19/02/2026
Quando falamos em alimentação equilibrada e baseada em evidências científicas, as Dietary Guidelines for Americans se destacam como uma das principais referências mundiais. E um dos pontos que mais chama atenção na atualização do guia é o papel das proteínas na alimentação diária.
Segundo Melissa Bomfim, nutricionista da Clínica Digest, o aumento da recomendação de proteínas reforça uma prática que a nutrição funcional no Brasil já adota há muitos anos. Embora o valor mínimo de 0,8g/kg de peso seja amplamente divulgado, na prática clínica são utilizadas quantidades maiores, que variam em média entre 1,6g a 2,4g/kg de peso, sempre de acordo com as necessidades individuais, porcionadas ao longo do dia.
Essas quantidades são indicadas, por exemplo, para atletas, pacientes no pós-cirúrgico, dietas proteicas, pessoas com baixa saciedade, em uso das chamadas “canetas emagrecedoras” (como forma de evitar a perda de massa magra), além de pacientes com queimaduras significativas, entre outros contextos clínicos.
Vale lembrar que o guideline é padronizado para uma população saudável e não leva em consideração a individualidade bioquímica. Por isso, a orientação nutricional personalizada é indispensável.
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