Sobramid Sociedade Brasileira de Médicos Intervencionistas em Dor. www.sobramid.org

A inflamação da bursa do olécrano pode provocar inchaço visível, dor e calor local, sendo frequentemente associada a tra...
25/03/2026

A inflamação da bursa do olécrano pode provocar inchaço visível, dor e calor local, sendo frequentemente associada a trauma, pressão repetitiva, gota ou artrite.

Na maioria dos casos, o manejo é conservador, com repouso, gelo e anti-inflamatórios, mas é fundamental diferenciar bursite asséptica de bursite séptica.

Na sua prática, qual é o principal desafio no manejo da dor no cotovelo?

Células-tronco podem representar um novo caminho no tratamento da fibromialgia, segundo estudo publicado no Internationa...
19/03/2026

Células-tronco podem representar um novo caminho no tratamento da fibromialgia, segundo estudo publicado no International Journal of Health Science.

A proposta não é cura, mas modulação de mecanismos centrais da dor crônica, incluindo processos inflamatórios e equilíbrio do sistema nervoso.

Para médicos que atuam com medicina da dor no Brasil, o tema exige olhar crítico: os estudos ainda estão em fases iniciais e não há protocolos clínicos consolidados.

Ainda assim, o racional neurocientífico é relevante, especialmente dentro do contexto de sensibilização central.

Atualização científ**a é parte essencial da prática baseada em evidências.

Na prática da medicina da dor, cada vez mais evidências mostram que o cérebro pode atuar como um verdadeiro amplif**ador...
16/03/2026

Na prática da medicina da dor, cada vez mais evidências mostram que o cérebro pode atuar como um verdadeiro amplif**ador da dor crônica. Um dos fatores psicológicos mais impactantes nesse processo é a catastrofização, padrão cognitivo caracterizado por antecipação negativa, sensação de descontrole e interpretação exagerada da ameaça dolorosa.

Estudos com ressonância magnética funcional (RMf) demonstram que pacientes com alto grau de catastrofização apresentam maior ativação em áreas cerebrais relacionadas à emoção, medo e expectativa de sofrimento. Ou seja, não se trata apenas de percepção sensorial, mas de uma amplif**ação central do sinal doloroso.

Ela está diretamente associada a: maior intensidade de dor relatada, maior risco de depressão e ansiedade, pior resposta a tratamentos convencionais e maior probabilidade de cronif**ação.

Na prática clínica no Brasil e no mundo, isso signif**a que avaliar apenas o tecido lesionado é insuficiente. O processamento cognitivo e emocional da dor influencia de forma signif**ativa o desfecho terapêutico.

O manejo de excelência em dor crônica requer identif**ar esses “processadores mentais” que modulam a experiência dolorosa. Estratégias baseadas em evidência incluem:
✔️ Educação em dor
✔️ Terapias cognitivas
✔️ Intervenções multidisciplinares
✔️ Reabilitação funcional integrada

A dor crônica não é apenas um fenômeno periférico, é uma experiência modulada pelo sistema nervoso central.

Na sua prática clínica, você avalia sistematicamente catastrofização em pacientes com dor crônica?
Compartilhe sua experiência nos comentários.

Uma rã resistente ao veneno da “vespa assassina” pode ajudar a ciência a entender como bloquear vias específ**as da dor ...
12/03/2026

Uma rã resistente ao veneno da “vespa assassina” pode ajudar a ciência a entender como bloquear vias específ**as da dor sem sedação ou prejuízo cognitivo.

A descoberta ainda é experimental, mas aponta para uma possível nova geração de analgésicos mais precisos.

Você acredita que mecanismos naturais podem transformar o tratamento da dor crônica?

No Dia da Mulher, em vez de flores, escolhemos falar de aprendizados. Porque, na medicina, as mulheres ensinam todos os ...
08/03/2026

No Dia da Mulher, em vez de flores, escolhemos falar de aprendizados. Porque, na medicina, as mulheres ensinam todos os dias, nas enfermarias, nos consultórios, nos centros cirúrgicos, nas salas de aula e nos corredores silenciosos dos hospitais.

Elas ensinam que escutar é tão técnico quanto prescrever, que firmeza pode coexistir com empatia, que liderança não precisa ser ruidosa para ser transformadora, que ciência e sensibilidade não são opostas, são complementares.

