Espaço Re-Significar

Espaço Re-Significar Orientação para o Transtorno por uso de substâncias. Terapia familiar ou individual.

Como é a sua relação com o uso de substâncias no dia a dia? Como Identificar quando o consumo de álcool e dr**as se torn...
20/02/2026

Como é a sua relação com o uso de substâncias no dia a dia? Como Identificar quando o consumo de álcool e dr**as se torna abusivo?

Existem vários sinalizadores que podem indicar um padrão problemático de consumo de substâncias.
O impacto negativo do consumo nas responsabilidades diárias e nos relacionamentos interpessoais.
Negligência nas obrigações profissionais, acadêmicas ou familiares.
Sinais físicos, como mudança de peso inexplicável, problemas de saúde.
Desequilíbrio prejudicial na vida da pessoa.
Reconhecer esse sinais precocemente pode permitir apoio e intervenções adequadas para ajudar no processo de recuperação e reencontro com uma vida saudável.

20 de fevereiro: Dia Nacional de Combate às Dr**as e ao Alcoolismo
O Dia Nacional de Combate às Dr**as e ao Alcoolismo, 20 de fevereiro, tem como objetivo alertar a população sobre os riscos do consumo dessas substâncias para a saúde

19/02/2026
Muita gente divulga a ayahuasca como um caminho de “cura” e expansão da consciência. Mas os dados científicos mostram ou...
16/02/2026

Muita gente divulga a ayahuasca como um caminho de “cura” e expansão da consciência. Mas os dados científicos mostram outra realidade e ela preocupa.

Estudos indicam que o uso da ayahuasca pode causar:

Alterações cardiovasculares e pressão arterial elevada
Reações psicológicas intensas e imprevisíveis
Interações com medicamentos ou condições de saúde pré-existentes
Efeitos variáveis devido à composição das substâncias

🔹 É essencial ter informação científica antes de qualquer uso e entender os riscos envolvidos.

📚 Fonte: PubMed

Reconhecer o problema é o primeiro passoO enfrentamento do alcoolismo começa pelo reconhecimento de que o consumo deixou...
09/02/2026

Reconhecer o problema é o primeiro passo
O enfrentamento do alcoolismo começa pelo reconhecimento de que o consumo deixou de ser controlado. Sinais como perda de limites ao beber, dificuldade de ficar sem álcool, prejuízos no trabalho ou nos relacionamentos e sintomas físicos ou emocionais quando não se bebe indicam que algo não vai bem.

“O primeiro passo é entender que o alcoolismo é uma doença. Sem esse reconhecimento e essa aceitação, não há como ajudar”, afirma Leitão
A família também faz parte do processo
O alcoolismo não afeta apenas quem consome a bebida. Quando alguém adoece, a família também sofre impactos emocionais, financeiros e sociais. Especialistas afirmam que o apoio familiar pode ser decisivo para que a pessoa busque e mantenha o tratamento.
Recaída não é fracasso
A recaída pode acontecer ao longo do processo de recuperação e não deve ser encarada como fracasso definitivo. Ela faz parte da trajetória de muitas pessoas e indica a necessidade de reforçar cuidados, apoio e estratégias de enfrentamento. O mais importante é não desistir do tratamento e buscar novamente ajuda sempre que necessário.
" O alcoolismo é uma doença sem cura, mas com tratamento”. Atualmente, o AA realiza mais de 9 mil reuniões semanais no Brasil.
Informações sobre dias, horários e linhas de ajuda estão disponíveis no site aa.org.br e no aplicativo A.A. Brasil Oficial, que reúne 65 canais de atendimento por telefone e WhatsApp em todo o país.
Por Isabella França
metropoles.com

06/02/2026

Lá vem o Carnaval !

Por que alguns morrem e outros conseguem entrar em recuperação?Não existe uma única resposta, mas sim um conjunto de fat...
02/02/2026

Por que alguns morrem e outros conseguem entrar em recuperação?

