daniel Melo, foi desenvolvida uma plataforma com um propósito claro: estruturar o cuidado dentro da realidade das ILPIs.

Isso inclui a incorporação do IVCF-20 como parte da base do sistema, oferecendo às equipes um suporte organizado para avaliação e acompanhamento da pessoa idosa.

Na prática, a MedLogic disponibiliza ferramentas para que diferentes profissionais — como médicos, enfermeiros, nutricionistas, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, terapeutas e cuidadores — possam registrar, acompanhar e centralizar informações em um único ambiente.

Além disso, reúne em um só lugar recursos que apoiam tanto o cuidado quanto a gestão da rotina da instituição, como aplicativo para cuidadores, gestão financeira e de estoque, receituário automatizado e suporte humano com treinamento incluso.

A MedLogic não realiza o cuidado.
Mas oferece estrutura para que ele aconteça com mais organização, continuidade e embasamento.

Porque, no cuidado da pessoa idosa, não basta ter dados.
É preciso que eles façam sentido na prática.

Fale Conosco pelo whatsapp: (31) 99391-7450

No Dia Mundial da Saúde de 2026, a Organização Mundial da Saúde propõe o tema “Juntos pela ciência”, destacando a import...
06/04/2026

No Dia Mundial da Saúde de 2026, a Organização Mundial da Saúde propõe o tema “Juntos pela ciência”, destacando a importância da conexão entre diferentes áreas do conhecimento na construção da saúde. Quando o olhar se volta para a pessoa idosa, esse debate ganha relevância, já que o envelhecimento pode envolver múltiplos fatores — clínicos, funcionais, cognitivos e sociais — que se manifestam de forma distinta em cada indivíduo.

Na velhice, é comum que diferentes condições coexistam e que respostas a tratamentos variem ao longo do tempo. Além disso, aspectos relacionados ao ambiente e à trajetória de vida podem influenciar diretamente a forma como a saúde se expressa. Esse cenário tem impulsionado, ao longo dos anos, a contribuição de diferentes áreas do conhecimento na tentativa de compreender o envelhecimento de maneira mais ampla.

Esse movimento também tem ampliado o olhar sobre saúde na pessoa idosa. Sem se limitar ao controle de doenças, a produção científica tem considerado, de forma crescente, aspectos como funcionalidade, autonomia e qualidade de vida — sempre respeitando a singularidade de cada trajetória. Nesse sentido, o tema “Juntos pela ciência” dialoga com a ideia de que a integração de saberes pode favorecer uma compreensão mais completa do envelhecimento.

É dentro dessa lógica que surgem soluções pensadas para a realidade das ILPIs. Assim nasceu o MedLogic: um sistema voltado para o cuidado da pessoa idosa a partir de uma visão interdisciplinar, onde diferentes áreas — como medicina, enfermagem, nutrição, fonoaudiologia, fisioterapia, terapia ocupacional e cuidado direto — se conectam em torno de uma avaliação centralizada.

Quando a informação também se organiza de forma integrada, o cuidado tende a acompanhar esse movimento — contribuindo para uma gestão mais clara, segura e alinhada à complexidade que envolve a saúde da pessoa idosa.

A compreensão do envelhecimento saudável tem evoluído ao reconhecer que o cuidado com a pessoa idosa envolve dimensões f...
27/03/2026

A compreensão do envelhecimento saudável tem evoluído ao reconhecer que o cuidado com a pessoa idosa envolve dimensões físicas, emocionais, sociais e cognitivas. Nesse cenário, cresce o entendimento científico de que, assim como o corpo se beneficia do movimento, o cérebro também responde positivamente a estímulos contínuos ao longo da vida.
Durante muito tempo, o debate sobre cognição no envelhecimento esteve centrado principalmente nas perdas e nas doenças neurodegenerativas. Hoje, estudos internacionais ampliam essa perspectiva ao destacar a importância da saúde cerebral (brain health), conceito que envolve memória, atenção, linguagem, regulação emocional e interação social como componentes da qualidade de vida.
Essa discussão ganha relevância ao observar a longevidade feminina. Estatisticamente, as mulheres vivem mais que os homens e representam a maior parte da população idosa — realidade também presente nas ILPIs. Assim, o maior tempo de vida amplia a exposição às transformações cognitivas do envelhecimento, tornando o cuidado com a saúde cerebral especialmente pertinente nesse contexto.
Pesquisas sobre neuroplasticidade demonstram que o cérebro mantém capacidade de adaptação e reorganização ao longo da vida. Por isso, abordagens relacionadas à estimulação cognitiva, interação social e participação em atividades significativas têm sido cada vez mais discutidas na literatura científica como parte do cuidado integral na longevidade.

Sabores que contam histórias: como alimentos, memórias e afeto se entrelaçam na vida da mulher idosa. Leia nosso novo ar...
20/03/2026

Sabores que contam histórias: como alimentos, memórias e afeto se entrelaçam na vida da mulher idosa. Leia nosso novo artigo sobre alimentação, identidade e cuidado em instituições de longa permanência. Saiba mais: https://wix.to/2otmWiA

Ao longo da vida, muitas mulheres constroem uma relação profunda entre alimentação, cuidado e convivência. Em diferentes culturas, preparar refeições esteve historicamente ligado ao afeto, às celebrações e aos encontros familiares. Assim, a comida passa a representar não apenas nutrição...

