Dermatologista Dra Beatris Ribeiro Barbosa

Dermatologista Dra Beatris Ribeiro Barbosa “A medicina é aprendida à beira do leito e não nos anfiteatros”

27/03/2026

A luz da cama não “prepara” a pele.
Ela causa um dano direto no DNA das células.

Esse escurecimento que muita gente acha bonito não é um efeito estético.
É a pele tentando se defender de uma agressão intensa.

A radiação usada nas câmaras de bronzeamento é predominantemente UVA em alta intensidade.

O UVA penetra mais profundo na pele.
Ele não costuma causar aquela queimadura imediata como o UVB, então dá uma falsa sensação de segurança.
Mas é justamente esse tipo de radiação que está mais associado a dano cumulativo e alterações que podem evoluir para melanoma.

Não tem uma quantidade de sessões X.
A relação é direta: exposição artificial + repetição = aumento de risco ao longo do tempo.

Tanto que hoje a câmara de bronzeamento é classificada como carcinogênica do grupo 1.
A mesma categoria do cigarro.

E isso muda completamente a forma de enxergar o bronzeado.

Não é um cuidado com a pele.
É um sinal de que ela foi agredida.

Dra. Beatris Ribeiro Barbosa
Médica Dermatologista | CRM 26606 | RQE 37749

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O que faz esse tipo de carcinoma enganar não é só a cor.É a forma como esse pigmento aparece.No basocelular pigmentado, ...
24/03/2026

O que faz esse tipo de carcinoma enganar não é só a cor.
É a forma como esse pigmento aparece.

No basocelular pigmentado, as próprias células tumorais estimulam a produção de melanina pelos melanócitos ao redor.
Esse pigmento acaba sendo “capturado” dentro do tumor e depositado em diferentes profundidades da pele.

É por isso que, na dermatoscopia, aparecem aquelas áreas azul-acinzentadas.
Não é só uma mancha escura superficial. Existe profundidade ali.

E é exatamente isso que faz ele ser confundido.

Clinicamente, pode lembrar:

um nevo comum, pela cor uniforme em alguns pontos
ou até melanoma, quando a pigmentação é irregular

Mas existem padrões que não batem com lesões benignas:

ausência de rede pigmentar típica de pinta
áreas estruturais desorganizadas
vasos finos e arborizados (quando visíveis)
múltiplos tons de pigmento sem padrão definido

Esse conjunto não fecha com uma pinta comum.

Esse tipo de lesão pode permanecer por meses sendo interpretado como algo “estável”, porque nem sempre cresce rápido ou chama atenção.

Mas continua sendo um tumor.

⚠️ Nem toda lesão escura é melanoma ou só uma pinta.
Mas confiar apenas na aparência, sem examinar os padrões, é onde o erro começa.

Dra. Beatris Ribeiro Barbosa
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19/03/2026

Muita gente chama de “olho de peixe” e trata como se fosse só uma calosidade.
Não é.

A verruga plantar é uma infecção viral. E isso muda completamente a forma de lidar.

Diferente de um calo, ela cresce para dentro por causa da pressão do peso do corpo. Por isso dói ao pisar e muitas vezes parece que tem algo “cravado” no pé.

Essas lesões costumam ter pequenos pontos escuros no centro. São vasinhos trombosados, não “sujeira”.

E o erro mais comum é tentar resolver lixando, cortando ou “arrancando”.
Isso gera microtrauma e pode estimular o vírus a se espalhar ainda mais na região.

Nem todo mundo que entra em contato com o vírus desenvolve a lesão.
Existe uma relação direta com resposta imunológica da pessoa.

Por isso o tratamento não é só destruir a lesão.
Em muitos casos, a gente também precisa atuar na resposta do organismo.

Se está doendo, crescendo ou não melhora com o tempo, não é algo pra insistir em casa.

Dra. Beatris Ribeiro Barbosa
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Nem sempre o vírus aparece primeiro na pele.No herpes zoster, o que está acontecendo começa no nervo. O vírus permanece ...
17/03/2026

Nem sempre o vírus aparece primeiro na pele.

No herpes zoster, o que está acontecendo começa no nervo. O vírus permanece “adormecido” por anos e, quando reativa, inflama esse trajeto.
É por isso que a dor pode surgir dias antes de qualquer sinal visível.

Essa dor costuma seguir um caminho bem específico, como uma faixa na pele. Não é uma dor difusa. É localizada, muitas vezes descrita como pontada, queimação ou sensibilidade ao toque.

Em regiões como face, couro cabeludo e atrás da orelha, isso pode confundir facilmente com problemas de ouvido, dente ou até cefaleias.

