Coaching & Você

Coaching & Você Somos especialistas no Desenvolvimento da Inteligência Comportamental. Encontre Seu Melhor com a C&V! Experiência. Não dá para comprar e nem para fingir.

Acreditamos que através de um trabalho inteligente, diferenciado e bem elaborado é possível inspirar e maximizar o potencial pessoal e profissional! Ela precisa ser conquistada da forma mais esforçada e verdadeira e este é o diferencial da Coaching & Você. Estamos aqui há tempo suficiente para saber exatamente o que fazer e do que você ou sua empresa precisa. Já passamos inúmeras experiências e buscamos constantemente o aprimoramento do conhecimento. Com a experiência e conhecimento é que vem a especialização. Então, coloque-se nas mãos experientes da Coaching & Você. Sabemos muito bem o que e como fazer. Através de nossa competência, flexibilidade, comprometimento, com foco e capacidade de traduzir em uma linguagem simples, dinâmica e interativa os objetivos que precisam ser assimilados, aprendidos e transformados. Por meio de um processo estruturado, focado no alcance de resultados extraordinários, a partir do conhecimento, técnicas e ferramentas diferenciadas, utilizadas em sessões de Coaching, Mentoring e Terapia Cognitiva Comportamental (TCC). Resulta na mais alta eficiência nos resultados, nas mudanças necessárias, consistentes e permanentes. A resultante do trabalho aborda com excelência questões emocionais e comportamentais que permitam a plena realização pessoal e profissional do cliente. PARA VOCÊ:
•Life Coaching
•Business & Executive Coaching
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•Coaching Comportamental
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• TERAPIA COMPORTAMENTAL:
Coaching Ericksoniano, Hipnoterapia, Constelação Sistêmica, PNL, Neurociências, Psicoterapia Transacional, entre outros. Focada em: ansiedade, estresses, traumas, hábitos, crenças, relacionamentos, vícios e sabotadores. FERRAMENTAS DE ANÁLISE COMPORTAMENTAL E EMOCIONAL:
•Assessment, EQ Map, Avaliação dos sabotadores, Avaliação 360º

PARA SUA EMPRESA:
• Workshops e Treinamentos.
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- Gestão de Mudanças

NOVO ARTIGO NO ARQUEM VOCÊ PRECISA DEIXAR DE SER PARA FINALMENTE MUDARVocê não muda porque quer. Você muda quando aceita...
31/12/2025

NOVO ARTIGO NO AR
QUEM VOCÊ PRECISA DEIXAR DE SER PARA FINALMENTE MUDAR

Você não muda porque quer. Você muda quando aceita que a pessoa que você é hoje precisa desaparecer para que alguém novo surja.

A transformação não é sobre promessas dramáticas, disciplina ou técnicas. É sobre morte simbólica e rendição. Aquele padrão que você odeia, cada reação automática, cada limitação, existe porque em algum momento da sua vida, ele te manteve vivo. Não é fracasso. É lealdade ao que funcionou no passado.

O paradoxo brutal: a parte de você que “quer mudar” é exatamente a que precisa deixar de existir. Você não pode usar o ego para transcender o ego. Não pode querer muito e simultaneamente abandonar quem você é.

Alguns paradoxos para refletir:
1️⃣ Você só muda quando para de tentar mudar. A compreensão genuína dissolve padrões antigos.
2️⃣ Sua identidade é mantida pelas pessoas que ama. Mudar pode significar trair expectativas e enfrentar consequências.
3️⃣ Microações não funcionam sem morte de identidade. Hábitos novos só transformam se mudarem quem você é enquanto os pratica.
4️⃣ Prazer do que ainda não gratifica. Transformação exige satisfação na coerência presente, não na recompensa futura.

E o quinto elemento? Rendição. Aceitação radical do que você é agora. Aceitar sem julgar dissolve a resistência e abre caminho para a mudança real.

2026 não será sobre promessas vazias. Será sobre coragem existencial: permanecer com as perguntas difíceis tempo suficiente para que elas te transformem.