Ao longo da vida, muitas mulheres constroem uma relação profunda entre alimentação, cuidado e convivência. Em diferentes...
20/03/2026

Ao longo da vida, muitas mulheres constroem uma relação profunda entre alimentação, cuidado e convivência. Em diferentes culturas, preparar refeições esteve historicamente ligado ao afeto, às celebrações e aos encontros familiares. Assim, a comida passa a representar não apenas nutrição, mas também memória, identidade e vínculos emocionais.
Quando essa trajetória encontra a realidade das Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPIs), surge uma reflexão importante: como essas conexões afetivas podem continuar presentes no cotidiano institucional? Estudos sobre envelhecimento e alimentação têm discutido o conceito de nutrição afetiva, que observa como experiências alimentares também se relacionam com aspectos emocionais e sociais.
Pesquisas em neurociência e comportamento alimentar indicam que aromas, sabores e texturas podem ativar regiões cerebrais ligadas às emoções e às lembranças, favorecendo o que se conhece como reminiscência — o processo de recordar e compartilhar histórias de vida. Conversas sobre receitas tradicionais ou hábitos alimentares familiares podem estimular narrativas pessoais, fortalecer a identidade e promover momentos de troca entre residentes e equipes.
Nesse contexto, algumas experiências em ILPIs mencionam iniciativas como os “cardápios afetivos”, que resgatam memórias culinárias das próprias residentes. Mais do que o alimento em si, esses momentos à mesa podem se tornar espaços de convivência, socialização e construção de significado ao longo do envelhecimento.

O envelhecimento é um processo natural acompanhado por diferentes alterações fisiológicas, como redução da massa muscula...
12/03/2026

O envelhecimento é um processo natural acompanhado por diferentes alterações fisiológicas, como redução da massa muscular, mudanças no equilíbrio e diminuição da mobilidade. Essas transformações podem impactar a funcionalidade e a autonomia ao longo dos anos.

Quando observamos o envelhecimento feminino, essa discussão ganha uma dimensão particular. As mulheres vivem mais e representam a maior parcela da população idosa brasileira — realidade que também tende a se refletir nas Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPIs) e residenciais geriátricos. Nesse cenário, compreender estratégias que contribuam para a manutenção da qualidade de vida desse grupo torna-se cada vez mais relevante.

Entre as abordagens discutidas na literatura científica, a atividade física aparece frequentemente associada ao bem-estar na velhice. Mesmo diante de limitações físicas ou condições de saúde específicas, movimentos adaptados podem favorecer aspectos físicos, cognitivos e emocionais, além de estimular a interação social.

Um estudo publicado no Fiep Bulletin acompanhou a aplicação de exercícios físicos adaptados com oito mulheres idosas institucionalizadas, com idades entre 64 e 82 anos, incluindo participantes com diferentes níveis de autonomia. Ao longo de dez sessões estruturadas, que envolveram caminhadas leves, alongamentos, exercícios adaptados, momentos de relaxamento e atividades com música e dança, os pesquisadores observaram maior engajamento entre as participantes e relatos de melhora percebida no equilíbrio e na funcionalidade (GUIMARÃES; ROCHA; MENESES, 2026).

Resultados como esses contribuem para ampliar o olhar sobre o papel do movimento na rotina de cuidado às pessoas idosas em contextos institucionais. Mais do que intensidade ou complexidade, a literatura costuma destacar a importância de propostas adaptadas às condições individuais, respeitando limites e valorizando as possibilidades de cada residente.
Estudo disponível em: https://doi.org/10.16887/2ftdff78

Neste 8 de março, celebramos a vida e a longevidade feminina — e convidamos você a refletir sobre a realidade das mulher...
04/03/2026

Neste 8 de março, celebramos a vida e a longevidade feminina — e convidamos você a refletir sobre a realidade das mulheres idosas no Brasil. Segundo o IBGE, a expectativa de vida das brasileiras é de 79,9 anos — um avanço que pede atenção às necessidades dessa população. Leia nosso texto completo e compartilhe essa reflexão. https://wix.to/OU4g3md

Neste 8 de março, Dia Internacional da Mulher, queremos propor uma reflexão que vai além das homenagens. Um convite para olhar com mais atenção para a longevidade feminina e para a realidade vivida por milhões de mulheres idosas no Brasil.Segundo o IBGE, as mulheres brasileiras têm uma expect...

Neste 8 de março, propomos uma reflexão que vai além das homenagens. Um convite para olhar com mais atenção para a longe...
04/03/2026

Neste 8 de março, propomos uma reflexão que vai além das homenagens. Um convite para olhar com mais atenção para a longevidade feminina e para a realidade vivida por milhões de mulheres idosas no Brasil.

