Psicóloga Danielle Visentini

Psicóloga Danielle Visentini Atendimento psicológico para crianças, adolescentes e adultos. Atendimento presencial e on-line.

❤️ Um relacionamento emocionalmente seguro é aquele em que cada parceiro pode ser quem é sem medo de punição, abandono o...
02/12/2025

❤️ Um relacionamento emocionalmente seguro é aquele em que cada parceiro pode ser quem é sem medo de punição, abandono ou críticas constantes. Isso acontece quando existe espaço para expressar sentimentos, inclusive os difíceis, porque ambos reconhecem que o vínculo não depende de perfeição, mas de autenticidade. A segurança emocional aparece em gestos simples: o outro escuta de verdade, leva suas emoções a sério e não usa vulnerabilidades contra você.

❤️ Um mito comum é acreditar que relacionamentos seguros não têm conflitos; na verdade, eles têm, mas os conflitos são conversados sem humilhação ou jogos emocionais. Outro mito é achar que segurança emocional significa “nunca sentir insegurança”; o que é justamente o contato saudável com as próprias fragilidades, acolhido pelo outro, que fortalece o laço.

❤️ Para tornar um relacionamento mais emocionalmente seguro, é importante criar um ambiente onde AMBOS possam existir sem medo, o que envolve trabalhar tanto a relação quanto o mundo interno de cada um. A segurança começa quando cada parceiro se responsabiliza por reconhecer e nomear seus próprios sentimentos, em vez de usar ataques, silêncios punitivos ou defesas rígidas para lidar com desconfortos. Outro passo é desenvolver uma comunicação que não seja baseada em leitura de pensamentos: falar de forma clara, direta e gentil diminui fantasias inconscientes que podem gerar insegurança. Cultivar previsibilidade, cumprir o que promete, manter coerência entre palavras e ações, também fortalece o vínculo, porque reduz a ansiedade e dá ao outro a sensação de chão.

❤️ E, por fim, praticar curiosidade em vez de julgamento: tentar entender a origem emocional das reações do parceiro abre espaço para que ambos se sintam vistos, e essa sensação de ser visto e aceito é o coração de um relacionamento verdadeiramente seguro.

Psicóloga Danielle Visentini
CRP 07/23982

relacionamentosaudável

A busca pela aparência perfeita tornou-se uma marca forte da atualidade, impulsionada pelas redes sociais, pela comparaç...
25/11/2025

A busca pela aparência perfeita tornou-se uma marca forte da atualidade, impulsionada pelas redes sociais, pela comparação constante e pela ideia de que sempre é possível ,e necessário, melhorar. Essa pressão faz muitas pessoas acreditarem que só serão valorizadas se corresponderem a certos padrões estéticos, o que pode gerar ansiedade, insatisfação e uma sensação contínua de inadequação. No fundo, essa corrida pela perfeição revela um desejo profundo de aceitação e reconhecimento, mostrando que a aparência, mais do que uma questão física, tornou-se também uma tentativa de preencher inseguranças e dar conta das exigências emocionais do mundo contemporâneo.

Mas, no fim das contas, estamos cuidando de nós mesmos, ou apenas nos destruindo para caber no olhar do outro?

Os relacionamentos na atualidade mostram como ainda é difícil equilibrar o que desejamos, o que idealizamos e a forma co...
19/11/2025

Os relacionamentos na atualidade mostram como ainda é difícil equilibrar o que desejamos, o que idealizamos e a forma como lidamos com aquilo que nos falta.

Vivemos num ritmo rápido, onde tudo parece facilmente substituível, e isso faz com que muitas pessoas esperem que o outro preencha totalmente seus vazios, algo que ninguém consegue fazer. Nossas relações amorosas continuam sendo influenciadas por expectativas criadas na infância, pela necessidade de sermos reconhecidos e pelos jeitos que encontramos de nos proteger emocionalmente, seja nos aproximando ou nos afastando.

Assim, mesmo com todas as mudanças da vida moderna, seguimos enfrentando antigos desafios internos que influenciam a maneira como cada um ama e também sofre nas relações.