Na prática clínica, aprendemos com médicas que sustentam decisões complexas sob pressão. Com residentes que estudam enquanto enfrentam plantões exaustivos. Com pesquisadoras que ampliam fronteiras do conhecimento. Com enfermeiras, fisioterapeutas, psicólogas e tantas outras profissionais que tornam o cuidado possível.

Aprendemos também com pacientes, mulheres que enfrentam diagnósticos difíceis, dores persistentes, jornadas duplas, e ainda assim nos mostram resiliência, coragem e humanidade.

A medicina evolui com evidência científ**a, mas também evolui com exemplo. E o exemplo das mulheres na saúde é diário, consistente e transformador.

Parabéns a todas as mulheres profissionais da saúde, médicas, residentes, especialistas, pesquisadoras e cuidadoras, que constroem, todos os dias, uma medicina mais humana, mais ética e mais forte.

Feliz Dia da Mulher!

Um avanço científico recente trouxe nova perspectiva para o tratamento da artrite e da dor articular degenerativa. Pesqu...
06/03/2026

Um avanço científico recente trouxe nova perspectiva para o tratamento da artrite e da dor articular degenerativa. Pesquisadores da Stanford University anunciaram a identif**ação de um mecanismo capaz de estimular a regeneração da cartilagem envelhecida, tecido cuja degradação está diretamente associada à osteoartrite e à dor crônica musculoesquelética.

Para médicos que atuam na medicina da dor, ortopedia e reumatologia, a descoberta é particularmente relevante. A cartilagem articular possui baixa capacidade de regeneração espontânea, o que transforma a progressão da artrite em um processo cumulativo e, muitas vezes, incapacitante.

Segundo os pesquisadores, o estudo abre caminho para o desenvolvimento futuro de terapias regenerativas capazes de:
✔️ Estimular a recuperação do tecido cartilaginoso
✔️ Reduzir a progressão da degeneração articular
✔️ Impactar diretamente a fisiopatologia da dor crônica associada à artrite

No entanto, é fundamental destacar que os resultados ainda se encontram em fase experimental. Os próprios autores reforçam que não se trata de uma cura comprovada em humanos, e que novas etapas de pesquisa clínica serão necessárias antes da aplicação prática.

Do ponto de vista da medicina da dor no Brasil e no cenário internacional, a notícia reforça uma tendência crescente: sair do modelo exclusivamente sintomático e avançar para abordagens que atuem na modif**ação estrutural da doença.

Se confirmada em estudos clínicos robustos, a regeneração da cartilagem poderá alterar o curso da osteoartrite e reduzir a necessidade de intervenções invasivas no futuro.

Na sua prática clínica, você acredita que terapias regenerativas poderão substituir, em parte, os tratamentos atuais da artrite?
Compartilhe sua visão nos comentários.

A busca por um tratamento para dor crônica sem sedação acaba de ganhar um novo capítulo na ciência. Pesquisadores identi...
02/03/2026

A busca por um tratamento para dor crônica sem sedação acaba de ganhar um novo capítulo na ciência. Pesquisadores identif**aram um mecanismo inovador de comunicação entre neurônios que pode permitir o bloqueio da dor sem comprometer memória, atenção ou movimento, um desafio histórico na medicina da dor.

Tradicionalmente, os analgésicos atuam dentro das células nervosas ou em receptores que também participam de funções cognitivas e emocionais. Por isso, muitos pacientes relatam alívio parcial da dor acompanhado de sonolência, lentidão mental ou sensação de “mente pesada”.

A nova descoberta muda essa lógica.

Os cientistas observaram que neurônios envolvidos na dor podem liberar uma enzima chamada VLK no espaço extracelular. Essa enzima ativa o sinal doloroso “de fora para dentro”, como se a dor acionasse o interruptor antes mesmo de entrar na célula.

Quando a VLK foi retirada de neurônios sensíveis à dor, em modelos experimentais, a resposta dolorosa praticamente desapareceu, sem prejuízo de força, movimento ou estado de alerta.

Esse achado é particularmente relevante para médicos que tratam dor crônica, pois aponta para uma possível nova classe de medicamentos com maior precisão terapêutica e menor risco de sedação, dependência ou comprometimento cognitivo, limitações frequentemente associadas a opioides e outros fármacos de ação central.

Do ponto de vista clínico, o impacto pode ser signif**ativo:
✔️ Analgesia mais específ**a
✔️ Menos efeitos colaterais sistêmicos
✔️ Preservação da funcionalidade
✔️ Nova abordagem para dor neuropática e inflamatória

Embora ainda em fase experimental, o mecanismo extracelular da VLK amplia a compreensão sobre os circuitos da dor e reforça uma tendência clara na medicina da dor no Brasil e no mundo: tratar a dor de forma direcionada, sem “anestesiar” o paciente como um todo.

