01/02/2021
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Existe uma tentativa de nos colocar em caixinhas, negando a nossa multiplicidade.
Quando .freire chegou na casa, ela foi logo definida como a emocionada e deslumbrada.
A paraibana não escondia a satisfação de tá no , ainda mais ao lado de pessoas que tanto admira(va).
Em pouco tempo ela formou a sua família imaginária e o seu deslumbre provocava gargalhada. Estaria no lugar perfeito que esperam do povo do Nordeste: “A nordestina ‘abestada’ que fala ‘engraçado’ é que mal conhece a ‘cidade grande’”.
Esperam que a gente do Norte e do Nordeste sempre esse papel ESTEREOTIPADO. Mas, bastou a paraibana mostrar que além de graça, tem muita opinião própria, para criar um alvoroço.
Esperavam SUBMISSÃO e uma FIGURA CARICATA para rirem sempre que precisarem.
Não tem uma vez que eu viaje para o sul ou sudeste que não esperem que eu ache graça de alguma piada estereotipada e sem graça sobre o Nordeste.
Falam do nosso sotaque, das nossas comidas e acreditam que vivemos no meio da ignorância. Coisa de gente que se considera mais educada por conta da cidade que nasceu!
Juliette não topou esse acordo velado e passou a ser excluída.
“Acham que eu sou o cão”, e fizeram da vida dela um inferno. O que mais recebe é REJEIÇÃO. Mas ela segue e tá seguindo bonito.
Pedem pessoas de verdade, mas se incomodam com autenticidade!
Juliette me parece ser multifacetada, engraçada e sensata, e além de tudo já ganhou a simpatia e empatia do povo da sua região, o NORDESTE!
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