Quer explorar mais profundamente como deixar de ser quem sempre foi para finalmente mudar?
Leia na íntegra no meu blog: 👉 www.marcellodesouza.com.br

NOVO ARTIGO NO ARA ILUSÃO DO NUNCA MAIS: POR QUE PROMETEMOS TRANSFORMAÇÕES QUE SABEMOS NÃO VIRÃO“Nunca mais.” Quantas ve...
30/12/2025

NOVO ARTIGO NO AR
A ILUSÃO DO NUNCA MAIS: POR QUE PROMETEMOS TRANSFORMAÇÕES QUE SABEMOS NÃO VIRÃO

“Nunca mais.” Quantas vezes você já disse isso a si mesmo? Sob fogos de artifício ou na solidão de uma madrugada, prometemos mudanças radicais. Como se a simples decisão pudesse apagar o passado e reescrever nossa história neural.

O que quase nunca percebemos é que essas promessas nascem de estados emocionais intensos — vergonha, culpa, arrependimento — que sequestram nossa racionalidade. A força de vontade parece inabalável, mas é transitória. O que é firme às três da manhã se desfaz diante dos mesmos gatilhos de sempre.

O verdadeiro problema: confundimos intensidade emocional com profundidade de transformação. Mudança duradoura não surge de momentos dramáticos. Ela se constrói em microajustes, reorganizando padrões antigos, camada por camada, com paciência e consciência.

Há ainda uma camada mais profunda: a criança que habita o adulto. Muitos comportamentos que tentamos abolir foram, na infância, estratégias de sobrevivência emocional. Quando prometemos “nunca mais”, tentamos calar uma parte de nós que ainda acredita que aquele comportamento é a única forma de não desmoronar.

Transformação verdadeira exige escuta ativa dessa criança interna, reorganização gradual de padrões e compaixão consigo mesmo. Não há epifania cinematográfica; há investigação paciente, construção de novos sistemas, micro-ajustes que, coletivamente, moldam uma mudança real e duradoura.

O “nunca mais” continuará existindo — a diferença está em reconhecê-lo como ponto de partida para reflexão, não destino final. A virada do ano não carrega magia, mas oferece a possibilidade de começar a construir sistemas reais de mudança, passo a passo, com consciência e cuidado.

Entre os cacos do ontem, a criança ainda sussurra. Não a cales, não a ignore — ela guarda as chaves do seu amanhã. Cada gesto de cuidado, cada olhar atento, não é redenção instantânea, mas arquitetura de liberdade.

Quer se aprofundar nessa reflexão e transformar sua maneira de encarar mudança? Leia o artigo completo no blog: www.marcellodesouza.com.br

NOVO ARTIGO NO ARA TIRANIA DA ESPERANÇA: QUANDO ESPERAR QUE O RELACIONAMENTO MUDE SE TORNA CUMPLICIDADE COM O PRÓPRIO SO...
22/12/2025

NOVO ARTIGO NO AR
A TIRANIA DA ESPERANÇA: QUANDO ESPERAR QUE O RELACIONAMENTO MUDE SE TORNA CUMPLICIDADE COM O PRÓPRIO SOFRIMENTO

Existe uma forma de sofrimento que raramente é reconhecida como tal: permanecer em um relacionamento esperando que ele se torne algo que nunca foi. Não por ingenuidade, mas por uma esperança crônica — sofisticada, socialmente validada e psicologicamente reforçada.

Em relações abusivas, a esperança deixa de ser virtude e passa a operar como anestesia emocional. Ela adia decisões difíceis, neutraliza a dor imediata e sustenta a ilusão de que “desta vez será diferente”. Não porque existam evidências concretas de mudança, mas porque imaginar a transformação é menos doloroso do que encarar a realidade.

A neurociência ajuda a explicar: o cérebro libera dopamina não quando recebe respeito, reciprocidade ou cuidado — mas quando antecipa que isso poderá acontecer. A promessa já satisfaz. O pedido de desculpas já alivia. O “agora vai” já acalma. E, com isso, a urgência de agir desaparece.

A filosofia aprofunda o problema: você deixa de enxergar o outro como ele é e passa a se relacionar com uma projeção — uma versão futura, idealizada, que nunca chega. Nesse processo, perde algo fundamental: a autoria da própria vida afetiva.

Esperar indefinidamente não é paciência. É suspensão existencial. Você vive entre o que o relacionamento foi no início e o que promete ser no futuro — sem jamais habitar o presente como ele é agora. O corpo sente antes da mente: tensão, medo de falar, exaustão, a sensação constante de caminhar em ovos.