A ciência avança, mas enquanto essas terapias ainda não estão disponíveis na prática clínica, é fundamental lembrar que o tratamento multidisciplinar continua sendo a base do cuidado em dor crônica.

Você acredita que terapias extracelulares podem representar o próximo grande salto no tratamento da dor?

Compartilhe sua visão nos comentários e marque colegas da medicina da dor.

A espondilolistese lombar, caracterizada pelo escorregamento das vértebras na região inferior da coluna, é uma causa fre...
27/02/2026

A espondilolistese lombar, caracterizada pelo escorregamento das vértebras na região inferior da coluna, é uma causa frequente de dor lombar crônica no Brasil e no mundo. No entanto, nem sempre o grau radiológico determina a gravidade clínica.

Muitos pacientes com espondilolistese grau 1 apresentam dor intensa, enquanto casos grau 3 ou 4 podem ser pouco sintomáticos. Por isso, na medicina da dor, a decisão terapêutica deve considerar principalmente o exame físico e os sintomas e não apenas a ressonância magnética ou a tomografia.

O tratamento costuma iniciar de forma conservadora, com fisioterapia especializada e reabilitação. Quando há falha terapêutica, os bloqueios lombares guiados por fluoroscopia podem oferecer controle ef**az da dor. Já a cirurgia (artrodese lombar) f**a reservada para casos com déficit motor progressivo ou instabilidade signif**ativa.

A pergunta que f**a é: estamos tratando a imagem ou o paciente?

Na sua prática clínica, você já observou discrepância entre o grau da espondilolistese e a intensidade da dor?
Comente e compartilhe com colegas da medicina da dor.

O número de pacientes paraplégicos que voltaram a apresentar movimentos após o uso de um medicamento 100% brasileiro des...
26/02/2026

O número de pacientes paraplégicos que voltaram a apresentar movimentos após o uso de um medicamento 100% brasileiro desenvolvido por pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) subiu para quatro, segundo dados recentes.

O avanço representa um marco relevante para a medicina regenerativa, a neurologia e o tratamento da dor, especialmente no contexto das lesões da medula espinhal.

O fármaco experimental, resultado de anos de pesquisa básica e translacional no Brasil, atua sobre mecanismos fundamentais da regeneração neural, promovendo proteção dos neurônios lesionados e estímulo à reorganização das conexões nervosas.

Diferentemente de abordagens tradicionais, como o uso de células-tronco, a proposta brasileira apresenta um modelo mais acessível, com potencial de aplicação em larga escala no sistema de saúde.

Para os médicos que lidam diariamente com dor neuropática associada à lesão medular, os resultados despertam especial interesse. A perda de função motora está frequentemente acompanhada de dor crônica complexa, de difícil controle, que impacta de forma signif**ativa a qualidade de vida e a funcionalidade dos pacientes. Estratégias terapêuticas capazes de modif**ar o ambiente neural e favorecer a recuperação funcional podem, no futuro, também alterar o curso dessa dor.

Os casos observados até o momento reforçam a importância da intervenção precoce, do acompanhamento multidisciplinar e da integração entre pesquisa científ**a e prática clínica. Embora o medicamento ainda esteja em fase experimental, a evolução motora registrada em pacientes antes considerados sem perspectiva de recuperação funcional representa um sinal consistente de avanço.

Além do impacto clínico, o feito destaca o papel estratégico do investimento em ciência, inovação e saúde pública no Brasil. Pesquisas conduzidas em instituições nacionais, como a UFRJ, demonstram que é possível gerar conhecimento de alto nível, com reconhecimento internacional e potencial real de transformação na assistência aos pacientes com dor e lesões neurológicas.

O I Congresso da SOBRAMID Goiás promete marcar um novo capítulo na difusão do conhecimento científico sobre dor no Centr...
24/02/2026

O I Congresso da SOBRAMID Goiás promete marcar um novo capítulo na difusão do conhecimento científico sobre dor no Centro-Oeste brasileiro.

O evento acontecerá nos dias 05, 06 e 07 de março, na cidade de Goiânia (GO), reunindo médicos, especialistas e estudantes de medicina interessados em atualização científ**a e troca de experiências na área da dor.

