Dra. Fernanda Proa

Dra. Fernanda Proa Sobre o amor que está no ínterim. Sobre a Vida, para além de todas as coisas!

Se eu te perguntar o que é coragem, aposto que você me daria respostas bem diferentes daquilo que eu vejo todos os dias ...
24/03/2026

Se eu te perguntar o que é coragem, aposto que você me daria respostas bem diferentes daquilo que eu vejo todos os dias no consultório.

Muitas vezes, caracterizamos a coragem como força, firmeza, ausência de medo, mas ela pode ser sustentada de outra maneira.

A coragem que eu vejo não aparece pronta:

Ela está no olhar que carrega medo, mas não desvia.
No corpo cansado que, ainda assim, comparece.
Na pessoa que chora, e continua.

A vivência com pacientes oncológicos me ensina que coragem não é um estado emocional contínuo, é uma atitude, uma decisão que se repete, mesmo quando não há força aparente.

Seguir com o tratamento, comparecer, sustentar o processo, permitir-se ser cuidado, tudo isso exige uma coragem que não é definida, mas transforma profundamente.

É uma coragem que não nega o medo, mas caminha com ele.

Como médica, eu aprendo todos os dias que ser forte não é não sentir, é continuar, mesmo sentindo. 💪🏼

Dra. Fernanda Proa
Oncologista
Medicina do Estilo de Vida
Cuidados Paliativos
CRM151-882
📍Radium Instituto Oncologia
☎ (19) 3753 4100

A palavra paliar vem do latim pallium, que significa “manto”: aquele que protege, acolhe e ampara diante da tempestade. ...
20/03/2026

A palavra paliar vem do latim pallium, que significa “manto”: aquele que protege, acolhe e ampara diante da tempestade.

E é exatamente isso que os cuidados paliativos fazem: envolvem o paciente com cuidado, abordam o sofrimento humanos em todas as suas esferas, com dignidade e presença, mesmo nos momentos mais desafiadores.

Ainda existe um equívoco recorrente de que cuidados paliativos significam que “não há mais o que fazer”. Na prática, é exatamente o contrário, há muito a ser cuidado sempre.

Os cuidados paliativos começam desde o diagnóstico de doenças graves e caminham junto ao tratamento, com um objetivo central: aliviar o sofrimento e preservar a qualidade de vida, em suas dimensões física, emocional, social e espiritual.

Segundo a Organização Mundial da Saúde, essa abordagem melhora de forma consistente o bem-estar de pacientes e familiares.

E a meta-análise “Impacto dos cuidados paliativos na qualidade de vida em pacientes com câncer avançado: uma meta-análise de ensaios clínicos randomizados”, que reuniu 25 estudos clínicos com mais de 5.000 pacientes, demonstrou melhora significativa na qualidade de vida, já nos primeiros meses de acompanhamento.

Essas informações reforçam que tratar apenas a doença é limitado, mas cuidar da pessoa é transformador.

Cuidado paliativo não é sobre o fim, é sobre como se vive, com qualidade, dignidade e sentido, em cada etapa da jornada.

Dra. Fernanda Proa
Oncologista
Medicina do Estilo de Vida
Cuidados Paliativos
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Este conteúdo apresenta dados da seguinte referência científica: Fatemeh Hoomani Majdabadi et al. Eur J Cancer Care (Engl). 2022 Nov.

Quem já passou pelo tratamento do câncer de mama: a remissão é uma vitória enorme, mas nem sempre é o final da história....
19/03/2026

Quem já passou pelo tratamento do câncer de mama: a remissão é uma vitória enorme, mas nem sempre é o final da história.

Para muitas mulheres, o próprio tratamento pode provocar uma menopausa precoce e abrupta.

Ondas de calor, alterações no corpo, impacto na sexualidade, na fertilidade, na autoestima.
Mudanças que chegam rápido, e que muitas vezes não foram suficientemente conversadas durante o tratamento.

Esse também é um tema importante do cuidado oncológico, por isso, nas imagens, eu falo sobre o que pode ajudar nesse processo.🤍

Dra. Fernanda Proa
Oncologista
Medicina do Estilo de Vida
Survivorship
Cuidados Paliativos
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Há doenças que nos obrigam a olhar diretamente para o código da vida.Tive a alegria de discutir um tema que representa u...
16/03/2026

Há doenças que nos obrigam a olhar diretamente para o código da vida.

