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Share Centro de Cultura PSI Consultoria formada de executivos, artistas, intelectuais, psicólogos/psicanalistas e profissionais da área da cultura fascinados pelo comportamento humano

Sobre nós:
Somos uma consultoria, nascida em São Paulo em 2015, formada por executivos, artistas, intelectuais, psicólogos/psicanalistas e profissionais da área da cultura, que se fascinaram pelo comportamento humano e decidiram estudá-lo. O objetivo do nosso trabalho é explorar e ampliar o entendimento do ser humano e de cultura através de cursos e debates/palestras de temas atuais a custos acessíveis.


É a ampliação do SABER pelo prazer de saber mais.

Próximo treinamento! Vagas limitadas!
17/08/2016

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Aconteceu no último sábado (13/08) o treinamento: Estratégias de intervenção em dificuldades de aprendizagem, baseadas n...
17/08/2016

Aconteceu no último sábado (13/08) o treinamento: Estratégias de intervenção em dificuldades de aprendizagem, baseadas na neuropsicologia, com a Prof. Adriana Turchetti P de Moura. O curso teve o objetivo de conhecer as funções cognitivas e sua relação com as dificuldades de aprendizagem, conhecer as estratégias de tratamento mais adequadas para cada caso e discutir alguns casos para ilustrar as estratégias de intervenção. Conheça nosso calendário de cursos!

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11/08/2016

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01/08/2016

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28/07/2016

ANGÚSTIA

Diferentemente do medo ou da ansiedade, que são experimentados pela maioria das pessoas, a angústia acomete menos de 50% da população. "Em geral, meus pacientes relatam uma agonia mental sem gatilho aparente, atrelada a um sufoco semelhante ao da asma, e uma dor ou compressão no peito", descreve o psiquiatra Valentim Gentil.

Incentivar o diagnóstico e um tratamento personalizado é a proposta de Gentil, que assina o artigo intitulado "Why Anguish?" - em português, Por que angústia? -, divulgado na publicação científica inglesa Journal of Psychopharmacology. Isso porque, nas discussões entre especialistas do mundo todo, o sentido dessa emoção se esvaziou ao longo do tempo. E frequentemente ela é confundida com o distúrbio de ansiedade ou de pânico. "Mas são comportamentos mentais diferentes, com padrões de ativação cerebral distintos", defende Gentil. "A ansiedade é uma apreensão exagerada em relação ao futuro, enquanto a angústia é um sofrimento relacionado ao presente."

"Meus pacientes costumam levar as mãos ao peito e reportar um sentimento de vazio. Sentem conflitos diante das inúmeras possibilidades de escolhas no dia a dia e questionam o sentido de sua existência", conta a psicanalista paulistana Maria de Lourdes Félix, que auxilia Gentil nas pesquisas sobre a face psicológica da angústia. "Em casos extremos, essas pessoas são dominadas pela introversão. Elas perdem a capacidade de análise, de lidar com o cotidiano, de interagir socialmente. Ficam paralisadas."

À luz do filósofo dinamarquês Soren Kierkegaard (1813-1855), a psicóloga Marília Dantas, da Universidade Estácio de Sá, em Petrópolis, na região serrana do Rio de Janeiro, traduz o mal-estar: "O ser humano sente desamparo, incerteza, falta de controle diante da liberdade de decidir. Optar por um caminho significa correr riscos, abrir mão das alternativas. Isso é angustiante".

Reconhecer um quadro de angústia é uma função que cabe a especialistas. Mas os angustiados de plantão podem contribuir, fornecendo detalhes de como se sentem, perguntando, por exemplo, o que é angústia para você? As respostas variaram. "É pensar como seria minha vida se eu tivesse estudado psicologia." Ou "É um beco sem saída dentro do peito". Ou ainda "É uma incerteza sobre as consequências das decisões que tomei".

Infelizmente, a maioria dos angustiados só procura ajuda especializada quando a sensação ruim beira o insuportável. "Eles chegam ao pronto-socorro com dor e opressão no tórax, peso e desconforto no peito", confirma o cardiologista César Jardim, supervisor do pronto-socorro do Hospital do Coração, em São Paulo. Os sintomas se assemelham aos de problemas cardiológicos, como infarto. "Mas os problemas cardiovasculares só se confirmam em 30% dos casos", estima. Ele conta que, depois de realizar exames e apontar que o sujeito está em condições perfeitas de saúde, os pacientes confessam que vêm se sentindo nervosos e... angustiados.