Durante os três dias de evento, os participantes terão acesso a conteúdos voltados para:

✔Abordagem moderna da dor crônica
✔Atualização científ**a baseada em evidências
✔Integração entre diferentes especialidades médicas
✔Discussão de casos clínicos e condutas terapêuticas

Tudo isso em um ambiente propício ao aprendizado e à troca de conhecimento entre profissionais que atuam diretamente no cuidado de pacientes com dor.

Se você é médico ou estudante de medicina e atua ou deseja atuar na área da dor, não perca essa oportunidade.
Inscreva-se (https://sobramid.com.br/i-congresso-da-sobramid-goias/) e participe desse importante encontro científico.

O cisto paralabral do ombro, também chamado de cisto sinovial ou cisto espinoglenoidal, é uma bolsa formada a partir do ...
13/02/2026

O cisto paralabral do ombro, também chamado de cisto sinovial ou cisto espinoglenoidal, é uma bolsa formada a partir do extravasamento do líquido sinovial da articulação. Na maioria das vezes, ele é um achado incidental em exames de imagem.

O que merece atenção clínica é o contexto em que ele aparece. Esses cistos geralmente estão associados a lesões do lábio glenoidal, sejam degenerativas (relacionadas ao envelhecimento) ou traumáticas. Quando o paciente sente dor, muitas vezes ela está ligada à lesão labral de base, e não diretamente ao cisto.

Quando o cisto é volumoso e se localiza próximo a estruturas nobres, como o nervo supraescapular, pode ocorrer compressão neural, levando a:
• Perda progressiva de força no braço
• Atrofia muscular
• Déficits funcionais sem dor signif**ativa inicial

Nesses casos, o sintoma dominante pode não ser dor, mas fraqueza, o que exige um olhar atento do médico. A ressonância magnética do ombro é o exame de escolha para identif**ar o cisto paralabral e avaliar possíveis lesões labrais associadas.

Conduta:
• Cistos pequenos, assintomáticos e associados a alterações degenerativas → não exigem tratamento
• Quando o cisto funciona como sinal indireto de uma lesão labral clinicamente relevante, a correção da lesão pode ser indicada
• Em casos de compressão nervosa, está indicada a drenagem do cisto e o reparo da lesão labral, geralmente por artroscopia

Para quem trata dor, a mensagem é clara: nem todo achado explica o sintoma, mas alguns achados exigem investigação cuidadosa para evitar perda funcional progressiva.

Na sua prática, você já encontrou cistos paralabrais associados a déficit neurológico mais do que dor? Compartilhe sua experiência nos comentários.

Por muito tempo, o tramadol foi visto como uma opção “mais leve” e segura no tratamento da dor. Em consultórios e emergê...
11/02/2026

Por muito tempo, o tramadol foi visto como uma opção “mais leve” e segura no tratamento da dor. Em consultórios e emergências, ele costuma aparecer como uma alternativa rápida quando a dor se intensif**a. Mas a ciência recente tem colocado essa percepção em xeque.

Revisões de estudos e análises de segurança mostram que, apesar de ser classif**ado como um opioide fraco, o tramadol atua diretamente no sistema nervoso central e interfere em neurotransmissores como serotonina e noradrenalina.

Na prática clínica, isso ajuda a explicar um fenômeno comum:
• Alívio analgésico limitado ou inconsistente
• Efeitos colaterais relevantes, como náusea, tontura e confusão mental
• Aumento do risco de quedas, especialmente em idosos
• Potencial de dependência e síndrome de abstinência, principalmente no uso prolongado

Quando falamos de dor crônica, os dados são ainda mais preocupantes. A eficácia do tramadol é menor do que se imaginava, e ele não atua nos mecanismos centrais que sustentam a cronif**ação da dor.

Com o tempo, o organismo se adapta, o efeito analgésico diminui e a dose tende a aumentar, elevando riscos e, muitas vezes, gerando mais prejuízo funcional do que benefício real para o paciente.

A abordagem moderna da dor já deixou claro: dor não se trata apenas com medicação. O manejo ef**az passa por uma estratégia individualizada e multidisciplinar, que inclui educação em dor, reabilitação, movimento, sono, manejo do estresse e uso criterioso de fármacos, sempre com acompanhamento adequado.

Para quem trata a dor, o desafio não é apenas aliviar sintomas, mas evitar intervenções que perpetuem o sofrimento.

Na sua prática, em quais situações o tramadol ainda faz sentido e em quais você evita? Compartilhe sua visão nos comentários.

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