Tive a alegria de discutir um tema que representa uma verdadeira revolução silenciosa na oncologia do câncer de mama: as mutações nos genes BRCA1 e BRCA2 — e como compreender a biologia profunda do tumor pode transformar completamente o tratamento de nossas pacientes.

Os tumores associados a mutações em BRCA carregam uma característica marcante: instabilidade genômica. Em outras palavras, as células tumorais perdem parte da sua capacidade de reparar danos no próprio DNA — especialmente através da via de recombinação homóloga, um dos mecanismos mais refinados de manutenção da integridade do genoma.

Foi justamente dessa fragilidade que nasceu uma das ideias mais elegantes da medicina moderna: o conceito de letalidade sintética. Ao bloquearmos uma segunda via de reparo do DNA com medicamentos do tipo inibidores de PARP, criamos uma situação em que o tumor simplesmente não consegue mais sobreviver ao acúmulo de danos genéticos.

Transformamos uma vulnerabilidade molecular em uma estratégia terapêutica.

Mas cuidar de pacientes com mutações germinativas em BRCA vai muito além da farmacologia.

Frequentemente estamos diante de mulheres jovens, em fases muito ativas da vida, que além de enfrentar um câncer biologicamente mais agressivo também precisam lidar com questões profundas:
herança genética, risco familiar, fertilidade, planejamento reprodutivo, prevenção de novos tumores e decisões cirúrgicas complexas.

A medicina aqui deixa de ser apenas tratamento e passa a ser também cuidado com o futuro.

E talvez seja isso que mais me fascine na oncologia contemporânea: quanto mais profundamente compreendemos a biologia do câncer — os detalhes quase invisíveis do DNA — mais conseguimos transformar conhecimento em esperança concreta para as pessoas que estão diante de nós.

A ciência do microscópico a serviço da vida real.

Dra. Fernanda Proa
Oncologista
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Quando o diagnóstico de câncer chega, é natural que tudo ao redor pareça girar em torno dele, afinal são consultas, exam...
14/03/2026

Quando o diagnóstico de câncer chega, é natural que tudo ao redor pareça girar em torno dele, afinal são consultas, exames, tratamentos, protocolos.

A palavra passa a ocupar espaços que antes eram preenchidos por tantos outros assuntos da vida. Mas existe algo que não pode ser esquecido: a pessoa continua ali.

Antes do diagnóstico já existia uma história, uma identidade, afetos, sonhos, memórias, desejos simples do cotidiano, e tudo isso não desaparece quando a doença chega.

Gosto sempre de lembrar: O câncer é uma parte do caminho, não a totalidade dele.

Pacientes não são apenas pacientes, são pessoas que ainda têm vida acontecendo ao redor, e ainda existe riso, conversa, lembranças, planos, silêncio, afeto.

E quem está por perto também pode ajudar nisso, nem toda conversa precisa começar ou terminar na doença, às vezes, o maior cuidado é justamente continuar falando de vida.

Sobre um filme, um livro, um almoço em família, ou algo bonito que aconteceu no dia.

Porque quando tudo se reduz apenas ao câncer, a pessoa corre o risco de desaparecer atrás do diagnóstico, e ela é muito maior do que isso.

Dra. Fernanda Proa
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13/03/2026

Muita gente acredita que a jornada de tratamento do câncer termina quando o tratamento acaba.

Mas a verdade é que na nova fase depois da quimioterapia, cirurgia ou radioterapia, pode surgir desafios que quase ninguém explica direito:

Menopausa induzida pelo tratamento
Fadiga crônica e perda de vitalidade
Mudanças no peso e na composição corporal
Medo constante de o câncer voltar
Perda de autoestima e de papéis na vida
Surgimento de outras condições de saúde no pós-tratamento

E tudo isso acontece enquanto o mundo espera que você simplesmente “volte ao normal”.

Mas não é sobre voltar ao normal, é sobre reconstruir uma nova forma de viver bem.

É exatamente para isso que existe o Survivorship: um acompanhamento focado na vida após o câncer.💫

Nesse processo, eu ajudo minhas pacientes a compreenderem o próprio corpo nessa nova fase, ajustarem estilo de vida, lidarem com sintomas persistentes e, principalmente, retomarem sua autoestima, autonomia e qualidade de vida.

