Coaching & Você

Coaching & Você Somos especialistas no Desenvolvimento da Inteligência Comportamental. Encontre Seu Melhor com a C&V! Experiência. Não dá para comprar e nem para fingir.

Acreditamos que através de um trabalho inteligente, diferenciado e bem elaborado é possível inspirar e maximizar o potencial pessoal e profissional! Ela precisa ser conquistada da forma mais esforçada e verdadeira e este é o diferencial da Coaching & Você. Estamos aqui há tempo suficiente para saber exatamente o que fazer e do que você ou sua empresa precisa. Já passamos inúmeras experiências e buscamos constantemente o aprimoramento do conhecimento. Com a experiência e conhecimento é que vem a especialização. Então, coloque-se nas mãos experientes da Coaching & Você. Sabemos muito bem o que e como fazer. Através de nossa competência, flexibilidade, comprometimento, com foco e capacidade de traduzir em uma linguagem simples, dinâmica e interativa os objetivos que precisam ser assimilados, aprendidos e transformados. Por meio de um processo estruturado, focado no alcance de resultados extraordinários, a partir do conhecimento, técnicas e ferramentas diferenciadas, utilizadas em sessões de Coaching, Mentoring e Terapia Cognitiva Comportamental (TCC). Resulta na mais alta eficiência nos resultados, nas mudanças necessárias, consistentes e permanentes. A resultante do trabalho aborda com excelência questões emocionais e comportamentais que permitam a plena realização pessoal e profissional do cliente. PARA VOCÊ:
•Life Coaching
•Business & Executive Coaching
•Career Coaching
•Mentoring
•Coaching Comportamental
• Leader Coach

• TERAPIA COMPORTAMENTAL:
Coaching Ericksoniano, Hipnoterapia, Constelação Sistêmica, PNL, Neurociências, Psicoterapia Transacional, entre outros. Focada em: ansiedade, estresses, traumas, hábitos, crenças, relacionamentos, vícios e sabotadores. FERRAMENTAS DE ANÁLISE COMPORTAMENTAL E EMOCIONAL:
•Assessment, EQ Map, Avaliação dos sabotadores, Avaliação 360º

PARA SUA EMPRESA:
• Workshops e Treinamentos.
• Coaching Individual e em Grupo.
• Análise de Perfil Comportamental Profissional
• Mentoring

• Consultoria Especializada:
- Gestão Comportamental
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- Gestão de Mudanças

NOVO ARTIGO NO ARO RIO MUDA. VOCÊ MUDA. POR QUE SUA VIDA AGE COMO SE NADA MUDASSE?Você nunca viveu o mesmo momento duas ...
30/01/2026

NOVO ARTIGO NO AR
O RIO MUDA. VOCÊ MUDA. POR QUE SUA VIDA AGE COMO SE NADA MUDASSE?

Você nunca viveu o mesmo momento duas vezes.
É biologia. Física. A verdade mais ignorada.

A cada respiração, um território virgem. Suas células, sinapses e relações se reconfiguram agora. A água entre seus dedos há um segundo já se foi.

E você age como estátua.

Insiste em identidade fixa. Relações imutáveis. Mundo estável. Cria mapas de territórios extintos.

Esse é o paradoxo do seu sofrimento:
Entre o que você É (fluxo) e o que IMAGINA SER (sólido).

A empresa que te contratou já não existe.
Você também mudou.
O relacionamento perdido? Perdeu uma configuração única de tempo e afeto.

Chora fantasmas.
Carrega ressentimentos por estruturas extintas.
Planeja com mapas evaporados.

Sua energia escoa por um buraco temporal — menos no AGORA.

A liberação vem de parar de fingir que a mudança não está acontecendo AGORA.

Quando essa verdade se torna como você habita o mundo:
• Para de exigir que os outros permaneçam.
• Para de cobrar consistência de versões suas extintas.
• Abandona a guerra contra TUDO SE TRANSFORMA.

É presença radical.
Compromisso com o real, não a fantasia.

Você é um verbo.
Tentar se definir é segurar um rio com as mãos abertas — e perder a sensação da água.

A água segue.
O rio muda.
Você muda.

A questão é: vai continuar fingindo que não, ou vai MERGULHAR?