A pergunta que rompe a anestesia é simples — e devastadora:
Se este relacionamento permanecesse exatamente como está hoje, você escolheria ficar?

Se a resposta for não, talvez o problema não seja falta de esperança.
Talvez seja o excesso dela.

O texto completo aprofunda essa reflexão a partir da psicologia, da filosofia e da neurociência — sem atalhos, sem autoajuda, sem promessas vazias.

Leia na íntegra no blog.



Convido você a acessar meu blog, onde compartilho centenas de textos autorais sobre desenvolvimento humano e organizacional, com base científica, filosófica e clínica.

NOVO ARTIGO NO AR19 DE DEZEMBRO: O DIA EM QUE O TEMPO DEIXA DE NOS GOVERNARVocê está fazendo resoluções de ano novo — ou...
19/12/2025

NOVO ARTIGO NO AR
19 DE DEZEMBRO: O DIA EM QUE O TEMPO DEIXA DE NOS GOVERNAR

Você está fazendo resoluções de ano novo — ou apenas adiando sua vida mais uma vez?
Existe uma mentira coletiva que repetimos todos os anos: a de que a mudança verdadeira começa quando o calendário vira. Como se a meia-noite do dia 31 fosse um portal mágico capaz de nos absolver do que não tivemos coragem de fazer antes.
Essa crença não é ingênua. Ela é neurologicamente reforçada e culturalmente necessária. Funciona como uma estratégia coletiva de fuga diante do que mais nos aterroriza: a continuidade implacável da existência.
O tempo real não respeita viradas simbólicas. Ele não pausa, não reinicia, não concede redenções. Ele continua — indiferente às nossas promessas.
E é exatamente essa continuidade que não sabemos habitar.
O dia 31 funciona como anestesia cronológica. O cérebro implora por bordas artificiais: “este ano acabou, o próximo será diferente”.
O que parece esperança é, na verdade, má-fé temporal.
Delegamos ao calendário a responsabilidade que é nossa: habitar o presente com autoria, romper padrões quando eles surgem. Ao prometer que “no ano novo tudo muda”, garantimos que nada mude agora.
A neuroplasticidade não responde a datas simbólicas. Ela responde à repetição de ações. E isso precisa acontecer no presente — não em janeiro.
Há ainda um componente perverso: o cérebro libera dopamina quando imaginamos a mudança, não quando a executamos. Planejar resoluções já gera prazer. Ficamos viciados na promessa, não na prática.
Assim, repetimos o ciclo: alívio, tentativa breve, abandono. Chegamos ao fim do ano exaustos — e prometemos que no próximo será diferente.
Mas existe uma alternativa radical: reconquistar a soberania temporal. Decidir que este instante pode ser o ponto de virada. Que hoje — 19 de dezembro — pode ser mais transformador do que qualquer primeiro de janeiro.
E a pergunta final permanece:
se este dia tivesse que se repetir eternamente, você o aceitaria exatamente como o viveu?

👉 O texto completo está no meu blog : www.marcellodesouza.com.br

NOVO ARTIGO NO ARVOCÊ NÃO PRECISA DE RECOLOCAÇÃO. VOCÊ PRECISA DE RECONSTRUÇÃO.Hoje quero trazer uma reflexão sobre tran...
16/12/2025

NOVO ARTIGO NO AR
VOCÊ NÃO PRECISA DE RECOLOCAÇÃO. VOCÊ PRECISA DE RECONSTRUÇÃO.

Hoje quero trazer uma reflexão sobre transição profissional e identidade.

Há momentos na carreira que não se anunciam. Não é demissão, insatisfação ou crise. É sutil — e devastador: perceber que você se tornou excelente em algo que já não quer mais fazer. Que a competência construída com esforço virou prisão.

Não é crise, é fratura. Acordar após anos de dedicação e perceber que a identidade profissional que você cultivou não cabe mais em quem você se tornou é doloroso. Pior: perceber que passou tanto tempo sendo o que o mercado esperava que perdeu contato com quem realmente é. A pergunta que paralisa: “Se eu não sou mais isso… quem sou eu?”

Muitos buscam soluções rápidas: atualizar currículo, networking, mentorias, cursos. Todas válidas, mas insuficientes. O problema não é de mercado, é existencial. Você não precisa de cargo novo. Precisa aprender a habitar sua vida sem depender de um crachá para dizer quem você é.