As mulheres brasileiras têm uma expectativa de vida média de 79,9 anos, quase sete anos a mais que os homens. É um dado importante e que reflete avanços sociais, melhorias nas condições de saúde e transformações que contribuíram para que as mulheres vivam mais.

Mas essa informação também nos leva a uma pergunta essencial: como esses anos estão sendo vividos?

O fenômeno conhecido como “paradoxo da longevidade” revela que, embora as mulheres vivam mais, nem sempre esses anos adicionais são acompanhados da mesma qualidade de vida. Muitas enfrentam doenças crônicas, uso de múltiplos medicamentos e demandas crescentes de cuidado.

Os números ajudam a dimensionar esse cenário. De acordo com o Censo Demográfico de 2022, mais de 17,8 milhões de mulheres no Brasil têm 60 anos ou mais, representando cerca de 55,7% da população idosa. Isso evidencia não apenas a presença marcante das mulheres no envelhecimento da população, mas também a necessidade de olhar com mais atenção para suas condições de saúde, autonomia e qualidade de vida.

Ao longo de suas trajetórias, muitas dessas mulheres enfrentaram barreiras no acesso à educação, ao mercado de trabalho e à independência financeira, além de acumularem responsabilidades relacionadas ao cuidado da família e às tarefas domésticas.

Como destaca a Dra. Ivete Berkenbrock, ex-presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG), “é de suma importância trazer à tona pautas direcionadas aos direitos sociais da população idosa, em especial aos da mulher idosa”.

Mais do que números, cada mulher idosa carrega uma história de experiências, contribuições e aprendizados que ajudaram a construir a sociedade em que vivemos. Valorizar a mulher idosa é reconhecer esse legado e reafirmar o compromisso com um envelhecimento digno, com respeito, cuidado e qualidade de vida. 🌹

Neste Dia da Amizade, a MedLogic celebra a força dos vínculos e a beleza da convivência. Em Instituições de Longa Perman...
11/02/2026

Neste Dia da Amizade, a MedLogic celebra a força dos vínculos e a beleza da convivência. Em Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPIs), os residentes compartilham o cotidiano e, muitas vezes, constroem relações que se tornam parte importante de suas histórias.
A convivência diária pode abrir espaço para encontros significativos, respeitando sempre a individualidade, o tempo e as escolhas de cada pessoa. Em ambientes onde a interação acontece de forma natural, surgem oportunidades para o fortalecimento de laços e sentimentos de pertencimento.
Em diferentes realidades, algumas experiências costumam favorecer momentos de troca e aproximação, sempre de forma espontânea e respeitosa, como:
☕️Café com Histórias: Momentos de conversa em que a escuta e o compartilhamento de memórias permitem reconhecer trajetórias e afinidades.
🥘Culinária Afetiva: Atividades simples relacionadas a receitas conhecidas, que podem despertar lembranças e conversas a partir da colaboração.
🪡📚Clubes de Interesse: Encontros em torno de hobbies ou temas de afinidade, formados a partir das preferências individuais dos residentes.
Nesse contexto, a organização das informações pode ser uma aliada importante. Contar com registros sobre hobbies, profissões e interesses contribui para uma compreensão mais ampla das singularidades de cada pessoa.
A MedLogic disponibiliza campos que permitem registrar essas informações de forma ética e estruturada, oferecendo subsídios para: ✅Visualizar afinidades entre residentes, respeitando escolhas e interesses individuais.
✅Apoiar decisões cotidianas, considerando limites, preferências e particularidades, sempre com foco na inclusão e no bem-estar.
Falar sobre convivência é, acima de tudo, reconhecer que cada pessoa tem sua própria forma de se relacionar, escolher e construir vínculos — e que respeitar essas escolhas é parte essencial de qualquer cuidado.

Janeiro Branco | Saúde mental da Pessoa IdosaA saúde mental da pessoa idosa integra o cuidado global prestado nas ILPIs ...
22/01/2026

Janeiro Branco | Saúde mental da Pessoa Idosa

A saúde mental da pessoa idosa integra o cuidado global prestado nas ILPIs e Residenciais Geriátricos.
No dia a dia com o cuidado da pessoa idosa, a observação e o registro de alterações de comportamento, humor e interação social são elementos importantes para o acompanhamento contínuo e para o suporte às decisões da equipe multiprofissional que podem antecipar qualquer sintoma relativo à saúde mental e prevenir agravamentos.

Paralelamente a esse cuidado especializado, destaca-se a importância dos laços familiares mesmo com a pessoa institucionalizada. A presença da família em visitações e saídas regulares com o idoso, sempre que possível, tornam-se fundamentais neste processo, contribuindo para o seu bem estar e longevidade com qualidade de vida.

🤝 MedLogic: Tecnologia como apoio à gestão do cuidado à pessoa idosa.

Que o espírito do Natal envolva cada lar com paz, alegria e a luz de Cristo guiando nossos caminhos.A MedLogic celebra e...
05/12/2025

Que o espírito do Natal envolva cada lar com paz, alegria e a luz de Cristo guiando nossos caminhos.
A MedLogic celebra este momento com gratidão e com votos de um novo ano abençoado para todos. ✨

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