🔗 Artigo completo no link da bio.
marcellodesouza.com.br

NOVO ARTIGO NO ARPDI: PLANO DE DESENVOLVIMENTO INDIVIDUAL OU PLANO DE DOMESTICAÇÃO INSTITUCIONAL? Você sabe quando parou...
28/01/2026

NOVO ARTIGO NO AR
PDI: PLANO DE DESENVOLVIMENTO INDIVIDUAL OU PLANO DE DOMESTICAÇÃO INSTITUCIONAL?

Você sabe quando parou de ser você no trabalho?
Não foi dramático. Foi gradual.
Primeira reunião que você calou o que pensava. Primeiro feedback que te ensinou a "escolher batalhas". Primeira vez que disse "sinergia" sem vergonha.
Você chama de amadurecimento. A empresa chama de alinhamento. Eu chamo de domesticação.
Seu PDI não é plano de desenvolvimento. É manual de adequação.
Aquele gráfico ar**ha com "lacunas"? Não mostra onde melhorar. Mostra onde você não cabe. E te ensina a se comprimir.
"Visão estratégica" = não questione decisões estúpidas "Seja visível" = performe a persona corporativa "Amadureça" = vire cópia de quem está no topo
O que ninguém conta:
Mentorias te ensinam a jogar o jogo, não vencer a vida. Avaliações 360° medem conformação, não competência. Planos de sucessão promovem clones, não singularidades.
E você está exausto.
Exausto de ser, 8 horas por dia, alguém diferente de quem é. De modular opiniões. Sorrir nas horas certas. Silenciar estrategicamente. De sentir vazio aos domingos sem saber por quê.
A pergunta que você evita:
"Quem eu me tornei?"
A resposta assusta. Você virou versão funcional de si. Encaixe perfeito. Perfil adequado.
E perdeu você no processo.
E se existir outro caminho?
Não falo de sair. Não falo de rebeldia.
Falo de habitar estruturas sem ser habitado por elas.
Reconhecer quando performa e quando é. Questionar seu PDI sem medo. Falar com suas palavras, não jargões mortos.
Tem custo? Sim. Pode custar promoções? Pode. Vale a pena? Depende do quanto você se reconhece no espelho.
________________________________________
📖 Escrevi ensaio completo dissecando mecanismos invisíveis de domesticação corporativa.
Como funcionam. Por que você não percebe. O que fazer.
Não é autoajuda. Não tem fórmula. É análise crua do que acontece quando você "se desenvolve" em organizações.

👉Leia na íntegra no meu blog. Link na bio!

Se chegou até aqui incomodado, algo ressoou. Talvez seja hora de parar de preencher lacunas que eles apontaram.

NOVO ARTIGO NO ARVOCÊ NÃO TEM UMA ESSÊNCIA. VOCÊ TEM POSSIBILIDADES. E ISSO MUDA TUDO.Você não está perdido. Você está p...
28/01/2026

NOVO ARTIGO NO AR
VOCÊ NÃO TEM UMA ESSÊNCIA. VOCÊ TEM POSSIBILIDADES. E ISSO MUDA TUDO.
Você não está perdido. Você está procurando uma versão de si mesmo que não precisa existir para você viver.

Deixa-me te fazer uma pergunta incômoda: quanto você já gastou tentando se encontrar?

Não só dinheiro — tempo, energia, relações que esfriaram enquanto você "trabalhava em si mesmo", oportunidades que passaram enquanto você esperava estar "pronto".

Ana gastou R$ 4.000 por mês. Carlos largou tudo aos 42. Juliana passou cinco anos paralisada. Fernanda investiu R$ 90.000 em três anos.

Todos buscando a mesma coisa: se encontrar.

E sabe o que descobriram? Que a busca nunca termina. Que sempre tem mais um curso, mais um retiro prometendo revelar "quem você realmente é". Que o autoconhecimento virou desculpa sofisticada para não viver.

A grande ironia: a busca por singularidade virou o mais homogêneo dos projetos humanos. Todos querem ser únicos da mesma maneira.

E se o problema não é você estar buscando errado — mas estar buscando?

E se não existe uma "essência verdadeira" esperando para ser descoberta? E se você está sendo vendido a solução para um problema que a própria indústria criou?

As pessoas que você realmente admira não se conhecem completamente. Elas simplesmente fazem. Criam. Erram. Mudam de ideia. Contradizem-se. E vivem — sem esperar permissão de uma versão idealizada de si mesmas.

Você não tem uma essência fixa. Você tem possibilidades.

E isso não é problema — é sua libertação.

