Dra Eunice Nobrega

Dra Eunice Nobrega 📚Eunice Nobrega & Terapeutas Associados
🌻Saúde Mental. Transtorno do Espectro Autista ( TEA) em Adultos.

transtorno do Deficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) dentre outras neurofivergências e suas comorbidades.
🧠 Avaliação, Diagnostico e Terapia. Página criada para compartilhamento de conhecimento sobre o ser docente nos dias atuais.

08/02/2026

A frase “mãe guerreira” esconde uma realidade cruel: mães e pais atípicos estão adoecendo em silêncio. Enquanto a sociedade foca (corretamente) nas terapias e no desenvolvimento da criança, o cuidador muitas vezes se torna invisível. Mas a conta chega. O estresse crônico não é apenas cansaço; é uma alteração fisiológica real que está levando famílias ao colapso.
O que os dados nos dizem?
Não é “frescura” e não é falta de resiliência. Estudos comprovam o peso da jornada:
• Níveis de Cortisol: Pesquisas da University of Wisconsin-Madison revelaram que os níveis de estresse hormonal de mães de filhos com autismo são comparáveis aos de soldados em combate em zonas de guerra.
• Saúde Mental: Segundo o Instituto Itard, cerca de 50% das mães de crianças com deficiência apresentam sintomas de depressão ou ansiedade generalizada.
• Abandono: No Brasil, estima-se que 78% dos pais abandonam o lar após o diagnóstico de um filho com deficiência ou doença rara, sobrecarregando ainda mais a mulher (maternidade solo atípica).
• Burnout Parental: O esgotamento físico e mental atinge níveis críticos pela falta de uma “rede de apoio” real e pelas noites de sono privativo que podem durar anos.
O Sofrimento Invisível
O adoecimento dessas mães e pais presentes manifesta-se em dores crônicas, insônia, isolamento social e, o mais doloroso: o medo constante do futuro. A pergunta “quem cuidará do meu filho quando eu não estiver aqui?” é um eco que gera um estado de alerta 24 horas por dia.
Cuidar de uma criança atípica sem suporte é como tentar manter um avião no ar sem combustível.
Rede de não é “ajudar a dar banho” uma vez por mês. É política pública, é inclusão escolar de fato, é acolhimento da família pelos amigos e parentes sem julgamentos sobre o comportamento da criança.
Para você, mãe ou pai que está lendo isso: sua saúde mental não é um luxo, é o alicerce do seu filho.
Inclusão Autismo

08/02/2026

O Silêncio que Grita: Redescobrindo o “Nós”
Vivemos em um mundo de conexões de alta velocidade, mas de profundidade rasa. A Organização Mundial da Saúde acende um alerta vermelho: a solidão está adoecendo o corpo e a alma. São milhares de corações parando porque, em algum momento, o isolamento se tornou a norma e o toque — físico ou emocional — se tornou escasso.
Dizem que “desaprendemos” a interagir. Talvez tenhamos apenas nos protegido demais sob camadas de telas e filtros. O medo da vulnerabilidade nos fez trocar o café demorado pelo “like” apressado. Mas a biologia não mente: fomos feitos para o encontro.
O que podemos fazer hoje?
• Olhar nos olhos: Experimente baixar o celular quando alguém estiver falando com você. A presença é o presente mais caro que existe.
• Vencer a inércia: Aquele “oi, lembrei de você” pode ser a ponte que salva alguém de um dia cinzento.
• Gentileza urbana: Um sorriso para o vizinho ou um agradecimento genuíno ao caixa do mercado são pequenos lembretes de que não estamos sozinhos no mundo.
Não deixe a solidão virar o seu “novo normal”. O isolamento pode ser uma fase, mas a conexão é a nossa essência. Precisamos reaprender a arte de estar juntos, de ouvir sem pressa e de pertencer uns aos outros.
Cuidar de quem está ao lado é, também, uma forma de salvar a si mesmo.