Porque sobreviver ao câncer é uma vitória enorme, mas voltar a viver com plenitude também merece cuidado, orientação e acolhimento.

Você não precisa atravessar essa fase sozinha. 💛

Dra. Fernanda Proa
Oncologista
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Survivorship
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Na semana passada, estivemos reunidos para conversar sobre uma nova era dos tratamentos oncológicos - a era dos ADCs. Os...
13/03/2026

Na semana passada, estivemos reunidos para conversar sobre uma nova era dos tratamentos oncológicos - a era dos ADCs. Os ADCs são uma forma revolucionária de se entregar quimioterapia, que passa a ser vetorizada por um anticorpo. Eles têm mudado a forma como pensamos a oncologia: em vez de expor todo o organismo à quimioterapia, esses tratamentos utilizam um anticorpo que reconhece proteínas presentes na superfície da célula tumoral e entrega diretamente ali um agente citotóxico potente.

É como se a quimioterapia ganhasse um sistema de navegação, trazendo uma nova camada de complexidade para o tratamento do câncer de mama metastático. Se no passado, diante de um cenário de resistência endócrina, a pergunta era qual quimioterapia usar, hoje o maior desafio recai em como sequenciar os novos ADCs, conforme a eficácia e perfil de doença.

Neste dia, o ADC de destaque da noite foi o Sacituzumabe-govitecan (SG), um anti-TROP2 cuja carga de quimioterapia é um metabólito derivado do irinotecano, o SN38. Menos potente que o derivado do exatecano, presente em outro ADC, mas com um linker menos estável, e por isso mais clivável, o que permite um efeito bystander (nas células cancerígenas ao redor, mesmo que não expressem TROP2) mais intenso. Isto explica porque SG tem um ótimo perfil de atuação em doenças mais heterogêneas e mais quimiorressistentes.

Na prática, melhores chances de reduzir o risco de progressão da doença e prolongar a sobrevida, em um cenário onde tínhamos poucas opções eficazes de tratamento.

Mas talvez o mais fascinante dessa nova fase da oncologia seja: não estamos apenas adicionando novas dr**as. Estamos aprendendo a sequenciar terapias de forma cada vez mais inteligente, entendendo melhor a biologia do tumor e personalizando as decisões ao longo da jornada da doença.

É uma medicina cada vez mais precisa — e cada vez mais humana.

Cada avanço como esse representa não apenas um novo tratamento, mas também novas possibilidades de cuidado, tempo e qualidade de vida para quem enfrenta o câncer. 🦋

Dra Fernanda Proa
Oncologista
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Há nomes na ciência que mudaram o rumo da medicina, e da vida de milhões de pessoas, e um deles é o da Dra. Jane Cooke W...
08/03/2026

Há nomes na ciência que mudaram o rumo da medicina, e da vida de milhões de pessoas, e um deles é o da Dra. Jane Cooke Wright, oncologista e pesquisadora que ajudou a redefinir o tratamento do câncer no século XX.

Conhecida como a “mãe da quimioterapia”, Wright foi pioneira ao desenvolver métodos inovadores para testar medicamentos diretamente em culturas de tecidos humanos.

Essa abordagem permitiu compreender melhor como os tumores respondiam aos tratamentos e abriu caminho para terapias mais precisas e eficazes.

Ela também foi responsável por introduzir o uso do metotrexato no tratamento de tumores sólidos, como o câncer de mama e certos cânceres de pele, contribuindo para transformar a quimioterapia de um recurso experimental em uma estratégia terapêutica real, capaz de salvar inúmeras vidas.

Histórias como a dela lembram que a ciência é construída por mulheres mesmo quando ainda era um espaço mais restrito para elas, e o trabalho de Jane Cooke Wright é um exemplo marcante dessa trajetória de coragem intelectual, dedicação e impacto.

Hoje, seguimos vendo ainda mais mulheres na construção diária da medicina, e sinto-me honrada em fazer parte dessa corrente.

Que toda mulher tenha força, leveza, autocuidado e a valorização que merece. 🤍

Dra. Fernanda Proa
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A creatina tem evidência robusta em mulheres pós-menopausa para melhora de força quando associada ao treino resistido.  ...
05/03/2026

A creatina tem evidência robusta em mulheres pós-menopausa para melhora de força quando associada ao treino resistido.