Você nunca vai se conhecer completamente. E quando aceitar isso, você para de desperdiçar energia procurando quem deveria ser e começa a investir essa potência em criar, experimentar, viver.

Então pare.

Não porque entendeu tudo. Mas porque cansou de tentar se entender.

O resto é vida. E ela já estava acontecendo, mesmo enquanto você procurava quem a estava vivendo.

👉 Link do artigo completo NO MEU BLOG – Link na bio. Aviso: vai incomodar antes de libertar.

NOVO ARTIGO NO ARPOR QUE SEU PODER SÓ EXISTE SE VOCÊ O DESTRUIRQuando li esta frase no livro de Timothy R. Clark sobre s...
21/01/2026

NOVO ARTIGO NO AR
POR QUE SEU PODER SÓ EXISTE SE VOCÊ O DESTRUIR
Quando li esta frase no livro de Timothy R. Clark sobre segurança psicológica, não consegui desvencilhar daquela ideia. Porque ela descreve a contradição que vejo todos os dias: líderes que acumulam poder e, justamente por isso, se tornam impotentes para gerar transformação real.
"Se você é livre, precisa libertar outra pessoa. Se você tem algum poder, então seu trabalho é empoderar outra pessoa." – Toni Morrison
E se isso não for poesia, mas lei evolutiva que separa sistemas que prosperam de sistemas que colapsam?

A FARSA QUE NINGUÉM OUSA NOMEAR
Segunda, 9h: CEO anuncia "cultura de autonomia". Terça, 14h: Gerente toma decisão autônoma. Quarta, 10h: É convocado: "Da próxima vez, valida antes." Quinta: Liderança discute "por que a equipe não toma iniciativa".
O problema está na arquitetura de poder que finge distribuir, mas só delega execução, nunca decisão.
Neurologicamente? Dissonância cognitiva crônica. O cérebro desliga iniciativa e ativa sobrevivência: fazer só o explicitamente pedido.

A MÉTRICA QUE NINGUÉM MEDE
Taxa de Reversão de Decisões:
• 40% = teatro de autonomia

A TERAPIA NÃO TE ABSOLVEHá algo perturbador nas salas de terapia atuais: a busca por autoconhecimento virou escudo contr...
20/01/2026

A TERAPIA NÃO TE ABSOLVE

Há algo perturbador nas salas de terapia atuais: a busca por autoconhecimento virou escudo contra a vida real. Celebramos o fim do tabu do sofrimento psíquico — legítimo, comovente. Mas confundimos compreensão com autoabsolução: o perdão que damos a nós mesmos, mas negamos aos outros.

Nomear "meu trauma", "meu apego evitativo" ativa sensação de controle cerebral — recompensa sem ação. "Estou em processo" pode ser verdade… ou carta branca para machucar sem reparar. "Limite saudável" vira fuga de negociar diferenças. "Isso é seu, não meu" encerra o que pede confronto.

A terapia funciona. O problema é o que fazemos com ela: colecionar diagnósticos como isenção moral. Raízes explicam, não absolvem. Compreender não dispensa mudar. Às vezes escolhemos o mal porque é mais confortável culpar o passado do que assumir o presente.

E a tensão brutal: dizer "nem todo desconforto é trauma" arrisca repetir silenciamentos históricos — exaustão de mulheres chamada frescura, dor racializada vista como vitimismo. A linha é lâmina: segurar duas verdades: banalização do diagnóstico E dores ainda invisíveis.

Transformação real exige esforço lento, sem recompensa imediata. Não vende, não gera likes. Por isso preferimos autoindulgência disfarçada de autocuidado: processo interno acima do impacto externo.

Paradoxo: pressão por reparação imediata pode virar violência — exigência de que o outro se curve ao nosso tempo. Onde f**a o espaço para o tempo do outro? Para tentativas imperfeitas?

E quando o "outro" é opressor estrutural — chefe assediador, sistema explorador? Terapia individual atinge limite: não dissolve hierarquias abusivas. Individualizar opressão é armadilha perigosa.

Faça terapia. Nomeie feridas. Mas não pare no insight. Não use compreensão como desculpa. Responsabilidade não é fardo — é poder: escolher usar história como explicação ou pretexto.

Saúde mental real: reconhecer dano causado, entender por quê, mudar. Ser menos destrutivo, mais humano.

O que você vai fazer a respeito?