Durante anos, você não apenas exerceu funções, você encarnou papéis. Sua identidade profissional deixou de ser algo que você faz e passou a ser quem você é. Quando ela deixa de expandir e começa a comprimir, o que antes dava pertencimento agora sufoca. É alienação existencial.

O período de transição é um deserto — entre deixar de ser quem você era e ainda não saber quem se torna. É brutal, solitário e silencioso. Mas é nesse espaço que acontece a reconstrução. Recolocação é técnica; reconstrução é ontológica.

A reconstrução exige três coisas que nossa cultura despreza:
1. Tempo — para maturação interna.
2. Apoio — não motivação, mas testemunha que permanece contigo no desconforto.
3. Coragem — para decepcionar expectativas, recuar e escolher coerência interna.

Enquanto busca validação, você não reconstrói. Enquanto tenta impressionar, não se reconecta consigo mesmo. A verdadeira transição termina quando você para de precisar que o trabalho diga quem você é.

Se este texto ressoou com você, aprofunde a reflexão na íntegra no meu blog!

COMO CONSEGUIR UM NOVO EMPREGO EM 20262026 não será um ano para "bons currículos". Será para identidades profissionais q...
16/12/2025

COMO CONSEGUIR UM NOVO EMPREGO EM 2026

2026 não será um ano para "bons currículos". Será para identidades profissionais que fazem sentido quando alguém olha pra você e pensa: "essa pessoa resolve um problema que eu tenho".

Depois de quase três décadas observando decisões reais de contratação, ficou claro: o mercado evoluiu menos na tecnologia e muito mais no critério invisível de como avalia pessoas. E esse critério é cognitivo. Comportamental. Existencial.

Algumas verdades que precisam ser encaradas:
1️⃣ Currículo é hipótese, não histórico.
Cargo, empresa e período importam pouco. O que conta é: sistemas mudaram porque você existiu neles? Problema → Decisão → Impacto. Simples e raríssimo.

2️⃣ LinkedIn não é vitrine, é radar.
Algoritmos e recrutadores detectam padrões de coerência e inconsistência. Postar sobre liderança sem histórico relevante não engaja. Não é autenticidade; é coerência que ninguém mais tem.

3️⃣ Competência técnica virou pré-requisito.
O diferencial é comportamento sob pressão: ler contexto, adaptar comunicação, autorregular emoções e segurar paradoxos. Isso não se aprende em cursos de fim de semana.

4️⃣ Transição de carreira exige método.
Não basta atualizar LinkedIn ou fazer curso. É preciso desapegar cognitivamente da identidade antiga e criar espaço para a nova. Quem tenta "somar" carrega peso desnecessário — o mercado sente.

5️⃣ Empregabilidade é estado contínuo.
Não se prepara só quando está desempregado. É inteligência adaptativa: reinvenção constante sem perder coerência narrativa. Quem sabe disso, se torna escolha óbvia.

O paradoxo cruel:
Quanto mais você precisa do emprego, menos empregável se torna. A solução não é fingir abundância, mas construir uma identidade que transcenda o cargo.

2026 vai premiar quem não é apenas qualificado, mas insubstituível, pela combinação singular de experiência, pensamento e presença.

Quer entender como construir isso de forma estruturada?
Leia o artigo completo no meu blog: www.marcellodesouza.com.br.

NOVO ARTIGO NO ARRELAÇÕES SAUDÁVEIS: ALÉM DO MITO DA COMPLETUDEVocê acredita que relações saudáveis fluem sem esforço?Ex...
15/12/2025

NOVO ARTIGO NO AR
RELAÇÕES SAUDÁVEIS: ALÉM DO MITO DA COMPLETUDE

Você acredita que relações saudáveis fluem sem esforço?

Existe uma fantasia cruel: a de que duas pessoas se encaixam perfeitamente, como peças de quebra-cabeça, sem conflitos, sem tensão, sem trabalho.

A verdade? Relações verdadeiramente saudáveis não fluem como rios tranquilos. Elas se constroem como pontes sobre abismos.

Exigem arquitetura emocional, engenharia de presença, manutenção diária. O que as torna extraordinárias não é a ausência de tensão, mas a capacidade de duas pessoas habitarem essa tensão sem colapsar.