Em 2014, o Brasil aprovou a Lei nº 13.010, conhecida como Lei Menino Bernardo ou Lei da Palmada, que alterou o Estatuto ...
13/11/2025

Em 2014, o Brasil aprovou a Lei nº 13.010, conhecida como Lei Menino Bernardo ou Lei da Palmada, que alterou o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) para proibir o uso de castigos físicos e tratamentos cruéis ou degradantes como forma de correção, disciplina, educação ou qualquer outro pretexto. Essa legislação nasceu da compreensão de que a violência — mesmo quando tida como “leve” ou “educativa”, não ensina valores, mas gera medo, dor e insegurança emocional.

A lei não busca criminalizar pais ou responsáveis, mas sim promover uma mudança cultural, incentivando o diálogo, o respeito e o uso de métodos educativos baseados na empatia e na orientação positiva. O objetivo é construir relações familiares mais saudáveis e fortalecer os vínculos afetivos, afastando práticas autoritárias e violentas.

Diversos estudos mostram que crianças submetidas a castigos físicos tendem a apresentar baixa autoestima, dificuldades de aprendizado, ansiedade, agressividade e problemas de relacionamento. A exposição constante à violência também pode afetar o desenvolvimento cerebral, aumentando o risco de transtornos mentais e comportamentos violentos na vida adulta.

Além disso, quando a violência é usada como forma de ensino, a criança aprende que a força e o medo são meios legítimos de resolver conflitos, perpetuando um ciclo que se repete de geração em geração. Por outro lado, práticas educativas baseadas no diálogo, na escuta e na compreensão fortalecem o senso de responsabilidade, autonomia e empatia.

06/11/2025

⚠️

É preciso, deslocar o olhar: compreender que o amor, o desejo e a busca por uma nova relação não são sinais de desamor pelos filhos, mas de manifestações de vitalidade psíquica.

No ritmo acelerado do mundo de hoje, onde tudo precisa ser feito rápido e o consumo dita o que queremos, muitas pessoas ...
31/10/2025

No ritmo acelerado do mundo de hoje, onde tudo precisa ser feito rápido e o consumo dita o que queremos, muitas pessoas sentem culpa quando tentam relaxar. É como se aproveitar o lazer fosse um erro, um desvio da obrigação de estar sempre produzindo ou melhorando algo. Essa culpa mostra o quanto estamos presos à ideia de que só temos valor quando fazemos, e não quando apenas somos. Assim, momentos que deveriam trazer prazer e descanso acabam misturados com ansiedade e autocrítica. Em vez de realmente curtir o tempo livre, o indivíduo moderno se vê tentando justificar o próprio descanso, como se precisasse pedir permissão para parar em um mundo que nunca desacelera.

É importante reconhecer os seus limites e respeitá-los. Descansar também faz parte do processo de produção.

O excesso de diagnósticos na infância, impulsionado pela facilidade de acesso à informação na internet, revela um sintom...
23/10/2025

O excesso de diagnósticos na infância, impulsionado pela facilidade de acesso à informação na internet, revela um sintoma contemporâneo que se pode ler como expressão da angústia diante do não saber.

Em uma sociedade que exige respostas rápidas e certezas imediatas, as plataformas digitais passa a ocupar o lugar do “Outro do saber”, oferecendo rótulos que prometem conter o mal-estar, mas que, na verdade, silenciam a singularidade do sujeito. Ao transformar comportamentos infantis em categorias diagnósticas sem o devido olhar clínico, corre-se o risco de patologizar o que é apenas expressão do desenvolvimento ou do desejo. A psicanálise, ao contrário, propõe escutar o sujeito em sua diferença, reconhecendo que o sintoma é uma forma de dizer, não um erro a ser corrigido.

Assim, o desafio é resgatar o espaço da escuta e da dúvida frente à tendência de substituir o encontro com o inconsciente por diagnósticos prontos e algoritmos.

A função dos pais ou cuidadores, nesse contexto, é sustentar o limite com afeto e firmeza (não com violência).💚 Não toma...
14/10/2025

A função dos pais ou cuidadores, nesse contexto, é sustentar o limite com afeto e firmeza (não com violência).