Acesse meu blog para aprofundar: www.marcellodesouza.com.br

NOVO ARTIGO NO ARNÃO SE ENGANE — O CAMINHO DO MEIO NÃO É EQUILÍBRIOVocê já ouviu falar no "caminho do meio". Provavelmen...
20/01/2026

NOVO ARTIGO NO AR
NÃO SE ENGANE — O CAMINHO DO MEIO NÃO É EQUILÍBRIO

Você já ouviu falar no "caminho do meio". Provavelmente já leu essa expressão sendo usada como sinônimo de equilíbrio, moderação, bom senso. Como se houvesse, entre dois extremos, um ponto seguro onde você deveria se posicionar para evitar excessos.
Esqueça isso. Completamente.
O caminho do meio não é mediocridade travestida de sabedoria. Não é a recusa dos extremos em nome de uma suposta sanidade. O verdadeiro caminho do meio — aquele que exige coragem brutal — é outra coisa completamente diferente.
É a capacidade de transitar pelos extremos com intensidade plena, mas sem se identif**ar com nenhum deles. De sentir a solidão até o osso sem se definir como solitário. De gritar até esvaziar os pulmões sem se tornar alguém que grita. De amar com intensidade absoluta sem fazer do amor sua identidade permanente.
A maioria das pessoas nunca chegou perto dos próprios extremos. Vive numa zona mediana não por sabedoria, mas por medo. Medo de sentir demais, de querer demais, de sofrer demais. E chama essa contenção defensiva de "equilíbrio".
Mas o que acontece quando você nunca experimentou seus limites? Você não sabe do que é capaz. Você não sabe o quanto aguenta. E passa a vida inteira se comportando como alguém que precisa de proteção — de si mesmo, dos outros, da vida.
Vivemos numa época que tem horror à incoerência. Que exige uma narrativa pessoal linear, uma identidade resumível em três palavras. Como se você fosse um produto com características estáveis.
Mas você não é isso. Ninguém é.
No exato momento em que você sente necessidade de solidão, há outra parte desejando conexão. Você ama e ao mesmo tempo quer distância. Você confia e desconfia.
E o que fazemos? Gastamos energia descomunal tentando resolver essas contradições, como se fossem bugs. Procuramos terapias que nos "integrem", metodologias que nos façam "encontrar nossa essência verdadeira".
Mas e se não houver uma versão definitiva? E se essa busca pela completude for exatamente o que está nos destruindo?
Leia o artigo completo no meu blog! Link na Bio

NOVO ARTIGO NO ARLIDERAR TRÊS NÍVEIS ACIMA - A ARTE INVISÍVEL DE ENXERGAR O QUE AINDA NÃO É REALVocê entrega tudo. Resol...
17/01/2026

NOVO ARTIGO NO AR
LIDERAR TRÊS NÍVEIS ACIMA - A ARTE INVISÍVEL DE ENXERGAR O QUE AINDA NÃO É REAL
Você entrega tudo. Resolve problemas. Ajuda todo mundo.
E continua no mesmo cargo há 3 anos.
Enquanto aquele colega "nem tão bom" foi promovido.

A VERDADE:
Você resolve o problema que te entregam.
Seu chefe resolve o problema que ninguém nomeou.
Essa diferença é tudo.

EXECUTIVOS NÃO PROMOVEM QUEM EXECUTA BEM.
Promovem quem pensa 3 níveis acima.
Exemplo: Reunião para comprar software. Todos debatem funcionalidades e preços.
Uma pessoa pergunta: "Antes de decidir qual ferramenta, vale revisitar se velocidade é o problema? Porque se o gargalo são 3 aprovações redundantes, nenhuma ferramenta resolve."
Essa pessoa se diferenciou. Não deu solução. Questionou o problema.

OUTRO EXEMPLO:
Diretor pede ação para agradar cliente estratégico.
Gerente aceita e sobrecarrega equipe.
Três semanas depois: projetos críticos atrasam, clima deteriora, resultados decepcionam.
Ninguém perguntou:
• Qual o custo operacional real disso?
• O cliente realmente precisa disso ou estamos presumindo?
• Qual impacto nos demais projetos estratégicos?
Informação distorcida subiu. Decisão ruim desceu.
Quem garante qualidade de informação vira indispensável.