06/02/2026

Temple Grandin, uma das figuras mais icônicas e influentes no mundo do autismo e do bem-estar animal.
mudou a forma como o mundo entende a neurodivergência ao traduzir sua experiência interna para quem é neurotípico.
Aqui estão os pilares do que ela nos ensina sobre a mente autista:
1. O Pensamento Visual (“Thinking in Pictures”)
Temple costuma dizer que sua mente funciona como o “Google Imagens”. Ela não pensa em conceitos abstratos ou palavras; ela vê vídeos e fotos em sua mente.
• A nuance: Para muitos autistas, a linguagem é uma “segunda língua”. O processamento visual é primário, o que pode gerar uma memória fotográfica incrível, mas dificuldade com instruções puramente verbais.
2. Especialização e “Mentes Diferentes”
Ela categoriza as mentes autistas em três tipos principais:
• Pensadores Visuais: Bons em design, mecânica e artes.
• Pensadores de Padrões: Bons em música, matemática e programação.
• Pensadores Verbais: Especialistas em fatos, história e detalhes específicos.

05/02/2026

Recentemente, Elon Musk deu o que falar ao prever que, até 2026/2027, a IA será mais inteligente que qualquer humano e que robôs (como o Optimus) poderão superar cirurgiões em precisão. Mas calma... isso significa o fim dos médicos? A resposta curta é: NÃO.
O que estamos vendo não é a extinção, mas a REVOLUÇÃO do jaleco. Entenda por que a tecnologia nunca vai substituir o toque humano:
1️⃣ IA diagnostica, o Médico decide: A máquina é imbatível em analisar dados e imagens, mas a medicina envolve contexto, ética e juízo clínico — coisas que algoritmos ainda não possuem.
2️⃣ O fator “Olho no Olho”: Robôs não oferecem acolhimento, empatia ou conforto em momentos difíceis. O suporte emocional faz parte da cura.
3️⃣ Responsabilidade Real: No final do dia, precisamos de um humano para tomar decisões éticas e se responsabilizar pelo cuidado do paciente. O futuro? O médico não será substituído pela IA, mas sim pelo médico que SABE USAR a IA. A faculdade não ficou inútil; ela apenas ganhou novas ferramentas de “superpoderes”.
🩺 Você é estudante ou profissional da saúde? Comenta aqui: você vê a tecnologia como uma ameaça ou como sua maior aliada? #

Legenda:        Um crime chocou o Guará II (DF): o jovem Vinícius de Queiroz Nogueira Dourado, 23 anos, foi preso após e...
25/01/2026

Legenda:

Um crime chocou o Guará II (DF): o jovem Vinícius de Queiroz Nogueira Dourado, 23 anos, foi preso após esfaquear e matar sua mãe, Maria Elenice de Queiroz, de 61 anos, dentro do apartamento da família. Segundo depoimentos policiais, ele afirmou ter agido por impulso e mencionou histórico de depressão e ansiedade, além de uso irregular de medicação prescrita.
Não houve discussão ou sinais claros de conflito antes do ataque, o que intensifica a perplexidade e o choque de familiares, vizinhos e a comunidade.
Esse episódio ressalta um alerta essencial para a saúde pública e mental: transtornos emocionais não tratados ou mal acompanhados podem se manifestar de forma grave, inclusive em ambientes familiares. Em muitos casos, a falta de suporte adequado contribui para o agravamento do sofrimento psíquico e pode preceder comportamentos extremos.
Mais do que responsabilização criminal, é urgente que a sociedade e as instituições de saúde ampliem a atenção à saúde mental, garantindo acolhimento, tratamento regular e acompanhamento contínuo para quem vive com sofrimento psíquico — especialmente quando há histórico de depressão, ansiedade ou outras vulnerabilidades emocionais. A prevenção é um passo indispensável para proteger vidas e fortalecer a convivência familiar.Tem alguém na sua família com diagnóstico ou suspeita de problemas de saúde mental?

