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O que são doenças gastrointestinais?Doenças gastrointestinais são um conjunto de condições médicas que afetam o sistema ...
10/01/2026

O que são doenças gastrointestinais?
Doenças gastrointestinais são um conjunto de condições médicas que afetam o sistema digestivo, que é responsável por processar alimentos, absorver nutrientes e eliminar resíduos do corpo. O sistema gastrointestinal inclui órgãos como:
Esôfago
Estômago
Intestinos (delgado e grosso)
Fígado
Pâncreas
Vesícula biliar
Essas doenças podem variar em gravidade, sintomas e tratamento, mas geralmente envolvem problemas no funcionamento ou na estrutura desses órgãos.
Quais as principais doenças gastrointestinais?
Alguns exemplos de doenças gastrointestinais incluem:
Doença do refluxo gastroesofágico (DRGE)
Síndrome do intestino irritável (SII)
Doença Inflamatória Intestinal (DII)
Doença Celíaca
Pancreatite
Câncer gastrointestinal
Essas são apenas algumas das muitas doenças gastrointestinais que podem afetar os diferentes órgãos do sistema digestivo. O diagnóstico e tratamento variam de acordo com a condição específica e podem envolver mudanças na dieta, medicamentos, procedimentos endoscópicos ou cirurgia, dependendo da gravidade e da causa subjacente da doença.
Doença do refluxo gastroesofágico
A Doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE) é uma condição na qual o conteúdo ácido do estômago volta para o esôfago, causando sintomas desconfortáveis. A fisiopatologia da DRGE envolve uma disfunção na válvula entre o esôfago e o estômago, chamada de esfíncter esofágico inferior (EEI), que normalmente evita que o ácido do estômago retorne para o esôfago. Quando esse esfíncter não funciona corretamente, o ácido pode refluir, irritando o revestimento do esôfago e causando os sintomas característicos da doença.
Manifestações clínicas
Os principais sintomas incluem:
Azia
Sensação de queimação no peito após as refeições ou ao se curvar
Regurgitação
A DRGE também pode causar dor no peito, que pode ser confundida com dor cardíaca, tosse crônica e rouquidão devido à irritação na garganta.
Como fazer o diagnóstico de DRGE?
O diagnóstico da DRGE envolve uma análise cuidadosa dos sintomas do paciente e pode incluir te**es diagnósticos como:
Endoscopia: que examina o esôfago e o estômago com uma câmera
pHmetria esofágica: para medir a acidez ao longo do tempo
Manometria esofágica para avaliar os movimentos e a pressão no esôfago.
Manejo do paciente com DRGE
O manejo da DRGE começa com mudanças no estilo de vida, como evitar refeições grandes e tardias, elevar a cabeceira da cama durante o sono, perder peso se necessário e evitar alimentos que possam desencadear os sintomas. Medicamentos são frequentemente prescritos, incluindo antiácidos para alívio temporário, inibidores da bomba de prótons (IBP) para reduzir a produção de ácido a longo prazo, e antagonistas dos receptores H2, que também diminuem a produção de ácido, mas são menos potentes.
Síndrome do intestino irritável
A Síndrome do Intestino Irritável (SII) é uma condição gastrointestinal que afeta o funcionamento normal do intestino. A fisiopatologia da SII não é totalmente compreendida, mas envolve uma combinação de fatores, incluindo:
Alterações na motilidade intestinal
Sensibilidade visceral (percepção de estímulos dentro do intestino)
Interações entre o sistema nervoso, o sistema imunológico e o microbioma intestinal.
Manifestações clínicas
Os sintomas variam, mas comumente incluem:
Dor abdominal
Inchaço
Constipação e/ou diarreia.
Esses sintomas são frequentemente cíclicos, com períodos de agravamento e remissão.
Como fazer o diagnóstico da síndrome do intestino irritável?
O diagnóstico da SII é baseado nos sintomas característicos e na exclusão de outras doenças gastrointestinais. Não há um teste único para confirmar a SII, mas exames médicos e te**es podem ser usados para descartar outras condições.
Manejo do paciente
O manejo da SII envolve uma abordagem multidisciplinar, incluindo mudanças na dieta, estilo de vida e medicamentos. Algumas pessoas com SII acham útil identificar alimentos que desencadeiam os sintomas e ajustar sua dieta de acordo. Além disso, estratégias para reduzir o estresse, como exercícios e técnicas de relaxamento, podem ajudar a controlar os sintomas. Embora a SII não tenha cura, muitas pessoas conseguem gerenciar os sintomas de forma eficaz com mudanças no estilo de vida e tratamentos. É importante trabalhar em colaboração com o paciente para desenvolver um plano de manejo personalizado que aborde seus sintomas específicos e melhore sua qualidade de vida.