O QUE MUDA QUANDO VOCÊ PENSA 3 NÍVEIS ACIMA:
→ Você para de resolver sintomas e começa a identif**ar causas estruturais
→ Você conecta pontos que ninguém está conectando
→ Você percebe desalinhamentos invisíveis antes que explodam
→ Você cria influência sem precisar de cargo

TESTE RÁPIDO:
Próxima reunião, não dê solução imediata.
Pergunte: "Estamos resolvendo sintoma ou causa?"
Observe as reações.
Quem sorrir amarelo acabou de perceber que você subiu de nível.

LIDERANÇA ESTRATÉGICA NÃO É CARGO. É ALTITUDE MENTAL.
Você não precisa esperar promoção para começar a pensar como diretor.
Pode começar hoje. Com o cargo que tem.

📖 Escrevi um artigo completo sobre a sofisticação invisível que separa quem executa de quem lidera estrategicamente.
Link na bio ou acesse: marcellodesouza.com.br

E você? Está operando no nível onde foi posicionado — ou já pensa 3 níveis acima?

NOVO ARTIGO NO ARCRÔNICA DE UMA MORTE COGNITIVA ANUNCIADA - QUANDO TERCEIRIZAMOS O FUTURO E CHAMAMOS DE PROGRESSOA obsol...
15/01/2026

NOVO ARTIGO NO AR
CRÔNICA DE UMA MORTE COGNITIVA ANUNCIADA - QUANDO TERCEIRIZAMOS O FUTURO E CHAMAMOS DE PROGRESSO

A obsolescência humana não começa quando máquinas nos substituem. Começa quando entregamos nossa capacidade de pensar — chamando isso de progresso.

Há momento em que a relação se inverte: você acredita usar ferramenta, mas já é combustível dela.

Delega decisão pequena — rota, filme. Sistema responde. Funciona. Neurônios da ponderação dormem. Na próxima, terceirizar vem mais fácil. Até virar padrão.

A inversão:
Cada delegação alimenta sistema que aprende a te modelar. A máquina melhora através de você, enquanto você vira genérico.

Tecnologias anteriores estendiam o sujeito. Agora o instrumento substitui processo cognitivo.

Quando pede à IA para escrever e-mail, elimina trabalho de articular pensamento.

O custo:
Tempo "economizado" vira tempo para consumir superficialidade. "Personalização" te transforma em cluster estatístico. Você vira prisioneiro de versão simplif**ada de si.
E isso é vivido como libertação. Não percebemos que trocamos capacidade de habitar complexidade por processar superficialidade em alta velocidade.

A divisão:
Elite não será quem domina tecnologia, mas quem preserva autonomia de pensar. Quem treina substituto é o próprio substituído.

O desconforto perdido:
Pensar dói. Exige tolerar dúvida, sustentar contradições, habitar vazio.
Einstein sustentou contradições por anos. Darwin tolerou observações que desafiavam tudo. Perderam tempo, erraram muito — produziram rupturas.
Agora eliminamos desconforto no primeiro sinal. E com ele, possibilidade de pensar novo.

A escolha:
Usar ferramentas ou ser usado por elas. Cada conveniência reduz tolerância ao desconforto necessário para pensar profundamente.

A morte cognitiva é processo presente. Podemos interromper. Se escolhermos desconforto fértil da dúvida sobre conforto estéril da resposta pronta.

A pergunta não é se você ainda pode pensar. É: você ainda consegue não saber?

Leia o artigo completo no meu Blog!

NOVO ARTIGO NO ARQUANDO EVOLUIR PARECE RETROCEDERExiste uma ironia brutal: os momentos em que mais evoluímos são aqueles...
13/01/2026

NOVO ARTIGO NO AR
QUANDO EVOLUIR PARECE RETROCEDER

Existe uma ironia brutal: os momentos em que mais evoluímos são aqueles em que nos sentimos mais perdidos.

Sem fanfarra. Sem clareza repentina. Sem aquela sensação de "finalmente cheguei lá".

O que existe é um desconforto tão sutil que a maioria interpreta como fracasso ou estagnação.

Esperamos que maturidade traga certeza, assertividade, controle visível. Mas a verdade é oposta: a evolução mais profunda desintegra antigas certezas ANTES de construir novas.

TRÊS SINAIS INVISÍVEIS DE QUE VOCÊ ESTÁ CRESCENDO:

1. VOCÊ HESITA MAIS
Onde antes havia respostas rápidas, agora há pausa. Você questiona suas reações, sustenta perspectivas contraditórias, habita a ambiguidade.
Isso não é confusão. É refinamento cognitivo. Como passar de visão 2D para 3D: a desorientação vem ANTES da profundidade real.

