Dra. Fernanda Proa

Dra. Fernanda Proa Sobre o amor que está no ínterim. Sobre a Vida, para além de todas as coisas!

Existe uma dor que muitas mulheres descobrem apenas depois de iniciar o tratamento do Câncer de mama: a dor óssea e arti...
20/02/2026

Existe uma dor que muitas mulheres descobrem apenas depois de iniciar o tratamento do Câncer de mama: a dor óssea e articular.

➡Precisamos falar sobre a Síndrome Musculoesquelética Induzida por Inibidor da Aromatase (AIMSS): Inibidores da Aromatase são terapias eficazes, no entanto, cerca de 50% das pacientes relatam dores no primeiro ano de uso, e uma parcela significativa considera interromper o tratamento por causa desse desconforto.

ℹA redução do estrogênio, embora essencial no controle da doença, pode impactar a lubrificação articular, a cartilagem e a saúde óssea, favorecendo dor, rigidez e inflamação.

↪E quimioterapia, terapias-alvo e alguns medicamentos também podem contribuir para esse cenário.

Mas há caminhos possíveis para o alívio:

Estudos mostram que exercícios de intensidade moderada, aliados ao treino de força, reduzem significativamente a dor.

Além da atividade física, outras abordagens podem auxiliar: Acupuntura, terapia quiroprática, hipnose, massagem, musicoterapia, Reiki, Shiatsu e ioga.

E em alguns casos, ajustamos medicações ou associamos analgésicos de forma estratégica.

Portanto, se estiver sentindo dor óssea durante o seu tratamento, converse com seu médico.

Dra. Fernanda Proa
Oncologista
Medicina do Estilo de Vida
Cuidados Paliativos
CRM151-882
📍Radium Instituto Oncologia
☎ (19) 3753 4100

O que há de mais recente no câncer de mama metastático? Nas imagens acima, trago em linhas gerais os principais avanços ...
12/02/2026

O que há de mais recente no câncer de mama metastático?

Nas imagens acima, trago em linhas gerais os principais avanços que estão redefinindo o cuidado e a sobrevida. Confira!

Dra. Fernanda Proa
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No Dia Mundial do Câncer, é fundamental ampliar a conversa sobre como a ciência, a prevenção e o acompanhamento médico e...
04/02/2026

No Dia Mundial do Câncer, é fundamental ampliar a conversa sobre como a ciência, a prevenção e o acompanhamento médico estão transformando o cuidado oncológico.

Em 2026, falar sobre câncer é falar sobre diagnóstico precoce, tratamentos cada vez mais personalizados e hábitos de vida que impactam diretamente o risco e a evolução da doença.

Nas imagens, reuni os principais pontos que precisamos compreender hoje para cuidar melhor da saúde no presente e construir melhores desfechos no futuro. 🤍

Dra. Fernanda Proa
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A cura do câncer, ou "a sobrevivência" é uma experiência complexa, íntima e, muitas vezes, invisível aos olhos de quem o...
02/02/2026

A cura do câncer, ou "a sobrevivência" é uma experiência complexa, íntima e, muitas vezes, invisível aos olhos de quem observa de fora. 😶‍🌫

Hoje, vim falar sobre sentimentos comuns a quem sobrevive, aqueles que nem sempre encontram espaço na conversa, mas que merecem ser nomeados com respeito e verdade.

Deslize as imagens com o coração aberto para se acolher ou refletir. 🤍

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Nosso corpo é um organismo em constante renovação e, diariamente, milhões de células se dividem e se substituem.  Em det...
29/01/2026

Nosso corpo é um organismo em constante renovação e, diariamente, milhões de células se dividem e se substituem.

Em determinadas situações, algumas células sofrem mutações, alterações em seu código genético que conferem habilidades diferentes de proliferação sustentada e inibição de envelhecimento e morte celular.

Em um sistema funcionando normalmente, essas alterações costumam ser reconhecidas e eliminadas pelo sistema imunológico e de reparo de DNA.

Quando isto não acontece, as células mutantes passam a se multiplicar de forma desordenada.

➡ Nos tumores benignos, esse crescimento ocorre lentamente e de maneira semelhante ao tecido original. Em muitos casos, podem ser totalmente removidos por cirurgia, com excelente prognóstico.