Doença inflamatória intestinal
A Doença Inflamatória Intestinal (DII) é um termo que engloba condições crônicas caracterizadas pela inflamação persistente do trato gastrointestinal. As duas principais formas de DII são a doença de Crohn e a colite ulcerativa, ambas afetando diferentes partes do sistema digestivo e com sintomas variados. A doença de Crohn pode afetar qualquer parte do trato gastrointestinal, desde a boca até o â**s. Os sintomas podem incluir:
Dor abdominal intensa
Diarreia
Perda de peso
Fadiga
Deficiências nutricionais
A inflamação pode penetrar profundamente nas camadas do tecido intestinal, levando a complicações como estreitamento do intestino (estenoses) e formações anormais (fístulas). A colite ulcerativa é geralmente restrita ao cólon e ao reto. Ela causa inflamação e úlceras na mucosa do cólon, resultando em sintomas como:
Diarreia frequentemente com sangue
Dor abdominal
Urgência para evacuar.
A fisiopatologia da DII é complexa e envolve interações entre fatores genéticos, ambiente, microbioma intestinal e sistema imunológico. É considerada uma doença autoimune, onde o sistema imunológico ataca erroneamente as células saudáveis do trato gastrointestinal, levando à inflamação crônica.
Como fazer o diagnóstico da doença inflamatória intestinal?
O diagnóstico da Doença Inflamatória Intestinal (DII), que inclui a doença de Crohn e a colite ulcerativa, é um processo abrangente que requer uma combinação de informações clínicas, exames de imagem, te**es laboratoriais e avaliações médicas. O médico começará por coletar informações detalhadas sobre os sintomas do paciente, como dor abdominal, diarreia, sangramento retal, perda de peso, fadiga e outros sintomas relacionados ao trato gastrointestinal. Um histórico médico completo também ajuda a identificar fatores de risco e possíveis causas subjacentes. Vários te**es laboratoriais podem ser realizados para auxiliar no diagnóstico da DII:
Exames de sangue: podem mostrar sinais de inflamação, como níveis elevados de proteína C reativa (PCR) e taxa de sedimentação de eritrócitos (VHS)
Exames de fezes: podem detectar sangue oculto nas fezes e ajudar a descartar infecções gastrointestinais
Além disso, durante a colonoscopia ou endoscopia, o médico pode realizar biópsias, coletando pequenas amostras de tecido para análise microscópica. Isso ajuda a confirmar o diagnóstico e diferenciar entre a doença de Crohn e a colite ulcerativa.
Manejo do paciente
É essencial que o paciente com DII seja acompanhado por um gastroenterologista ou médico especializado em DII. O acompanhamento regular permite monitorar a progressão da doença, ajustar o tratamento conforme necessário e identificar complicações. O tratamento medicamentoso depende da gravidade e extensão da DII. Os medicamentos frequentemente prescritos incluem:
Anti-inflamatórios: podem ajudar a controlar a inflamação. Exemplos incluem a mesalamina.
Corticosteroides: usados para controlar surtos agudos de inflamação, mas seu uso prolongado é evitado devido a efeitos colaterais.
Imunossupressores: podem reduzir a atividade do sistema imunológico, ajudando a controlar a inflamação.
Terapias biológicas: medicamentos que bloqueiam moléculas específicas envolvidas na inflamação.
Terapias direcionadas: novos medicamentos em desenvolvimento que têm como alvo alérgenos específicos.
Doença gastrointestinal: doença celíaca
A doença celíaca é uma condição autoimune crônica em que o consumo de glúten desencadeia uma reação imunológica prejudicial ao revestimento do intestino delgado. O glúten é uma proteína encontrada no trigo, cevada e centeio. Essa doença afeta a capacidade do corpo de absorver nutrientes essenciais, levando a danos na mucosa do intestino delgado e potencialmente causando uma variedade de sintomas e complicações. Quando uma pessoa com predisposição genética à doença celíaca consome glúten, ocorre uma reação imunológica anormal. O sistema imunológico reconhece erroneamente o glúten como uma ameaça e desencadeia a produção de anticorpos, especialmente o anticorpo antitransglutaminase tissular (tTG) e o anticorpo antideaminase de gliadina (AGA). Esses anticorpos atacam as células do revestimento do intestino delgado, causando inflamação e danos nas vilosidades intestinais. As vilosidades intestinais são estruturas semelhantes a dedos que aumentam a superfície de absorção do intestino delgado. Com a progressão da doença celíaca, essas vilosidades podem encolher e ficar achatadas, resultando em uma superfície de absorção reduzida. Isso leva à má absorção de nutrientes essenciais, como vitaminas, minerais e outros nutrientes importantes.