2. SUAS EMOÇÕES PASSAM MAIS RÁPIDO
A diferença não está em sentir menos raiva ou frustração. Está na duração do sequestro emocional.
Surge um intervalo entre estímulo e reação — espaço que diferencia reatividade de responsividade. Você não se sente "curado". Sente-se mais lento.
Mas recuperou agência. Deixou de operar em piloto automático.

3. SEUS OBJETIVOS PERDERAM O BRILHO
Conquistas que antes energizavam agora parecem vazias, performáticas. Isso gera crise: "Perdi minha ambição?"

Não. Você migrou de validação externa para ancoragem interna. De reconhecimento público para alinhamento com valores.
Menos visível. Infinitamente mais resiliente.

O PARADOXO:
Justamente quando alcança estabilização interna, sente-se MENOS seguro. Porque essa segurança não vem com controle absoluto, mas com capacidade de permanecer íntegro sem garantias.

A INVERSÃO:
E se menos certeza fosse sofisticação? E se reações mais lentas fossem refinamento? E se objetivos menos dramáticos fossem maturidade genuína?
A dúvida que você sente pode ser a confirmação mais clara: mentes que pararam de crescer não questionam.

Sua disposição de sustentar incerteza define quão profundamente você se transforma.

👉 Artigo completo no meu blog – link na bio

NOVO ARTIGO NO ARA TIRANIA DO RELACIONAMENTO 'SAUDÁVEL' Existe um teatro invisível acontecendo neste exato momento. Não ...
13/01/2026

NOVO ARTIGO NO AR
A TIRANIA DO RELACIONAMENTO 'SAUDÁVEL'

Existe um teatro invisível acontecendo neste exato momento. Não está em nenhum palco físico, nem sob holofotes tradicionais. Está entre você e cada pessoa com quem se relaciona — e você é simultaneamente ator, espectador e dramaturgo de uma peça que nunca leu. A cortina nunca se fecha. O ensaio é a própria vida. E o roteiro? Ah, o roteiro você acredita ter escrito, mas está apenas recitando falas sussurradas no seu ouvido muito antes de perceber que estava no palco.

Existe um fenômeno perverso na indústria das relações saudáveis: a vulgarização do diagnóstico psiquiátrico. Narcisista virou qualquer um com autoestima que não se curva às suas demandas. Borderline virou qualquer um emocionalmente intenso. Psicopata virou qualquer um que te machucou. E "tóxico" virou qualquer relação que exige esforço ou crescimento doloroso.

Isso não é psicologia. É preguiça cognitiva disfarçada de autocuidado. É a recusa em enfrentar a complexidade do outro, em sustentar a angústia de estar com alguém que não te completa, que te desafia. Muito mais fácil rotular, diagnosticar, descartar. "Ele é narcisista" dispensa você de responsabilidade. "Ela é tóxica" te absolve de examinar sua contribuição. "Red flag" te protege do risco de verdadeiramente conhecer alguém.
Os pseudo gurus transformaram intimidade em diagnóstico patológico, amor em inventário de comportamentos aprovados, e desejo em algo que pode ser "trabalhado" com ferramentas certas.

A armadilha é sedutora. Quem não quer fórmula simples para decifrar o caos das relações? O problema é que essas receitas fazem o oposto: em vez de criar relações saudáveis, criam neuróticos hipervigilantes obcecados em identif**ar patologias e incapazes de sustentar tensão necessária ao crescimento relacional.

A questão essencial não é "como ter relacionamento saudável" — é "como desejar sem adoecer". Como amar sem transformar amor em economia transacional. Como estar com o outro sem usá-lo como espelho validador.

LEIA O ARTIGO COMPLETO NO MEU BLOG! Descubra por que técnicas de relacionamento fracassam!

NOVO ARTIGO NO ARO PARADOXO DO DESEJO: POR QUE VOCÊ NUNCA QUER O QUE PENSA QUE QUERVocê não deseja o que pensa que desej...
13/01/2026

NOVO ARTIGO NO AR
O PARADOXO DO DESEJO: POR QUE VOCÊ NUNCA QUER O QUE PENSA QUE QUER

Você não deseja o que pensa que deseja. Quando você confere o celular ansiosamente esperando uma mensagem, você está certo de que deseja aquela pessoa. Mas essa certeza é ilusória.

