06/01/2026
A gente aprende muito cedo a agir normalmente.
A sorrir, concordar, engolir seco.
A dizer “tá tudo bem” quando o corpo já está dizendo não há tempos.
Só que o silêncio cobra juros.
E quase sempre ele aparece no corpo, na libido, no cansaço emocional, na irritação constante, na sensação de estar sempre à beira.
Ficar em relações, situações ou dinâmicas que te adoecem não é maturidade, é autoabandono disfarçado de força.
Você não precisa explodir, mas também não precisa se calar.
Falar é cuidado.
Limite é saúde.
Escuta interna é sobrevivência.
Se algo não te agrada, não te respeita ou te machuca o corpo sempre sente antes da consciência.
E ignorar isso não te protege só te adoece.