Manifestações clínicas
A inflamação e o dano às vilosidades podem causar uma variedade de sintomas e complicações, incluindo:
Diarreia crônica ou constipação
Perda de peso
Fadiga
Inchaço abdominal
Anemia devido à má absorção de ferro e ácido fólico
Fraqueza óssea devido à má absorção de cálcio e vitamina D
Problemas de pele, como dermatite herpetiforme
Dificuldades no crescimento e desenvolvimento em crianças
Manejo do paciente com doença celíaca
O manejo de um paciente com Doença Celíaca envolve uma abordagem holística que combina mudanças na dieta, acompanhamento médico regular e educação sobre a condição. O componente central do manejo da Doença Celíaca é a adesão rigorosa a uma dieta sem glúten. Isso significa evitar alimentos que contenham trigo, cevada, centeio e seus derivados. Muitos alimentos processados podem conter glúten oculto, portanto, a leitura cuidadosa dos rótulos é essencial. Além de evitar alimentos com glúten, é essencial evitar a contaminação cruzada em casa e em restaurantes. Isso inclui usar utensílios de cozinha separados, evitar compartilhar torradeiras e ter cuidado com alimentos preparados em superfícies contaminadas. Se a doença celíaca for diagnosticada em crianças, o acompanhamento pediátrico regular é crucial para garantir o crescimento e desenvolvimento adequados.
Pancreatite
A pancreatite é uma condição que envolve a inflamação do pâncreas, um órgão localizado atrás do estômago e que desempenha um papel importante na digestão e regulação dos níveis de açúcar no sangue. A pancreatite pode ser aguda, de início súbito e geralmente de curta duração, ou crônica, caracterizada por inflamação persistente e danos progressivos ao pâncreas ao longo do tempo.
Sintomas da pancreatite aguda
Os sintomas são:
Dor abdominal intensa e repentina, frequentemente na região superior do abdômen, que pode se estender para as costas.
Dor que piora após comer, especialmente alimentos ricos em gordura, e pode ser aliviada quando o paciente se inclina para a frente.
Náuseas e vômitos
Inchaço abdominal
Febre
Batimentos cardíacos rápidos
Sintomas da pancreatite crônica
Na pancreatite crônica os principais sintomas são:
Dor abdominal recorrente ou constante, muitas vezes mais leve do que na pancreatite aguda, mas que pode se intensificar ao longo do tempo
Perda de peso não intencional
Diarreia
Fezes volumosas e gordurosas, devido à má absorção de nutrientes
Diabetes, uma vez que o pâncreas também regula os níveis de açúcar no sangue
É importante notar que a pancreatite aguda é uma condição grave que requer atenção médica imediata. A pancreatite crônica, por sua vez, pode ser o resultado de danos cumulativos ao pâncreas, muitas vezes causados pelo consumo excessivo e prolongado de álcool, bem como outras causas como doenças genéticas ou obstruções nos ductos pancreáticos.
Diagnostico e tratamento
O diagnóstico da pancreatite é feito com base nos sintomas, exames de sangue, exames de imagem como ultrassonografia, tomografia computadorizada e ressonância magnética. Além de exames que avaliam a função pancreática e os níveis de enzimas pancreáticas no sangue. O tratamento depende da gravidade e da causa subjacente da pancreatite e pode incluir internação hospitalar, hidratação, jejum temporário, medicamentos para alívio da dor e intervenções cirúrgicas em casos mais graves.
Câncer gastrointestinal
O câncer gastrointestinal refere-se a um grupo de cânceres que se originam em diferentes partes do trato gastrointestinal, que inclui o esôfago, estômago, fígado, vesícula biliar, pâncreas, intestino delgado, cólon e reto. Cada tipo de câncer gastrointestinal tem características distintas, sintomas variados e necessidades de tratamento específicas. Leia mais sobre essas doenças:
Câncer de estômago: tipos, sintomas e tratamento!
Câncer de intestino: sintomas, diagnóstico, tratamento e prevenção
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Referência bibliográfica
HARRISON, Tinsley Randolph (Ed.) et al. Harrison medicina interna. 18.ed. Rio de Janeiro: McGraw-Hill, 2013.
CECIL, Russell Lafayette; GOLDMAN, Lee; AUSIELLO, D. A. Cecil: tratado de medicina interna. 23.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009.
Sugestão de leitura complementar
Câncer colorretal: prevenção, rastreamento e tratamento | Colunistas
Resumo de anatomia dos intestinos delgado e grosso
Resumo de Neoplasias: epidemiologia, fisiopatologia, classificação, metástase