➡ Já os tumores malignos apresentam um comportamento distinto: suas células se multiplicam rapidamente, infiltram estruturas vizinhas e podem se disseminar para outros órgãos por meio da circulação sanguínea e linfática, processo conhecido como metastatização. Por definição, tumores malignos são câncer.

Por isso, a avaliação médica é indispensável. Apenas a avaliação anátomo-patológica através de biópsia é capaz de definir a natureza de um tumor.

Se houver qualquer dúvida, procure um médico para uma investigação completa, pois a conduta adequada faz toda a diferença no cuidado com a saúde.

Dra. Fernanda Proa
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E o ano mal começou e já iniciamos nossos encontros de treinamento! Na semana passada fui chamada a falar sobre um tema ...
29/01/2026

E o ano mal começou e já iniciamos nossos encontros de treinamento! Na semana passada fui chamada a falar sobre um tema que eu gosto muito de estudar, que é o sequenciamento do tratamento do câncer de mama metastático, com expressão de receptores hormonais e HER2 negativo!

E o que eu não canso de explicar aos colegas é que fazer o exercício primordial de localizar a paciente dentro de um espectro de perfil de resistência endócrina é crucial e o primeiro passo para escolhermos a melhor terapia subsequente!

Olhar para curvas de sobrevida dos estudos é muito mais do que assimilar um resultado estatístico benéfico, mas sim vivenciar uma oncologia que cada vez mais individualiza os tratamentos, respeitando as bases moleculares da doença, equilibrando melhores resultados com melhores perfis de toxicidade e qualidade de vida - essa é a oncologia do futuro que eu quero propagar e colocar em prática!

26/01/2026

Em algum momento do tratamento, pode acontecer de ouvir uma frase que ecoa mais forte do que qualquer diagnóstico: “vá viver”.

O que significa viver depois do câncer? Voltar à vida de antes?
Ignorar os medos, os traumas, o corpo que mudou? Aceitar o fim de um ciclo como se fosse simples?

Para muitos pacientes, esse “vá viver” soa até doloroso.

Afinal, a frase não vem com instruções claras, então, resta dúvidas, culpa, sensação de insuficiência e um luto silencioso pelo que não será mais como antes.

Com o tempo, alguns compreendem que viver não é esquecer, é aprender, é negociar diariamente com o medo.

É se permitir sentir, buscar apoio psicológico, escrever o que dói, dividir o peso com quem entende, outros pacientes, profissionais, pessoas que acolhem sem julgar. 🤍

Viver depois do câncer não é um retorno, é uma reconstrução, uma nova forma de estar no mundo, com mais fragilidade, mas também quem sabe com mais coragem?

Se você está nesse pós-tratamento e se sente confusa, saiba: você não está sozinha, e não há um jeito certo, há o seu tempo. 🤗

DRA. FERNANDA - CRM151-882
Dra. Fernanda Proa
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Falar sobre saúde óssea durante, ou logo após o tratamento oncológico é cuidado baseado em evidências, sabia?!  No cânce...
22/01/2026

Falar sobre saúde óssea durante, ou logo após o tratamento oncológico é cuidado baseado em evidências, sabia?!

No câncer de mama, especialmente quando há uso de terapias hormonais, a perda óssea não é efeito esperado, mensurável e, na maioria das vezes, prevenível quando identificada precocemente.

⚠Ignorar esse tema é postergar um problema que pode comprometer mobilidade, autonomia e qualidade de vida no futuro.

Por isso, nas imagens, trago informações sobre a relação entre câncer de mama e saúde óssea, e falo porque esse acompanhamento precisa fazer parte do plano terapêutico. Confira!

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A história de Isabel Veloso ganhou visibilidade porque rompeu com o roteiro que muitos imaginam diante de um diagnóstico...
20/01/2026

A história de Isabel Veloso ganhou visibilidade porque rompeu com o roteiro que muitos imaginam diante de um diagnóstico de câncer terminal.

Quando as opções terapêuticas pareciam esgotadas, ela tomou uma decisão clara:

Não permitir que a doença determinasse como seus dias seriam vividos.

Isabel não se recolheu, não se isolou, não suspendeu seus desejos. Ao contrário, fez escolhas ativas sobre a própria vida.