Esse caso te chocou? Aumentou sua insegurança com internação hospitalar?Legenda:O caso revelado pela Operação Anúbis, em...
23/01/2026

Esse caso te chocou? Aumentou sua insegurança com internação hospitalar?Legenda:

O caso revelado pela Operação Anúbis, em Brasília — no qual técnicos de enfermagem são investigados pela morte deliberada de pacientes em UTI — chocou o país e trouxe à tona um alerta urgente. A situação remete ao filme O Enfermeiro da Noite, baseado em fatos reais, e evidencia uma questão que vai além do crime em si: a negligência com a saúde mental dos profissionais da saúde. Rotinas exaustivas, alta pressão, falta de suporte emocional e adoecimento psíquico não identificados podem gerar riscos graves, tanto para quem cuida quanto para quem é cuidado. Cuidar da saúde mental não é opcional: é uma estratégia essencial de segurança do paciente, proteção coletiva e preservação da dignidade humana no exercício das profissões da saúde.

Legenda:O caso revelado pela Operação Anúbis, em Brasília — no qual técnicos de enfermagem são investigados pela morte d...
23/01/2026

Legenda:

O caso revelado pela Operação Anúbis, em Brasília — no qual técnicos de enfermagem são investigados pela morte deliberada de pacientes em UTI — chocou o país e trouxe à tona um alerta urgente. A situação remete ao filme O Enfermeiro da Noite, baseado em fatos reais, e evidencia uma questão que vai além do crime em si: a negligência com a saúde mental dos profissionais da saúde. Rotinas exaustivas, alta pressão, falta de suporte emocional e adoecimento psíquico não identificados podem gerar riscos graves, tanto para quem cuida quanto para quem é cuidado. Cuidar da saúde mental não é opcional: é uma estratégia essencial de segurança do paciente, proteção coletiva e preservação da dignidade humana no exercício das profissões da saúde.

Legenda:O caso revelado pela Operação Anúbis, em Brasília — no qual técnicos de enfermagem são investigados pela morte d...
23/01/2026

Legenda:

O caso revelado pela Operação Anúbis, em Brasília — no qual técnicos de enfermagem são investigados pela morte deliberada de pacientes em UTI — chocou o país e trouxe à tona um alerta urgente. A situação remete ao filme O Enfermeiro da Noite, baseado em fatos reais, e evidencia uma questão que vai além do crime em si: a negligência com a saúde mental dos profissionais da saúde. Rotinas exaustivas, alta pressão, falta de suporte emocional e adoecimento psíquico não identificados podem gerar riscos graves, tanto para quem cuida quanto para quem é cuidado. Cuidar da saúde mental não é opcional: é uma estratégia essencial de segurança do paciente, proteção coletiva e preservação da dignidade humana no exercício das profissões da saúde. Esse caso te chocou e aumentou sua preocupação com o atendimento hospitalar?

O diagnóstico de Autismo é apenas o começo da jornada. Muitas vezes, famílias e profissionais focam apenas nas caracterí...
14/01/2026

O diagnóstico de Autismo é apenas o começo da jornada.
Muitas vezes, famílias e profissionais focam apenas nas características centrais do TEA, mas a chave para uma evolução real está no que chamamos de Complexidade Neurocognitiva.
O autismo raramente vem sozinho. As chamadas “assinaturas neuropsicológicas” são o que tornam cada indivíduo único. Quando ignoramos as comorbidades — sejam elas atencionais, executivas ou emocionais — o tratamento pode estagnar.
Entender essa análise multidimensional não é apenas uma questão teórica, é o que permite:
✅ Ajustar as terapias de forma personalizada;
✅ Antecipar desafios de aprendizagem;
✅ Promover qualidade de vida real para o autista.
Como explica a Dra. Eunice Nóbrega, olhar para o espectro de forma multidimensional é o que separa um diagnóstico de uma verdadeira estratégia de vida.
Você já sentiu que faltava uma peça nesse quebra-cabeça do tratamento? Comenta aqui embaixo. 👇Você já sentiu
Compartilhe este post com um pai, mãe ou profissional que precisa entender que o autismo é muito mais profundo do que parece.
Neurociência DesenvolvimentoInfantil SaudeMental Inclusão AvaliaçãoNeuropsicológica

Bipolaridade, o que você precisa saber?
21/12/2025

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