Em sobreviventes de câncer de mama, a hipótese biológica é coerente — especialmente após quimioterapia, quando há perda de massa muscular e fadiga persistente.

Ensaios clínicos estão em andamento avaliando se a creatina pode potencializar os ganhos do exercício nessa população.

Até o momento, os dados ainda são preliminares e não definitivos.

Na prática clínica, a decisão deve ser individualizada, com avaliação de função renal, contexto oncológico e presença de programa estruturado de treinamento.

Ciência exige entusiasmo — mas também rigor.

Dra. Fernanda Proa
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Este conteúdo foi criado com base nas seguinte referências:

1. Patel DI, et al. Exercise and creatine supplementation to augment the adaptations of exercise training among breast cancer survivors completing chemotherapy: protocol / trial. 2022. PubMed.

2. Chilibeck PD, Candow DG, et al. A 2-yr randomized controlled trial on creatine supplementation during exercise for postmenopausal bone health. Med Sci Sports Exerc. 2023. (estudo RCT 2 anos; dose ≈0.14 g/kg/day).

3. Liu SC, et al. Systematic review: creatine supplementation and body composition in cancer patients/survivors (PRISMA review — 2025). Ageing Clin Exp Res / J Nutr? 2025. (revisão recente que sintetiza estudos em oncologia).

4. Jatoi A, et al. A double-blind, placebo-controlled randomized trial of creatine in incurable cancer patients with anorexia/weight loss — negative for clinical benefit. 2017.

5. Oncology Nursing Society (ONS). What the evidence says about creatine in patients with cancer — summary and safety considerations. Jan 2026.

03/03/2026

Muitas vezes, o que se vive no pós-câncer não encontra espaço “lá fora”, não por falta de carinho ou boa intenção, mas porque surgem mudanças tão novas, tão sutis e tão profundas que nem o próprio paciente consegue nomear.

A Apricitah é o lugar de suporte do pós-câncer porque entendemos que essa fase exige mais do que acompanhamento médico: exige acolhimento, escuta e compreensão do que muda depois que o tratamento termina.

O pós-câncer traz perguntas que não estavam no diagnóstico, emoções que não cabem nos exames e necessidades que aparecem quando o tratamento acaba. E é aí que a medicina pode ajudar de outra forma: oferecendo cuidado para além da doença, ajudando a compreender o que mudou e a reorganizar o corpo, a mente e o modo de viver.

Na Apricitah, esse cuidado acontece com ciência, escuta e humanidade, para que o survivorship seja vivido com mais sentido, segurança e presença.

Então, me conte: como posso te ajudar hoje?

Dra. Fernanda Proa
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Nem todo histórico familiar de câncer significa risco genético aumentado.Mas alguns sinais de alerta merecem investigaçã...
26/02/2026

Nem todo histórico familiar de câncer significa risco genético aumentado.

Mas alguns sinais de alerta merecem investigação especializada:

• Vários casos do mesmo câncer na família (principalmente em parentes de 1º grau);
• Diagnóstico antes dos 50 anos;
• Mais de um câncer na mesma pessoa (ex: mama e ovário ou mama bilateral);
• Tipos raros, como pâncreas ou alguns sarcomas.

Nesses casos, te**es genéticos podem identificar alterações que aumentam o risco ao longo da vida.

Eles permitem:
• Estimar risco individual;
• Identificar mutações mesmo sem sintomas;
• Auxiliar no diagnóstico;
• Orientar familiares;
• Indicar estratégias preventivas e tratamentos direcionados.

Conhecer o próprio risco não é gerar medo: é agir com responsabilidade.
Informação de qualidade possibilita prevenção e decisões mais seguras. 🤍

Dra. Fernanda Proa
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Você sabe qual a importância de falarmos sobre Análogos de GLP-1, como Ozempic e Wegovy, em tratamentos de câncer de mam...
24/02/2026

Você sabe qual a importância de falarmos sobre Análogos de GLP-1, como Ozempic e Wegovy, em tratamentos de câncer de mama?

Estudos apresentados no Simpósio de Câncer de Mama de San Antonio 2025 trouxeram informações relevantes, algumas animadoras, outras que exigem cautela. Ainda aguardamos maiores estudos nesse contexto para elucidar melhor o uso dessas medicações nesse cenário e confirmar resultados!

Nas imagens, destaquei alguns dados sobre o assunto, confira e compartilhe essa informação.

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