22/07/2025
👎 A indústria aprendeu a vender saúde sem entregar saúde. 🤡
O consumidor é capturado por “soluções de bolso”: rápidas, prontas e supostamente eficazes.
O exemplo mais icônico é o das barrinhas de “proteína”. Vendidas como itens “fitness”, “funcionais” e até “substitutos de refeição” 😖😂, muitas apresentam teores elevados de gordura saturada e açúcares adicionados. 🤡
Como se não bastasse, escapam do FOP (Front-of-Pack) com alertas como “alto em gordura” ou “alto em açúcar” — porque estão classificadas como suplementos alimentares, categoria regulada pela RDC nº 243/2018 da Anvisa, e não como alimentos convencionais embalados, que são regidos pela RDC nº 429/2020 e pela IN nº 75/2020.
Ou seja, a busca por proteínas, fibras etc., na verdade, encontra gordura vegetal hidrogenada, xaropes, aditivos e um rótulo com claims cuidadosamente elaborados para parecerem “cientificamente” confiáveis. 🤡
📉 Estamos diante de uma DURA realidade onde a indulgência se fantasia de saúde se aproveitando de brechas regulatórias e do desconhecimento técnico da população.
⚖️ Eu me pergunto onde ficaram as políticas alimentares justas e coerentes com a saúde coletiva...
📢 F**a o alerta: mais do que rótulos, precisamos ler ingredientes, categorias regulatórias e contextos alimentares e além de buscar ajuda profissional sempre!
By: Williara Queiroz