Os casais que atravessam décadas juntos não evitam o desconforto. Desenvolveram músculos emocionais para suportar expectativas frustradas sem culpar ou fugir.

A diferença crucial? Desconforto que destrói vs. desconforto que constrói.

O primeiro nos diminui, exige apagar partes essenciais de quem somos.

O segundo nos expande, revela limites cuja consciência nos liberta. Um corrói, o outro fortalece.

Como saber qual é qual? Não nos momentos de crise — esses sempre doem.
Está nos intervalos: terças-feiras sem graça, silêncios que não exigem preenchimento.

Se você consegue respirar sem editar seus pensamentos, está diante de algo saudável.

Relações saudáveis não nos completam. Nos confrontam.
Não nos salvam da vida — nos devolvem a ela, inteiros e expandidos, prontos para habitá-la com intensidade que, sozinhos, não alcançaríamos.
E isso exige trabalho diário.

Não como obrigação, mas como escolha renovada a cada amanhecer.

Quer se aprofundar? Leia o texto completo no meu blog e descubra como relações saudáveis nos desafiam, transformam e expandem de maneiras que a leitura curta aqui não consegue captar totalmente.

É lá que compartilho reflexões autorais que desafiam o senso comum e oferecem ferramentas para viver vínculos conscientes e evolutivos.

www.marcellodesouza.com.br

NOVO ARTIGO NO AR"POR QUE EU ME SINTO TÃO VAZIO?" — A PERGUNTA QUE DEFINE 2025Nas organizações contemporâneas, vemos pro...
15/12/2025

NOVO ARTIGO NO AR
"POR QUE EU ME SINTO TÃO VAZIO?" — A PERGUNTA QUE DEFINE 2025

Nas organizações contemporâneas, vemos profissionais tecnicamente impecáveis, estrategicamente precisos, mas paradoxalmente vulneráveis. Essa vulnerabilidade não surge da falta de habilidade, mas do excesso de algo confundido com maturidade: a blindagem performática do eu. Camadas de preparo e autocontrole criam uma persona que se confunde com a identidade, dificultando o acesso à espontaneidade e à presença genuína.

Em processos de seleção e liderança, narrativas perfeitas impressionam, mas escondem um abismo: a incapacidade de se revelar autenticamente. Existe diferença entre estar preparado e estar encapsulado. A preparação amplia possibilidades; o encapsulamento as restringe.

Em contextos de alta complexidade, a competência mais estratégica deixou de ser apenas técnica. Tornou-se relacional. Essa habilidade não nasce de blindagens, mas da capacidade de sustentar presença quando não há respostas prontas.

Recentemente, observei um CEO amplamente respeitado, incapaz de responder a uma pergunta simples: “O que te mantém acordado à noite?”. Sua resposta técnica foi impecável, mas algo essencial se perdeu. A confiança do grupo sofreu erosão silenciosa. Competência gera admiração; presença gera conexão.

A ironia: anos construindo excelência e, ao consolidá-la, nos tornamos substituíveis. Sistemas automatizados replicam respostas técnicas, mas não a capacidade de habitar a zona cinzenta entre controle e emergência, equilibrar rigor e abertura relacional ou criar espaços onde outros possam ser inteiros.

Liderança genuína nasce da integração entre competência e humanidade, análise e presença, saber e não saber. Os líderes mais impactantes são os que sustentam ambiguidades sem armadura e inspiram confiança real.

Quem você é quando a performance não está sendo avaliada? Está disposto a desmontar a blindagem que te trouxe até aqui para acessar o que pode te levar adiante?

Leia a reflexão completa no meu blog, com centenas de textos autorais sobre desenvolvimento humano e liderança consciente: www.marcellodesouza.com.br

NOVO ARTIGO NO ARQUANDO A COMPETÊNCIA SE TORNA PRISÃO IDENTITÁRIANas salas de decisão corporativa, em processos seletivo...
15/12/2025

NOVO ARTIGO NO AR
QUANDO A COMPETÊNCIA SE TORNA PRISÃO IDENTITÁRIA
Nas salas de decisão corporativa, em processos seletivos de alto escalão, vemos profissionais tecnicamente impecáveis, estrategicamente sofisticados e metricamente precisos. E, paradoxalmente, cada vez mais vulneráveis.

