14/02/2026
Existe algo que D´us chama de abominação — תּוֹעֵבָה (to’evah).
E Ele não usa essa palavra de forma leve.
Levítico 18:21 diz claramente:
“וּמִזַּרְעֲךָ לֹא תִתֵּן לְהַעֲבִיר לַמֹּלֶךְ”
“E da tua descendência não darás para fazer passar pelo fogo a Moloque.”
Sem reticências.
Sem suavização.
Não entregarás teus filhos.
E quando o povo fez isso, o profeta registra a reação divina:
Jeremias 7:31:
“…para queimarem seus filhos e suas filhas no fogo — coisa que Eu não ordenei, nem me passou pela mente.”
D´us chama isso de ruptura absoluta.
Agora vem a chave que quase ninguém entende.
Por que a Torá proíbe consumir sangue?
Levítico 17:11:
“כִּי נֶפֶשׁ הַבָּשָׂר בַּדָּם הִוא”
“Porque a vida — נֶפֶשׁ (nefesh) — da carne está no sangue — דָּם (dam).”
O sangue não é apenas fluido biológico.
Ele representa a vida.
Ele carrega o princípio vital.
Por isso D´us diz:
Não comam o sangue.
Não absorvam o que pertence à vida que Eu dei.
Porque a vida pertence a D´us.
E aqui está o ponto que deveria nos chocar:
Se o sangue representa a vida,
se a vida é sagrada,
se a Torá proíbe até consumir sangue animal —
imagina usar sangue inocente como instrumento de poder.
Moloque — מֹלֶךְ — vem da raiz “melech”, rei.
O culto era simples na sua perversidade:
Sacrifique o inocente.
Ganhe poder.
Torne-se “rei”.
Isso é a tentativa de sequestrar o que pertence a D´us.
E toda vez que uma sociedade normaliza a exploração da inocência em nome de poder, dinheiro ou controle —
ela revive Moloque.
A Torá não relativiza.
Ela chama de תּוֹעֵבָה — abominação.
Então eu te pergunto:
Você ainda acredita que existe verdade moral absoluta?
Ou tudo virou narrativa conveniente?
Você tem coragem de chamar de abominável aquilo que D´us chama de detestável?
Porque quando paramos de nomear o mal,
o mal cresce em silêncio.
Se isso despertou você:
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Não deixe essa consciência morrer no algoritmo.
Comente “נֶפֶשׁ” Nefesh, ou Alma Sagrada se você acredita que a vida pertence a D’us e portanto, é sagrada.
E lembre-se:
A santidade da infância não é uma pauta emocional.
É uma fronteira espiritual.
E fronteiras precisam de guardiões.