31/01/2026
O que a transparência da dor consegue revelar que a secura do orgulho esconde?
A lágrima é o cristal que a alma lapida para que a luz da esperança consiga atravessar as sombras mais densas do coração. Assim como a chuva limpa o horizonte, o choro sincero remove as escamas da autossuficiência e nos devolve a humildade de enxergar o essencial. 💧
O Papa Francisco nos recorda que, em certos momentos, os óculos para ver o divino são as nossas próprias lágrimas. Diante do mistério da existência, qual o valor de sua lágrima se ela for o único meio de lavar a visão e encontrar um propósito maior no caos? 🕊️
O filósofo Søren Kierkegaard, em sua análise sobre a subjetividade, propõe que a angústia é o “vertigo da liberdade”, um estágio necessário para o salto da fé. Para ele, o sofrimento não é um fim, mas o peso necessário para que o indivíduo se torne verdadeiramente autêntico perante a vida. 🏛️
A neurociência de Boris Cyrulnik, em sua obra “Resiliência: Como o Sujeito se Refaz”, demonstra que a plasticidade cerebral permite que o indivíduo ressignifique o trauma através do afeto e da narrativa. Transformar o obstáculo em aprendizado é um processo biológico onde o cérebro reorganiza conexões sinápticas para criar uma nova identidade após a dor. 🧠
Essa mensagem tocou você? Toque no aviãozinho e envie para uma pessoa querida que precisa ressignificar um desafio hoje.
Sugestão de leitura: Recomendo o livro “Ou-Ou: Um Fragmento de Vida”, de Søren Kierkegaard. Nesta obra, o autor explora as escolhas estéticas e éticas da vida, ajudando o leitor a compreender como as crises de angústia podem nos levar a uma existência muito mais profunda e consciente.
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