Essa vulnerabilidade não surge da falta de habilidades, mas do excesso de algo confundido com maturidade: a blindagem performática do eu. Uma armadura invisível construída ao longo dos anos, até que a persona profissional se confunde com a identidade. O resultado: perda de acesso à espontaneidade, à dúvida viva, à presença genuína.

Em seleções de liderança, isso se revela. Narrativas impecáveis, conquistas roteirizadas, respostas calibradas. O problema não está no que é dito, mas no que já não consegue ser acessado internamente. Existe um abismo entre estar preparado e estar encapsulado.

Em contextos complexos, a competência mais estratégica deixou de ser apenas técnica. Tornou-se relacional. E essa competência não nasce de blindagens, mas da capacidade de sustentar presença sem respostas prontas.

Recentemente, observei um CEO amplamente respeitado, incapaz de responder a uma pergunta simples: “O que te mantém acordado à noite?”. Sua resposta técnica foi perfeita, mas algo essencial se perdeu. A confiança relacional do grupo sofreu uma erosão silenciosa. Competência gera admiração; presença gera conexão.

A ironia: anos construindo excelência e, ao consolidá-la, nos tornamos substituíveis. Sistemas automatizados podem replicar respostas. Mas ninguém substitui a capacidade de habitar a zona cinzenta entre controle e emergência, equilibrar rigor técnico e abertura relacional, criar espaços onde outros possam ser inteiros.

Liderança genuína nasce da integração entre competência e humanidade, análise e presença, saber e não saber. Os líderes mais impactantes hoje são os que sustentam ambiguidades sem armaduras e inspiram confiança real.
Quem você é quando a performance não está sendo avaliada? Está disposto a desmontar a blindagem que te trouxe até aqui para acessar o que pode te levar adiante?

Leia a reflexão completa no meu blog: www.marcellodesouza.com.br

NOVO ARTIGO NO AR O INVISÍVEL QUE MOLDA 2026 (OU POR QUE TALVEZ ESTEJAMOS OLHANDO PARA O LUGAR ERRADO)Em 2026, o maior r...
12/12/2025

NOVO ARTIGO NO AR
O INVISÍVEL QUE MOLDA 2026 (OU POR QUE TALVEZ ESTEJAMOS OLHANDO PARA O LUGAR ERRADO)

Em 2026, o maior risco talvez não seja ficar obsoleto tecnicamente. Pode ser continuar existindo pela metade.

Observo uma transição silenciosa de consciência profissional que nenhuma pesquisa capturou ainda. Não é sobre IA ou soft skills da moda. São oito dimensões invisíveis mudando tudo:

1. Hierarquias já não sustentam identidades. A pandemia quebrou o espelho: sem cargo, milhões não sabiam quem eram.
2. Desenvolvimento pessoal e desempenho profissional se fundiram. Sem regulação emocional sob pressão, colapso é inevitável.
3. Preparação virou desaprender rápido. Acumular repertório é armadilha. O diferencial: tolerar o não-saber sem pânico.
4. Relações transacionais morrem. Sobrevivem as conscientes: conflito = informação, presença = moeda, vulnerabilidade = coragem.
5. Senioridade cronológica perdeu sentido. 3 anos de atenção profunda valem mais que 20 de repetição automática.
6. Fazer as pazes com a mediocridade eventual é a nova resiliência. Aceitar que nem sempre seremos excepcionais evita o colapso.
7. Narrativas corporativas falsas estão com os dias contados. Profissionais exigirão honestidade, não PowerPoint.
8. A tirania do pensamento uniforme racha. Milhares repetem as mesmas frases e acreditam estar pensando. Em 2026, coragem de pensar fora da bolha será o maior diferencial.
9.
Resumo brutal: 2026 talvez premie quem solta máscaras, sustenta ambiguidade e está presente sem fragmentação atencional.

Se algo aqui mexeu com você, ótimo. Ainda dá tempo.

Leia o Artigo completo com as 8 dimensões desenvolvidas + as 3 capacidades que ninguém treina em meu blog (www.marcellodesouza.com.br)

Me conta agora, sem filtro: qual dessas 8 te acertou mais forte?

