09/09/2025
1. Escolha um dentista que transmita confiança
A relação entre paciente e profissional é um dos fatores mais importantes para reduzir a ansiedade; escolha um dentista que inspire segurança, e que transmita confiança, seja empático e respeite seu tempo.
Quando o profissional escuta com atenção, explica cada etapa do tratamento com clareza e mantém uma comunicação aberta, o paciente se sente mais no controle da situação. Esse vínculo de confiança cria um ambiente acolhedor e previsível. E isso, por si só, já reduz grande parte do medo.
2. Converse com seu dentista sobre sua ansiedade
Não tenha vergonha de dizer ao dentista que você sente medo. Afinal, os profissionais da área sabem que essa é uma realidade comum nos consultórios.
Quando o dentista tem conhecimento da sua ansiedade, ele pode adaptar o atendimento: ajustar o ritmo, fazer pausas, explicar cada etapa com calma e até oferecer recursos que ajudam no relaxamento, como música ambiente, respiração guiada ou conversas leves para aliviar a tensão.
3. Marque sua consulta em horários mais calmos
Sempre que possível, agende sua consulta para o início do dia. Assim, você evita que a ansiedade se acumule ao longo das horas e reduz o risco de imprevistos que podem aumentar o estresse, como atrasos ou compromissos acumulados.
Além disso, o consultório tende a estar mais tranquilo no começo do expediente, com menos movimento e tempo de espera, o que torna a experiência mais serena — ideal para quem sente medo de ir ao dentista.
4. Evite consultar fontes não confiáveis na internet. Na internet você vai encontrar de tudo, e nem tudo que está ali é verdade. Portanto, não pesquise por conta própria, pois isso pode gerar ainda mais mais medo. Evite, por exemplo, conteúdos sensacionalistas e busque informações diretamente com seu dentista de confiança.
5. Leve um acompanhante, se isso te ajudar.
Ter alguém ao lado pode ser reconfortante, especialmente nas primeiras consultas. A presença de um acompanhante, como um familiar ou amigo, transmite apoio emocional e ajuda a reduzir a sensação de vulnerabilidade.
Às vezes, apenas ver um rosto conhecido na sala de espera já é suficiente para trazer mais calma e segurança.