Mesmo em meio à incerteza, viveu experiências, criou memórias, se casou, realizou o sonho da maternidade, e assim, ocupou o lugar de protagonista da própria história.

Não por negação da gravidade do quadro, mas por consciência de que ainda havia vida possível a ser vivida.

O caso de Isabel nos lembra que o diagnóstico, por mais duro que seja, não define identidade, caráter ou propósito, ele impõe limites clínicos, mas não precisa impor limites existenciais.

Sua trajetória escancarou a força do desejo de viver, da autonomia e da dignidade, mesmo quando o tempo é incerto.

Como médica, eu vejo que essa história reforça algo essencial:

☝🏼Cuidar também é respeitar as escolhas do paciente, acolher seus projetos e compreender que viver, para cada pessoa, pode significar muito mais do que apenas tratar a doença. 🤗

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Quando o câncer chega, ele traz dor, medos e receios que quem está de fora pode nem imaginar.  De repente, o corpo muda,...
16/01/2026

Quando o câncer chega, ele traz dor, medos e receios que quem está de fora pode nem imaginar.

De repente, o corpo muda, as prioridades se reorganizam e muitas perguntas ficam sem resposta. Em meio a essa tempestade, surge uma dúvida íntima: ainda é possível pensar em prazer?

A sexualidade segue envolta em tabus, e muitos pacientes se sentem constrangidos em falar sobre o assunto.

Outros acreditam que o desejo não deveria existir durante o tratamento, e há quem tema machucar o parceiro, provocar a volta da doença ou simplesmente não se reconheça mais no próprio corpo.

Mas é importante dizer, com delicadeza e clareza: sentir desejo não é inadequado, querer intimidade não é errado, e falar sobre isso também é cuidado.

Os tratamentos oncológicos podem, sim, interferir na vida sexual: dor, secura vaginal, alterações hormonais, incontinência, disfunção erétil, queda da libido. Tudo isso pode gerar vergonha, afastamento e silêncio.

No entanto, existem caminhos possíveis, recursos terapêuticos e, sobretudo, espaço para diálogo.

A sexualidade não se resume ao ato sexual, ela envolve vínculo, toque, afeto, reconhecimento do corpo que existe hoje. Reaprender limites, redescobrir sensações e respeitar o próprio tempo também fazem parte do processo.

Se esse tema atravessa você, como paciente ou parceiro, reflita que conversar sobre sexualidade também é parte do tratamento, e merece escuta, acolhimento e respeito.

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Novas Diretrizes Alimentares 2025–2030: a pirâmide está mudando, e a proteína ganhou destaque.  O Dietary Guidelines Adv...
13/01/2026

Novas Diretrizes Alimentares 2025–2030: a pirâmide está mudando, e a proteína ganhou destaque.

O Dietary Guidelines Advisory Committee divulgou o relatório científico que vai orientar o Dietary Guidelines for Americans 2025–2030, e uma das mensagens mais claras é:

O padrão alimentar recomendado muda o foco, com mais ênfase em proteínas de melhor qualidade e menos ultraprocessados.

Mas você sabe qual a importância desse tema em relação a Oncologia? Nas imagens explico.

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Este conteúdo foi elaborado a partir de referências:

Dietary Guidelines Advisory Committee. Scientific Report of the 2025 Dietary Guidelines Advisory Committee. Washington (DC): U.S. Department of Health and Human Services and U.S. Department of Agriculture; 2024.

U.S. Department of Agriculture; U.S. Department of Health and Human Services. Dietary Guidelines for Americans 2020–2025. 9th ed. Washington (DC); 2020.

World Cancer Research Fund/American Institute for Cancer Research. Diet, Nutrition, Physical Activity and Cancer: a Global Perspective. Continuous Update Project Expert Report. 2018.

Monteiro CA, Cannon G, Levy RB, et al. Ultra-processed foods: what they are and how to identify them. Public Health Nutr. 2019;22(5):936–941.

Lane MM, Davis JA, Beattie S, et al. Ultraprocessed food and chronic noncommunicable diseases: a systematic review and meta-analysis. BMJ. 2024;384:e077310.

Endereço

Avenida Drive Heitor Penteado, 1780, Taquaral, Campinas/
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