NOVO ARTIGO NO ARQUANDO AMAR VIRA O IDIOMA QUE NINGUÉM MAIS ENTENDEVocê já sentiu que está falando com toda a sinceridad...
11/12/2025

NOVO ARTIGO NO AR
QUANDO AMAR VIRA O IDIOMA QUE NINGUÉM MAIS ENTENDE

Você já sentiu que está falando com toda a sinceridade do mundo… e o outro simplesmente não ouve? Não é que ele não queira. É que o seu “eu te amo” chega até ele como cobrança. O seu silêncio chega como castigo. A sua presença chega como invasão. O seu espaço chega como abandono.

E vocês dois estão tentando amar da única forma que sabem.

Não existe vilão aqui. Existem dois sistemas nervosos que aprenderam, lá na infância, mapas completamente diferentes de segurança e perigo. Um aprendeu que amor é intensidade. O outro aprendeu que amor é distância respeitosa. Quando esses mapas se sobrepõem, nasce um terceiro organismo: a relação. E esse organismo pode estar profundamente doente mesmo quando os dois indivíduos são saudáveis.

A tragédia não é a toxicidade. É a incompatibilidade de frequências emocionais. É continuar insistindo numa tradução impossível porque, no fundo, acreditamos que se essa pessoa finalmente nos entender, vamos curar a criança que nunca foi vista.

Só que ninguém cura a nossa criança. Esse trabalho é nosso.

Algumas relações não terminam por falta de amor. Terminam porque exigem de nós uma metamorfose emocional que ainda não aconteceu. E ficar é pedir que a gente cresça sendo diariamente ferido no ponto exato da ferida antiga.

O ato mais corajoso de amor que existe às vezes é dizer: “Eu te amo tanto que não vou mais permitir que a gente se machuque tentando ser o que o outro precisa que a gente seja.”

Você merece ser compreendido sem ter que traduzir sua alma o tempo inteiro. Você merece um amor que fale a mesma língua que o seu coração já sabe de cor.

E se ainda não encontrou, tudo bem. O silêncio que dói hoje pode ser o espaço onde você finalmente aprende a falar consigo mesmo na língua mais antiga e sagrada que existe: a da própria integridade.

Leia o artigo na íntegra no meu blog, ele pode fazer toda a diferença na sua relação hoje!

NOVO ARTIGO NO ARO EU QUE TE SALVOU QUER AGORA TE MATARHOJE EU QUERO TE PROPOR UMA VERDADE QUE TALVEZ ARDA…Mas que pode ...
10/12/2025

NOVO ARTIGO NO AR
O EU QUE TE SALVOU QUER AGORA TE MATAR

HOJE EU QUERO TE PROPOR UMA VERDADE QUE TALVEZ ARDA…
Mas que pode ser o ato de maior libertação da sua vida profissional:

E se tudo aquilo que você construiu para se proteger — a imagem de infalível, o controle absoluto, a resposta sempre pronta, a blindagem emocional que te colocou no topo — fosse exatamente o que agora te impede de avançar?

E se o eu que te salvou no passado tivesse se tornado, silenciosamente…
O maior sabotador do seu futuro?

E se a armadura que você vestiu para nunca mais ser ferido…
Tivesse virado a prisão que limita o seu alcance?

Sim, é incômodo.
Porque admitir isso é olhar para trás e perceber que talvez você tenha passado 10, 15, 20 anos obedecendo a regras que já não servem mais.

Significa reconhecer que o preço da segurança foi alto demais:
Você pode ter trocado liberdade por invulnerabilidade.
Humanidade por controle.
Verdade por performance.

Mas aqui está a boa notícia:
A porta dessa prisão ainda existe.
E a chave… continua com você.

Hoje eu publiquei um texto que não é motivacional.
É cirúrgico.
É uma autópsia do ego executivo.
Um convite a desaprender a versão de si que venceu…
Mas que não te leva mais adiante.
O título:
O EU QUE TE SALVOU AGORA TE IMPEDE DE EVOLUIR

Se você sente que chegou a um platô invisível,
se é respeitado pela competência mas não procurado pela sabedoria,
se sua presença ainda não corresponde ao impacto que você deseja,
se o espelho devolve um personagem que já não cabe em você…

Então este texto é para você.
E apenas para você.

Leia com coragem.
Até o fim.
Porque quando terminar… algo em você já não será mais o mesmo.

O link está na bio.
Ou aqui: marcellodesouza.com.br

Salve este post para reler antes da sua próxima decisão difícil.


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