💚 Não tomar a birra como ofensa pessoal
A criança não faz birra para “provocar”, ela experimenta o mundo e seus limites. Manter a calma ajuda a não transformar o momento em um embate de poder.

🩵 Reconhecer o sentimento, não ceder ao impulso.
Dizer algo como:
“Eu sei que você está bravo porque queria o brinquedo, mas agora não é hora.”

Mostra que o sentimento é compreendido, mas o limite é mantido. Isso ensina que o desejo pode ser nomeado, mas não precisa ser satisfeito imediatamente.

💙 Sustentar o limite com consistência
O adulto deve ser confiável. Isso não significa rigidez, mas coerência. A criança precisa sentir que o adulto sabe o que faz e que pode confiar nele, mesmo quando está frustrada.

🩷Oferecer contenção emocional
A birra é uma “explosão de afetos”. O papel do adulto é emprestar seu ego mais organizado para ajudar a criança a se reorganizar.
Às vezes, isso envolve apenas estar presente, sem precisar falar muito.

📱O avanço da tecnologia trouxe às crianças acesso precoce a celulares, tablets, computadores e televisão. Embora esses r...
06/10/2025

📱O avanço da tecnologia trouxe às crianças acesso precoce a celulares, tablets, computadores e televisão. Embora esses recursos possam servir para aprendizado, lazer e socialização, a psicanálise nos convida a refletir sobre o lugar simbólico das telas na vida psíquica infantil.

🧒👧 Na perspectiva psicanalítica, a infância é um tempo de constituição subjetiva, marcado pela relação com o outro, principalmente com as figuras parentais. É na interação, no brincar livre e na linguagem que a criança constrói sua singularidade, elabora fantasias, aprende a lidar com frustrações e encontra formas de simbolizar o mundo interno.

📺 O uso excessivo de telas pode ocupar o espaço do brincar simbólico, reduzindo a oportunidade de a criança criar, imaginar e elaborar seus conflitos internos. Além disso, as telas muitas vezes oferecem estímulos imediatos, rápidos e constantes, que dificultam a experiência da espera e do tédio que são fundamentais para a formação psíquica.

⚠️Outro ponto importante é que, em muitas famílias, os dispositivos eletrônicos acabam funcionando como “objetos apaziguadores”, usados para silenciar o choro ou a agitação. Compreende-se que esse apaziguamento imediato pode encobrir o contato com a falta e o desejo, experiências necessárias para o desenvolvimento da criança.

Psicóloga Danielle Visentini
CRP 07/23982

Setembro Amarelo - a conscientização é o ano inteiro 🎗️
09/09/2025

Setembro Amarelo - a conscientização é o ano inteiro 🎗️

27 de agosto Dia da Psicóloga Esse ano celebro essa data em um lugar diferente pra mim, dentro da saúde pública e tenho ...
27/08/2025

27 de agosto Dia da Psicóloga

Esse ano celebro essa data em um lugar diferente pra mim, dentro da saúde pública e tenho tanto orgulho por isso. Trabalho e defendo aquilo que eu acredito. Abracei esse desafio de ser Servida Pública sem saber como seria, com inúmeros medos e inseguranças por conta de toda a mudança que esteve envolvida nessa decisão. Mais do que escolher, sustentar esse lugar não foi e ainda não é tão fácil, mas, eu amo desafios. Brinco que somos resistência, porque lutamos diariamente contra uma sociedade que invisibiliza as violências, que, ainda pensa que toda a criança e adolescente tem as mesmas possibilidades.

Tenho a sorte de trabalhar com diferentes saberes que assim como eu, compartilham do mesmo propósito: auxiliar na proteção e na garantia de direitos de crianças e adolescentes.
Sou grata pela possibilidade de trabalhar com o que eu amo, de poder conhecer inúmeras histórias e por me reinventar a cada momento.

Parabéns queridas e queridos colegas que atuam com compromisso, ética e amor à Psicologia.

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Bento Gonçalves, RS
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