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Sintomas de problema no fígado: descubra os sinais de alertaO fígado é um dos órgãos mais importantes do corpo humano, d...
10/01/2026

Sintomas de problema no fígado: descubra os sinais de alerta
O fígado é um dos órgãos mais importantes do corpo humano, desempenhando funções vitais como a desintoxicação do organismo, a produção de bile e o armazenamento de energia. Apesar de sua resiliência, ele pode ser afetado por uma série de condições que comprometem sua funcionalidade.

Identificar precocemente os sintomas de um problema no fígado é essencial para evitar complicações graves e buscar o tratamento adequado. Neste artigo, você aprenderá a reconhecer os principais sinais de alerta relacionados à saúde hepática, entenderá as causas mais comuns e descobrirá a importância de procurar ajuda médica ao primeiro indício de anormalidade.

Acesso rápido ao conteúdo
Fadiga excessiva e perda de apetite: sinais sutis, mas preocupantes
Icterícia
Inchaço abdominal e retenção de líquidos
Alterações na pele e coceira intensa
Problemas digestivos e alterações nas fezes
Causas mais comuns de problemas no fígado
Diagnóstico e tratamento: a importância da detecção precoce
Fadiga excessiva e perda de apetite: sinais sutis, mas preocupantes

Um dos primeiros sintomas de um problema no fígado é a fadiga persistente, que muitas vezes é acompanhada por uma sensação geral de cansaço e indisposição. Isso ocorre porque o fígado desempenha um papel crucial na regulação de energia no corpo. Assim, quando ele não está funcionando corretamente, a capacidade de metabolizar nutrientes e produzir energia reduz, levando ao esgotamento.

A perda de apetite também é comum e pode ser um indicativo precoce de que algo não está bem. Muitas vezes, ela vem acompanhada de náuseas e desconforto abdominal, o que pode dificultar a ingestão adequada de alimentos. Embora esses sintomas sejam sutis, sua persistência é um alerta de que o fígado pode estar enfrentando dificuldades.

Icterícia
A icterícia, caracterizada pelo amarelamento da pele e dos olhos, é um dos sinais mais evidentes de um problema no fígado. Esse sintoma ocorre devido ao acúmulo de bilirrubina, uma substância produzida durante a quebra de glóbulos vermelhos no organismo. Normalmente, o fígado processa e elimina a bilirrubina, mas quando sua função está comprometida, essa substância se acumula no sangue, causando a coloração amarelada.