O ponto crítico aqui é o tempo.
Existe uma janela em que o tratamento antiviral realmente muda a evolução do quadro. Fora dela, o risco de dor persistente aumenta e é essa dor que costuma impactar mais a qualidade de vida depois.

Idade avançada, imunidade mais baixa e atraso no diagnóstico são fatores que pesam bastante nessa evolução.

Por isso, quando a dor não fecha com o diagnóstico inicial ou não responde ao tratamento esperado, vale olhar além do óbvio.

A pele, muitas vezes, só confirma algo que já começou antes.

Dra. Beatris Ribeiro Barbosa
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Essas manchas nas pernas costumam aparecer devagar.Começam pequenas, perto do tornozelo, e vão escurecendo ao longo dos ...
12/03/2026

Essas manchas nas pernas costumam aparecer devagar.
Começam pequenas, perto do tornozelo, e vão escurecendo ao longo dos anos.

A dermatite ocre é um exemplo clássico de quando a pele está refletindo algo que acontece mais profundamente na circulação das pernas. O sangue acaba permanecendo mais tempo nos vasos dessa região; pequenas células escapam para o tecido e deixam pigmentos ricos em ferro na pele. É isso que dá essa tonalidade castanha característica.

Quando essa alteração aparece, a pele já está convivendo há algum tempo com esse problema de circulação. Por isso, o acompanhamento adequado faz diferença. Avaliar a circulação, cuidar da inflamação da pele e acompanhar a evolução evita que o quadro avance para fases mais complexas.

Muitas pessoas procuram ajuda apenas quando a pele começa a coçar, endurecer ou quando surge alguma ferida. Idealmente, a avaliação deveria acontecer antes disso.

A pele costuma dar sinais.
Quando esses sinais aparecem nas pernas, vale investigar.

Se você conhece alguém que tem manchas semelhantes, envie este conteúdo.

Dra. Beatris Ribeiro Barbosa
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Tem uma boa parte de pessoas que ainda pensam dessa forma.E eu entendo o porquê.Durante muito tempo, a acne foi tratada ...
10/03/2026

Tem uma boa parte de pessoas que ainda pensam dessa forma.
E eu entendo o porquê.

Durante muito tempo, a acne foi tratada como algo inevitável da adolescência.
Como se fosse só uma fase, algo que todo mundo teria que aguentar até passar.

Então muita gente cresceu ouvindo frases assim.
E a verdade é que algumas acnes realmente melhoram sozinhas.

Mas existe um tipo de acne que nós dermatologistas reconhecemos muito rápido no consultório: aquela acne inflamada, profunda, dolorida, que demora semanas para desinflamar e logo aparece de novo, muitas vezes nas mesmas áreas.

Esse tipo de inflamação não acontece só na superfície da pele.

Ela começa mais profundamente, na unidade da glândula sebácea. E quando esse processo inflamatório é intenso e repetido, ele pode danificar o colágeno e deixar cicatrizes permanentes.

É justamente nesses casos que a isotretinoína entra.

Não é um medicamento indicado para qualquer espinha.
Mas quando existe risco real de cicatriz, ela pode ser a forma mais eficaz de controlar a acne de maneira mais completa e mudar a evolução do quadro.

Muitas vezes, o objetivo não é só melhorar a acne de agora.
É evitar as marcas que poderiam permanecer por muitos anos.

Quem já tentou tratar cicatriz de acne depois sabe: prevenir é muito mais simples do que corrigir.

⚠ Rosto, costas, peito, mandíbula. Se a acne inflama muito, demora a melhorar e já está marcando a pele, procure avaliação dermatológica.

8 de março não surgiu como uma data de flores ou mensagens bonitas.Ele nasceu de algo muito mais sério.De mulheres que t...
08/03/2026

8 de março não surgiu como uma data de flores ou mensagens bonitas.

Ele nasceu de algo muito mais sério.

De mulheres que trabalharam, protestaram, enfrentaram injustiças e insistiram em ocupar espaços que por muito tempo lhes foram negados. Direitos que hoje parecem óbvios só existem porque muitas antes de nós decidiram não aceitar o lugar que lhes foi imposto.

Por isso o Dia da Mulher não é apenas uma homenagem.

É também um lembrete de tudo que já foi conquistado e de tudo que ainda continua sendo construído todos os dias, no trabalho, em casa, na ciência, na maternidade, na liderança, na vida real.

Ser mulher nunca foi sobre caber em um único papel.

É sobre existir com força, com voz e com liberdade para escolher o próprio caminho.

Hoje é dia de reconhecer essa história.

Feliz Dia da Mulher. 🌸

Dra. Beatris Ribeiro Barbosa
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Hoje o post é um pouco diferente.Depois de anos atendendo, tem um padrão que sempre aparece.Muitas mulheres percebem qua...
06/03/2026

Hoje o post é um pouco diferente.