Não existe uma única resposta, mas sim um conjunto de fatores que ajudam a explicar por que alguns conseguem se recuperar e outros não.
1. A gravidade e o tempo da dependência
Quanto mais longa e intensa é a relação com a substância ou comportamento, maiores costumam ser os danos físicos, neurológicos e emocionais. Em alguns casos, o corpo simplesmente não suporta — mesmo quando a pessoa deseja parar.
2. A rede de apoio
Pessoas que têm família, amigos ou vínculos afetivos presentes tendem a ter mais chances de recuperação. A solidão é um grande fator de risco na adicção..
3. Acesso a tratamento e cuidado contínuo
Quem tem acesso a tratamento adequado (terapia, grupos de apoio, acompanhamento médico, assistência social, tem mais possibilidades de se manter sóbrio.
4. Trauma e sofrimento psíquico
Muitas pessoas usam dr**as ou comportamentos compulsivos para anestesiar dores profundas. Quando esse sofrimento não é cuidado, a recaída e o risco de morte aumentam.
5. Sentido de vida
Os que conseguem ficar sóbrios geralmente encontram um motivo maior para viver — família, fé, propósito, trabalho significativo, pertencimento.
Não é só “parar de usar”. É reconstruir uma vida que valha a pena ser vivida.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta quarta-feira (28) uma resolução com regras restritas q...
28/01/2026

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta quarta-feira (28) uma resolução com regras restritas que permitem que empresas, universidades e associações de pacientes (pessoas jurídicas) façam o cultivo da cannabis medicinal no Brasil.
Atenção: O plantio da cannabis medicinal não foi liberado para a população em geral. A medida também não trata do uso recreativo.
Antes da decisão, o cultivo da cannabis medicinal era proibido, apesar de a legislação brasileira autorizar a manipulação, o registro e o comercialização de produtos. O veto obrigava que as empresas importassem a planta ou os extratos da cannabis. A restrição também limitava o avanço da pesquisa científica no país.
A mudança na regra segue um pedido Superior Tribunal de Justiça (STJ). Em novembro de 2024, o tribunal determinou que a Anvisa regulamentasse o cultivo da planta, desde que exclusivamente para fins medicinais e farmacológicos.
A permissão é um passo importante, segundo especialistas, para a mudança e a ampliação do mercado de cannabis de medicinal no país.
Na prática, a pesquisa ganha um caminho regulatório mais claro para se utilizar matéria-prima nacional, com autorização e fiscalização sanitária, o que tende a reduzir incertezas, acelerar projetos e facilitar a padronização de insumos para estudos no país", afirma Renato Anghinah, professor titular de Neurologia da Faculdade de Medicina ABC e professor livre docente da Faculdade de Medicina da USP.
Atualmente, apenas produtos feitos de cannabis são permitidos, o que é diferente de medicamentos. Eles têm menores concentrações dos princípios ativos e não passaram por pesquisas de eficácia.
Para que um medicamento seja desenvolvido e registrado, é necessário um processo amplo de pesquisa -- o que ficava comprometido pela ausência de autorização para o cultivo da planta no Brasil. Agora, a expectativa é da consolidação de um mercado nacional de medicamentos.

Veja o que foi definido
A agência aprovou quatro resoluções que regulamentam a cannabis no Brasil:

Autorização para produção e comercialização de produtos à base de cannabis

Esse é o ponto central. Com a resolução, a Anvisa permite que empresas possam cultivar a planta e, com isso, produzir produtos à base de cannabis.

Para isso, a produção deverá ser restrita ao teor de THC de até 0,3%, substância não psicotrópica, conforme estabelecido pela Justiça.

Para essa produção, só poderão ser importados ou adquiridos materiais comprovadamente dentro desse padrão. Todos os insumos (cultivares registradas) devem estar previamente regulados pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).