Quando é assim, excluída a presença de doenças físicas, o passo seguinte deveria ser a visita a um psiquiatra. "Há hipóteses de que a angústia seja desencadeada por uma maior ativação de uma região chamada ínsula, no córtex cerebral, relacionada à percepção de funções viscerais, como as do coração, do diafragma e dos pulmões", explica Valentim Gentil. "Por isso, acreditamos que suas vítimas possam responder bem a calmantes chamados benzodiazepínicos, a alguns antipsicóticos e a uma classe de antidepressivos conhecida como tricíclicos", continua. "A imipramina é um dos principais medicamentos desse grupo e se mostra eficaz, apesar de promover eventuais efeitos colaterais, como tonturas e alterações cardíacas", completa seu colega Jair Mari, da Universidade Federal de São Paulo. Essa droga modula neurotransmissores como a noradrenalina, substâncias que agem no cérebro e controlam as emoções.

O ideal é complementar o tratamento com o de um psicólogo ou psicanalista. "Trabalhamos o desenvolvimento emocional, fazendo com que o paciente reflita e traduza seus pensamentos, criando condições para contornar sentimentos que julga insuportáveis", explica Maria de Lourdes. A angústia é um problema de saúde e necessita de acompanhamento. Se ela anda sufocando-o, chega de sofrer em silêncio: busque auxílio e afrouxe, de vez, esse nó dentro do peito.

28/07/2016

Jorge ForbesEm princípio, gostaria de dizer que vou falar sobre a angústia. Peço licença de fazer essa modificação da palavra ansiedade, título neste Simpósio, pela palavra angústia, devido a uma discussão ocasionada pela tradução da palavra que Freud utilizou: angst traduzida para o português na co...

28/07/2016

    “ A reabilitação neuropsicológica tem como objetivo permitir que as pessoas com déficits cognitivos, emocionais ou de comportamento atinjam seu potencial máximo nos domínios psicológico, social, profissional ou funcionamento diário.” Barbara Wilson A reabilitação neuropsicológica busca ajudar o…

28/07/2016
28/07/2016

Com o avanço da idade é comum as pessoas apresentarem queixas de memória para fatos recentes. Esquecer-se de dar recados, de desligar aparelhos, de um compromisso, esquecer que já foi a algum lugar, esquecer onde guardou um objeto, repetir a mesma pergunta ou história entre tantos outros exemplos. E...

28/07/2016

O que é Neuropsicologia? Neuropsicologia é uma ciência que estuda a relação entre o Sistema Nervoso Central, o comportamento e a aprendizagem (cognição), tanto em situações normais como em situações patológicas. Ela busca compreender a relação entre  o comportamento do indivíduo e o que está acontec...

28/07/2016

O que é Neuropsicologia?
Neuropsicologia é uma ciência que estuda a relação entre o Sistema Nervoso Central, o comportamento e a aprendizagem (cognição), tanto em situações normais como em situações patológicas. Ela busca compreender a relação entre o comportamento do indivíduo e o que está acontecendo em seu Sistema Nervoso Central (cérebro )
Atualmente muitos médicos e profissionais da educação solicitam a avaliação neuropsicológica para auxiliar na definição do diagnóstico e com isso oferecer um tratamento mais eficaz.
A avaliação neuropsicológica é um conjunto de te**es e procedimentos que busca investigar o funcionamento cognitivo do indivíduo, ou seja, como ele está utilizando as funções ou habilidades cognitivas (atenção, memória, linguagem, raciocínio, funções executivas entre outras) para adquirir conhecimento do mundo. Ela define as áreas cerebrais prejudicadas e as preservadas, possibilitando encontrar as melhores técnicas de tratamento para cada caso. É importante para um diagnóstico diferencial, para estabelecer a presença ou não de uma disfunção cerebral e o nível do comprometimento, auxiliando assim na escolha da melhor conduta no tratamento.
De acordo com Miotto (2012), os principais objetivos da avaliação neuropsicológica são:

Auxiliar o diagnóstico diferencial nos quadros neurológicos e transtornos psiquiátricos.
Investigar a natureza e o grau de alterações cognitivas e comportamentais.
Monitorar a evolução de quadros neurológicos e psiquiátricos, tratamentos clínicos, medicamentosos e cirúrgicos.
Planejar programas de reabilitação voltados para as alterações cognitivas, comportamentais e de vida diária dos pacientes.
Quando é indicada?
Ela é indicada sempre que há uma dúvida sobre o funcionamento cognitivo do indivíduo.
É comum nos casos de dificuldade de aprendizagem, TDAH, dislexia, deficiências cognitivas ou investigação de síndromes que alteram o desenvolvimento.

Também é indicada na investigação de síndromes demenciais (Alzheimer, Parkinson, demência vascular) e nos casos de lesões cerebrais adquiridas (Traumatismos Crânio encefálicos-TCE, Acidentes vasculares Encefálicos-AVEs , encefalites entre outros)
Adriana Turchetti P de Moura

26/07/2016

// Olá leitores do Canal do Ensino! A USP tem um site que disponibiliza 3.000 livros para download. Ao entrar no www.brasiliana.usp.br o internauta encontra livros raros, documentos históricos, manuscritos e imagens que são parte do acervo da Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin, doa

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