O desejo nunca é autônomo. Ele não nasce espontaneamente de você. O desejo humano é mediado. Você deseja através do olhar do outro. Você deseja ser desejado. Essa diferença entre "desejar alguém" e "desejar ser desejado" é a raiz de todas as neuroses relacionais.

Observe a paixão inicial. Aquela intensidade vem da pessoa ou da incerteza, da distância, do enigma? Quando você está apaixonado, não está amando quem ela é — está amando a imagem que construiu, o espelho onde você se vê como desejável.

Por isso a conquista mata a paixão. Quando o enigma se dissolve, o combustível evapora. O desejo não quer satisfação — quer perpetuação. Ele se alimenta da falta, definha na saciedade.

Isso explica padrões que se repetem. A pessoa que sempre se apaixona por quem está indisponível. Que perde interesse assim que é correspondida. Não é masoquismo. É a estrutura do desejo operando.

No contexto familiar, filhos frequentemente se tornam depositários do desejo não realizado dos pais. A criança não está vivendo o próprio desejo — está sendo atravessada pelo desejo parental.

Como sair dessa armadilha?
Aceite a incompletude. Você nunca será completo. Nenhuma pessoa vai preencher a fenda que te constitui. Essa aceitação não é resignação — é liberação.

Aprenda a distinguir entre desejar e desejar ser desejado. Quando você persegue alguém, pergunte: eu quero essa pessoa, ou quero a validação?

A autenticidade relacional começa quando você consegue estar com o outro sem precisar que ele seja sua muleta existencial. Só quando você para de usar o outro como espelho, você finalmente pode vê-lo.

O teatro do desejo continuará operando. Mas você escolhe entre ser fantoche inconsciente ou dramaturgo consciente.

LEIA O ARTIGO COMPLETO NO BLOG e descubra a arquitetura do desejo e como estabelecer relações genuínas

NOVO ARTIGO NO ARSE VOCÊ É TÃO BOM ASSIM, POR QUE SEU NOME NUNCA APARECE QUANDO FALAM EM PROMOÇÃO?Você entrega tudo, res...
12/01/2026

NOVO ARTIGO NO AR
SE VOCÊ É TÃO BOM ASSIM, POR QUE SEU NOME NUNCA APARECE QUANDO FALAM EM PROMOÇÃO?

Você entrega tudo, resolve crises, garante que a máquina não pare. Mas quando a liderança fecha a porta para decidir quem sobe, seu nome não está na mesa. A sensação é de tapa silencioso: "Fiz tudo certo… e continuo no mesmo lugar."
Não é incompetência — é arquitetura.
Sistemas corporativos são desenhados para te manter útil, não visível. Você é recompensado com elogios, bônus miúdos e mais responsabilidade sem poder — o suficiente para não sair, mas nada que te leve ao topo.
A ilusão da mobilidade: correr intensamente dentro da esteira. Você transpira, mas não sai do lugar.
A armadilha do público errado: brilhar para quem não assina sua promoção.
A métrica errada: confundir produtividade com relevância estratégica.
Relevância ≠ entregar projetos.
Relevância = resolver os problemas que o board percebe como urgentes, na linguagem deles, com rosto visível.
Até a excelência vira prisão quando você se torna tão bom no papel atual que ninguém consegue imaginar você em outro.
Saia da esteira:
1. Pare de medir esforço — meça alinhamento estratégico.
2. Questione cada novo sim — "Isso me coloca na sala onde decidem?"
3. Construa capital político sem cilada — conecte-se a quem define prioridades, contribua para os problemas deles, em voz alta.
4. Aceite desafios que você ainda não sabe resolver — presença só volta quando há risco real.
5. Mude de jogo ou mude as regras de dentro — mas pare de esperar permissão.
A pergunta não é se você está estagnado.
A pergunta é: por quanto tempo ainda você vai aceitar ser indispensável onde está — e invisível onde importa?
Seu nome não aparece porque você está performando no palco errado. E enquanto você aperfeiçoa seus passos, o público que decide seu futuro está em outro teatro.
Quer entender a arquitetura completa dessa invisibilidade — e como reposicionar-se de forma cirúrgica?

📖 Leia o artigo completo no meu blog! Você vai se surpreender!
Permanecer também é escolha. E toda escolha tem um preço.

Endereço

Avenida Barão De Itapura, 610 Taquaral
Campinas
13020-430

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