Além da icterícia, outros sinais visíveis podem incluir escurecimento da urina e fezes esbranquiçadas. Esses sintomas são indicativos de que o fígado não está processando adequadamente as substâncias que deveriam ser eliminadas do corpo.

Inchaço abdominal e retenção de líquidos
O inchaço abdominal, conhecido como ascite, é um sintoma que pode indicar problemas graves no fígado, como cirrose. Isso porque, ocorre quando há acúmulo de líquidos na cavidade abdominal, muitas vezes associado a um aumento na pressão nos vasos sanguíneos do fígado e à redução da produção de proteínas, como a albumina.

A retenção de líquidos também pode ocorrer nas pernas e nos pés, levando ao edema. Esse sinal é frequentemente acompanhado por desconforto e sensação de peso. Se você notar inchaço persistente, é fundamental buscar orientação médica, pois pode ser um indício de que o fígado está sobrecarregado.

Alterações na pele e coceira intensa
Problemas no fígado podem se manifestar por meio de alterações na pele, como manchas escuras ou vermelhidão nas palmas das mãos, conhecidas como eritema palmar. Outro sintoma comum é a coceira intensa, que pode ser causada pelo acúmulo de toxinas ou sais biliares na corrente sanguínea devido à falha do fígado para seu processamento. Essas alterações cutâneas são sinais de que algo não está funcionando corretamente no organismo.

Problemas digestivos e alterações nas fezes

O fígado está diretamente envolvido no processo digestivo, especialmente na produção de bile, que é fundamental para a digestão de gorduras. Quando o fígado não funciona adequadamente, podem surgir problemas digestivos, como indigestão, sensação de estômago pesado e intolerância a alimentos gordurosos.

Alterações nas fezes também são comuns e podem incluir fezes claras ou com aparência gordurosa. Esses sinais indicam que o fígado não está produzindo ou liberando bile de forma eficiente, o que compromete a digestão e a absorção de nutrientes essenciais.

Causas mais comuns de problemas no fígado
Diversos fatores podem levar ao surgimento de um problema no fígado. O consumo excessivo de álcool é uma das principais causas, podendo desencadear doenças como hepatite alcoólica e cirrose. Outra causa frequente é a esteatose hepática, ou fígado gorduroso, que ocorre devido ao acúmulo de gordura no órgão e está frequentemente associada à obesidade, ao diabetes e a hábitos alimentares inadequados.

Infecções virais, como as hepatites B e C, também representam uma preocupação significativa, pois podem evoluir para condições crônicas e graves, como câncer de fígado. Além disso, o uso excessivo de medicamentos, exposição a toxinas e doenças autoimunes são fatores que podem comprometer a saúde hepática.

Diagnóstico e tratamento: a importância da detecção precoce

O diagnóstico precoce de um problema no fígado é essencial para prevenir complicações graves e preservar a função do órgão. Por isso, ao perceber os primeiros sinais de alerta, como fadiga persistente, icterícia ou inchaço abdominal, é importante procurar um médico para uma avaliação.

Exames de sangue, como o teste de função hepática, ocorrem frequentemente para avaliar o desempenho do fígado. Imagens, como a elastografia hepática podem ajudar a identificar anomalias estruturais ou acúmulo de gordura. Em casos mais complexos, pode ser necessária uma biópsia hepática para confirmar o diagnóstico.

O tratamento varia de acordo com a causa subjacente e pode incluir mudanças no estilo de vida, como adoção de uma dieta equilibrada, redução do consumo de álcool e prática regular de exercícios. Em casos mais graves, pode ser necessário o uso de medicamentos ou até mesmo um transplante de fígado.

Ao identificar os sintomas de problema no fígado, buscar ajuda médica rapidamente é o primeiro passo para um diagnóstico preciso e um tratamento eficaz. O fígado desempenha funções indispensáveis para o organismo, e cuidar dele é fundamental para garantir bem-estar e qualidade de vida a longo prazo.

10/01/2026

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