Regras específicas para centros e projetos de pesquisa

As regras específicas vão permitir que as instituições de ensino e pesquisa reconhecidas pelo MEC, ICTs públicos, indústrias farmacêuticas e Órgãos de Defesa do Estado desenvolvam pesquisas sobre cannabis.
Pela proposta, serão exigidos requisitos rigorosos de segurança e controle com inspeção prévia do local pela autoridade sanitária, exigência de barreiras físicas de proteção, vigilância 24 horas por dia.
Produtos ou medicamentos obtidos nas pesquisas não poderão ser comercializados ou doados para pacientes.

Instrumento regulatório próprio para a produção associativa
Cria normas específicas para associações de pacientes autorizadas a produzir derivados da cannabis exclusivamente para atendimento de seus associados.
Inclusão em lista de controle

A cannabis passa a integrar oficialmente uma lista de substâncias sob controle especial no Brasil, ao lado de entorpecentes, psicotrópicos e precursores químicos.

O impasse regulatório da cannabis medicinal

O Brasil permitia a manipulação, o registro e a comercialização de produtos à base de cannabis, mas não autorizava o plantio da planta no país. Com isso, as indústrias eram obrigadas a importar o insumo utilizado na produção.
Hoje, cerca de 40 produtos à base de cannabis estão disponíveis no mercado brasileiro. Nenhum deles, porém, é classificado como medicamento. Esses itens são enquadrados como produtos regulados, com exigências diferentes e sem a necessidade de comprovação de eficácia por meio de estudos clínicos completos — o que limitava a ampliação do mercado medicinal.
Um dos principais entraves era justamente a pesquisa científica. Para que um medicamento seja desenvolvido e registrado, é necessário um processo amplo de estudos. Pesquisadores argumentavam que, sem regulamentação para o cultivo da cannabis no país, não era possível conduzir pesquisas em escala adequada, o que travava o desenvolvimento de medicamentos nacionais.
Segundo o advogado Henderson Furst, especialista em bioética, esse modelo também gerava um impasse jurídico. Ao permitir a produção e a venda de produtos à base de cannabis, mas proibir o plantio, a regulação obrigava a importação do insumo e acabava prejudicando o mercado interno.

“Ao autorizar a manipulação, o registro e a comercialização, mas não permitir que o insumo seja produzido no país, cria-se um impasse jurídico. As empresas ficam obrigadas a importar, e isso é um problema porque o mercado interno é um patrimônio relevante do país. A forma de regulamentação acabava privilegiando o mercado internacional”, afirma.

Esse impasse acabava por judicializar o tema com empresas e associações, que plantam para a produção de medicamentos sob autorização.
Em 2024, o Superior Tribunal de Justiça, que, em novembro de 2024, determinou que a Anvisa regulamentasse o cultivo da cannabis exclusivamente para fins medicinais e farmacológicos.
Para Dartiu Xavier da Silveira, professor e pesquisador da Unifesp na área de dependência química, as novas regras são um avanço por evitar a busca pela cannabis no mercado ilegal.
Sobre o custo dos produtos à base de cannabis para pacientes e para o SUS, o professor afirma que a mudança pode ter impactos. "Os derivados de maconha vendidos em farmácia têm preços extorsivos, de R$ 3 mil a R$ 5 mil por mês. E com a mudança isso deve baratear muito”, afirma Dartiu.
Dartiu concorda que a é importante que estes novos produtos tenham receita especial e que esta receita seja retida nas farmácias.

Fonte: msn.com/pt

O círculo grande representa o ciclo repetitivo do comportamento: padrões que se repetem, relações que giram no mesmo lug...
16/01/2026

O círculo grande representa o ciclo repetitivo do comportamento: padrões que se repetem, relações que giram no mesmo lugar, recaídas emocionais ou comportamentais.
O ponto preto simboliza a pessoa, o “eu”, ou o momento de consciência.
As setas indicam o movimento automático, quase inconsciente, de continuar no ciclo.
A palavra “Insanidade” apontando para o ponto traz a ideia central:
“Insanidade é permanecer no mesmo lugar esperando um resultado diferente.”
Em termos terapêuticos, o desenho fala de:
compulsão
adicção
repetição transgeracional
vínculos abusivos
lealdades invisíveis
padrões familiares cristalizados
👉 A pessoa até percebe o ciclo, mas continua entrando nele pelo mesmo ponto, com as mesmas estratégias, as mesmas defesas e as mesmas expectativas.
"Nada muda se eu não mudar".