Depois de anos atendendo, tem um padrão que sempre aparece.
Muitas mulheres percebem quando algo muda na pele. A mancha nova, a pinta diferente, a espinha que não cicatriza.

Elas notam.

Mas entre trabalho, casa, filhos, rotina corrida… aquilo vai ficando pra depois.
Primeiro se tenta resolver em casa. Um produtinho, uma pomada, uma dica da internet.

Quando vê, já passaram meses.

Dermatologia NÃO É SÓ ESTÉTICA. É na verdade, prestar atenção aos sinais que começam pequenos na pele!

E curiosamente, quem mais percebe esses sinais costuma ser justamente quem mais adia investigar.

Que esse post sirva como um lembrete silencioso no meio da correria.

Dra. Beatris Ribeiro Barbosa
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A lesão não doía. Não crescia rápido. Mas também não cicatrizava. Sangrava às vezes, formava casquinha, “melhorava” e ab...
03/03/2026

A lesão não doía. Não crescia rápido. Mas também não cicatrizava. Sangrava às vezes, formava casquinha, “melhorava” e abria de novo.

Esse padrão é clássico de carcinoma basocelular.

Na orelha eu redobro a atenção. A pele é fina, o espaço é pequeno e o tumor pode avançar em profundidade antes de parecer grande por fora.

Quanto mais cedo o diagnóstico, menor a área removida e melhor o resultado funcional e estético.

Neste caso, fizemos a retirada completa, com controle de margens e preservação da anatomia.

Ferida persistente em área exposta ao sol não é algo para observar por meses. É algo para examinar.

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Você pode conviver com isso há anos e nunca ter ouvido o nome.Dermatilomania é um transtorno real, descrito na psiquiatr...
27/02/2026

Você pode conviver com isso há anos e nunca ter ouvido o nome.

Dermatilomania é um transtorno real, descrito na psiquiatria, caracterizado pela compulsão de machucar a própria pele. Muitas pessoas acham que é apenas um “vício em espremer espinhas”, quando na verdade existe um componente emocional importante por trás.

O comportamento costuma ganhar força em fases de ansiedade, tensão ou frustração. O alívio vem rápido. A culpa vem depois. E a pele paga o preço.

O que começa como uma espinha pequena pode terminar em cicatriz profunda, manchas persistentes e até lesões mais graves.

Falar sobre isso é importante porque muita gente sofre em silêncio, sem entender por que não consegue parar.

Existe tratamento. Existe manejo. E quanto mais cedo se reconhece o padrão, menor o impacto a longo prazo.

Se você leu até aqui e se identificou, informação é o primeiro passo.

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24/02/2026

Se uma lesão começa a “clarear” e você acha que isso é sinal de melhora, esse vídeo é pra você.

Nem toda lesão que muda a tonalidade está “curando”. Algumas podem estar se aprofundando.

No consultório isso tem sido mais frequente do que deveria: a lesão está ali há meses ou anos, ninguém dá muita atenção… até que começa a mudar de cor. F**a rosada, esbranquiçada, perde aquele tom escuro inicial. E a interpretação costuma ser: “tá sumindo”.

Essa mudança pode representar aprofundamento da lesão. E quando falamos de melanoma, profundidade importa. O índice de Breslow define risco, necessidade de ampliação cirúrgica, investigação de outros órgãos e acompanhamento prolongado.

Quando o diagnóstico é precoce, a cirurgia é menor, a cicatriz é menor e o desfecho é completamente diferente.

Mudou cor, formato, comportamento? Não espere “ver se melhora”. Avaliar cedo faz diferença.

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A pele muitas vezes é o primeiro lugar onde alterações internas começam a se manifestar.O chamado Sinal de Frank recebe ...
20/02/2026

A pele muitas vezes é o primeiro lugar onde alterações internas começam a se manifestar.

O chamado Sinal de Frank recebe esse nome pelo médico que o descreveu em 1973, Dr. Sanders Frank. Desde então, vem sendo estudado como possível marcador de risco cardiovascular.

Ele não fecha diagnóstico.
Não substitui exame.
Não determina destino.

Ele levanta uma hipótese clínica.

Na prática, muitas investigações começam assim: um detalhe aparentemente simples que merece atenção, principalmente quando há histórico familiar, hipertensão, colesterol elevado, diabetes ou tabagismo.

E o Sinal de Frank não é o único achado cutâneo relevante.
Xantelasmas, xantomas e sinais ligados à resistência insulínica também podem indicar maior risco cardiovascular.

Esses achados não devem ser ignorados.
Eles justificam avaliação adequada.

Orientar é responsabilidade médica.
E prevenção começa antes do sintoma.

Dra. Beatris Ribeiro Barbosa
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