Alquimia do prazer: novas dr**as usadas para turbinar o s**o atraem cariocas, mas podem matar; entendaPor Thayná Rodrigu...
09/01/2026

Alquimia do prazer: novas dr**as usadas para turbinar o s**o atraem cariocas, mas podem matar; entenda
Por Thayná Rodrigues — Rio de Janeiro

Um turista russo de 33 anos, Denis Kopanev, foi encontrado morto numa trilha do Horto, na Zona Sul do Rio, em 30 de setembro do ano passado, após quase quatro meses desaparecido. Na pochete ao lado do corpo, havia GHB, um produto químico para limpeza de aviões que no Rio, assim como em outras metrópoles, caiu no gosto dos adeptos de chemsex — s**o praticado sob o efeito de dr**as. O gama-hidroxibutirato, ou GHB, pode causar relaxamento e, combinado ou não a mais psicoativos, levar à morte. Segundo a polícia, Kopanev usou tina (metanfetamina, conhecida como “crack dos ricos”) e co***na, além do solvente.
Os efeitos da adrenalina e da noradrenalina também são perseguidos por quem não está entre quatro paredes. Nas boates ou em festas ao ao livre, percebe-se que as novas dr**as inspiram artistas em canções nada compatíveis com os discriminados “proibidões” e bem-aceitas em todas as classes sociais. Bad Bunny, ídolo latino, por exemplo, versa: “A coca é branca, sim, sim/ o Tusi, rosinha, melhor evitar”. O popstar com 49,6 milhões de seguidores no Instagram propaga o poder devastador da “co***na rosa”, pó de cor delicada e teor explosivo: mistura de cetamina e M**A; ou metanfetamina, cetamina e M**A, entre outras variações.
Os componentes da “co***na rosa”, encontrados também em outras substâncias psicoativas, estão entre os de maior uso no mercado global de ilícitos. Segundo estimativas do Escritório das Nações Unidas sobre Dr**as e Crime (UNODC, na sigla em inglês), no Relatório Global sobre Dr**as publicado no ano passado, o consumo das sintéticas segue em expansão e é dominado justamente por eles: os estimulantes do tipo anfetamina (ATS), como metanfetamina. O relatório global ressalta, no Rio, uma condição favorável à proliferação: facções organizadas como empresas verticaisDiante do desafio de tanta variedade e altos riscos de intoxicação, há quatro meses foi publicada a Primeira Norma de Toxicologia do Brasil para laboratórios.
— Esta é uma indústria extremamente lucrativa e complexa, com uma criatividade quase inesgotável — analisa Pulchinelli.
A tusi já levou à morte adolescentes na Europa e nos Estados Unidos. Entre os efeitos prejudiciais ao organismo estão: aumento das frequências cardíaca e respiratória e da pressão arterial. A superdosagem pode, inclusive, levar ao infarto.
No Brasil, o governo federal lançará um levantamento relacionado a dr**as sintéticas no início deste ano. A autoria é da Secretaria Nacional de Políticas sobre Dr**as e Gestão de Ativos (Senad), do Ministério da Justiça e Segurança, que há poucos meses divulgou uma cartilha de prevenção e alerta a respeito de nitazenos — opioides de alta potência
Mais forte que fentanil
De acordo com uma pesquisa da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), nitazenos chegam a ser 20 vezes piores do que o fentanil, que é 50 vezes mais potente do que a he***na.
A matéria encontra-se na íntegra em:
oglobo.globo.com

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Cabo Frio, RJ
28905000

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